Oi, eu me chamo António, mas todo mundo me chama de Tonhão. Tenho 34 anos, sou negro e tenho um pau de 19 cm. Quanto ao meu corpo, é bem definido, pois faço academia todas as manhãs, e lisinho. Pois bem, vou contar uma história do caralho: estava eu num sábado à noite, entediado em casa, e liguei o Grindr. Em poucos minutos encontrei um perfil de um cara bem charmoso, puxei conversa e em poucos minutos já estávamos combinando a vinda dele até minha casa. Ele chegaria dentro de uma hora. Fui tomar um banho e me preparei para receber o cara: coloquei uma roupa bem sexy e deixei-me todo cheiroso, e na hora marcada a campainha tocou. Quando eu fui abrir a porta, quase me assustei: estava um padre vestido de batina preta na minha frente.
- É aqui que mora o Tonhão? - perguntou logo ele.
- Sou eu mesmo, o que é que o Sr. Padre deseja?
- Eu sou o Pedro, falamos há pouco no Grindr - olhei o cara de cima a baixo e ele era mesmo o cara com quem tinha acabado de falar no Grindr, só que vestido de padre.
- Que surpresa! Faça o favor de entrar.
Que caralho, nunca tinha me acontecido uma coisa dessas; ele entrou e eu não sabia o que fazer.
Ele foi se sentando no meu sofá e eu me sentei ao lado dele; estávamos os dois calados, dava para perceber que ele estava muito nervoso e eu comecei a ficar nervoso também; ele não tomava nenhuma atitude e eu não sabia por onde começar, então lhe perguntei, meio desconfiado:
- O senhor não veio até aqui para me dar uma lição de moral, veio?
- Não, não venho lhe dar lição nenhuma de moral – ele estava muito tímido ou envergonhado.
- Então, senhor padre?
- Por favor, não me trate por senhor padre.
- Tudo bem. Como o trato, então?
- Me trate por Pedro.
- E você está a fim de quê, Pedro?
- Estou a fim de você – ele falou isso todo envergonhado, mas colocou a mão sobre a minha perna; fiquei logo todo assanhado.
- Está a fim de mim, é? E o que deseja que eu lhe faça? – O cara era tímido, mas queria mesmo uma foda. Foi então que comecei a reparar melhor nele. Ele era um gato, deveria ter uns trinta e poucos anos; era, sem dúvida, um dos caras mais bonitos que já tinham sentado naquele sofá. Comecei logo a ficar com tesão por ele; ele me excitava, e vê-lo vestido com a sua batina de sacerdote começou a me dar mais tesão. Eu adoro um homem de farda, seja ela qual for.
- De tudo o que você sabe fazer.
- Eu sei fazer muita coisa – eu estava elevando o clima.
- Eu quero tudo; faz tempo que não transo, estou morrendo de tesão.
- Então veio ao sítio certo; eu estou aqui para não deixar você morrer, rsrs... Desse seu tesão, rsrs…
Nós dois já estávamos com muito tesão um pelo outro; avancei sobre ele, segurei a sua cabeça e comecei a beijar o padreco; o cara veio logo para cima de mim. Ele se agarrou a mim e não me largava, e o melhor é que o sacana beijava bem pra caralho. Eu, como sou um safado, fui logo colocando a minha mão por debaixo da sua batina e comecei a levantá-la; o padreco não trazia nada por baixo. Comecei então a passar a mão na sua perna peluda, sempre subindo até a sua cueca; quando lá cheguei, senti uma vara bem dura:
- Nossa, isto aqui embaixo está pegando fogo!
- Tu nem imaginas o quanto...
O cara mal me deixava falar, não largava a minha boca e passava a mão por todo o meu peito. E eu fiquei hipnotizado pelo volume que tinha sentido na sua cueca; o padreco era gostoso demais.
- A sua sorte é que eu sou um bom bombeiro e, se aqui embaixo está pegando fogo, eu tenho que o apagar – falei isso olhando-o nos olhos para poder sentir o seu tesão.
- Não vai ser fácil – o cara era mais sacana do que eu imaginava, me falou isso com um sorriso bem safado.
- Fique tranquilo, padreco, porque até hoje não houve incêndio que eu não conseguisse apagar – e nos voltamos a beijar, mas eu já não me conseguia concentrar no beijo; já só pensava no volume que estava debaixo daquela batina.
Então levantei a sua batina toda para cima e me abaixei em direção à sua cueca branca e fui passando a minha mão, sentindo o contorno do seu pau, que devia ser bem grande; depois comecei a passar de leve a minha língua sobre a sua cueca; o padreco ficou logo empolgado.
- Uhmmmmmm... Isso, negrão, vê como esse incêndio está complicado, uhmmmmm…
Continuei; na pontinha do seu pau a cueca estava úmida, eu sentia aquele cheirinho de porra, dei uma lambidinha para poder apreciar aquele gostinho salgadinho, que tesão; eu por essa altura já tinha o meu pau também quase estourando, depois levantei um pouco a sua cueca e deixei só as suas bolas à vista e dei uma chupadinha; foi demais, levei o padreco à loucura.
- Porrrraaaa, me chupa logo, negão; se continuares desse jeito, o meu incêndio só vai aumentar.
Eu olhei para ele e sorri, baixei um pouco a sua cueca e soltou-se uma pirocona bem grande. Era a primeira vez que eu tinha um pau branquela tão grande na minha mão.
- É, padreco, não está sendo fácil de apagar este incêndio, você tem muito fogo – falei isso já punhetando a sua vara.
- Não vai ser fácil, até porque o incêndio já está passando mais para baixo - naquela altura eu não entendi muito bem o que ele queria me dizer.
- Mas eu vou caprichar…
Eu tirei completamente a sua cueca, puxei a sua batina bem para cima e comecei a chupar a sua vara. Foi uma sensação incrível, porque, assim que coloquei a minha boca na cabeça do seu pau, o cara se arrepiou todo; senti ele ficar com pele de galinha, as suas pernas peludas ficaram com os pelos todos arrepiados e ouvi o seu enorme suspiro de prazer.
- Nossaaaaaa, que deliciaaaaaaaa... - ele estava com tanto tesão que o seu pau já estava a liberar aquelas pequeninas gotinhas de porra, e eu estava me deliciando com isso, engolia cada gotinha que aquela vara branquela soltava.
- Uhmmm... – eu gemia muito enquanto o chupava, para deixá-lo ainda mais excitado.
- Aiii... que tesão, negão, uhmmm... nossa, eu já não tinha tanto prazer assim faz tempo, uhhmmmm......
Eu engolia tudo, ou melhor, quase tudo, porque o pau dele era verdadeiramente grande, mas eu engolia o máximo que podia; fazia isso vezes sem conta, mas não durou muito, porque, passado pouco tempo, o pau dele começou a pulsar:
- Aaaiiiiiii, que deliciaaaaa de chupadaaaaaa, não aguento mais, meu negãoooooooo - e senti os primeiros jatos de porra na minha garganta. Eu não costumo engolir porra de caras que acabei de conhecer, mas a do padreco não sei o que me deu porque engoli-a toda e se houvesse mais, mais eu queria; fazia muito tempo que eu não tomava uma porra tão gostosa; se calhar era porque o padreco não transava há muito tempo, não sei se foi isso, só sei que me deliciei.
Fiquei chupando o seu pau até não restar uma única gota de porra; quando terminei, me encostei para trás no sofá, satisfeito, mas um pouco desiludido porque o padre tinha gozado muito rápido e com certeza já se ia embora. Mas o padreco não parava de me surpreender:
- Não relaxa não, que o maior incêndio tu ainda não apagaste – eu comecei logo a me animar de novo, afinal o padreco ainda queria mais festa e eu estava ali prontinho para realizar todas as suas fantasias.
- Ah, sim? Estou vendo que tenho de me esforçar mais.
- Tu és um bom bombeiro – o safado se jogou para cima de mim e me beijou - o incêndio mais pequeno tu já resolveste; o problema é que, como sou padre, acumulo muito fogo dentro de mim - o safado queria pica. Só para se ter uma ideia, ele estava deitado no sofá debruçado sobre mim, com a sua boca quase colada na minha e com uma perna levantada que deixava o seu cuzinho a apanhar ar ou, melhor, a arder.
- É para isso que eu aqui estou, bem equipado para apagar qualquer tipo de incêndio – eu acabei de falar e o safado meteu a mão dentro da minha calça.
- Eu sei que sim, só falta eu dar uma lubrificada nesta mangueira – e o safado não me deixou falar mais nada e começou a me beijar novamente.
O padreco parecia um adolescente, não conseguia controlar o apetite por sexo. Assim que acabou de me beijar, tirou o meu pau para fora e começou logo a chupar; e que chupada. Ele chupava com uma rapidez que me deixava louco e conseguia engolir a minha vara por inteiro; era um tesão.
- Nossssssssa padreco, como chupas gostoso! – ele não falava nada, estava se deliciando com o meu pau.
Que chupada mais tesuda, finalmente um cara que sabia mamar uma vara, e foi logo um padre, enfim a vida tem mesmo dessas coisas. Eu estava nas nuvens com o boquete que o cara me estava fazendo, e comecei a imaginar como seria fode‑lo, então fui devagarinho descendo a minha mão em direção à sua bundinha branquela, bem lisinha, só com alguns pelinhos no seu reguinho. Passei a mão no buraquinho só para sentir como estava o incêndio. O incêndio estava bem bravo porque o cuzinho dele não parava de piscar de tanto tesão; eu, safado, enfiei o meu dedo para testá-lo e obtive logo uma reação:
- Uhmmmmm - o padrequinho gemeu logo e forçou a sua bunda para que o meu dedo entrasse bem fundo.
- Caralho, padrequinho, isto aqui está mesmo pegando fogo – o tesão dele era tanto que o cu dele apertava o meu dedão. Quando eu acabei de falar, ele parou de chupar o meu pau e me olhou com uma cara bem safada e falou:
- Está mesmo, e é melhor ires logo apagar esse incêndio com esta mangueira; eu já a deixei bem lubrificada.
Eu estava louco com aquele padreco; além de ele ser muito gostoso, ainda era bem safado e não parava de me surpreender. Ele estava muito ansioso para que eu o fodesse; dava para notar que ele já não era enrabado há algum tempo, mas eu ainda não lhe ia dar o que ele queria, até porque, primeiro, eu queria brincar com a sua bundinha.
- Tu queres mesmo que eu apague o teu incêndio com esta mangueira aqui? – eu o estava picando e batia com o meu pau no seu rosto.
- O incêndio está muito, muito bravo; e o que eu mais quero é que essa mangueira vá logo apagá-lo.
- Então, eu vou apagá‑lo, mas primeiro tenho que fazer uma avaliação mais pormenorizada do incêndio.
- Tudo bem, mas não demores muito, por favor, o incêndio está bravo! – o safadinho queria era mesmo a minha vara enterrada o mais rápido possível no seu cuzinho, mas eu também sou safado e ia fazê‑lo sofrer mais um pouco.
- Relaxa, eu estou aqui só para te dar prazer – e começamos de novo a nos beijar, depois ajeitei‑o como eu gosto.
Coloquei-o de joelhos e ele se debruçou no sofá, ficando com aquela bundinha à minha disposição; fui por trás dele e comecei a alisá-la com as minhas mãos. Ele tem uma bunda durinha, bem redondinha; ele até tremia por eu estar apertando-a. Depois, fui ao seu reguinho e senti novamente aquele buraquinho a piscar, e fui enfiando o meu dedinho nele. Aquele cuzinho era apertadão, ele ia sofrer com o meu pau; mas eu estava a deixá-lo relaxadinho. Sempre que eu enfiava o meu dedo todo, ele se contorcia e gemia, cheio de tesão. Passei um tempão fazendo isso; ele não dizia nada, só gemia. Eu também estava com o meu tesão a mil; eu sou louco por uma bunda e comecei a beijar aquela bunda branquelinha até chegar ao seu cuzinho, que piscava que nem um louco, mas o padreco já não estava aguentando mais.
- Por favor, cara, me fode!
- Fica tranquilo que eu já vou apagar esse fogo, rsrs....
Eu ainda queria demorar um pouco mais naquele cuzinho, mas já tinha feito o meu padreco esperar muito pela minha vara; me levantei e fui buscar uma camisinha. Ele nem se mexeu, ficou ali com a bunda toda arrebitada e com aquele cuzinho a piscar que nem um louco, esperando pela minha vara. É uma visão maravilhosa ver um cara como aquele assim, mas eu sou bem safado e, só para o chatear, mandei-o mudar de posição.
- Padreco, se debruce ali naquela cadeira e deixe essa bunda bem arrebitada – ele já não falava nada, fazia o que eu mandava calado, ele estava desejoso que eu o fodesse.
Então eu me ajoelhei atrás dele, o cuzinho dele estava na direção do meu pau, encostei‑o naquele cuzinho piscante e comecei a enfiar bem devagarinho a minha vara dentro dele.
- Aiiiiiii meu bombeirooooooo, como é grossa essa tua mangueira, uiiii…
- Eu estava a demorar na avaliação por isso mesmo, agora tens que aguentar – eu tive a confirmação de que ele já não fodía há muito tempo, pois estava sendo difícil a entrada do meu pau; o cu dele estava bem apertado e eu sabia que ele estava sentindo um pouco de dor, mas eu também sabia que o que ele mais desejava era ter a minha vara toda atolada no seu cu, era uma questão de tempo até ele estar rebolando no meu pau.
- Não se preocupe comigo, meu bombeiro, e enfie bem fundo essa mangueira, porque o meu incêndio não vai ser fácil de apagar.
Agarrei com as duas mãos a sua bunda e forcei ainda mais a minha vara contra ela, e a minha vara sumiu dentro da sua bundinha branquelinha.
- Padreco safado, e eu aqui preocupado; eu vou é socar a minha mangueira em você até deixar este seu cuzinho todo esfolado.
- É isso mesmo que quero, meu bombeiro: me deixe todo esfolado, quero que arrebente a minha bunda com essa vara gostosa.
- Tu és um safado, mas eu vou te dar um corretivo de pica que nunca mais vais esquecer!
- É isso mesmo que eu quero, negão gostoso, humm...
O pau do cara estava mole, não estava sendo nada fácil para ele aguentar a minha vara, mas, mesmo assim, ele me provocava. Então, comecei logo a socá‑lo com toda a força e o safado começou logo a rebolar, e aquele seu pauzão ficou duro que nem pedra; quando dei por mim, estávamos os dois fudendo no chão, ele sempre com aquela bunda arrebitada, forçando‑a contra o meu pau, gemendo de tanto prazer que estava tendo, e eu metendo a minha vara no cu dele como um louco.
- Aiiii que deliciaaaaaaa, meu bombeiroooo…
- Seu safado, esse incêndio é mesmo complicado de apagar…
- Complicadíssimoooooo... Hummm…
O meu padre continuava com o pau duríssimo, e já estava a babar. Eu o fodia com muito tesão e já estava quase chegando ao meu limite, quando decidi parar um pouco para mudarmos de posição; eu passaria a comê-lo com ele deitado de costas, para que eu pudesse olhar para a cara de safado dele.
- Padreco, eu não vou conseguir me segurar por muito mais tempo – eu estava sendo sincero.
- Eu sei, por isso me fode logo!
Eu coloquei o meu pau e, assim que comecei a fodê-lo, senti as contrações do seu cu apertando com mais força o meu pau.
- Enfiaaaaa tudoooooooo negão e me fode bem rápidooooooo – e o cara começou a gozar e eu não me contive mais e gozei também dentro do seu cuzinho.
Quando acabei de gozar, eu caí em cima dele e comecei a beijá-lo; estávamos completamente satisfeitos e ficamos algum tempo assim.
- Eu também estava no meu limite.
- O quê? – eu não estava entendendo, estava meio sonolento.
- Quando me falaste que não te ias segurar por muito mais tempo.
- Ah!
- Bom, eu tenho que ir embora.
- Já? Não queres repetir?
- Tenho que rezar uma missa daqui a pouco…
- Mas vais voltar? – ele voltou a olhar para mim com aquela cara de safado.
- Mais rápido do que possas imaginar rsrs…
Bom, essa foi a primeira das nossas fodas; foi assim que conheci o meu padreco. Nós vivemos transando, nos tornamos bons amigos e, sempre que ele tem uma folga, ele vem ter comigo e eu passo horas maravilhosas com ele.
****************************************************************************
Se gostaram do conto, votem e comentem; é uma enorme satisfação saber a vossa opinião. Obrigado pelas vossas leituras.