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GERALDÃO E ARIELZINHO

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Um conto erótico de Ninfetinho luquinhas
Categoria: Gay
Contém 5266 palavras
Data: 06/07/2026 22:46:52

Coletânea: O Pavão e o Carcará. GERALDÃO E ARIELZINHO

Me chamo Geraldo Ferreira, mais conhecido como Geraldão ou Lourão, sou o filho mais velho de 5 irmãos. Os apelidos vêm do meu tamanho: tenho 2m de altura, sou parrudo, tenho olhos azuis e sou loiro, além de carregar 45 anos de trabalho e muito suor para construir a minha empresa de construção e loja de materiais de construção, a GG Construções. Comecei a trabalhar cedo, sendo servente de pedreiro para ajudar em casa. Com muita luta, anos depois entrei na faculdade de engenharia e assim pude melhorar a minha vida e a da minha família até construir o meu negócio.

Hoje em dia tenho uma vida mais tranquila, cuidando do meu negócio e do meu filhão de quatro patas, Terror, um caramelo que resgatei há 7 anos e me acompanha para todo lugar. Mesmo assim, gosto de acompanhar todas as obras e a rotina da loja. Ocupo minha mente com o trabalho, mas, como todo macho, preciso aliviar o saco, se não viro um tourão brabo. Para esse serviço, gosto de contratar os ninfetos do bordel do meu parceiro Marcão, que me dá desconto pelos serviços de manutenção que minha empresa presta no local. Já provei todo o “menu” do Casarão Vermelho. Gosto dos guris de 20 aninhos, daqueles bem femininos, lisinhos, que parecem bonecas. O meu tesão é a dominação: botar os moleques de joelhos, segurar pelos cabelos e enfiar meu pau grosso até engasgar e eles chorarem borrando a maquiagem. Cuspo na boca deles, dou umas boas palmadas naqueles rabinhos com força pra adestrar os viadinhos e gosto de ver as unhas deles cavando minhas costas de desespero enquanto eu passo a rola neles sem pena. Comigo não tem essa de frescura de namorinho ou de cara querer dar uma de ativo. Na hora do sexo, o único macho sou eu. O resto é fêmea pra eu rasgar no meio, fazer gritar meu nome e deixar o cuzinho latejando, pingando cheio de porra. Pago a caixinha deles e volto pra minha caminhonete de saco e mente leves.

Acordei cedo, antes mesmo de o despertador tocar. Joguei o lençol pro lado e sentei na beira da cama, deixando meu corpo estalar as juntas. A primeira coisa que fiz foi enfiar a mão dentro da cueca, coçando o sacão peludo com gosto. Dei uma apertada na minha piroca, que já acordou dura igual uma viga de concreto, latejando de tesão matinal. Fiquei puto. Olhei pro bicho grosso ali na minha mão e pensei alto: *"Puta que pariu, tô sem tempo até para comer um viadinho nessa semana..."*

Senti uma lambida molhada no meu calcanhar. Era o Terror, meu caramelo velho de guerra, cobrando a atenção dele. Dei um cascudo de carinho na cabeça dele, balancei as orelhas do bicho e brinquei: *"Calma, garoto, o pai tá bruto hoje, mas pro seu café sempre tem tempo"*. Ele abanou o rabo, sabendo que ia passear de caminhonete.

Tomei um banho rápido, vesti minha calça jeans surrada, uma camisa de botões da GG Construções que fica estourando nos meus ombros largos e calcei a bota de segurança. Hoje tenho que passar pessoalmente no ateliê de uma dona toda chique, uma perua cheia de frescura e flu-flu que tava me ligando há dias por causa de uma infiltração estrutural. Eu odeio lidar com esse povo cheio de não-me-toques, mas negócio é negócio. Chamei o Terror, peguei a chave da caminhonete e saí pronto pra resolver a bucha.

Chegando na entrada do ateliê, que está fechado temporariamente, não vejo nenhum dos meus funcionários. Fico puto e já entro abrindo a porta dourada e lustrosa, pegando meu celular do bolso pra xingar esses vagabundos, quando ouço uma música, com som de chuveiro ligado e um cheiro gostoso de baunilha com canela vindo dos fundos do ateliê. *“Que porra é essa?”*. Deixo o Terror cheirando os móveis e adentro mais ainda o ateliê, sujando o mármore branco com minhas botas, e percebo que o som vem de um banheiro pequeno que está sem porta. O vapor do chuveiro saía dali de dentro, empesteando o ar com esse perfume de baunilha que parecia que dava até para lamber. Uma música pop cheia de rebolado saía de algum celular. Dei mais dois passos lentos e parei bem na quina da parede.

Minha mente travou e meu pau voltou a ficar duraço, dando pinotes com a cena que viu: de costas para mim, um ninfetinho lavava os cabelos de olhos fechados e rebolando um bumbumzinho que mais pareciam dois bombonzinhos de chocolate, pedindo para serem devorados. O menino virou de frente e pude ver melhor ainda seu rostinho e seu corpo: o rostinho dele parecia o de um anjo, com traços finos, bochechas lisinhas e uns lábios carnudos da cor de um jambo maduro. Ele tava de olhos fechados, curtindo a água quente na cara, totalmente alheio à minha presença. O corpo era bem magrinho, delicado, com um peito liso e sem nenhum pelo, onde os mamilos escurinhos tavam pontudos pelo vapor.

A barriga dele era uma coisinha estreita, uma cintura tão fina que dava a impressão de que minhas duas mãos calejadas conseguiam fechar em volta dela. Mais embaixo, na virilha completamente raspada e limpinha, o bichinho dele descansava bem pequeno e mansinho, balançando de leve conforme ele se ensaboava, cercado por duas coxas magras daquela pele preta retinta que brilhava como cetim molhado sob a água. Olhando aquela fêmea magrinha e perfeita, meu coração parecia uma britadeira no peito. O guri parecia uma boneca intocada, pronta pra eu quebrar no meio.

Ele continuou ali, de olhos fechados, passando as mãos delicadas pelo corpo e cantarolando aquela música, sem fazer a menor ideia de que tinha um monstro com o pau duro igual uma estaca de madeira assistindo a cada movimento dele na quina da parede e doido para devorá-lo. Eu não aguentei. O cheiro de baunilha com canela entrando pelo meu nariz e aquela imagem do guri se alisando debaixo da água fritaram o resto de juízo que eu tinha. Esqueci funcionário, esqueci obra, esqueci tudo. Olhei para os lados para garantir que ninguém tava vendo, enfiei a mão na calça jeans e rachei o zíper.

Pus o meu trabuco para fora. A cabeça dele já tava roxa, as veias latejando, babando de tanto tesão. Segurei o bicho grosso com força com a minha mão calejada e comecei a bater uma punheta ali mesmo, encostado no batente. Eu me senti um moleque tarado na puberdade, daqueles que espiam a fechadura do banheiro, com o coração batendo na garganta e o medo de ser pego me deixando ainda mais ereto.

Cada vez que o menino rebolava aquela bunda de bombom ou passava a mão pelo peito magrinho, eu apertava mais o meu pau, subindo e descendo a pele com força, abafando os meus gemidos grossos para o guri não escutar. Minha mão já tava ficando melada de pré-gozo, e eu só conseguia pensar em como seria bom enterrar esse monstro no rabo daquela fêmea até rasgar.

De repente, a música para e o menino se vira, me vendo ali de calça arriada e homenageando ele. Seus olhinhos pareciam que iam sair da cachola. Ele abriu aquela boca carnuda para gritar, mas eu fui mais rápido e avancei para cima dele, tapando sua boca com a mão cheia de pré-gozo e o encurralando na parede. O corpo magrinho dele colou no azulejo frio com um baque surdo. Ele tentou debater as pernas, mas com o meu tamanho e os meus cem quilos de músculo, eu mudei ele de posição como se fosse um boneco, prensando o meu quadril contra o dele. O meu trabuco duro e babando ficou esmagado direto contra aquela barriguinha sarada e molhada dele.

— Psiu... Fica quieto se não quiser apanhar, viadinho — rosnei bem perto do ouvido dele, com a voz mais grossa do que o normal, sentindo o corpo dele tremer inteiro de pavor e tesão. — Tu gosta de rebolar desse jeito sem porta? Pois agora aguenta o machão assistindo.

Olhei bem no fundo dos olhos dele, que tavam estatelados, e passei o meu polegar coberto de pré-gozo pelos lábios carnudos dele, forçando a barra até ele sentir o gosto do meu tesão na ponta da língua. O guri deu uma travada, os olhos continuavam grandes, mas o corpo foi amolecendo contra o azulejo, engolindo o gosto do meu pré-gozo como se estivesse aceitando que agora tinha dono.

Vendo que o viadinho tava se acalmando com o gosto da porra do seu macho, encostei minha boca na orelha dele e mandei a real, firme:

— Vou tirar a mão da sua boquinha e você vai me dizer seu nome, entendeu? Se gritar, vai levar umas palmadas.

O guri concordou com a cabeça rapidinho, os lábios carnudos ainda melados do meu caldo. Fui afastando a mão calejada devagar, pronto para meter um tapão na bunda dele se tentasse graça. Ele soltou o ar com força, me olhando de baixo para cima com o peito magrinho subindo e descendo, e disse com a voz bem fininha, quase um sopro:

— A... Ariel…

— Arielzinho... Nome de princesinha… — murmurei, saboreando cada letra enquanto roçava a cabeçona do meu pau na sua barriguinha lisa e sarada. Olhei bem no fundo daqueles olhos amendoados e avisei: — Meu nome é Geraldão e a partir de hoje você vai ser meu bonequinho.

Não esperei resposta. Abocanhei a boca do menino com vontade, enfiando a minha língua grossa sem pedir licença, sufocando os gemidos fininhos que ele tentou soltar. Tinha gosto de baunilha, canela e do meu próprio pré-gozo. Enquanto prensava o corpo magrinho dele contra o azulejo com os meus dois metros de altura, desci uma das minhas mãos calejadas pela lateral daquela coxa de cetim e espalmei na bunda de bombom.

Não perdi tempo. Molhei os meus dedos dentro da boquinha dele e empurrei o primeiro de uma vez. O cuzinho dele, apertado e quente demais, piscou desesperado contra a grossura do meu dedo, tentando expulsar a invasão, mas eu não dei trégua. Comecei a dedar ali dentro com força, alargando aquela fêmea na marra, sentindo as paredes internas dele latejarem e abraçarem o meu dedo.

O Ariel tentou empurrar meus ombros largos, mas era como tentar mover uma parede de concreto. Em segundos, o choro dele mudou de ritmo: a boca dele colada na minha começou a sugar a minha língua com desespero, e o corpo magrinho dele amoleceu de vez, rebolando o rabo em volta da minha mão, implorando por mais.

Ariel gemia sôfrego, com os olhinhos revirados, totalmente entregue à minha mão que trabalhava lá dentro daquela cucetinha apertada. Quando puxei os três dedos de uma vez, cobertos com baba, o cuzinho dele ficou aberto, piscando e implorando por pica.

Olhei para aquele corpinho magro tremendo de tesão, com as pernas moles, e a última coisa que eu queria era ver aquela pele de cetim ralada no piso de mármore. *“Você é muito delicadinho pra ficar de joelho no chão duro”*.

Ariel abriu os olhos, tonto de prazer, e apontou com o dedo trêmulo para uma porta logo ali no corredor dos fundos.

— N-no meu quarto... Tem minha cama... — sussurrou com a vozinha prensada, com os lábios carnudos vermelhos de tanto eu morder.

Não pensei duas vezes. Passei o meu braço grosso por baixo da bunda de bombom dele e o levantei do chão como se o garoto não pesasse nada, com as pernas fontes dele cruzando as minhas costas. O meu pau duro ficou espetado direto no meio do rabo dele enquanto eu caminhava a passos pesados para dentro do quartinho.

O quarto dele era pequeno, mas todo arrumadinho, com uma cama de solteiro encostada na parede e aquele cheiro gostoso de baunilha impregnando os lençóis. Joguei o novinho ali sem muita cerimônia, e ele caiu de costas, totalmente bêbado de tesão.

Subi na cama por cima dele, fazendo o estrado de madeira gemer com o meu peso. Terminei de arriar minha calça e minha cueca e comecei a tacar o pau no rosto do ninfeto.

— Olha o tamanho do que vai entrar nesse seu cuzinho de boneca, Ariel — rosnei, segurei o guri pelo cabelo com força e puxei a cabeça dele para cima. — Mas primeiro, paga um boquete pro teu macho. Mama.

O Ariel não hesitou. Abriu aquela boca carnuda e avançou na minha piroca com uma fome que me pegou de surpresa. Enfiou a cabeçona roxa até o fundo da garganta, se engasgando na rolona de uma vez. Os olhinhos dele arregalaram, lacrimejando pelo tamanho e grossura da peça, mas o viadinho não recuou; segurou na minha coxa grossa e continuou descendo e subindo, puxando o ar pelo nariz enquanto o meu pau batia lá no fundo da garganta dele.

O tesão subiu tanto que minha vista quase escureceu. Para me levar à loucura de vez, o moleque abriu mais a boca e tragou os meus dois ovos pesados para dentro. Ele chupava o meu saco cheio de leite com uma vontade absurda, usando a língua quente para lamber tudo enquanto tentava manter a minha piroca inteira enterrada na garganta.

— Puta que pariu, Ariel... — gemia grosso, cravando os dedos nos ombros magrinhos dele, quase metendo o quadril com tudo para dentro daquela boquinha. — Desgraçado... Vai engolir tudo, vai.

Meu saco latejava, pronto para descarregar um litro de porra ali mesmo, mas eu não ia dar esse mole de gozar na boca. Eu precisava sentir aquele cuzinho apertado. Puxei o garoto pelo cabelo, arrancando o meu pau da boca dele com um estalo molhado, deixando um fio de saliva e pré-gozo escorrendo pelo queixo do ninfeto.

— Abre a boca — mandei, com a voz falhando de tanto tesão.

O Ariel obedeceu na hora, com os olhos fixos nos meus, aquela boquinha carnuda escancarada esperando o comando. Dei uma rastejada na garganta e cuspi com gosto bem ali dentro. O moleque engoliu o meu cuspe sem piscar, aceitando o meu jeito bruto de adestrar com uma submissão que me deixou ainda mais maluco.

— Agora abre bem essas pernas pra mim — ordenei, empurrando o corpo dele para trás na cama.

Ele se deitou de costas, segurou os próprios joelhos e puxou as coxas magras em direção ao peito, me dando o caminho livre. Aquele cuzinho de bombom tava ali, todo exposto, piscando rosinha e brilhando com o lubrificante dos meus dedos. Eu não aguentei. Com os meus dois metros de altura jogados por cima dele, caí de boca direto no cuzinho do Ariel.

Enfiei a minha língua grossa de uma vez, lambendo e chupando aquela entrada apertada sem dó. O guri deu um grito fino, cravando as unhas no meu pescoço, mas eu continuei cavando ali dentro com a língua. Puta que pariu, o cuzinho do meu Ariel era uma delícia. Era limpinho, quente e tinha um gosto inexplicavelmente docinho, perfumado com aquele vapor de baunilha e canela que saía da pele dele. Eu chupava e mordiscava as beiradas daquele cu como se fosse um doce, fazendo o menino gemer alto, completamente rendido ao meu toque.

Chega de enrolação. Meu saco tava estalando, pedindo para vazar. Peguei o Ariel pelos tornozelos com as minhas mãos enormes e puxei o corpo magrinho dele com tudo para a beira da cama, dobrando as pernas dele em cima do peito na posição de frango assado. O cuzinho docinho ficou escancarado, piscando desprotegido, implorando pelo estrago.

Alinhei a cabeçona roxa e babando na entrada e desci o quadril com tudo, enterrando metade da minha jeba de uma vez só.

— Aaaaah, Geraldão! — o Ariel soltou um grito fino, agudo, rasgando a garganta enquanto os olhos dele quase viravam para trás.

O aperto daquela fêmea era um absurdo, parecia uma prensa prendendo meu pau. Não dei tempo para ele respirar: segurei firme nas coxas dele e soquei o resto, enfiando os meus vinte e tantos centímetros até a raiz, batendo o meu saco peludo com força contra as nádegas de bombom dele. O baque da carne ecoou alto no quartinho abafado.

O guri entrou em desespero de tanto prazer. Ele esticou os braços magros, agarrando o meu pescoço e cravando as unhas compridas nas minhas costas, arranhando a minha pele com força, deixando os rastros vermelhos do seu desespero enquanto eu sentava o trator sem pena. Eu metia com gosto, num ritmo violento, fazendo a cama de solteiro estalar e andar pelo quarto. A cada estocada funda, meu pau batia no fundo do útero imaginário dele, fazendo o ninfeto chorar alto, molhando a cara de suor e lágrimas.

Completamente entorpecido pelo rastro de fogo que eu tava deixando dentro dele, o Ariel começou a remexer a cabeça no colchão, delirando de tesão, e soltou a maior safadeza que eu já tinha ouvido na vida:

— Me engravida, Geraldão! Goza tudo dentro da sua fêmea, meu macho! Enche o meu cuzinho de porra, me engravida!

Ouvir aquele viadinho implorando pelo meu leite, totalmente domesticado para mim, foi o gatilho. Meu sangue ferveu, minha espinha gelou e o meu saco contraiu com tudo, pronto para descarregar a jorrada de cimento quente dentro dele.

— Quer engravidar do Geraldão é, viadinho? Então toma, cuida dos meus filhotes, sua vagabunda! — respondi na mesma moeda, com a voz rouca e animal de quem já tinha perdido as rédeas do próprio corpo.

Segurei os quadris dele com tanta força que meus dedos cravavam na pele preta e firme do menino. Dei três estocadas violentas, as mais profundas da manhã, enterrando o meu pau grosso até o talo, esmagando o meu saco contra a bunda de bombom dele na posição de frango assado. Na última enfiada, cravei a ponta da jeba lá no fundo do cuzinho dele e travei o quadril.

Eu urrei. Um urro grosso, de bicho, que ecoou pelas paredes do quartinho e deve ter assustado até o Terror lá na frente.

Minha espinha contraiu inteira e o meu pau começou a dar pinotes violentos lá dentro do corpo do Ariel. Jorrei. Foi uma descarga de gala quente, jorros e mais jorros de uma porra grossa e acumulada da semana toda, disparada direto nas entranhas do guri. Ariel soltou um ganido agudo, revirando os olhos completamente, gozando contra a minha barriga, enquanto sentia a onda de leite do seu macho inundar o cuzinho docinho dele. A cada contração do meu pau, eu despejava mais e mais porra, lavando o garoto por dentro, fazendo ele tremer da cabeça aos pés.

Fiquei ali travado por quase um minuto, arquejando em cima do peito magrinho dele, sentindo o cuzinho dele pulsar ao redor do meu pau amolecendo, tentando reter cada gota do banho que acabou de levar. Quando puxei o bicho para fora com um estalo úmido, a jeba veio brilhando, coberta de porra grossa. O botãozinho do Ariel ficou aberto, completamente arrombado e relaxado, vertendo aquele rio de porra branca e espessa que começou a escorrer pelas nádegas e a pingar no lençol.

Foi aí que eu viu. No meio daquela lambança branca que ensopava o lençol, tinha uma mancha vermelha, viva. Sangue. O guri tava tão apertado porque nunca tinha recebido nada ali dentro.

Olhei para aquilo e a minha piroca, mesmo mole, deu um pinote violento e o coração bateu na boca. Olhei para o Arielzinho, jogado ali, todo cansadinho, arquejando com o peito magrinho subindo e descendo. Eu fui o primeiro macho da vida dele. O primeiro a rasgar aquela fêmea intocada.

Um sentimento esquisito, pesado e quente, invadiu o meu peito de quarenta e cinco anos, algo que eu nunca tinha sentido com nenhum dos viadinhos do Marcão. Uma vontade absurda de morder e de proteger aquela criatura ao mesmo tempo.

Me joguei por cima dele de novo, ignorando o suor e a porra que lambuzava a gente. Segurei o rostinho de anjo dele com as minhas duas mãos calejadas, com todo o cuidado do mundo para não quebrar, e enfiei a minha boca na dele. Mas não foi um beijo de raiva ou de pura sacanagem. Foi um beijo apaixonado, babado, profundo, colando as nossas almas enquanto o guri correspondia fraquinho, choramingando de emoção contra os meus lábios.

Separei as nossas bocas por um segundo, olhando bem no fundo daqueles olhos amendoados e brilhantes, e decretei com a minha voz grossa, num tom que não aceitava discussão:

— Você é minha fêmea a partir de hoje, Arielzinho. Entendeu? Só minha.

Arielzinho concordou totalmente rendido com um sorrisinho cansado e submisso. Limpei a pica e a barriga com a cueca e passei no rostinho dele, pra marcar território, rindo.

— Descansa aí que já volto.

Abotoei a calça jeans surrada por cima do saco vazio e caminhei de volta para o salão principal do ateliê, ajeitando a camisa estourando nos ombros largos. Minhas botas de segurança voltaram a estalar no mármore branco. O Terror correu até mim, abanando o rabo e cheirando a minha perna, sentindo o cheiro forte de baunilha, canela e safadeza que tava impregnado em mim.

Quando cheguei na entrada, dei de cara com os três vagabundos dos meus funcionários parados perto da porta dourada, segurando as ferramentas e com um sorriso de orelha a orelha. Os desgraçados tinham escutado tudo.

— Ih, caralho! Olha lá o Lourão! — o Tião, meu mestre de obras, soltou uma gargalhada apontando para mim. — Sabia que essa obra ia render. O patrão se deu bem e desceu a lenha no viadinho dos fundos! Ouvimos os gritos de longe, chefe!

Os outros dois peões caíram na risada, batendo nas coxas e tirando sarro da minha cara de cansaço. Eu olhei para a cara daqueles cornos, respirei fundo o ar abafado do ateliê e não aguentei: caí na gargalhada junto com eles, lavando a alma.

Mas o riso durou pouco. Fechei a cara na mesma hora, cruzei os braços compridos e soltei aquela voz de comando que faz a obra inteira tremer:

— É, bando de vagabundo, rir da cara do patrão é fácil, né? Mas agora acabou a palhaçada. Quero ver essa animação pegando na marreta. Tô dando o aviso: a próxima vez que vocês se atrasarem e me deixarem mofando numa obra, a lenha eu vou descer é nas costas de vocês! Entendido? Vão trabalhar!

Os três engoliram o riso a seco, ajeitaram os capacetes e correram para o fundo do salão com as caixas de ferramentas, sabendo que com o Lourão o papo é curto. Dei um tapinha no lombo do Terror, olhei de canto de olho para o corredor que dava para o quartinho do meu Arielzinho e dei um sorriso discreto.

1 ano depois de encontrar meu Arielzinho vivo uma vida que todo macho merece.

Quem diria que o Lourão de dois metros de altura, engenheiro casca-grossa que só pensava em trabalho e esvaziar o saco, ia virar o homem mais mimado desse mundo? Tirei o meu bonequinho daquele quartinho abafado dos fundos do ateliê e levei ele para morar comigo na minha casa. E vou te contar: que escolha bendita.

Hoje em dia, a minha rotina é um luxo que eu nem sabia que existia. Todo dia, quando chego em casa cansado da GG Construções, a janta já tá na mesa, cheirosa, e a casa tá um brinco. Mas o melhor de tudo é o cheiro. Aquele perfume gostoso de baunilha com canela agora é o cheiro da minha casa.

O Arielzinho virou a esposa perfeita. Ele continua magrinho, com a pele de cetim impecável, e cuida de mim como se eu fosse um rei. Ariel está cada dia mais dócil, com aquela vozinha fininha que me deixa louco, pronto para satisfazer todas as minhas vontades de macho alfa.

Todo dia antes de sair para o batente na GG Construções, eu deixo o Terror postado na porta da sala. Olho bem nos olhos daquele caramelo e dou a ordem: *"Cuida da casa e protege a fêmea do teu dono, garoto"*. O bicho fornece um latido grosso, sabendo da responsabilidade de tomar conta do nosso Arielzinho. O problema é que o moleque aproveita que eu passo o dia fora e deita e rola nas frescuras com o cachorro.

Teve um dia que cheguei mais cedo da obra e quase caí para trás. Abri a porta e o Terror veio correndo me receber, abanando o rabo, mas o desgraçado tava usando um lacinho vermelho de fita em cada orelha, com o pelo todo escovado e cheirando a shampoo de baunilha.

— Mas que porra é essa aqui, Ariel? — gritei da sala, segurando o riso mas fingindo a maior cara de bravo do mundo, enquanto o guri vinha correndo da cozinha com um aventalzinho apertado na cintura fina.

— Ai, Geraldão, não briga! — ele disse com aquela vozinha fininha de quem sabe que aprontou, juntando as mãozinhas. — O Terror tava com o pelo todo cheio de terra da rua, eu só dei um banho nele e botei os lacinhos pra ele ficar bonitinho pro pai dele...

— Bonitinho o caralho, Arielzinho! — avancei para cima dele com meus dois metros de altura, encurralando o moleque contra o balcão da cozinha. — O Terror é cachorro de macho, me acompanha em caçamba de caminhonete e poeira de brita, não é bicho de madame pra usar laço, não! Tu para de mimar esse cachorro, se não eu vou ter que descer a lenha em você pra aprender quem é o macho dessa casa!

— Desculpa, meu macho... Tira os lacinhos dele então — sussurrou, fazendo beicinho.

Só que em vez de parar por aí, o moleque começou a piscar devagar e os olhinhos amendoados dele encheram de lágrimas, brilhando que nem duas jabuticabas d’água. Uma gota solitária escorreu pelo rostinho de anjo e ele soltou um biquinho de dar nó nas tripas:

— Você vive brigando comigo, Geraldão... Só porque eu cuido bem do Terror. Você não tem paciência com as minhas coisinhas. Até hoje eu choro quando lembro do meu vestidinho branco de cetim que você rasgou inteiro na nossa lua de mel... Eu passei meses escolhendo aquela roupinha de noiva e você destruiu ela em dois segundos na cama do hotel...

Puta que pariu. Quando o viadinho puxou a história do raio do vestido, minha mente travou. Lembrei na hora daquela viagem: o Arielzinho todo tímido, vestido de noiva para mim, e eu com o saco estalando de tesão não tive paciência nem para achar o zíper; passei a mão calejada e rasguei o cetim de cima a baixo para enterrar o meu monstro no cuzinho dele.

Sentir o golpe daquela chantagem me deixou zonzo. Olhei para a cara de coitado dele, com o peito magrinho soluçando falso, e a raiva do laço do cachorro sumiu na hora, dando lugar a uma quentura no peito e uma ereção que quase rasgou o meu zíper.

— Ah, então você vai usar o vestido de noiva para chantagear o teu macho, é, sua vagabunda? — rosnei, mas a voz saiu mais mansa, segurando o queixo dele com os meus dedos grossos. — Eu rasguei porque você tava gostoso demais e noiva minha tem que ser possuída na brutalidade. Mas já que você tá chorando por causa de pano... vem cá que eu vou te dar o consolo que você tá pedindo.

Olhei para o Terror, que continuava ali de laquinho na orelha assistindo à choradeira do guri, e apontei o dedo grosso para o tapete da sala.

— Fica aí, Terror. Fica de guarda que o pai vai dar o que a tua mãezinha tá merecendo por ser tão chantagista — ordenei grosso.

O cachorro deitou as patas no chão na hora, como um bom soldado, enquanto o Arielzinho soltou um risinho entre as lágrimas falsas, sabendo que tinha ganhado a parada. Não dei mais conversa. Enfiei meus braços compridos por baixo daquela bunda de bombom e suspendi o moleque do chão de uma vez só, como se ele fosse um feixe de lenha leve.

O guri soltou um gritinho fininho de surpresa e cruzou as pernas magras ao redor da minha cintura jeans, colando o peito liso no meu peito largo da GG Construções. Caminhei a passos pesados em direção ao nosso quarto, sentindo o perfume de baunilha com canela da pele dele se misturar com o suor do meu dia de trabalho, e joguei o meu pavãozinho no meio da nossa cama de casal.

— Se você achou que o estrago no vestido de noiva foi grande, Arielzinho... — rosnei, subindo por cima dele e já arrancando o cinto com tudo, fazendo o estrado de madeira gemer com os meus cem quilos. — Espera para ver o que o teu macho vai fazer com esse teu cuzinho docinho hoje para você parar de graça.

E lá se foi mais uma noite em que eu tentei engravidar minha mulherzinha fazendo ela gritar o meu nome até a voz sumir no travesseiro.

Foram horas de um amor gostoso, num ritmo pesado que fez as estruturas da cama de casal quase irem para o chão. Eu enfiei sem pena, sentando a vara naquele cuzinho docinho que já conhecia cada milímetro do meu tamanho, mas que sempre parecia apertado como na primeira vez. O Arielzinho chorava de tesão, cravando as unhas compridas nas minhas costas calejadas, implorando pelo leite do seu macho enquanto rebolava o rabo na minha mão com uma submissão que me deixava cego.

Urrando feito um bicho, eu descarreguei mais uma jorrada violenta de porra quente bem lá no fundo dele, inundando a minha fêmea com tudo o que eu tinha, assinando o meu território e deixando o meu viadinho arrombado.

Depois que o furacão passou, o quartinho ficou em silêncio, abafado pelo cheiro misturado de baunilha, suor e da minha porra. O guri adormeceu ali mesmo, capotado de lado, com o peito magrinho subindo e descendo de cansaço, totalmente protegido nos meus braços.

Abri os olhos com o dia clareando e olhei para o lado. O Arielzinho continuava dormindo feito um anjo. Me estiquei, dei uma coçada no sacão agora leve e levantei devagar para não acordar a minha mulherzinha. Vesti a calça jeans surrada, calcei as botas e fui para a cozinha passar aquele café preto forte que todo trabalhador precisa.

Quando abri a porta da sala, o Terror tava lá, firme no posto, deitado no tapete. Mas quando o bicho levantou a cabeça para me cumprimentar, eu quase engasguei com a saliva: o desgraçado ainda tava usando um dos lacinhos vermelhos na orelha esquerda, balançando aquela porra com a maior pose de guarda do mundo.

Olhei para o cachorro, olhei para o corredor do quarto e soltei uma risada curta, balançando a cabeça.

— É, garoto... Parece que a mãezinha manda nessa porra e o pai só executa — murmurei, dando um cascudo de carinho nele.

Tomei meu café, peguei a chave da caminhonete e saí para mais um dia de trabalho na GG Construções. A peãozada ia ter que ralar dobrado hoje, porque o Lourão tava de alma lavada, com o saco vazio e a certeza de que, não importava o tamanho da bucha que eu pegasse na rua, no fim do dia o meu Arielzinho ia estar em casa me esperando de pernas abertasMeu primeiro conto por aqui kkk. Votem e comentem, por favor 🙏🏾

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