Dei a buceta, mas também dei um sermão!
Uns dias depois da festa junina, o novinho acabou me chamando no Insta. Cliquei no perfil dele para dar aquela stalkeada básica.
O feed dele era bem o que eu esperava: fotos jogando bola, resenha com os amigos e algumas fotos em família. Mas quando cliquei nos "Destaques" do perfil... meus amores, o meu queixo caiu e bateu direto no chão.
Tinha um destaque com um emoji de coração vermelho. Quando abri, dei de cara com uma sequência de fotos dele com uma menina da idade dele, cheia de textinhos fofos de "1 ano e 6 meses juntos", "meu amor para a vida toda" e declarações de namoro dignas de comercial de margarina. A última postagem, inclusive, era da semana passada!
Gente, eu fiquei completamente chocada. Paralisei olhando para a tela do celular.
A quarentona aqui é resolvida, independente, adora uma aventura e não tem o menor tabu com idade, mas entrar em relacionamento alheio sem saber? Aí não é o meu perfil de investimento! Eu transando com o garoto no carro, achando que ele era só um novinho solteiro e descompromissado aproveitando a vida, e o bonito na verdade estava pulando a cerca com a maior naturalidade do mundo.
O pior é que, revendo a cena na minha cabeça, tudo fez sentido. O desespero dele no banheiro, o medo de o pai pegar ele no elevador, a pressa na garagem... eu achando que era só adrenalina de jovem, mas era puro medo de ser pego no flagra e estragar o namorinho! Na mesma hora, o sangue subiu.
Ele mandou outra mensagem no direct: "E aí, quando a gente vai dar outra fugidinha?”
Respirei fundo e já comecei a digitar
"Que bonito, hein? Você esqueceu de me avisar que namora ou a memória falha sempre que você vê uma saia curta?"
Passado uns dois minutos, veio a resposta mais cara de pau que eu já li na minha vida:
"Pô, não é bem assim... A gente já está mal há um tempão, eu nem gosto mais dela desse jeito. A gente só não terminou ainda por causa das famílias, mas já vou resolver isso em breve, de verdade. Com você foi diferente, eu não consigo parar de pensar você..."
Eu olhei para o celular e soltei uma risada. O moleque é pós-graduado na arte da enrolação masculina! "Vou terminar em breve" é o clássico dos clássicos.
Por um lado, a minha consciência de mulher madura pesou. Me deu uma pena danada da menina, uma garota jovem, achando que tem o namorado perfeito, enquanto o bonito está fazendo a suspensão do meu SUV trabalhar. Nenhuma mulher merece isso.
Mas olha... por outro lado, eu preciso ser muito honesta com vocês. A coroa aqui sentiu um estalo bem safado no pé do ouvido.
Saber que ele tinha aquela pose toda de bom moço com a namoradinha, mas bastou bater os olhos em mim com o meu vestidinho caipira para perder completamente o controle e virar um predador... meus amores, isso é de uma audácia que me deixou absurdamente ligada. O perigo da situação, o proibido, o fato de ele estar completamente hipnotizado e implorando por mais... tudo isso deixou a história ainda mais sexy.
Eu sabia o que era o certo a se fazer, mas o calor que subiu só de lembrar daquela noite na garagem me fez morder o lábio.
A cara de pau dele não tinha limites, meus amores. Em vez de se recolher depois da bronca, o garoto usou o direct do Instagram para partir para o ataque total. Ele começou a mandar uma mensagem atrás da outra, e o teor da conversa foi subindo de tom de um jeito que me deixou com as pernas bambas no meio da sala.
"Por favor, você não está entendendo. Eu preciso te ver de novo. No carro foi bom, mas eu quero te comer de novo em uma cama, do meu jeito, sem pressa. Quero poder fazer o que eu quiser com você, sem ter que me preocupar com o tempo ou com quem está passando no corredor.”
A minha mente virou um verdadeiro cabo de guerra. De um lado, a mulher madura, consciente e vivida tentava me convencer de que aquilo era uma tremenda furada. “Ele tem namorada, é dor de cabeça na certa, sai dessa”, eu pensava. Tentei resistir, fiz aquele charme clássico de quem está difícil e mandei um: "Olha aqui, eu não sou mulher de segundo plano e não divido o meu espaço com ninguém. Vai resolver sua vida primeiro".
Mas cadê que o corpo obedecia à razão? Enquanto eu digitava aquela resposta cheia de marra, a minha imaginação já estava voando longe, lembrando da mão dele apertando o meu pescoço, do fôlego absurdo daquela idade e daquela energia selvagem que ele descarregou em mim no SUV. Pensar nele me dominando em uma cama, com todo o espaço e tempo do mundo para fazer o que quisesse com o meu corpo... meus amores, o proibido tem um sabor que é um perigo!
Ele não desistiu. Mandou um áudio com aquela voz rouca, quase implorando, dizendo que já estava organizando as coisas e que só dependia de mim.
Aí eu tive que ser muito honesta comigo mesma. Para que continuar fingindo? A verdade é que a carne é fraca, e a quarentona aqui estava subindo pelas paredes só de lembrar daquela noite de São João. Cansei de fazer a linha certinha, liguei o foda-se para a culpa e assumi de vez o meu desejo: eu queria, e queria muito, dar de novo para aquele moleque safado.
Mudei o tom do direct na hora, deixei o moralismo de lado e mandei a resposta definitiva que ele tanto queria.
"Olha... você é um perigo garoto. Quando e onde?”
O garoto visualizou e mandou um monte de emojis de foguinho e dizendo que os pais dele iam passar a noite fora na sexta, em um evento de casais em outra cidade. A casa estava completamente livre.
Coincidência ou destino, era justamente a noite em que o meu filho estava com o ex-marido.
Olhei para o espelho, pensei no risco, na audácia e naquela pontinha de culpa que só deixava tudo mais gostoso. Ir até o prédio da minha própria amiga para transar com um menino de 18 anos que eu tinha acabado de descobrir que namorava... Uma humilhação? Sim, se a gente olhar pelo lado da moral e dos bons costumes, é uma humilhação total. Mas vamos ser sinceras? Uma humilhação bem safada, daquelas que a gente vai sorrindo de orelha a orelha no caminho, vai!
Como o "atendimento" dessa vez ia ser em alto padrão, direto em uma cama de casal, eu caprichei no visual. Nada de vestido caipira dessa vez. Escolhi um look que gritava poder, maturidade e puro pecado.
Coloquei um vestido de malha canelada preta, super justo, que desenhava cada curva do meu corpo e ia até o meio das coxas. Ele tinha um decote em "V" bem profundo na frente, mas o verdadeiro xeque-mate estava nas costas: um corte totalmente aberto, que ia até o início da minha lombar. Por baixo, para fazer o coração do novinho saltar do peito, coloquei uma calcinha preta bem cavada que combinava perfeitamente com o esmalte das minhas unhas. Nos pés, um salto alto preto de tiras finas para deixar as minhas pernas ainda mais alongadas. Uma verdadeira farda de combate para uma quarentona resolvida.
Peguei a chave do SUV, passei aquele meu perfume importado marcante e dirigi de volta para o conhecido subsolo do prédio.
Quando estacionei na vaga dessa vez do lado de fora do prédio, o meu celular vibrou. Era ele: "Pode subir direto. Apartamento 802. A porta está encostada".
Respirei fundo, dei aquele retoque no batom vermelho e saí do carro sentindo o salto estalar no concreto.
Falei com o porteiro, que inclusive me conhecia. Meu Deus que vergonha, ele achou que eu estava indo ver a minha amiga, coitado. Subi o elevador sentindo o salto estalar no chão de granito. Quando cheguei na porta do 802, o meu coração deu aquela acelerada de quem sabe que está cruzando uma linha perigosa. Dei três batidinhas leves na madeira e, em menos de dois segundos, a porta se abriu.
O Matheus estava lá. Quando ele bateu os olhos em mim com aquele vestido colado no corpo, o decote generoso e o rastro do meu perfume importado, o garoto engoliu seco. Os olhos dele brilharam de um jeito que me fez ver o tamanho do poder que eu tinha ali. Ele me recebeu super bem, com um sorriso de orelha a orelha, e já foi logo puxando a minha cintura para me dar um beijo daqueles de tirar o fôlego.
Só que... eu me fiz de difícil. Dei um passo para trás, quebrei o beijo no meio e dei um sorrisinho de lado. Por mais que eu estivesse subindo pelas paredes para dar para ele, a quarentona precisava manter a pose. Eu ainda não estava 100% à vontade com aquela audácia toda de estar na casa dos pais dele, então resolvi ditar o ritmo da noite.
“Calma, nenezão... Nem me ofereceu uma água ainda?” Brinquei, me afastando e começando a dar uma volta pelo apartamento.
Gente, andar por aquela sala foi um banho de realidade. O apartamento era o clássico "lar de família tradicional". Super aconchegante, sofás confortáveis, tapetes caros e, para piorar, um aparador cheio de porta-retratos com fotos de viagens em família, o novinho de terno na festa de formatura da escola, os pais sorrindo na praia... Aquilo me deu um estalo na consciência. Eu pensei: "Meu Deus, a que ponto eu cheguei? Estou no apartamento dos pais do menino, vizinhos da minha amiga..." Uma pontinha de culpa bateu, mas o tesão continuava ali, latente.
Tentei espantar o pensamento e segui o garoto até o corredor dos quartos. Quando empurrei a porta do quarto dele, o cenário mudou completamente. Era o típico quarto de um garoto de 18 anos que acabou de sair da adolescência: bonés pendurados, camisa do Fluminense jogada na cadeira, um videogame ligado na TV e aquele cheiro de desodorante masculino forte.
Eu estava olhando os detalhes da bancada de estudos dele, achando graça daquela vibe meio "moleque", quando de repente... o meu radar de corretora bateu no alvo errado.
Bem do lado do monitor do computador, colada no mural de recados, estava uma foto de Polaroid. Me aproximei e olhei de perto. Era o garoto abraçado com a namorada, os dois rindo, com as bochechas coladas, no maior clima de romance juvenil.
Eu me virei para o garoto, que estava parado na porta do quarto com uma cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança, cruzei os braços e soltei quase um sermão bíblico.
“O que a gente está fazendo aqui é completamente errado.” Comecei, apontando o dedo com as unhas pretas pintadas na direção da foto. “Essa menina é uma fofa, olha a carinha dela! Ela confia em você. Você tem 18 anos, tem a vida toda pela frente, mas já está começando errado, traindo a sua namorada dentro da casa dos seus próprios pais! Que falta de responsabilidade é essa? Você não tem vergonha na cara, não?”
Gente, eu estava fazendo um discurso digno de reunião de condomínio ou de bronca de mãe de adolescente. Ele ficou me olhando assustado, sem saber se pedia desculpas, se chorava ou se saía correndo. A situação era hilária: a mulher mais provocante que ele já tinha visto na vida estava dando uma lição de moral nele no meio do quarto.
“Eu... me desculpa, eu já disse que vou terminar...” Ele gaguejou, dando um passo na minha direção, com os olhos brilhando de desespero. “Eu juro que não queria fazer nada para magoar ninguém, mas desde aquela Festa Junina, eu não consigo respirar sem pensar em você. Olha como você está linda nesse vestido. Esquece isso, por favor...”
Ele foi se aproximando devagar, com aquela carinha de garoto carente misturada com o desejo mais puro que eu já vi. Ele parou bem na minha frente. Eu tentei manter a pose de braços cruzados, segurando o olhar de julgamento, mas o perfume de desodorante jovem dele invadiu o meu espaço.
Percebendo que a minha guarda estava baixando, esticou a mão e tocou a minha cintura, bem na parte onde o vestido era cavado nas costas. A palma da mão dele estava quente, tocando a minha pele nua. Eu dei um leve suspiro. Ele subiu a outra mão para o meu pescoço, acariciando a minha bochecha com o polegar.
“Deixa eu te mostrar o quanto eu quero você. Só hoje. Esquece o resto do mundo.” Ele sussurrou, com a voz tão rouca que vibrou direto no meu estômago.
Pronto. O discurso de mãe foi por água abaixo no mesmo segundo. O moralismo evaporou e o tesão acumulado da semana inteira tomou conta da corretora aqui. Afinal, a gente já estava no apartamento, o ex estava com o meu filho e o garoto era um espetáculo.
“Você é um moleque muito sem vergonha.” resmunguei, mas já descruzando os braços e segurando a nuca dele.
E antes que ele pudesse responder, eu quebrei a distância e caí nos beijos com ele. Foi um beijo violento, necessitado, cheio daquela culpa que só deixa tudo mais gostoso e proibido. Ele me prensou contra a escrivaninha dele, fazendo o monitor do computador balançar, e as mãos dele foram direto para a minha bunda, levantando aquele vestido com uma vontade absurda.
Se o sermão foi feio, o que aconteceu naquela cama logo em seguida foi uma obra-prima do pecado.
A gente se pegou com uma força que eu nem sabia de onde vinha, misturando a raiva da cara de pau dele com o tesão acumulado da semana inteira. O Matheus me puxou pela cintura, me tirando do chão por um segundo, e a gente foi cambaleando até a cama dele, trombando na cadeira e rindo entre um beijo e outro, até desabarmos juntos no colchão.
A partir dali, meus amores, o ritmo ficou frenético. A intensidade subiu tanto que parecia que o quarto estava pegando fogo. Ele veio por cima de mim, pesado, encaixando o corpo entre as minhas pernas enquanto as mãos dele subiam pelo tecido do meu vestido. Senti os dedos dele puxando a barra para cima, revelando as minhas coxas, e eu colaborei, erguendo o quadril com pressa para ajudar a despachar aquela roupa. Num puxão só, ele arrancou o vestido pela minha cabeça e jogou no chão, sem nem olhar para onde caiu.
Quando ele me viu só de calcinha, o garoto parou por dois segundos, puxando o ar com força, com os olhos completamente vidrados no contraste da lingerie com a minha pele.
“Você é um absurdo de mulher!” Ele sussurrou, a voz trêmula, atacando o meu decote com beijos molhados e descendo a boca.
Eu não fiquei para trás. Dei um puxão nos ombros da camisa e joguei para o lado. Logo depois, minhas mãos desceram para o cinto da calça jeans dele. Ele tratou de abrir o botão num piscar de olhos e, com um jogo de pernas rápido, chutou o jeans e os tênis para longe.
O garoto grudou o corpo dele no meu novamente, e o calor da pele jovem dele me fez esquecer totalmente o sermão e a foto na parede. Sentir o peito dele subindo e descendo colado nos meus seios, enquanto a mão dele descia com força pela minha cintura e apertava a minha bunda por cima da calcinha vermelha, foi o xeque-mate.
Ele começou a descer com a boca pelo meu corpo, sem pressa, trilhando um caminho que me fez arquear as costas no colchão. Primeiro, ele atacou os meus seios, mordiscando de leve e dando lambidas que me fizeram soltar um gemido baixo. Depois, foi descendo os beijos quentes pela minha barriga, me fazendo arrepiar inteira a cada toque daquela boca sedenta, até chegar nas minhas coxas torneadas, onde ele deu alguns apertos firmes com as mãos enquanto distribuía chupões deliciosos na parte interna da minha pele.
Eu já estava segurando os lençóis com força, com as pernas totalmente abertas e o coração batendo na garganta, quando ele finalmente chegou na altura da minha intimidade.
Ele olhou para mim por um segundo, com aquele olhar de safado, e com os dedos ágeis, arrastou o tecido de renda vermelha da minha calcinha totalmente para o lado, deixando o meu caminho livre e completamente molhado para ele. Ele não hesitou: mergulhou a cabeça entre as minhas pernas e começou a chupar a minha buceta com uma vontade absurda.
Gente, que loucura! A língua daquele moleque era rápida, firme e trabalhava com uma precisão cirúrgica no meu clitóris, alternando chupadas profundas com lambidas longas que me faziam perder totalmente o juízo. Ele cravava as duas mãos na minha bunda, me suspendendo de leve para me colar ainda mais contra a boca dele, enquanto engolia os meus fluidos com um desejo que parecia não ter fim.
Eu tentava abafar os gritos com o travesseiro, mas o prazer estava tão intenso que a quarentona aqui começou a delirar alto no meio daquele quarto. No ápice do tesão, sentindo aquela boca jovem operando milagres em mim, a minha mente deu um estalo e eu não aguentei a sinceridade.
“Meu Deus... humm... você é bom demais nisso, moleque…” Gemi alto, puxando os cabelos da nuca dele com força. “Puta que pariu, a sua namorada tem uma sorte danada…”
Ouvir aquilo da minha boca, no meio do pecado, parece que deu ainda mais gás para o garoto. Ele soltou um gemido abafado contra a minha pele molhada e aumentou ainda mais o ritmo, sugando com tanta força e propriedade que eu senti a primeira grande onda de orgasmo começar a desenhar no meu corpo.
A língua daquele moleque continuou trabalhando com tanta força e precisão que não teve como segurar. Sentir o foco total dele ali, sugando e massageando o meu clitóris com aquela boca quente, me levou direto para o limite. O meu quadril começou a dar espasmos, as minhas pernas travaram ao redor dos ombros dele e eu desabei em um orgasmo violento, derramando todo o meu mel direto na boca dele. Eu soltei um gemido longo, arranhando o lençol da cama, enquanto ele saboreava o meu prazer sem recuar um milímetro.
Eu ainda estava trêmula, com a respiração completamente desregulada, quando ele subiu o corpo de volta. Ele se posicionou por cima de mim, com a cueca box já jogada no chão, revelando que estava completamente rígido e pronto para o jogo, roçando a ponta daquela grossura direto na minha intimidade que ainda pulsava de tesão.
Olhar para aquele rostinho de safado, suado, me fez lembrar do perigo da situação, mas a vontade de sentir ele era maior que tudo.
Segurei o rosto dele com as duas mãos, olhei bem no fundo daqueles olhos cor de mel e pedi, com a voz completamente rouca e ofegante.
”Por favor, me fala que você tem uma camisinha aqui... Preciso de você dentro de mim.”
Ele deu aquele sorriso de lado, super confiante.
“No meu quarto nunca falta, Drica.” Ele disse.
Ele esticou o braço com pressa, abriu a gaveta da mesinha de cabeceira e puxou um pacotinho metalizado. Em dois tempos, com os dedos rápidos de quem estava desesperado para concluir o negócio, ele rasgou o plástico e encapou o pau, deixando ele pronto e protegido para a ação.
Ele voltou a se encaixar entre as minhas pernas, apoiando o peso nos braços definidos, com a ponta já pressionando a minha entrada que estava super molhada. Olhar para ele ali, prestes a quebrar todas as regras no quarto da casa dos pais dele, me fez perder o restinho de postura.
Puxei o pescoço dele para perto e ordenei com toda a safadeza do mundo:
“Me fode, seu safado!”
Gente, ouvir aquilo foi como jogar gasolina no fogo. Ele soltou um rosnado baixo, segurou a minha cintura com as duas mãos e desceu com tudo, se enterrando de uma vez só até a raiz dentro de mim!
O impacto daquela entrada bruta me fez dar um grito abafado contra o ombro dele. Sem perder tempo, o moleque começou a ditar um ritmo selvagem, estocando com uma força e uma profundidade que faziam a cama ranger a cada movimento. Ele estava possesso, determinado a me mostrar o fôlego e eu só conseguia rebolar contra ele, cravando as unhas nas costas dele e pedindo por mais a cada estocada.
“Vai, caralho... me fode com tudo, seu moleque gostoso...” Eu respondia entre os dentes, jogando a cabeça para trás no travesseiro, completamente entregue àquela humilhação deliciosa.
O papo quente foi inflamando o quarto de um jeito absurdo. Ele olhava para mim de cima, com os olhos completamente vidrados, dominando a quarentona aqui como se mandasse em mim desde sempre. No auge do tesão, com o som dos nossos corpos se chocando alto no quarto vazio, ele segurou os meus dois pulsos acima da minha cabeça com uma das mãos e, com a outra livre, deu um tapa estalado e firme no meu rosto.
O impacto ardeu na medida exata, fazendo o meu sangue ferver e a minha cabeça girar de puro tesão. Olhar para a cara de safado dele depois daquele estalo tirou qualquer restinho de freio moral que eu ainda tinha. Eu dei um sorriso malicioso com o batom borrado, olhei bem no fundo dos olhos dele e implorei, totalmente possuída pelo momento:
”Isso! Me bate! Me bate e me fode com força, seu safado!”
Ouvir aquilo foi o estopim para o garoto perder completamente o controle.
“Você é uma puta de uma coroa gostosa!” Ele rosnou, desferindo mais dois tapas estalados nas minhas bochechas, deixando a minha pele quente e marcada, enquanto aumentava o ritmo das estocadas para uma velocidade insana.
Eu joguei as minhas pernas para o alto, prendendo os meus calcanhares com força nas costas dele para trazer ele ainda mais fundo, gemendo alto e choramingando de prazer a cada batida.
Meus amores, o roteiro estava perfeito, digno de prêmio de melhor cena de cinema, mas a vida real adora colocar uma pegadinha bem no meio do nosso clímax.
Ele estava em um ritmo frenético, a velocidade estava insana e eu já sentia aquela onda avassaladora de mais um orgasmo maravilhoso subindo firme pelas minhas pernas. Ele estava com os olhos fechados, os dentes cravados no meu ombro, prestes a descarregar tudo, quando de repente... um toque estridente ecoou no quarto. Era o celular dele, bem em cima da escrivaninha.
O garoto paralisou no mesmo segundo. O corpo dele tensionou. Ele olhou de relance para a tela, e a cara de safado virou uma expressão de puro pânico. Ele saiu de dentro de mim em um baque só, me deixando ali, estirada na cama, ofegante e completamente frustrada.
“É ela...” Ele sussurrou com a voz trêmula, limpando o suor da testa. “Eu preciso atender. Se eu não atender uma hora dessas, ela vai desconfiar.”
Ele pegou o aparelho, puxou o ar, tentou forçar uma voz de bom moço e deslizou o dedo na tela: "Oi, amor! Tudo bem? Não, estava aqui no quarto jogando videogame...".
Ah, meus amores... mas a quarentona aqui não aceita interrupção de contrato na melhor parte sem uma multa pesada! Olhar para aquele garoto pagando de namorado perfeito no telefone, depois de ter me dado tapas na cara e me comido com aquela vontade toda, me subiu um sangue safado. Já que o bonito gostava de trair e de adrenalina, a corretora resolveu dificultar o fechamento desse negócio.
Não deixei barato de jeito nenhum. Enquanto ele andava de um lado para o outro de costas, gesticulando com a menina, eu me mudei da cama com toda a calma e sensualidade do mundo. Dei passos de gata até parar bem na frente dele e me ajoelhei no chão do quarto, ficando com o rosto bem na altura daquele monumento que ainda estava completamente ereto e pulsando com a camisinha.
O moleque arregalou os olhos de um jeito que quase saltaram da cara. Ele tentou dar um passo para trás, mas eu segurei as duas coxas dele com força, prendendo o garoto ali. Com os meus dedos ágeis puxei a camisinha dele e a joguei no chão. No segundo seguinte, abri bem a boca e engoli o pau dele inteiro, direto no seco, começando a chupar com toda a vontade e a experiência de uma mulher de verdade.
Gente, o desespero do moleque foi a coisa mais linda e sexy de se ver! O pau dele deu um pulo dentro da minha boca, e ele teve que segurar a cabeceira da cama com uma mão para não cair de joelhos.
“É... é... amor? Não, não aconteceu nada... é que o... o controle do videogame caiu aqui no chão...” Ele gaguejava no telefone, a voz falhando completamente, enquanto eu subia e descia a boca pela extensão dele, usando a língua no topo e fazendo um barulho molhado de propósito.
Eu olhava para cima, encarando os olhos desesperados dele com um sorrisinho malicioso ao redor da boca, chupando com força, fazendo o garoto morder os lábios até quase sangrar para segurar os gemidos que insistiam em escapar da garganta. O peito dele subia e descia, e a mão livre dele foi parar no meu cabelo, apertando de leve, sem saber se me empurrava para longe para salvar o namoro ou se me afundava ainda mais na boca dele para explodir ali mesmo!
Eu continuei ali, firme no meu trabalho de língua, fazendo aquele barulho molhado delicioso enquanto ele suava frio no telefone.
Ele tentava responder as perguntas da menina com frases curtas “Aham... tá bom... vou dormir daqui a pouco... beijo” Mas a voz dele já estava completamente embargada de tanto tesão. No segundo em que ele finalmente conseguiu apertar o botão vermelho e desligar a ligação, o celular dele voou direto para o colchão e ele soltou o ar dos pulmões com um gemido de puro alívio.
“Puta que pariu, Drica! Você quer me matar do coração?” Ele disse, com as mãos no meu cabelo, puxando a minha cabeça para trás para me olhar nos olhos.
Eu me levantei do chão, desfilando com o meu salto alto e a calcinha vermelha, e dei aquela risada maliciosa de quem sabe exatamente o poder que tem nas mãos. Voltamos para cima da cama com uma urgência ainda maior, a adrenalina daquela quase quebra de contrato deixando o quarto em ponto de bala.
Como a primeira camisinha tinha ido parar no chão da garagem mental daquela história, olhei para a gaveta e avisei:
“Vai, nenezão. Pega logo outra camisinha na mesinha que eu não aguento mais esperar.”
Foi aí que o novinho me olhou com uma cara de safado misturada com uma audácia que me pegou totalmente de surpresa.
Ele segurou o meu quadril, colou aquele monumento totalmente ereto e melado na minha coxa e sussurrou, com a voz rouca e os olhos fixos nos meus: “Por favor... deixa eu ir sem nada hoje. A minha namorada é super certinha, só deixa eu comer ela de camisinha... Quero sentir você de verdade, pele com pele.”
Meus amores, quando aquele moleque de 18 anos mandou essa na minha cara, a minha mente deu um nó. A razão tentou gritar que era loucura, mas o tesão que aquela situação proibida gerou foi um verdadeiro tsunami.
“Já falei que você é um perigo, moleque.” suspirei, me entregando totalmente ao absurdo da situação. “Vai, faz o que você quiser comigo.”
Eu não esperei nenhum segundo comando. Me virei no meio daquela cama e fiquei de quatro, empinando a minha bunda com a lingerie vermelha direto na direção dele, apoiando os cotovelos no colchão.
Senti o calor do corpo dele vindo por trás, as mãos firmes dele espalmando com força nas minhas nádegas, abrindo espaço. E então, sem aviso e sem nenhuma barreira, ele empurrou com tudo.
Gente, a sensação da penetração pele com pele foi um choque elétrico! Entrar direto, sentindo cada milímetro do calor dele se misturando com o meu mel, me fez soltar um grito agudo que ecoou no quarto. Era quente demais, visceral, completamente diferente de tudo. O menino cravou os dedos no meu quadril com tanta força que os nós dos dedos dele ficaram brancos, e ele começou a me dar uma sequência de estocadas violentas, no puro pelo, fazendo o meu corpo ir para frente e para trás no colchão enquanto a gente se perdia naquela humilhação incrivelmente safada!
Ele estava completamente entregue ao instinto, meus amores. O ritmo de quatro estava uma coisa de louco, com ele desferindo aquelas estocadas firmes, o quadril dele batendo com força contra a minha bunda. Sem a barreira da borracha, a sensação de estar no pelo elevou o tesão daquele quarto para níveis astronômicos.
Eu conseguia sentir cada veia do pau dele, a rigidez extrema e o calor absurdo deslizando direto nas paredes da minha intimidade. O moleque guiava o meu quadril com as mãos espalmadas na minha cintura, puxando o ar de um jeito tão pesado que parecia que faltava oxigênio no quarto.
“Vai, filho da puta... fode... “Eu gemia alto, enterrando o rosto no travesseiro, sentindo a minha buceta contrair forte, completamente molhada e envolvendo o pau dele por inteiro em um aperto.
Ele não conseguiu demorar muito mais tempo.
Dando as últimas cinco estocadas mais profundas e rápidas da noite, o Matheus soltou um urro agudo, daqueles que vêm direto do fundo da alma. Ele cravou os dedos na minha pele com tanta força que quase me suspendeu da cama, prendeu o corpo dele colado ao meu por trás e gozou gostoso dentro de mim. Aquela porra quentinha me recheando.
O pau dele dava pulos dentro de mim enquanto ele despejava tudo, tremendo da cabeça aos pés, completamente nocauteado pela quarentona aqui. Ele desabou com o peito suado nas minhas costas, o rosto enterrado no meu cabelo, puxando o ar com uma dificuldade linda de se ver.
Depois que a tempestade de tesão passou e os nossos batimentos finalmente começaram a voltar ao normal, o Matheus se deitou de lado na cama, me puxando para deitar com a cabeça no peito dele. O quarto estava num silêncio gostoso, iluminado só pela luz da rua que entrava pela fresta da cortina. Eu passei a mão pelo abdômen dele, sentindo a pele ainda quente e úmida de suor, curtindo aquele momento pós-caos.
Foi aí que o novinho relaxou de vez e resolveu abrir o coração, revelando o quanto aquela noite tinha sido a realização de uma fantasia para ele.
“Pô, você não tem noção do que acabou de acontecer aqui.” Ele disse, olhando para o teto e soltando um riso meio bobo, enquanto fazia carinho no meu ombro. “Eu sempre tive essa fantasia, sabe? Sempre quis comer uma mulher mais velha, uma mulher de verdade... ainda mais uma mãe. Tem uma parada no jeito que vocês olham, na segurança, que deixa qualquer moleque maluco.”
Eu dei uma risada baixinho, achando uma delícia ouvir aquilo, e apoiei o queixo no peito dele para olhar bem naqueles olhos bonitos.
“É mesmo?” Provoquei, com um sorrisinho malicioso.
O garoto ficou um pouco vermelho, mas não fugiu da raia. Ele me olhou sério, com uma sinceridade que até me surpreendeu:
“Cara, para você entender o meu desespero... eu só tinha transado com a minha namorada antes de você. A minha vida inteira na cama se resumia a ela. É aquela coisa certinha, com hora marcada, sempre igual... Eu não sabia o que era essa loucura que a gente fez aqui hoje. O que você me deu no carro e aqui nessa cama... eu nunca mudei de nível desse jeito.”
Gente, ouvir aquilo foi um baita de um cafuné no ego da quarentona aqui! Saber que eu fui a primeira mulher madura da vida dele, e que quebrei completamente a rotina do namorinho de colégio do garoto com toda a minha bagagem, me fez sentir a verdadeira dona da situação. O moleque estava completamente hipnotizado, olhando para mim como se eu fosse uma deusa que tinha descido no quarto dele.
“Pois agora você já sabe como é um atendimento de alto padrão, nenezão.” Brinquei, dando um beijo leve no peito dele e começando a me sentar na cama para caçar o meu vestido no chão. “Mas agora preciso ir, antes que seus pais resolvam voltar mais cedo e a gente tenha que inventar que estávamos jogando videogame juntos.”
Ele riu, me puxando para mais um beijo demorado antes de me deixar levantar.
Enquanto eu recolhia o meu vestido, o novinho ficava me olhando da cama, com aquele olhar de quem estava completamente laçado. Eu ajeitei o cabelo no espelho do quarto e me virei para ele. O tesão tinha dado trégua, e o meu lado maduro e sim, um pouco "mãe de família" assumiu o controle novamente.
Fui até a beira da cama, me inclinei e dei um selinho terno nele.
“Olha, foi uma delícia. De verdade, você foi espetacular.” Comecei, mudando o tom de voz para algo bem mais calmo, sem aquela agressividade da bronca de antes, mas com o peso de quem tem bagagem. “Mas a gente não pode repetir isso. Acabou aqui.”
O garoto murchou na hora, os olhos cor de mel me encarando sem entender.
“Mas por que...?” A gente se deu tão bem, você viu como foi...” Ele começou a gaguejar.
“Escuta o que eu vou te dizer, nenezão.” Interrompi, sentando de leve na ponta do colchão e segurando a mão dele. “Isso que a gente fez foi uma aventura incrível, mas você tem uma menina que gosta de você, que confia em você. Você é muito novo e está descobrindo o mundo agora, é normal ter curiosidade e fantasias, mas não constrói a sua história em cima de mentiras. Se o seu namoro não está legal, se você quer viver outras experiências e você tem todo o direito disso, seja homem, bota as cartas na mesa e termina antes. Não faz com os outros o que você não gostaria que fizessem com você.”
Ele ficou em silêncio, engolindo em seco. Desta vez não era uma bronca para ele se defender, era um conselho de quem queria o bem dele. Deu para ver que as minhas palavras bateram fundo na cabecinha de 18 anos dele. Ele assentiu devagar, com os olhos baixos, assimilando cada palavra da coroa aqui.
“Você está certa.” Ele sussurrou, apertando a minha mão. “Obrigado. Por tudo.”
“De nada, meu amor. Agora, bota uma roupa e juízo nessa cabeça.” Sorri, dando um tapinha leve no rosto dele, no mesmo lugar onde há pouco tempo eu pedia por tapas de verdade.
A nossa despedida foi suave, com um abraço apertado e um último beijo carinhoso na porta do apartamento. Saí do prédio da minha amiga de cabeça erguida, sabendo que além de ter tido uma das noites mais quentes da minha vida e aproveitado aquele vigor maravilhoso, eu ainda tinha deixado um garoto um pouco mais maduro para o mundo.
