O Conto de Rita
A viagem para o rancho já tinha um destino certo na mente de todo mundo: putaria pura. Mas com Rita, o negócio era diferente. Ela tinha 25 anos, 1,62 m de um corpo branquinho de dar inveja, coxas fartas, tatuagens nos braços e uma comissão de frente de respeito — aqueles peitões grandes, redondos, com bicos rosados que pareciam pedir para ser chupados. E a intimidade dela? Uma perfeição. A buceta da Rita era tão branquinha que os lábios internos eram de um rosa vivo, carnudos, sempre implorando por atenção.
Na primeira noite, enquanto o outro casal se acabava de transar na cama ao lado, a tensão entre os dois explodiu. Deitados na outra cama, o primeiro beijo foi uma engolida de língua. As mãos desceram violentas, apertando aquela bunda gostosa e subindo para rasgar o sutiã e apertar aqueles peitos fartos. O pau já ficou duro feito rocha na hora, roçando no shorts dela. Mas a Rita, safada, quis fazer jogo duro na primeira noite. Deu uma cortada e disse que não era fácil assim igual à amiga. Ficou o gosto de quero mais.
No dia seguinte, o passeio no rio só serviu para acumular tesão. Ver aquela pele branca sob o sol e imaginar aquela buceta quentinha fez o pau pulsar o dia todo dentro da bermuda. Quando a segunda noite caiu, a putaria generalizou.
O amigo levou a namorada — que era uma puta de uma safada, peituda e branquinha também — para o outro quarto. Não demorou dois minutos para a casa ser tomada pelos gemidos altos, rasgados e escandalosos da guria dando a bochecha da bunda na cama. Aquele som de carne batendo com carne e os gritos de tesão dela foram o combustível perfeito.
No quarto deles, o clima virou um inferno de fogo. Ele não perdeu tempo: avançou na Rita, arrancou a blusa dela e os peitões pularam para fora. Que delícia de peitos. Ele abocanhou um dos bicos, chupando com força, tirando leite falso, enquanto a mão direita descia direto na calcinha dela, descobrindo que a buceta da Rita já estava completamente encharcada, babando de tesão. Ela deu uma travada, o clima quase azedou por puro nervosismo dela.
— Não, eu quero dar para você — ela sussurrou, a respiração cortada.
— Então por que não dá logo, sua gostosa?
— Eu tenho medo... é nossa primeira vez.
— Então relaxa e sente isso aqui.
Ele desceu o corpo e enfiou a cara no meio das pernas dela. Começou a lamber aquela bucetinha rosa e branquinha com vontade, enfiando a língua fundo, ouvindo Rita começar a revirar os olhos e gemer alto, esquecendo o medo. Em seguida, ela subiu e colocou aquele pau latejante e venoso na boca, chupando até a garganta. O pau parecia que ia explodir de tão duro.
— Põe camisinha — ela pediu, com a voz manhosa de safada.
Mas antes que ele pegasse o pacote, ela mudou de ideia, dominada pelo fogo:
— Deixa eu te sentir um pouquinho sem... só um pouquinho, depois você coloca.
Ela o puxou pela nuca. Ele se posicionou entre as coxas brancas dela. A cabeça do pau, completamente melada de lubrificação natural, tocou a entrada daquela buceta. Estava tão quente que parecia um forno. Quando ele empurrou e o pau entrou inteiro, direto na carne nua, o prazer foi tão violento que ele teve que parar, fechar os olhos e respirar fundo. Se ele desse três estocadas ali, quebrava a largada e gozava na hora. A intimidade dela prendia, esmagava o pau de tão apertada e quente.
Ele começou um vai e vem lento, delicioso, sentindo a cabeça do pau bater no fundo do útero dela. Os gemidos da Rita foram subindo de tom, misturando-se com os barulhos de putaria do quarto ao lado. Ele acelerou o ritmo, batendo forte com a pélvis na bunda dela, fazendo um barulho estalado de bofetada.
Ofegante, no limite, ele sentiu que ia descarregar. Rita, sentindo a pulsação do pau lá dentro, avisou:
— Põe a camisinha, senão você vai acabar gozando dentro de mim!
Ele tirou o pau de dentro daquele calor com muito custo. Enquanto ele abria a camisinha com os dentes, Rita não deixou o ritmo cair: agarrou o pau dele com as duas mãos, masturbando rápido, enquanto usava a outra mão para apertar e puxar as bolas dele para baixo, aumentando o tesão ao nível máximo.
Com a camisinha colocada, Rita não quis saber de esperar. Ela montou por cima igual a uma égua no cio. Encaixou aquela buceta sedenta no pau duro e começou a cavalgar com violência. Ela pulava alto, jogando o quadril para frente e para trás, esfregando o clitóris com força na base do pau dele. A visão era uma loucura: aquela guria branquinha, de peitões balançando soltos na cara dele, cavalgando feito uma puta profissional.
De repente, três batidas fortes na porta. Eram os amigos avisando que já estavam saindo e chamando. O tempo deles tinha esgotado, e o desespero de terminar aquilo inflamou o quarto.
Rita inclinou o corpo para a frente, colou a boca molhada no ouvido dele e sussurrou com a voz mais safada do mundo:
— Goza... Goza rápido em mim!
— Então esfrega com força, sua puta! — ele urrou de volta.
Ele cravou as duas mãos com força naqueles peitões gostosos, segurando Rita pela cintura para ajudar no impacto. Ela começou a socar o rabo com tanta violência e rapidez que o prazer virou uma anestesia. O pau parecia que ia rasgar.
— Eu vou gozar! — ele gritou, com os olhos injetados.
— Então goza! Goza gostoso na minha buceta! Você tá de camisinha!
Foi o gatilho. Em uma fração de segundo, o corpo dele travou na cama. O pau pulsou violentamente de dentro para fora, disparando jato atrás de jato, uma descarga enorme e quente de porra que encheu completamente a camisinha dentro daquela buceta fervendo. Rita deu um último gemido longo, desabando com o peito suado por cima dele, enquanto os dois sentiam os espasmos finais daquela primeira e inesquecível foda no rancho.