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Claudia, a sogra 10

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 907 palavras
Data: 07/07/2026 07:27:53
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 10: A Festa na Chácara

Cláudia sentia que poderia elevar o nível da brincadeira. Semanas após o churrasco, ela decidiu que era hora de reunir os três que já haviam provado dela: Luiz, André e Lídia. Não em casa, onde o risco era alto demais; nem em motel barato. Ela escolheu a chácara da família, um sítio isolado a 40 minutos de Ribeirão Preto, uma casa somente para ela se entregar a putaria sem limites.

Ela marcou para uma quarta-feira à tarde — dia em que Rubens trabalhava até tarde, Gabriel tinha reunião na empresa e Fernanda estava na faculdade. Cláudia saiu de casa dizendo que ia “arrumar umas coisas velhas na chácara e passar a tarde lá”. Mandou mensagens separadas para os três:

— Para Luiz: “Preciso conversar sério com você. Vem na chácara hoje à tarde. Sozinho. Não conta pra ninguém.”

— Para André: “Antonela tá viajando, né? Preciso de ajuda com um conserto na chácara. Vem agora. Sem dizer pra ela.”

— Para Lídia: “Gabriel tá no trabalho. Vem me encontrar na chácara. Quero te mostrar uma coisa… e te fazer gozar de novo.”

Nenhum deles mencionou a chácara para os parceiros. Luiz disse a Fernanda que ia “resolver um problema no carro com um amigo”. André falou para Antonela (que estava no trabalho) que “ia na academia e depois resolver umas coisas”. Lídia disse a Gabriel que “ia fazer compras e almoçar com uma amiga”. Todos mentiram com naturalidade, impulsionados pelo tesão que Cláudia havia plantado.

Cláudia chegou primeiro, abriu o portão, estacionou o carro na garagem coberta e foi direto para o quarto principal. Tirou a roupa devagar, dobrou tudo na cadeira, ficou nua diante do espelho grande: corpo tonificado, seios siliconados firmes, buceta depilada já úmida de expectativa, bunda chamativa brilhando com o creme que passou antes de sair. Pegou o celular, ajustou a câmera em tripé discreto no canto do quarto, apontando para a cama. Testou o enquadramento: cama inteira, espelhos refletindo tudo. Sorriu para si mesma: “Hoje eles vão me usar… e eu vou usar eles.”

Luiz chegou primeiro, nervoso, pau já marcando a bermuda quando entrou no quarto e a viu nua na cama, pernas abertas, dedos circulando o clitóris devagar.

“Caralho, sogra… você tá louca…”

Cláudia riu baixo: “Vem cá, genro. Tira tudo. Hoje não tem pressa… ainda.”

André chegou dez minutos depois. Parou na porta ao ver Luiz já nu, pau duro, lambendo a buceta de Cláudia enquanto ela gemia. André sorriu, tirou a roupa rápido: “Então é isso que você queria, sogra…

Lídia foi a última, “ caralho sogrinha, você é mesmo uma safada” falou ainda da porta vendo Luiz já fodendo a buceta de Claudia enquanto ela chupava o pau de André.

“ Vai ficar só olhando” falou Claudia tirando o pau de André por um momento da boca “ Luiz sai daí deixa ela chupar minha buceta” eles obedeceram, Lidia arrancou a roupa e caiu de boca na bucetona de Claudia, porém, Luiz não ficou parado, e já caiu de boca no rabo de Lídia.

Ficaram assim por um tempo, André socando o pau na garganta da sogra que gemia e babava, Lidia chupava, lambia e sugava o grelo de Claudia que rebolava esfregando sua buceta na cara a nota e Luiz alternava lamber a buceta de Lídia e enfiar a língua em seu cuzinho.

“ Preciso de pau agora” falou Claudia puxando André para deitar na cama e rapidamente subiu sobre ele cavalgando loucamente, Lídia por sua vez passou a engolir o pau de Luiz, babando e engasgando com a maestria de uma atriz porno.

“Luiz, meu cuzinho ainda está sem pau” falou Claudia olhando Lídia engolir Luiz, ela estava realmente sedenta por sexo aquela tarde e nem Luiz, nem Lídia deixariam a sogrinha vagabunda na vontade. A nora foi a primeira a atender, parou de chupar o pau do cunhado e foi logo lubrificar o cu guloso de Claudia e Luiz veio logo atrás metendo tudo até o fundo no rabo da puta.

A dupla penetração foi intensa, André metendo fundo na buceta, Luiz abrindo o cu devagar, depois acelerando. Cláudia gritava “vai fode forte… arromba a sogrinha vadia… sou a puta de vocês…”

Eles trocaram várias vezes: Luiz na buceta, André no cu; Lídia chupando o pau dos dois e a buceta da sogra. Cláudia gozou mais duas vezes, apertando os paus dentro dela, fazendo os rapazes grunhirem.

No clímax final, Cláudia ajoelhou no chão, os três em volta dela.

“Goza na minha cara…” pediu ela ofegante. Lídia pegou o celular, ajustou o tripé e o modo vídeo. André e Luiz se masturbavam rápido na frente do rosto dela. Cláudia abriu a boca, língua para fora, olhos fixos na câmera.

“Goza… me suja toda…”

André gozou primeiro: jatos grossos no rosto, na boca, escorrendo pelo queixo. Luiz veio logo depois, mais forte, melando a testa, o nariz, pingando nos seios. Cláudia lambia o que conseguia, sorrindo para a câmera, rosto completamente coberto de porra branca e quente.

Lídia filmava close: “Olha que delícia… a sogra toda suja…”

Cláudia pegou o celular da mão dela, parou o vídeo, olhou o resultado na tela: rosto melado, sorriso vitorioso, dois paus semi-duros ao fundo.

“Perfeito… pra minha coleção.”

Ela se levantou, ainda suja, beijou Lídia na boca, provando o gosto residual da porra dos rapazes, a nora lambeu toda porra do rosto e dos seios de Claudia, depois ainda chupou sua buceta e seu cuzinho enquanto se masturbava e gozava.

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Comentários

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Conto parou de fazer sentido.... Lídia só olha se excita e não leva rola. Se ela é bonita e gostosa como diz, impossível os caras a ignorarem.

Já esta ficando sem graça, tudo é um repeteco.

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