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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 18

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 4419 palavras
Data: 07/07/2026 08:55:49

Luma mordeu os lábios, irritada com a forma como ele falou de seu marido. Respirou fundo e disse:

- Sim, mestre. Temos conversado bastante nas últimas semanas. E ele está me surpreendendo bastante: manso, obediente, ajudando bastante nas tarefas de casa. Está uma belezinha! Acho que ele está pronto para servi-lo também.

- Maravilha de notícia, minha rainha! Se bem que acho que ele deveria fazer todas e não apenas algumas das tarefas da casa. Afinal, você precisa estar bem e descansada para servir aos desígnios de seu Dom.

- Quem sabe com o tempo...

- Bem. Não quer me mostrar a sua casa?

- Mestre, eu... Ela não está preparada para sua visita. Eu estava inclusive fazendo uma faxina e...

- Não interessa! Me mostra o quarto onde você dorme com o corno. Gostaria de conhecê-lo. – Disse ele, já olhando para o corredor interno.

[CONTINUANDO]

- Minha suíte? – Perguntou Luma, sem entender.

- Nossa! Inclusive, estou pensando em mandar o corno dormir no de hóspedes para não cansar a sua beleza... – Dom se levantou e deu um passo na direção do corredor, voltando-se para Luma: - Vocês têm um quarto de hóspede, não têm?

- Sim, mestre. Mas...

- Tá! Deixa pra lá. Vamos quero ver o quarto.

Só então Luma viu que Dom trazia uma sacola na mão. Seguiram em silêncio até a suíte principal, ela na frente, ele atrás com o olhar fixo em sua bunda. Entraram, enfim, no quarto, típico, com uma cama “queen size”, bem arrumada, almofadas em tons florais, um suave perfume de lavanda:

- Tire a roupa.

- Como?

- Estou mandando você tirar a roupa.

- Mas mestre, o senhor não disse que eu teria um mês para me preparar para a próxima festa?

- Sim, minha rainha. Um mês para se recuperar e se preparar para os outros. Mas isso não afasta suas obrigações para com seu Dom, entendeu?

- Mestre aqui é o meu quarto, e do meu marido... – Luma protestou sem a menor convicção: - Não acho correto a gente...

- Transar? Trepar? Fazer amor? – Dom perguntou, olhando para Luma com um sorriso quase sádico: - Oras, Luma, você quase me magoa. Não sou tão insensível assim. Eu só quero te ver pelada e talvez sentir o seu cheiro. E tanto é verdade que eu trouxe um presente para você que eu gostaria de vê-la experimentando.

“Mas que filho de uma puta descarado!”, Luma pensou por um instante. Logo, voltou ao personagem:

- Ouço e obedeço, mestre. Mas já aviso, não estou tão cheirosa assim.

- Faça! – Dom retrucou, entregando a sacola.

Luma a abriu e havia uma espécie de macacão justo, transparente e bastante recortado na cor vermelha. Era devasso e de nenhum bom gosto. Ela pegou aquela peça e a olhou com desdém. Dom entendeu de imediato:

- Não é para você usar em público. É apenas... uma fantasia minha.

- Mas agora?

- Sim. Já!

Luma se despiu na frente dele, sem o menor pudor. E vestiu a peça, toda, e não achou calcinha. Fuçou na sacola e só havia um outro embrulho:

- Não tem calcinha?

- Não, minha linda. É para ser assim mesmo, aberto, revelador.

Luma ficou de pé, de frente para o Dom. Com um movimento de dedo dele, ela se virou de costas, voltando a ficar de frente pouco depois:

- Satisfeito?

- Ainda não. Abre o outro embrulho agora. Quero que o use também para mim.

Luma abriu o outro embrulho e tirou um consolo preto, imenso e bastante grosso. Sem exagero algum, devia ter a grossura de seu pulso, talvez um pouco mais. E o comprimento também não ficava aquém de seu antebraço:

- Nossa! Mas... É grande!

- Sim, querida. Use-o. Satisfaça o desejo de seu Dom.

- Aqui!?

- Qual o problema? Será somente você na sua cama...

Luma o encarou por segundos, tentando encontrar uma boa desculpa que o fizesse desistir daquela ideia absurda:

- Mas o Cortez pode chegar a qualquer momento?

- E daí? Você não estará fazendo nada para um estranho, apenas para o seu Dom.

- Mas... eu nem estou excitada?

- Está! Está sim. Vejo daqui a sua buceta brilhando...

Nesse momento, a própria Luma olhou para baixo e, assustada, viu que ele estava certo. Embora o consciente de Luma estivesse reticente e certo de que a presença de Dom era um estorvo, seu inconsciente agia ao contrário, preparando-a para o sexo:

- Mas...

- Faça! Agora! – Ele insistiu, sentando-se numa banqueta que Luma usava quando fazia suas maquiagens.

Luma suspirou fundo e subiu na cama. Embora estivesse molhada, ela não se sentia pronta. Esfregou o enorme consolo por toda a sua buceta, de modo a deixá-lo besuntado e tentou se penetrar, sem êxito. Dom observava o incômodo e as tentativas vãs dela com uma estranha satisfação:

- Você deve ter algum consolo menor por aqui. Use-o até sua buceta alargar um pouco.

Luma se esticou até seu criado e pegou um consolo que costumava usar nas brincadeiras com Cortez. Dom riu:

- Eu sabia que vocês tinham um! Seu marido é realmente um corno e fica se fazendo de bravinho.

- Não vai mais. Ele já aceitou o seu lugar.

- Que bom! Porque eu estava pensando em testá-lo neste final de semana na Imperium. Mas vamos falar sobre isso depois. Agora quero assistir você, minha putinha. Enfia esse pau branco na bucetinha, vai. Faz seu Dom ficar taradão. Faz.

Luma esfregou o seu consolo na buceta e começou a enfiá-lo. Entrou com uma dificuldade conhecida, mas logo Luma se reconheceu e relaxou. Encostou-se em algumas almofadas e abriu bem as pernas, para que Dom tivesse uma boa visão. Ele observava com atenção, alisando o pau sob a calça. Depois de minutos, mandou:

- Uma delícia! Agora usa o meu presente. Enfia o máximo que conseguir nessa sua bucetinha.

Luma pensou em protestar, mas sabia que seria em vão. Teve uma ideia: continuaria com o seu consolo na buceta e chuparia o presente de Dom, talvez assim ele se acalmasse. Não adiantou, pois ele se levantou e a puxou pelos cabelos, de modo que ela o encarasse, olhos nos olhos:

- Esperta, mas nem tanto. Enfia o meu pauzão na sua buceta, ou eu farei isso. Essa buceta gostosa será arregaçada hoje, por bem ou por mal.

Luma sabia que não adiantaria negar. Pegou o consolo e o colocou apoiado na cama. Subiu sobre ele e o encaixou na entrada de sua buceta, como se fosse cavalgá-lo. A ponta da cabeça começou a entrar, mas antes de conseguir recebê-la toda, sentiu uma ardência:

- Dom, é muito grosso...

- Eu sei que você consegue. Você sempre consegue.

Dom se aproximou e se abaixou para observar bem de perto aquele imenso falo entrar na buceta de Luma. Ela tentava mais nada. Dava pequenas quicadas, mas a cabeça não entrava. Ela começou a choramingar tentando convencê-lo a esquecer daquilo. Mas Dom a segurou pela cintura e disse:

- Vou te ajudar.

- Ajudar? Mas co...

Num simples movimento para baixo, Dom forçou Luma contra o consolo. A buceta dela cedeu e a cabeça entrou, junto de aproximadamente um quarto do objeto. Luma deu um alto gemido de dor. Ela começou a se debater e a dar tapas nos braços do Dom, mas ele seguia forçando, apertando-a para baixo, sadicamente saboreando cada centímetros que entrava dentro de Luma.

Quando pouco mais da metade havia sumido em suas carnes, e ele vendo que ela apertava seus braços com força, gemendo sem parar, ele parou de apertá-la para baixo. Luma choramingava de dor:

- Deita, minha delícia. Deita e abre essas pernas para eu ver o estrago que esse pauzão está fazendo na sua bucetinha delicada.

Luma, sem qualquer condição de discutir, apenas o obedeceu. Deitou-se, recostando-se nas almofadas e abriu as pernas. Dom se sentou ao seu lado e pegou no consolo:

- Não! Por favor... Eu não aguento mais.

- Não vou forçá-lo. Prometo. Mas com seu Dom, tenho o dever de fazê-la gozar em nossas dinâmicas. Confie em mim.

- Mas...

- Relaxa, putinha. Seu Dom sabe o que faz...

Dito isso ele começou a puxar o enorme consolo para fora. Luma sentia como se suas entranhas houvessem aderido aquele objeto e estivem sendo arrancadas junto. Ela tentou segurar a mão de Dom, mas a diferença de forças entre eles logo a fez desistir. Dom puxou até ficar praticamente apenas a cabeça dentro de sua buceta, voltando a enfiá-lo na sequência. Parou. Aguardou, enquanto Luma mordia o dorso da própria mão, com lágrimas brotando dos olhos. Fez novamente o mesmo movimento, puxando, empurrando e parando. Luma gemia, arfava, mas começava a sentir um estranho arrepio. A experiência de Dom falou mais alto. Repetiu o movimento agora três vezes, lento e continuo, aproveitando para alisar o clítoris de Luma com a outra mão:

- Você vai me matar! – Resmungou Luma, com uma voz que agora já denotava alguma excitação.

Dom sorriu ao ouvi-la:

- Mato nada, sua putinha! Eu sabia que você iria aguentar. Você é, de longe, a safada mais vadia que eu já encontrei, Lua.

- Quem?

- Quem o que, minha putinha?

- Do que você me chamou?

- Luma, ué! Seu nome...

A excitação de Luma era incontestável. Sua lubrificação há fazia o imenso consolo brilhar. Dom acelerou os movimentos, indo e vindo incessantemente. Às vezes, ele apertava mais fundo e forçava um pouco, fazendo Luma agora suspirar e se contorcer, mas logo ele cedia e voltava a se movimento. Vendo que ela estava próxima de gozar, ele se abaixou e lambeu o clítoris de Luma, sugando-o com uma dedicação que nunca fizera antes com nenhuma outra.

Luma esqueceu onde estava e gozou, urrando, gritando feito uma louca, contorcendo-se enquanto segurava a mão de Dom com o imenso falo dentro de si, forçando-o ainda mais para dentro, tudo para o delírio dele. Seus olhos estavam vidrados, perdidos numa sensação que ela nunca sentira antes, com ninguém. Dom se descontrolou:

- Você é muito gostosa... – Disse enquanto abria o zíper da calça e sacava o pau duro feito aço: - Vem. Quero você.

- Não! Aqui é... é minha cama.

- Nossa! Nossa cama... – Ele retrucou, puxando o consolo para fora e a colocando de quatro: - Fica de quatro. Vou te foder agora.

Luma ainda estava fraca demais para debater. Ele a colocou na posição que queria e sem qualquer aviso, penetrou seu cu numa única estocada, até o fundo, até seu saco bater em sua buceta vermelha, inchada e melada. Luma gemeu alto, mas a dor nem se comparava. Dom começou a fode-la com vontade, bombando feito um louco enquanto estapeava sua bunda. O som dos corpos se batendo, era umidamente intenso e muito, muito, libidinoso:

- Está... doendo.

- Aguenta, minha putinha. Sei que você aguenta. Você sempre aguenta.

Do lado de fora da casa, Artur fumava um cigarro tranquilamente quando ouviu o grito do orgasmo de Luma. Pensou consigo que Dom devia estar fazendo gato e sapato dela. Enquanto imaginava o que poderia estar acontecendo lá dentro, brincando com a fumaça, outra voz familiar soou:

- Aconteceu alguma coisa, Artur?

Era Cortez chegando de seus compromissos no centro da cidade. Artur apenas o encarou, constrangido, mas aparentemente não surpreso. Cortez insistiu:

- O que você está fazendo aqui? Quer falar comigo?

Artur ainda deu uma última tragada em seu cigarro e o jogou na calçada, pisando em cima. Olhou para Cortez com a mesma calma de um pai que vai dar um conselho para um filho, colocou sua mão sobre seu ombro e disse:

- Preciso que o senhor fique calmo, senhor Cortez. Mas... – Artur olhou para os lados, como se fosse segredar algo: - O Dom... Ele está dentro com a senhora Luma.

- Aqui? Na minha casa!?

Cortez tentou se desvencilhar das mãos do gigante, mas Artur apertou ainda mais seu ombro, fazendo com que ele o encarasse no fundo dos olhos:

- Calma! Esfria a cabeça. Se você for lá agora, poderá por tudo a perder. Fique aqui comigo, porque o que quer que esteja acontecendo ali dentro, já deve estar terminando.

- Mas é a minha casa, Artur!

- Sim, eu sei. Mas a casa não é o mais importante, mas sim quem está lá! – Artur falou apontando uma mão para a casa: - E convenhamos, senhor Cortez, não é a primeira vez que a senhora Luma serve o Dom. Mas certamente será uma das últimas se fizermos tudo da maneira correta.

Dentro da casa, Dom seguia maltratando a bunda e o cu de Luma. Num certo momento, ele tirou o pau e se abaixo para ver como a buceta dela estava reagindo após ser arregaçada pelo consolo. Como ele imaginava, ela não havia retornado ao normal ainda. Ele enfiou um, dois, três dedos, quase conseguiu enfiar toda a mão e só não o fez, porque Luma refugou, jogando o corpo para a frente, deitando-se de bruços.

Dom não perdoaria a audácia dela. Ele tirou rapidamente os sapatos, a calça e a cueca e subiu na cama. Ficando de cócoras sobre a bunda de Luma, uma perna de cada lado. Então, ele voltou a enfiar no cu dela, passando a golpeá-la de cima para baixo com todo o peso de seu corpo. Luma gemia, Dom arfava, a cama rangia, todos unidos no compasso de uma melodia profana. Ele duraria minutos, mas um novo e inesperado orgasmo de Luma, que a fez contrair o cu com toda a força, o fez perder o controle:

- LUMAAAA! TOMA SUA PUTA CASADA! ENGOLE TODA A MINHA PORRA NESSE CU GULOSO, SUA SAFADAAAAAA! AHHHHHHH!!!! – Urrou sem a menor preocupação com a vizinhança.

E Dom fez mais. Deu três gozadas dentro do cu de Luma e, tirando seu pau de dentro, mais uma sobre a bunda de Luma e o restante especialmente sobre os lençóis da cama do casal, marcando seu território.

Do lado de fora, Cortez e Artur se entreolharam, e Artur teve trabalho redobrado para conter Cortez, tendo que lhe dar uma chave de braço e prensá-lo no carro:

- Há muita coisa em jogo, senhor Cortez. Fica calmo! Eu preciso da sua ajuda e o senhor da minha. Se entrar agora, perderemos a melhor chance de ir fundo nisso.

Cortez queria matar o Dom. Mas sabia que Artur tinha razão. Aos poucos, ele se controlou. Respirou fundo e pediu para ser solto. Olhou então para o gigante e disse:

- Preciso entrar.

- Não. Não precisa.

- Combinei com a Luma que eu iria participar mais ativamente como o tal corno manso e submisso que o Dom tanto espera que eu seja. Pode ser a minha chance.

Artur ainda o encarou por segundos, desconfiado. Então, propôs:

- Vou ligar para o Dom e avisar que o senhor chegou. Direi que o senhor está perguntando se já pode entrar.

Cortez apenas anuiu com um movimento de cabeça.

Lá dentro, deitado sobre Luma, Dom aproveitava os últimos espasmos do cu dela enquanto seu pau murchava. Ouviu seu celular tocar e sabia que devia ser Artur com algum aviso. Ele saiu de dentro da Luma, pegou o aparelho, certificou-se de quem o chamava e atendeu:

- Fala, Artur.

- Dom, o senhor Cortez está aqui comigo. Ele pediu que eu perguntasse se ele já pode entrar? Ele disse que não gostaria de atrapalhar o senhor.

- Sério, Artur!? Mas que interessante... – Disse Dom, alisando a bunda de Luma, esta imersa numa leseira pós sexo: - Deixe-o entrar e o acompanhe. Venham os dois até a minha suíte. Acabei de ter uma ideia que poderá ser bastante agradável.

Artur se surpreendeu com aquilo, pois imaginava que Dom tivesse transado com Luma na sala, devido ao volume que ouviu os gritos dela e dele. Confirmou a ordem e desligou:

- Podemos entrar. Dom pediu que eu o acompanhasse. Certamente para contê-lo, caso o senhor saísse do controle.

- E por que eu faria isso? Acho que o pior já passou, né, Artur?

Artur com seu sempre sério semblante, o olhou e disse:

- Ok. Vamos encontrá-lo... digo, encontrá-los na suíte.

Cortez o encarou:

- Na minha suíte!? Ele... Ela... Na minha suíte, na minha cama!?

Artur apenas colocou uma mão no ombro de Cortez e fez um meneio de cabeça, confirmando:

- Já está acabando, senhor Cortez. Seja firme.

Eles entraram. Passaram pela sala, vazia. A cozinha também estava. Talvez Cortez ainda tivesse uma esperança que a informação passada por Artur estivesse equivocada. Mas quando Artur perguntou onde era a suíte, ele entendeu que aquela verdade era realmente verdadeira. Seguiram andando, passo a passo. Quase chegando na porta, um aperto no peito de Cortez o fez parar. Ele fechou os olhos, respirou profundamente e novamente sentiu a mão forte de Artur em seu ombro. Mais dois passos e estavam ambos na porta da suíte.

A cena que surgiu ante seus olhos, fez Cortez titubear. Luma esticada de bruços sobre a cama, ressonava, alheia a tudo e todos. Dom ainda alisava sua bunda, olhando atentamente a tela do celular. Só segundos depois, ele encarou Cortez:

- Meu caro Cortez, ou devo chamá-lo de corno?

Cortez sentiu o tom de desafio, no mínimo de teste na voz de Dom. Ele suspirou fundo antes de falar:

- O que melhor lhe agradar, senhor...

Dom levantou uma sobrancelha, surpreso. Sorriu e alisou a bunda de Luma, ante o olhar atônito de Cortez:

- Gostei! Acho que realmente agora poderemos desenvolver plenamente a nossa dinâmica, corno.

A forma como Dom o encarava e Cortez retribuía poderia passar desapercebida para uma testemunha incólume. Mas Artur sabia a força que Cortez estava fazendo naquele momento para evitar uma briga. Então, ele disse:

- Temos uma reunião em uma hora, Dom.

- Sim, é verdade, Artur. – Dom colocou a ponta do lençol e limpou seu pau.

Cortez tremeu de raiva. Mas se controlou. Dom então pegou e colocou sua cueca, calça e os sapatos ante o olhar deles:

- Mas ainda há tempo, Artur. E na verdade, estou devendo um presente a você por toda a dedicação que você tem tido comigo.

- Presente, senhor? – Perguntou Artur, surpreso: - Não há necessidade...

- Há sim! – Dom o interrompeu: - Sou um Dom, mas um dom muito justo com quem me serve fielmente.

Ele se levantou da dama e olhou para Luma, semiconsciente. Depois, encarou Artur:

- Quero que você coma a Luma. Cortez e eu assistiremos enquanto você aproveita a minha bondade na minha putinha, não é mesmo corno?

Cortez arregalou os olhos brevemente. Artur, pela primeira vez, titubeou. Não era o que ele esperava, nem queria aquilo, mas sabia que não poderia negar uma proposta daquela sem criar uma desconfiança em Dom, afinal, Luma era uma mulher muito atraente e bastante safada. Ele ainda pensou numa saída pela tangente:

- Não sei se há tempo suficiente, Dom. Levaremos uns quinze minutos até o local da reunião e...

- Eu sei! Hoje você terá que se contentar com uma rapidinha. Mas prometo que haverá uma chance para você aproveitar com bastante calma. Palavra de seu Dom.

Artur respirou fundo e deu um passo a frente, ficando ao lado de Cortez. Então, perguntou:

- Mas... e o corno? – Perguntou, apontando para o Cortez.

- Ele!? Vamos perguntar para ele... – Dom encarou Cortez com o mesmo sorriso cínico de sempre: - Corno... Quero ceder Luma para Artur se aliviar. Você está de acordo?

Cortez olhou de relance para Artur. Era demais para ele, mas já haviam ido tão longe. Seus olhos marejaram por um instante, enquanto ele travava uma luta particular. Então, uma voz se levantou:

- Responde, corno! Seu mestre e senhor perguntou. – Disse Luma, sentando-se sobre a cama e o olhando com um misto de sentimentos que Cortez não soube decifrar um sequer.

Cortez suspirou e anuiu com a cabeça:

- Seja feita a sua vontade, Dom. Estou aqui apenas para servi-lo.

- Maravilha! – Comemorou Dom com palmas, indo se sentar na banqueta: - Ajoelhe-se ali no canto da cama. Poderá assistir tudo bem de perto.

Cortez foi até o local indicado. Enquanto caminhava, seu olhar não se desgrudava do de Luma. Era estranho, mas ali ela parecia outra, não a sua esposa querida e delicada, mas uma estranha poderosa, dominadora, quase sádica:

- O que foi, meu corninho? Parece que nunca me viu depois de eu ser bem usada pelo meu Dom!

Cortez não respondeu, mas o olhar que ele deu para a cama do casal, foi suficiente para ela se calar. Ela sabia o que aquilo significa. Sabia que ela manchara o leito do casal com o pecado. Ela desviou o olhar por um instante, focando em Artur e perguntou:

- E aí, grandão!? Vamos brincar ou vamos ficar de prosa mole?

Se escolha, Artur começou a tirar sua camisa. Depois os sapatos, meias e a calça. Por último, tirou a cueca também, exibindo um belo pau, não tão grande quanto o de Jermaine, mas tão grosso quanto. Ele já estava meia bomba, afinal, querendo ou não, Luma era uma mulher lindíssima e muito atraente. Ele se aproximou de onde ela estava e olhou para Cortez, que encarava o chão:

- Chupa!

Luma se sentou na beirada da cama e levou a mão ao seu pau. Começou a beijá-lo e lambê-lo, mas logo já estava chupando. O pau de Artur inchava rapidamente e ele não queria perder tempo:

- Fica de quatro.

Luma obedeceu, empinando a bunda bem perto da beirada da cama. Ele se lembrou da camisinha e ia busca-la na calça quando Dom mandou que comesse Luma no pelo, mas que não gozasse dentro. Artur a penetrou com rapidez e profundidade, estranhando por ela estar bem larga. Ainda assim era uma bela visão, excitante que só. Passou a bombá-la com vontade, enfiando o dedão da mão direita em seu cu. Após minutos, Luma pediu que ele se deitasse na cama para ela o cavalgar.

Novamente, a penetração foi rápida e profunda. O enorme consolo que Dom havia usado há pouco nela, havia feito uma mudança em sua buceta. Ela só esperava que fosse temporária, ou o maior prejudicado seria seu marido, o menos dotado dos três ali. Luma cavalgou, rebolou, se esfregou em Artur. Enfim, Luma agiu como uma prostituta, trabalhando arduamente pra seu cliente gozar. A diferença é que ela dava de graça. Após minutos, Artur a puxou para si e rolaram na cama, passando a transar num papai e mamãe cadenciado.

Cortez assistia a tudo a centímetros de distância, os olhos perdidos, o coração apertado, a mente convulsionando. Foi então que ele novamente sentiu o pau duro dentro da calça. Não entendia o porquê daquilo, mas era difícil de ignorar o volume se armando. Dom percebeu:

- Tira o pau para fora, corno! Não esconda sua excitação. O tesão de corno é o maior presente e a mais linda dádiva que a natureza lhe deu.

Cortez o olhou e Dom insistiu. Cortez obedeceu, colocando o pau para fora. Para a surpresa de Luma, ele estava duro, ereto, babando, pedindo para ser chupado.

Mas Artur tinha outros planos. Saiu de dentro dela e a puxou para a beirada na cama, repousando seus pés em seus ombros. Passou a comê-la com força na posição do frango assado, batendo seu corpo com vontade no de Luma. Luma começou a gemer com as estocadas potentes. Minutos depois, ele mandou:

- De joelhos, no chão.

Luma se ajoelhou a sua frente. Artur tirou a camisinha e deu algumas punhetadas no pau. Mirou na boca aberta de Luma e gozou, urrando. Após a segunda golfada, mirou em seu rosto, lambuzando-o todo. Quando acabaram, Dom bateu palmas:

- Muito bem, Artur! Outro dia deixarei que a aproveite por mais tempo. Agora, vista-se. Precisamos ir.

Dom então se levantou e foi até Luma, olhando-a de cima para baixo:

- Minha putinha... Seu corno se comportou muito bem. Você pode aliviá-lo.

Luma olhou para Cortez que seguia segurando o pau duro com a mão. Dom ainda continuou:

- Quero você dois no Imperium, no próximo sábado, às 20:00. Use algo bem sexy e...

- Sem calcinha e sutiã. – Luma o interrompeu.

- Sim, minha putinha. E não se esqueça de levar seu corno. Vamos testá-lo para ver se está mesmo pronto para a próxima festa.

- Às suas ordens, mestre.

Pouco depois, eles saíram, deixando o casal só na suíte. Luma foi até Cortez e se ajoelhou a sua frente, tentando pegar seu pau. Mas ele recusou, apenas guardando-o dentro da calças. E olhou para ela com semblante sério, fechado:

- Tinha que ser no nosso quarto, na nossa cama, Luma!? Porra! Ele gozou por tudo...

- Eu não consegui evitar. Você saber como o Dom é.

- Mas aqui!?

- Ele insistiu. Ele mandou. E eu... obedeci. O que mais eu poderia fazer, Cortez?

Cortez suspirou fundo e balançou negativamente a cabeça. Sabia que ela tinha uma certa razão, mas não conseguia aceita-la. Então, apenas avisou que marcara outra sessão com o terapeuta para quinta-feira e gostaria que ela participasse. Mesmo confusa, e levemente contrariada pela forma como ela a tratou, Luma aceitou.

Na quinta-feira foram se encontrar com o Dr. Galeano em seu consultório. Feitas as apresentações, o casal se sentou junto num sofá para três pessoas, enquanto o terapeuta se assentou numa poltrona, de frente para eles:

- Dona Lucimara, quero agradecer por ter aceitado meu convite e gostaria de garantir que tudo o que for conversado aqui, aqui ficará. Sou Galeano, terapeuta já com alguns anos de casa e minha intenção é tão somente ajudar o casal. Tudo bem?

Luma balançou afirmativamente a cabeça, sorrindo timidamente, envergonhada por estar de frente a um homem que certamente já conhecia mais dela do que ela própria gostaria:

- Ótimo! E você, Cortez, sumiu do nada. O que acontece?

Cortez resumiu rapidamente seu problema de saúde, justificando suas ausências nas sessões. Pela forma que contou, falando e escondendo, o doutor Galeano entendeu de imediato que ele não queria falar algo na frente da esposa:

- Esse seu... troço... tem alguma coisa a ver com aquela dinâmica que envolve aquela outra pessoa, Cortez?

Cortez apenas anuiu, ficando ruborizado:

- Entendo. Eu preciso perguntar antes de continuarmos se um dos dois tem alguma reserva em se abrir na frente um do outro. Eu gosto de ir fundo e preciso saber se estão prontos e de acordo com isso.

Luma olhou para Cortez, e ele para ela. Ficaram em segundos em silêncio, até Cortez falar primeiro:

- Não, doutor. Não da minha parte...

- E você, Lucimara? – Insistiu o terapeuta.

- Pode me chamar de Luma, doutor. Eu prefiro... – Ela pediu, olhando para ele: - Eu fiz coisas que não me orgulho. Algumas o Cortez ainda não sabe. Mas eu queria falar e queria que ele me entendesse.

- Entendo. E fico muito feliz que você queira compartilhar sua verdade com seu marido. – Doutor Galeano encara Cortez e pergunta: - Você está pronto para receber essas verdades sem condenar sua esposa, Cortez?

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 381Seguidores: 767Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Bom...agora, no capítulo 18 nos vemos o cara tendo raiva, ódio e etc em relação ao dom...no capítulo 18.

E agora só conseguimos o mínimo de preocupação da Luma com o Cortez e o casamento. Embora não consiga falar não para o cara.

Eu já falei isso antes, as pessoas confundem o que é submissão, não importa o nível...

Uma pessoa se submete pq quer, pq isso traz prazer, algum tipo de recompensa...o tesão é exatamente se sentir vulnerável e CONFIAR na outra pessoa, inclusive entregando tudo para ela...qd isso acontece na base da coerção, é abuso, é um crime.

O que estão fazendo com esse cara é simplesmente cruel...no mundo real como esse cara se recuperaria??? E a resposta é que ele gosta e que ele quis, me desculpa mas duvido realmente vcs acreditarem nisso.

Qt a Luma...o que ela fez que justifica tudo isso??? Ela já conhecia o dom, já conhecia a dinâmica...o conhecer eu falo não pessoalmente, talvez, mas ela sabia do que ele poderia ser capaz....e ela entra nisso entregando o marido de bandeja pq??? O único motivo que manteria o mínimo de humanidade dela seria pela irmã. Mas vc destruir o psicológico de outra pessoa por um motivo próprio algo tão egoísta.

Ahhh...mas o Cortez tem a questão da vingança TB...verdade!!! Sobre isso temos duas alternativas...ou ela já sabia sobre quem era Cortez e sobre a sua mãe, e isso não ajuda em nada ela, muito pelo contrário...apenas reforça como foi fdp...

Ou ela descobriu depois e usou isso para manter seu objetivo, usando essa desculpa da vingança para manter a "parceria" com marido...e ela ter usado isso jogando a culpa no marido algo cruel demais.

Ela manter o marido nisso depois que o cara passou mal... é algo que beira a insanidade...e o que ne irritou foi essa te tática dela de preservar o leito do casal...de mostrar, mesmo na mente doentia dela, que dr importa com o casamento.

Sério...faltam 2, 3 capitulos...o Mark vai ter trabalhar p "salvar" essa mulher, tentar fazer a história ter o mínimo de sentido.

Esse teste é interessante...falei sobre isso no capítulo anterior...ele queria testar os leitores...precisa ser muito fiel, muito "gado" como falam na política p realmente aceitar que essa história seja razoável.

Ele esticou demais a corda...e p mim, o que me causou mais sentimentos negativos é a falta de reação e sentimentos realistas dos personagens...pq aí pelo menos a gente poderia o mínimo de empatia pelos personagens...

Pra mim, se o Artur não for um fdp, ainda ha esse risco, apesar do que fez hj, ele é o único que dá ter o mínimo de sentimento bom...os restantes, nenhum se salva, nem o Cortez que provavelmente é a vítima da história...mas, por nao parecer humano, por não demostrar reações e sentimentos claros, ninguém se aproximou o suficiente do personagem...

Já a Luma...o Mark vai ter que contar uma história muito triste e trazer muita perfumaria para que ela seja pelo menos aceitável.

A história nao da prazer de ler...as cenas sao eróticas mas eu sinceramente pulo elas, não traz nenhum tipo de sentimento bom....e eu concordo com a id@...e se até ela que é parceira do Mark disse...

Vamo ver pelo chat quantos ainda vao passar pano para a história por ser o Mark...acho que esse é o verdadeiro teste...pq é até difícil acreditar que é o mesmo Mark de sempre que escreveu essa. Parece até alguém pegou o perfil e etc....enfim...vamo ver o que mais vem pela frente..

Eu só espero que não relativissem tudo que essa mulher fez...pq estamos realmente perdido. É a licença pra acabar com os homens e maridos...aínda mais do que já fazem...

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Esa quadrilha de imbecis (no conto anterior chamei de trio, mas esqueci a Mary que também está no rolo) acha que vai entrar numa salinha, achar as coisas que DB usa para chantagear pessoas que eles supõem ser poderosas, pegar esse material e como se tivessem cortado o cabelo de Sansão, ele vai magicamente deixar de ser perigoso.

Não sei o que me irrita mais: a ingenuidade ou a burrice.

Ê laiá, viu...

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FUCDC, temos a elite do CDC presente na audiência, vamos caprichar!

Id@ e Mister Anderson, Manfi, Mark e Nanda, Theodor e Aline...show de bola!

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Uma coisa que me chamou a atenção nesse capítulo, e que talvez mostre uma certa inconsistência em toda a história. Sei que o Mark é um dos grandes autores do site, mas si tô que esta um pouco perdido. Sua escrita antes perfeita, agora tem erros, alguns até bem gritantes. Não só na gramática, mas no texto, quando já no final, DB manda Artur comer a Luma no pelo e ele assim o faz, mas seguindo o texto, quando Artur vai gozar, ele tira a camisinha.

Inconsistências. Espero que volte ao prumo Mark. Abraços

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Primeira coisa. O que o Dom acabou de fazer dessa vez com a Luma foi estupro, portanto isso é crime. Agora eu no lugar do Cortêz nunca mais iria conseguir dormir naquele quarto e também compraria uma arma pois se mais uma vez esse Dom viesse a minha casa ele não sairia vivo, simples assim.

Fica agora a seguinte questão. A Luma vai realmente falar TODA a verdade para o Dr. Galeano na frente do Cortêz? E se falar, qual será a reação dele?

Resumindo. Nesse capítulo o sexo entre os dois foi doloroso de ler Mark, poderia dizer que foi desumano e sei que vão falar que ela gozou. sim, mas por excesso de estímulos fisicos, não por prazer realmente, diferente dele que até se excitou pois sua mente o trai com esse maldito tesão de corno, mas a sua moral e o que ainda resta de dignidade não permitiu ele ir até o final com a esposa.

Agora vamos esperar o próximo capítulo que tem tudo para ser extremamente emocionante tendo em vista as revelações que estão por surgir.

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Foi pesadão, nada excitante, para falar a verdade, esse conto é tudo menos excitante, acho que isso é uma das qualidades do conto, mas para mim revelador esse Capitulo.

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"Enfim, Luma agiu como uma prostituta, trabalhando arduamente pra seu cliente gozar. A diferença é que ela dava de graça."

Teoria de Luma ter sido prostituta confirmada!!

DB confundindo Luma com Lua é um detalhe importante.

Mantenho a impressão que DB e Luma não se conheciam!

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O Mark agora está abusando. Eu juro que estou tentando, mas não consigo ler essa história. Infelizmente.

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Tá pesada e desagradável.

Sigo lendo por ser o Mark.

Fosse outro escritor por quem tenho menos apreço já tinha abandonado.

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Se a dona Id@ disse que não consegue ler, as coisas tão realmente extremas

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Sim, tá muito pesado e acredito que vai piorar principalmente pro lado do Cortêz pois no próximo sábado ele vai querer estuprar o Cortez na frente de todo mundo, vai ser osso.

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Mas aí é que o Cornêz vai começar a gostar... Vai finalmente dar vazão à tara homo-incestuosa dele pelo pai.

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Não creio, sinceramente além de não crer desejo que não ocorra

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No ritmo de degradação que está seguindo a história, não duvido...

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Nada a ver tara homo incestuosa dele pelo pai.

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Mas será que essa consulta com Dr.Galeano não veio na hora certa?

Ja imaginamos o que Luma vai revelar do passado dela, dela ter sido GP.

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