🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Eu e meu Primo Comemos nossa Secretária Mariana

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Primos
Categoria: Heterossexual
Contém 2975 palavras
Data: 07/07/2026 10:38:33

Existe outros contos anteriores e para um perfeito entendimento é necessário ler eles.

Após aquela experiência intensa, sentamo-nos para uma conversa que, embora tenha começado naquela mesma noite, estendeu-se por vários dias. Pela primeira vez em muito tempo, fizemos um esforço consciente para sermos absolutamente honestos um com o outro. Não havia espaço para meias verdades, omissões ou respostas dadas apenas para agradar. Colocamos tudo sobre a mesa: nossos desejos, nossos medos, nossas inseguranças e, principalmente, aquilo que cada um esperava daquela relação dali em diante.

Falamos sobre os pontos de convergência e também sobre os inevitáveis pontos de atrito. Refletimos sobre os benefícios e os riscos de permitir que aquela experiência deixasse de ser um episódio isolado para se tornar parte da nossa vida. Perguntamo-nos, inúmeras vezes, se aquilo fortaleceria o nosso casamento ou se, pouco a pouco, acabaria corroendo a confiança que sempre existiu entre nós. Nenhuma dessas perguntas possuía resposta simples, e justamente por isso cada conversa era longa, intensa e, muitas vezes, desconfortável.

Foi nesse processo que percebemos uma verdade fundamental: não bastava gostar da experiência. Era indispensável estabelecer limites claros, regras objetivas e, acima de tudo, preservar aquilo que existia antes dela. Nosso relacionamento precisava continuar sendo o centro de tudo. Qualquer decisão deveria servir para fortalecer o casamento, nunca para colocá-lo em risco. O amor que sentíamos um pelo outro sempre foi maior do que a curiosidade ou o desejo despertados por aquela situação, e era justamente esse amor que deveria orientar todas as escolhas seguintes.

Saímos dessas conversas mais maduros do que entramos. Isso, porém, está longe de significar que os meses seguintes tenham sido tranquilos. Houve inúmeras discussões, desentendimentos, dúvidas, reavaliações e mudanças de opinião. Em alguns momentos, acreditávamos ter encontrado um equilíbrio; em outros, percebíamos que ainda precisávamos rever acordos e redefinir limites. O processo não foi linear. Houve avanços, recuos e dias em que parecia mais fácil desistir de tudo.

Foi — e continua sendo — um caminho cansativo e emocionalmente exigente. Construir uma relação baseada em diálogo constante exige coragem para admitir inseguranças, reconhecer erros e aceitar que nenhum acordo é definitivo quando envolve sentimentos humanos. Ainda assim, cada obstáculo superado reforçava nossa confiança mútua e nos fazia compreender melhor quem éramos, individualmente e como casal.

Ao final, percebemos que a experiência, por si só, nunca foi o aspecto mais importante da nossa história. O que realmente nos transformou foi a capacidade de conversar sem máscaras, negociar limites, respeitar o outro e fazer do casamento uma escolha consciente todos os dias. Essa talvez tenha sido a maior lição de todo esse processo: compreender que a liberdade só fortalece uma relação quando caminha lado a lado com a responsabilidade, a confiança e o compromisso. É essa forma de viver — construída com sinceridade, respeito e amor — que sempre desejamos para nós.

Não houve qualquer conversa formal sobre o assunto com meu primo. O entendimento foi se formando naturalmente, muito mais pelos acontecimentos do que por palavras. Depois das longas conversas que tivemos em casa, minha esposa e eu já sabíamos exatamente quais eram os nossos limites e como pretendíamos conduzir aquela nova realidade. Não havia necessidade de explicar nossas decisões a terceiros; bastava que nós dois estivéssemos alinhados.

Com o passar das semanas, aquela experiência deixou de ser um acontecimento isolado e passou a integrar a rotina de maneira discreta. O tema já não ocupava todas as nossas conversas, tampouco consumia nossos pensamentos como no início. Havíamos encontrado um equilíbrio que nos permitia seguir em frente sem perder de vista aquilo que realmente importava: nosso casamento.

Enquanto aprendíamos a administrar essa nova dinâmica em nossa vida pessoal, outro projeto também começava a ganhar forma. O escritório evoluía de maneira consistente. Ainda era uma estrutura modesta, mas cada novo cliente representava um passo importante na consolidação do nosso trabalho. Contávamos com o apoio de familiares e amigos, que nos indicavam clientes, ofereciam orientação e, em muitos momentos, acreditavam em nós quando ainda não tínhamos resultados suficientes para demonstrar.

Foi graças a esse conjunto de esforços que alcançamos um marco significativo: alugamos nossa primeira sala comercial e montamos, enfim, o escritório com o qual tanto sonhávamos. Não era um espaço luxuoso nem grandioso, mas era fruto do nosso trabalho, da confiança depositada em nós e da perseverança que demonstramos desde o início. Ao cruzarmos aquela porta pela primeira vez, tivemos a sensação de que uma nova etapa da nossa vida estava começando, tanto na esfera profissional quanto na pessoal.

Foi justamente nesse período que as visitas do Ricardo à nossa casa passaram a adquirir uma naturalidade que, alguns meses antes, pareceria impensável. Ao chegar, cumprimentava primeiro minha esposa. O gesto, inicialmente comum, acabou assumindo um significado diferente dentro da dinâmica que havíamos construído. Havia ocasiões em que a saudação era breve; em outras, tornava-se mais afetuosa, sempre respeitando a atmosfera daquele momento.

Com o tempo, Ricardo passou a demonstrar sua proximidade também por meio de abraços mais longos e de pegadas em seus peitos, tapinhas na sua bunda, antes de qualquer continuidade, a reação da minha esposa. Ela nunca agia por impulso nem se deixava conduzir pela expectativa dele. Cada situação era avaliada no instante em que acontecia, e sua postura refletia exatamente aquilo que havíamos combinado entre nós.

Percebia, muitas vezes, que bastava um rápido olhar para entendermos um ao outro. Sem qualquer palavra, sabíamos quando era melhor manter a espontaneidade da situação e quando era hora de encerrá-la naturalmente. Aquela comunicação silenciosa já fazia parte da nossa convivência e dispensava explicações. Era uma forma de preservar nossa sintonia sem transformar cada encontro em uma nova negociação.

Foi assim que aquela convivência encontrou seu próprio ritmo. As visitas do Ricardo deixaram de representar uma fonte constante de ansiedade e passaram a ocorrer dentro de uma dinâmica que, embora incomum, era sustentada pelo diálogo que havíamos construído desde o início e pela confiança que continuávamos depositando um no outro.

Com essas diretrizes já estabelecidas, meu relacionamento com Ricardo também evoluiu de forma gradual. A confiança tornou-se o principal alicerce da nossa parceria profissional. Trabalhar juntos exigia transparência, lealdade e a certeza de que um poderia contar com o outro em qualquer circunstância. Aos poucos, essa confiança deixou de existir apenas na vida pessoal e passou a refletir diretamente na forma como conduzíamos o escritório.

A mudança para a nossa primeira sala comercial trouxe novos desafios. O aumento da demanda e das atividades administrativas tornou evidente que já não conseguiríamos dar conta de tudo sozinhos. Precisávamos contratar alguém que pudesse auxiliar tanto no atendimento aos clientes quanto na organização dos procedimentos internos do escritório.

Foi então que Ricardo comentou que estava se relacionando com uma estudante de Direito. Disse que conversaria com ela para saber se teria interesse na vaga ou, caso não pudesse aceitá-la, se conhecia alguém que atendesse ao perfil que procurávamos. Pareceu uma alternativa razoável, e decidimos seguir por esse caminho.

Alguns dias depois, Ricardo voltou com uma resposta. A jovem com quem ele estava se relacionando não tinha disponibilidade para assumir o trabalho, mas indicou uma colega da faculdade que, segundo ela, era dedicada, responsável e buscava uma oportunidade para adquirir experiência prática. O nome dela era Mariana.

Marcamos a entrevista para os dias seguintes.

Na época, Mariana tinha dezenove anos. Era uma jovem de aparência discreta e muito bem-apresentada. Tinha pele morena clara, cabelos longos e negros, sempre bem cuidados, e um sorriso espontâneo que transmitia simpatia antes mesmo de iniciar qualquer conversa. Seu olhar revelava curiosidade e atenção, como alguém genuinamente interessado em aprender. Demonstrava cuidar da saúde e da boa forma, resultado da rotina de exercícios que mantinha, dividindo seu tempo entre a academia e a corrida de rua. Mais do que qualquer característica física, porém, o que realmente chamava a atenção era sua postura: falava com tranquilidade, escutava antes de responder e demonstrava uma paciência incomum para alguém tão jovem. Essa impressão não surgiu apenas naquele primeiro encontro; foi uma percepção que se confirmou ao longo dos meses em que passamos a conviver diariamente.

No dia da entrevista, Mariana chegou pontualmente, vestida de maneira profissional e compatível com o ambiente de trabalho. Durante a conversa, apresentamos a estrutura do escritório, explicamos a natureza dos serviços que prestávamos, descrevemos as atribuições do cargo e procuramos conhecer não apenas sua formação acadêmica, mas também seus objetivos profissionais e a forma como enxergava a advocacia. O diálogo acabou se estendendo por quase três horas. Em diversos momentos, a entrevista deixou de parecer uma simples seleção de emprego e transformou-se em uma conversa franca sobre carreira, responsabilidade, expectativas e planos para o futuro.

Ao final daquela tarde, tanto nós quanto Mariana tínhamos a impressão de que a escolha fazia sentido para todos. Chegamos a um acordo quanto às condições de trabalho e formalizamos sua contratação. Sem que qualquer um de nós pudesse imaginar, aquela decisão, tomada quase por acaso, acabaria influenciando profundamente os acontecimentos que ainda estavam por vir.

Com o passar dos dias, Mariana assumiu a rotina do escritório de maneira extremamente eficiente. Organizada, dedicada e atenciosa, rapidamente se tornou indispensável para o funcionamento das atividades diárias. Sua capacidade de lidar com clientes, organizar documentos e resolver questões administrativas permitiu que Ricardo e eu nos concentrássemos quase exclusivamente na advocacia. Não demorou para que ela deixasse de ser apenas uma funcionária e passasse a integrar, de fato, o cotidiano do escritório.

A convivência diária acabou aproximando os três. As conversas deixaram de se restringir aos processos e aos prazos. Falávamos sobre faculdade, família, planos para o futuro e pequenos acontecimentos da rotina. O ambiente de trabalho tornou-se descontraído, e a formalidade dos primeiros dias foi dando lugar a uma relação marcada por maior espontaneidade.

Com o tempo, Mariana passou a adotar um estilo de vestir um pouco mais casual em alguns dias da semana, especialmente às sextas-feiras. Vestidos mais leves, saias mais curtas e blusas decotadas que chamavam nossa atenção. Era inevitável que nossos olhares, vez ou outra, se demorassem em alguns detalhes de sua aparência, embora, no início, isso acontecesse de forma discreta.

À medida que a confiança aumentava, os elogios tornaram-se mais frequentes. Comentávamos que ela estava gostosa, que determinada roupa nos deixava excitado. Mariana recebia essas observações com naturalidade, quase sempre acompanhadas de um sorriso bem-humorado, sem demonstrar constrangimento. A leveza com que reagia fazia parecer que aquele tipo de brincadeira já havia encontrado espaço dentro da convivência que construíamos.

Ricardo, entretanto, possuía uma personalidade muito mais expansiva do que a minha. Enquanto eu media cuidadosamente cada palavra, ele frequentemente ultrapassava o terreno dos elogios e recorria a provocações em tom de brincadeira. Mariana, por sua vez, respondia no mesmo espírito, repreendendo-o de forma bem-humorada e chamando-o de "safado", sempre deixando claro, entre risos, que ele estava exagerando. Aquelas pequenas trocas de provocações acabavam arrancando risadas de todos e contribuíam para um ambiente de trabalho descontraído, ainda que, por vezes, a atmosfera adquirisse uma tensão perceptível, resultado da crescente intimidade que se estabelecia entre nós.

Aquela convivência diária fazia com que as fronteiras entre a vida profissional e a amizade se tornassem cada vez menos definidas. O escritório permanecia produtivo e organizado, mas era evidente que, por trás da rotina de atendimentos, audiências e prazos processuais, as relações pessoais entre nós também estavam passando por uma transformação gradual, cujos desdobramentos ainda eram imprevisíveis.

Como o ambiente não era muito grande, nas movimentações que a Mariana fazia, meu primo sempre tentava tirar uma ‘casquinha’ por trás, sempre tentava encoxar a Mariana, as vezes só resvalava, depois passou a segurar ela pela cintura e demorar, nesses momentos elogiava e passava seu pau no bumbum e ela somente ria daquela situação me pedindo por socorro, o ambiente estava bem descontraído.

Numa sexta feita a Mariana foi com um vestido bem levinho acima do joelho, mostrava e acentuava aquelas coxas maravilhosas, na parte de cima o decote era generoso, não usava soutien, víamos seus peitinhos bem durinhos com os bicos protuberante sobre o tecido. Aquele não era a vestimenta de trabalho. Censurávamos na graça aquela situação, dizíamos que iriamos ‘penaliza-la’, ela fazia carinha de dengo e dizia que não estava fazendo nada de errado. Nesse dia o meu primo ficou louco de tesão. Elogiava desmesuradamente, passou a mão nas suas coxas, ela pedia para ‘parar’ com aquela ousadia e ria. O Ricardo avançava. Em um dado momento em que eles se cruzaram, ele a segurou pela cintura, encoxou e espremeu ela contra a mesa, ela gemeu baixinho. Ele pegou nos seus peitinhos por trás. Num movimento rápido colocou suas tetinhas para fora.

Eu olhava fixamente para aquela situação, estava com o pau bem duro, chegava a doer.

Ricardo avançou falando algo no seu ouvido, depois lambendo sua orelha e seu pescoço. Ela pedia para ele parar, chamava de safado, mas não havia nenhum gesto efetivo de repelir aquele ‘ataque’, ao contrário, ela gemia.

Ela se virou e começaram a trocar um beijo voraz, via a ‘briga’ entre seus lábios e suas línguas, ele segurava ela pela nuca, ela estava entregue. Ele desceu e passou a chupara seus peitos, passava a língua em volta do biquinho e engolia numa chupava rápida, depois voltava a passar a língua e mordiscava o bico. Com a outra mão acariciava o outro peito. Ela acariciava seus cabelos, mordiscava o lábio inferior, sua face demonstrava prazer, volúpia.

Ele subiu, voltaram a se beijar intensamente, ele tirou a alça do seu vestido e fez ele cair, deixando ela somente de calcinha. O momento entre a queda daquele vestido e a volta dos dois se beijarem foi transcorrido pela nossa observação embasbacada daquele corpo que se descortinava para nós. Tudo aquilo que havíamos pensado foi superado pela visão daquele lindo corpo. Sua calcinha era minúscula, tinha uma pequeno pano na frente e saindo atrás brotava dentre seu bumbum uma tirinha, um fio dental vermelho.

Meu primo voltou a chupar seus peitinhos e foi descendo, passando por todo seu corpo, chegou naquela xaninha, colocou a calcinha de lado e passou a língua, ela gemeu, apoiou uma perna em cima de uma cadeira, deixando mais aberto para a invasão do meu primo, que passou a chupar com intensidade, abria os lábios e sorvia aquele mel, brincava com a língua no grelhinho. Depois enfiou um dedinho e continuou chupando.

Eu vendo tudo aquilo, encantado por aquelas tetinhas, avancei e coloquei aqueles peitinhos na boca, não houve surpresa da parte dela, chupava um peito e acariciava o outro. Brincava com a língua no biquinho, mordiscava, chupava. Ela passou a verbalizar seu prazer, chamávamos de safados, gostosos, que estava uma delícia e continuamos, ficamos alguns minutos assim, eu chupando seus peitinhos e ele se dedicando a sua xaninha. Ela disse que ia gozar, continuamos, ela gemeu ofegante, segurou em mim, estava gozando. Ainda continuamos mais algum tempo.

Meu primo, se levantou, continuou dedilhando aquela xaninha, que estava toda molhadinha. Disse que ela merecia se fodida por completo. Tirou seu pau para fora e pediu para ela chupar. Ela imediatamente se abaixou e começou uma chupada. Aproveitei e tirei toda minha roupa, ofereci meu pau para ela que ficou revezando a chupada.

Engolia todo meu pau, voltava para a cabeça, passava a língua, chupava deliciosamente. Ela quando com o pau do meu primo na boca, ele segurou sua cabeça e começou a foder sua boca. Ela ficava me punhetando enquanto isso. A baba escorria, ele segurava sufocando-a e depois soltava, ela respirava profundamente e ele voltava a judiar da boquinha dela. Depois tirou o pau da sua boca e batia nas suas bochechas, ela passava o dedo naquela baba que escorria e enfiava o dedinho na boca.

Meu primo a colocou de quatro e enfiou seu pau de uma vez só, tirando um gemido dela. Arqueei seu corpo pedindo que ela me chupasse, ela engoliu meu pau e chupava, punhetava. Eu segurei sua cabeça e fodia sua boquinha. Meu primo bombava com força, seu corpo ia para frente, ela se apoiou na minha cintura e ficávamos alternando as bombadas, meu primo disse que não estava aguentando e que iria gozar, pediu para ela engolir sua porra. Trocamos de posição, ela passou a chupar ele e eu meti na sua xaninha. Meu pau entrou com muita facilidade, senti ela extremamente molhadinha.

Também bombava forte. Ouvi o urro do meu primo, que segurava a cabeça da Mariana com seu pau todo dentro e ela engolia toda a porra dele. Eu continuei forte e quando senti que ia gozar, também pedi para gozar na sua boquinha. Ela ficou de joelho de frente para mim e o gozo veio mais rápido do que eu esperava, não deu dentro de colocar meu pau em sua boca e esporrei no seu rosto.

Ela abocanhou meu pau e sugou o restante do gozo que tinha. Que foda gostosa eu tive. Chega deu uma fraqueza nas pernas no momento do gozo.

Que delícia, elogiávamos ela, falávamos que momento mais prazeroso havíamos nos proporcionado.

Como disse aquele escritório não era muito grande e não tinha um banheiro privativo. Havia um banheiro para todas as salas daquele andar do prédio. Nos arrumamos, pegamos papel e utilizando o vestido dela para nos limparmos. Fui no banheiro e acabei a limpeza, meu primo fez o mesmo.

Ela ficou ali só de calcinha, com o vestido sujo. Não tinha outra roupa para ela usar. Depois de conversamos algum tempo, ela pediu para eu ir a uma loja próxima comprar uma roupa para ela, parti na minha missão.

Voltei uns 30 minutos depois e ao adentrar a sala ouvi gemidos e aquele som do choque entre seus corpos, meu primo estava comendo novamente a mariana, na posição frango assado, deitados no chão. Ele segurava suas pernas e bombava com força e intensidade. Gozaram. Ele caiu sobre ela desfalecido.

Se arrumaram. Mariana se arrumou como pode. Levamos ela em casa e voltamos extasiados com aquela experiência.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Branquinho de Calcinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaBranquinho de CalcinhaContos: 15Seguidores: 21Seguindo: 33Mensagem

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →