🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O Trabalho Voluntário Da Religiosa Gostosa Pt9 Dominando Clara

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2430 palavras
Data: 07/07/2026 13:42:06

Eduarda então decidiu ir atrás de Clara. Ela sabia que a outra pastora iria para casa. Saiu da igreja correndo, chorando e com as vistas embaçadas pelas lágrimas, o coração apertado de pânico e culpa. Seguiu pela rua, o vestido ainda desarrumado, o corpo tremendo de medo do que poderia acontecer. Chegou na casa de Clara, tocou a campainha e entrou sem ser convidada, a voz embargada e desesperada:

— Eu te imploro, por favor, não me entrega… Eu faço o que você quiser…

Clara sorriu debochada, cruzando os braços e olhando para Eduarda com superioridade, claramente aproveitando o momento de poder sobre a rival.

Clara então jogou na cara de Eduarda tudo que estava entalado na sua garganta desde que a conheceu: seu jeito superior, que gosta de chamar a atenção, o corpo que ela exibia com os silicone, as roupas sempre chamativas e o ar de quem se acha melhor que os outros. Continuou, com voz carregada de raiva e satisfação:

— Eu já havia ouvido boatos que Tatu estava com graça pra cima de você, mas não acreditei que você se sujeitaria a isso.

Eduarda se ajoelhou, chorando, e disse, desesperada:

— Por favor, você vai destruir minha vida e minha família…

Clara respondeu, fria:

— Você já destruiu isso. Eu só vou contar o que vi a Paulo, sua safada.

Clara então disse:

— Hoje à noite, após o culto, eu digo tudo o que vi ao seu marido.

E continuou, com um sorriso cruel:

— Pobre pastor Paulo… enquanto ele trabalha, sua esposa o faz de corno na igreja.

Eduarda saiu chorando. Voltou até a igreja, mas Tatu não estava lá. Seguiu até sua casa, orou e pediu perdão a Deus por tudo, mas sua mente e corpo estavam em estado de excitação constante.

Paulo chegou e disse:

— Vamos nos arrumar para o culto.

Eduarda se arrumou, colocando um vestido preto elegante. Antes dela e do marido saírem para a igreja, Tatu a ligou e disse:

— Se ela contar, diz que eu te obriguei, ok?

E antes de desligar, completou:

— Eu tenho ela nas minhas mãos, mas preciso de autorização para jogar as cartas na mesa.

Eduarda e Paulo seguiram para a igreja e ficaram aguardando os fiéis. Eles chegaram, se acomodaram e Eduarda subiu no altar — que havia sido o palco do sexo com Tatu — e abriu o culto com um louvor inicial, a voz um pouco trêmula, mas tentando manter a compostura.

O culto começou com um louvor forte e emocionante, as vozes dos fiéis se unindo em cânticos de adoração que enchiam o templo de uma atmosfera de presença divina, mãos levantadas, olhos fechados e lágrimas escorrendo pelo rosto de muitos. Eduarda, no altar, tentava se concentrar, mas sua mente estava em turbilhão. Enquanto cantava, pedia perdão a Deus em silêncio: “Senhor, me perdoa por tudo que fiz… por ter traído meu marido, por ter me entregado à tentação, por ter sujado este lugar sagrado… tira essa culpa de mim, me purifica, me dá força para resistir…”. Olhava a todo momento para a porta da igreja, o coração acelerado, esperando que Clara aparecesse a qualquer instante para desmascará-la na frente de todos. Cada ruído, cada movimento na entrada a fazia tremer por dentro, imaginando o pior — Clara entrando, apontando o dedo e contando tudo o que havia visto. Mas Clara não apareceu. O culto seguiu com orações poderosas, testemunhos emocionantes de fiéis que relatavam milagres e vitórias, e uma palavra pregada com unção que tocava os corações presentes. Eduarda participava, orava pelos fiéis, mas a culpa pesava em seu peito, misturada ao medo constante de que a verdade viesse à tona. O louvor continuou forte, o Espírito Santo se movendo no meio do povo, com muitos sendo tocados, caindo no poder e recebendo cura emocional. Eduarda olhava novamente para a porta, o suor frio escorrendo pelas costas, mas Clara não chegava. O culto terminou com uma oração final forte, bênçãos declaradas e fiéis saindo renovados, enquanto Eduarda permanecia no altar, aliviada por Clara não ter aparecido, mas ainda atormentada pela culpa e pelo medo do que poderia vir.

Eduarda e Paulo seguiram para a casa e, ao chegar, Paulo disse a ela:

— Amanhã é nosso último dia sem nossos filhos aqui. Vamos aproveitar essa noite.

E os dois transaram. Paulo a beijou com desejo, tirou sua roupa devagar e a deitou na cama. Penetrou-a com o pau duro, entrando na buceta ainda sensível da esposa, metendo com ritmo constante e um pouco mais longo que o habitual. Segurava os seios grandes dela, chupava os mamilos duros enquanto entrava e saía, gemendo rouco de prazer. Eduarda gemia baixinho, rebolando contra ele, mas sem muita satisfação sexual — sua mente só pensava que o dia que amanheceria seria o dia que sua vida iria acabar se Clara dissesse sobre o que viu a Paulo. Enquanto Paulo acelerava o ritmo, metendo com mais força, apertando os quadris largos dela e dando estocadas profundas, Eduarda fingia prazer, gemendo mais alto, mas por dentro a culpa e o medo a consumiam. O sexo durou um pouco mais, Paulo suado e ofegante, até que ele gozou dentro dela com um gemido longo, enchendo-a de porra quente. Desabou ao lado dela, satisfeito. Eduarda ficou ali, o corpo quente mas insatisfeito, a mente atormentada pelo medo do que viria no dia seguinte.

A manhã seguinte chegou. Eduarda seguiu sua rotina: arrumou a casa, fez o café e faxinou a casa, sempre chorando nos momentos que tinha oportunidade. Paulo apareceu em casa e disse:

— A pastora Clara já voltou. Sabe, o Renato não. Disse que quer conversar comigo agora.

E saiu. Eduarda chorou ainda mais e orou pedindo perdão e sabedoria. Eram quase uma da tarde quando Paulo retornou. Ele a beijou e a tratou normalmente, até que disse:

— A Clara me contou.

Eduarda se tremeu inteira. Ele continuou:

— Você conseguiu doações para ajudar as pessoas por alguns meses.

E disse:

— Estou orgulhoso.

E saiu. Eduarda não entendeu nada.

À tarde, Eduarda não foi à igreja e aproveitou para ir ao shopping. Ela estava ansiosa e isso a acalmava. Ao retornar para sua casa, no caminho alguns traficantes a cantaram — eles a viam sempre, mas nunca faziam isso. Ela então parou na frente da invasão e iria entrar, mas pensou melhor e não fez isso, seguindo até sua casa. Ela chegou em casa e Tatu a pegou por trás e disse:

— Vamos para o quarto no quintal.

Ele a levou para o quarto, jogou-a no colchão sem lençol e a fodeu ali mesmo, dominando-a completamente. Penetrou-a com força bruta, o pau preto grosso entrando fundo na buceta molhada, esticando suas paredes internas enquanto segurava os quadris largos dela. Eduarda gemia alto, o corpo tremendo a cada estocada violenta, dizendo entre gemidos:

— Isso é errado… ahhh… mas me fode mais… por favor…

Ela rebolava contra o pau dele, pedindo mais, o prazer tomando conta apesar da culpa. Tatu metia sem piedade, dando tapas fortes na bunda, puxando os cabelos loiros e sussurrando safadezas no ouvido dela. Eduarda gozou várias vezes, o corpo convulsionando, a buceta pulsando forte ao redor do pau grosso, gemendo descontroladamente enquanto ele continuava estocando. Depois, ele a virou de quatro e a fodeu ainda mais fundo, batendo com violência, fazendo os seios grandes balançarem e a bunda tremer a cada impacto. Eduarda estava louca de tesão, rebolando contra ele, pedindo mais fundo, mais forte. Tatu então a colocou por cima, controlando os quadris dela com as mãos grandes, fazendo-a cavalgar no pau preto latejante. Eduarda subia e descia com força, gemendo alto, o pau entrando fundo, roçando todos os pontos sensíveis. Tatu apertava a bunda dela, guiando o ritmo, até que gozou forte dentro dela, jorrando porra quente e grossa fundo na buceta, enchendo-a completamente enquanto Eduarda tremia em mais um orgasmo intenso.

Ele então disse:

— Vamos para o seu quarto.

Ele a seguiu, admirando a bunda vermelha de tantos tapas, rebolando a cada passo, os seios grandes balançando. Entrou no quarto da loira e disse, rouco:

— Vou comer seu cu, vadia.

Retirou o plug dela devagar, provocando com os dedos o cuzinho nunca antes usado, enfiando um, depois dois, abrindo e mexendo enquanto Eduarda gemia, o corpo tremendo de medo e tesão. Ele pôs a cabeça do pau preto na entrada e disse, com voz dominante:

— Vou arrombar seu cuzinho na cama que você dorme com seu marido, corninho.

Tatu pressionou a cabeça grossa e roxa do pau preto contra o cuzinho virgem de Eduarda. Ela sentiu a pressão intensa, o anel apertado resistindo, e gemeu de dor quando ele começou a empurrar devagar. O pau grosso forçava a entrada, esticando o cuzinho pouco a pouco, centímetro por centímetro, causando uma dor ardente que a fazia apertar os lençóis e gemer alto. “Ai… dói… é muito grande…”, sussurrou ela, o corpo tremendo. Tatu segurava os quadris largos dela com firmeza, dando tapas leves na bunda vermelha para relaxá-la, empurrando mais, até que a cabeça entrou, fazendo Eduarda soltar um gemido longo e agudo. Ele parou um pouco, deixando ela se acostumar, o pau latejando dentro do cuzinho apertado. Aos poucos, a dor foi se misturando com um prazer estranho e proibido. Tatu começou a meter devagar, entrando mais fundo, o pau venoso abrindo o interior dela, roçando paredes sensíveis que nunca haviam sido tocadas. Eduarda gemia, a dor diminuindo e o tesão aumentando, o cuzinho se acostumando à grossura, pulsando ao redor do pau preto. Ele acelerou o ritmo, metendo com mais força, o pau entrando quase inteiro, batendo fundo no intestino dela, fazendo os seios grandes balançarem e a bunda tremer a cada estocada. Eduarda agora gemia de prazer, rebolando contra ele, pedindo mais: “Mais… assim… me fode o cu…”. Tatu dominava, segurando os cabelos loiros, metendo com brutalidade, o pau grosso saindo e entrando no cuzinho vermelho e sensível, o som molhado e obsceno enchendo o quarto. Depois de minutos intensos, ele gozou forte dentro do cuzinho dela, jorrando porra quente e grossa fundo, enchendo o interior dela enquanto pulsava repetidamente. O cuzinho ficou vermelho, inchado e sensível, com porra escorrendo pela fenda.

Eduarda caiu satisfeita e ficou ali com Tatu, os corpos suados e agarrados. Após uns minutos, com o cu ainda sensível e vermelho, ela disse:

— Clara ainda não disse nada a Paulo.

Tatu respondeu:

— Já resolvi isso.

E continuou:

— Amanhã à tarde aparece aqui, gostosa. Quero te mostrar algo.

À noite, em casa, Eduarda estava de pijama já indo dormir. Paulo disse:

— Já vai dormir? Amanhã cedo vou ir até a casa dos meus pais buscar as crianças.

A manhã seguinte chegou, era sábado. Eduarda acordou e Paulo já havia saído para ir buscar seus filhos. A loira seguiu sua rotina pela manhã: acordou cedo, fez o café da manhã, arrumou a casa com capricho, lavou a louça, organizou as roupas, regou o jardim e separou algumas coisas para o trabalho voluntário. Tomou um banho demorado, deixando a água quente relaxar o corpo ainda marcado da tarde anterior, vestiu uma roupa confortável e fez uma oração rápida pedindo forças para o dia. O sol entrava pelas janelas, iluminando a casa tranquila, e ela sentiu uma mistura de paz momentânea e ansiedade pelo que viria. Tatu a ligou e disse:

— Tenho uma surpresa para você à tarde. Não se esqueça, ok.

Eduarda terminou seus afazeres.

A tarde chegou e Eduarda se vestiu elegante e gostosa, com um vestido justo que marcava suas curvas. Seguiu até a invasão, entrando discretamente para que nenhum fiel ou conhecido a visse. Chegou na casa de Tatu, entrou a porta estava aberta e viu que ele estava sem camisa, pelado, já duro. Clara estava ajoelhada na frente dele, pelada, chupando o pau grosso e preto com vontade — a boca da pastora deslizando pelo comprimento venoso, a língua girando na cabeça roxa, os seios médios balançando a cada movimento.

Tatu olhou para Eduarda com um sorriso safado e disse:

— Gostou da surpresa?

Eduarda se surpreendeu e ficou olhando a sua rival chupando seu amante. Tatu completou:

— Não disse que resolveria isso?

Eduarda disse, chocada:

— Que isso? Você e Clara?

Clara estava ajoelhada, a boca aberta, a língua para fora, enquanto Tatu gozava forte — jatos grossos e quentes de porra branca acertando a língua, os lábios e o queixo da pastora, escorrendo pelo canto da boca enquanto ela tentava engolir, com resquícios brancos brilhando nos lábios.

Ele começou a dizer:

— Como você sabe, eu já fui preso e lá eu fiz algumas amizades. No dia que eu te conheci, eu disse a um amigo meu que eu queria te comer. E adivinha quem é esse amigo meu?

Clara, com a boca ainda com resquícios de porra, disse:

— É o VT, meu amante.

Eduarda se surpreendeu. Clara disse:

— Eduarda, não é isso que você está pensando…

Eduarda rebateu:

— Você me julgou, me ameaçou de contar tudo a Paulo e agora diz que não é isso que eu tô pensando?

Tatu explicou:

— O VT é meu amigo. Ele é traficante e me disse que estava comendo a pastora que fazia cultos na prisão, porque a casada gostosa, segundo ele, estava querendo se vingar dos chifres do marido.

Eduarda disse, chocada:

— O Renato te traiu e você deu para um homem no presídio?

Tatu completou:

— O VT é perigoso, então ele me deu permissão para foder a mulher dele… mas só se você quiser, gostosa.

Eduarda sorriu. Clara disse, com lágrimas nos olhos:

— Não, Eduarda, tenha piedade…

Eduarda respondeu, com frieza:

— Arromba essa vadia, Tatu.

Tatu retirou a calcinha de Clara e a fodeu como uma puta. A pastora loira de cabelos curtos, corpo esguio, seios médios e bunda média estava de quatro no chão do quarto, gemendo alto enquanto o pau preto grosso de Tatu entrava e saía da buceta molhada dela com estocadas brutais. Ele segurava os quadris finos dela, metendo fundo, fazendo os seios médios balançarem a cada investida forte. Clara gemia descontroladamente, o corpo esguio tremendo, a bunda média tremendo a cada tapa que Tatu dava. Eduarda via tudo, excitada e vingativa, e dizia à rival:

— Olha como o meu amante está te fazendo gozar… sua buceta apertada está engolindo o pau dele todo, né vadia?

Tatu acelerava, metendo com mais violência, o pau grosso esticando as paredes da pastora, batendo fundo enquanto ela gemia alto, o corpo suado e tremendo. Após minutos intensos, Clara gozou forte na rola de Tatu, a buceta contraindo violentamente, o corpo convulsionando enquanto ela gritava de prazer. Eduarda, com um sorriso frio, disse:

— Você vai aprender a nunca me ameaçar, vadia. Temos a tarde toda para te fazer de puta.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Carvalhinho a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →