Olá, leitores e leitoras. Hoje o conto é inspirado na confusão que sempre fiz com gêmeas que foram minhas colegas de verdade. O conto não foi com elas, é apenas inspiração. Espero que gostem. Abraço!
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Eu morava uma cidade do interior de São Paulo, onde realizava um curso técnico. Morava só, em uma pequena casa. Trabalhava numa loja de informática para bancar meu curso à noite. O curso me exigia muito, pois não tinha tempo de estudar durante o dia, devido ao trabalho. Então os finais de semana eu passava em casa, nos livros.
Aliado ao meu perfil introvertido, meus finais de semana eram garantidos: eu comigo mesmo.
Durante o curso conheci bastante gente. Entre os alunos tinham duas irmãs gêmeas: Lara e Larissa. Eram duas loiras de olhos verdes, magras, peitinhos pequenos, baixinhas. Nada que chamasse a atenção, exceto serem loiras num ambiente em que eram minoria (havia só mais 2 meninas e 1 menino loiros na sala).
Eu me sentava na frente. Primeiro porque queria evitar a bagunça dos fundos, e segundo porque queria ouvir o que o professor falava. Assim, era taxado de CDF, e me isolavam mais do que eu já era por natureza. Não que eu ligasse. Queria aprender para me formar e mudar de profissão. Comércio não era para mim.
Na metade do curso eu passei em um concurso da prefeitura local, o que me proporcionou um aumento da renda para dois salários mínimos, aliviando o peso das minhas contas. Lá trabalhava somente de segunda a sexta, bem mais tranquilo, e dava pra estudar no horário de expediente. Com isso eu me permiti sair uma noite em um barzinho no centro da cidade. Não que eu gostasse, mas estava precisando sair de casa.
Entrei, pedi uma Coca e sentei numa mesa, vendo o pessoal dançar sertanejo e comer e beber nas mesas locais. Fiquei observando as pessoas e ouvindo a música. Terminei minha bebida e fui embora, sem falar com ninguém, ficando cerca de uma hora no local.
Na segunda-feira uma das gêmeas veio falar comigo:
— Oi Júnior.
— Oi. Não sei qual das duas você é... - dei um sorriso amarelo.
— Chuta! São 50% de chance de acerto.
— Começa com L...? - eu ri.
— Ahahaha.
— Lara?
— Larissa - riu ela. — Mas todo mundo confunde. Você estava no Bar da Praça 20 no sábado? Eu te vi sentado lá, numa mesa, sozinho.
— Sim, fui pegar um ar, sair de casa.
— É bom mesmo. Mas por quê não falou com a gente?
— Sou muito na minha, tímido, introvertido... só fiquei tempo suficiente para arejar a mente.
— Ah, você parece ser legal. Vamos sair no sábado com a gente. Vamos para o festival Gastronômico da Estação. A gente se encontra lá, umas 20:00. Vai ter comida e umas bandas.
— Tá, combinado.
A semana se passou. Às vezes sentamos perto na aula, mas não houve conversas. No sábado me arrumei, saí de casa e fui para a antiga estação de trens da cidade, que se tornara um parque e onde, eventualmente, ocorriam eventos. Andei pela praça de alimentação, passei perto do palco e nada de encontrar as gêmeas. Encontrei um ou outro conhecido do trabalho e do curso, interagimos com diálogos básicos.
— Oi, oi!! - era uma das duas me acenando.
— Oi - acenei de volta.
As duas chegaram, me cumprimentaram com beijo no rosto. Retribuí. Uma delas pegou na minha mão, animada.
— Vem, vamos ali comprar comida.
A feira gastronômica tinha comida italiana, como massas e risotos, mas tinha comida clássica, como pastéis, salgados, milho verde, pamonha, lanches, hambúrgueres, torresmo e bebidas. Era uma diversão para os sentidos gustativos. Nos deliciamos e nos saciamos, curtindo a feira e as bandas.
— Quer ir lá em casa? - perguntou uma delas.
— Ah, não sei, já tá tarde... - eram umas 22:00.
— Tarde nada, a noite é uma criança! Vamos lá, vem com a gente.
Entrei no carro delas e fomos. Cidade pequena, tudo é perto. Chegamos depois de uns 5 minutos. A casa era pequena mas aconchegante. Dois quartos, ambos com camas de casal, uma cozinha e uma sala pequenas, um banheiro social de tamanho razoável, como era nas casas mais antigas, como aquela.
Elas entraram e foram para os quartos. Cada uma tinha o seu. Eu fiquei na sala, sentado no sofá, mãos entre as pernas. Elas saíram, shortinhos apertados, blusinhas de regata dos pijamas idênticos. Ambas sem sutiã e deveriam estar sem calcinha, pois o short deixava à mostra o capozão de Fusca. Eu vestia minha bermuda Adidas, camiseta da mesma marca e um tênis de corrida da Olympikus.
— Não quer ficar mais à vontade? Tira esse tênis aí, fica descalço. A gente limpou a casa hoje.
Tirei o tênis, sem graça.
— Levanta do sofá, a gente vai abrir ele pra pode ficar mais confortável.
Eu me levantei, elas puxaram os assentos para frente e o sofá ficou mais largo. Nos sentamos, as janelas estavam abertas. Não havia perigo: os muros eram altos o suficiente para evitar olhares indesejados e a cidade era segura.
Elas se aproximaram de mim e me beijaram juntas. Eu fiquei sem reação, mas logo entrei no clima.
— Cara, você é muito travado! - disse uma delas.
— Sou tímido - respondi.
— Você não sai com mulher não?
— É raro. Minha timidez não permite... sou muito na minha, fico em casa estudando, saio só pra trabalhar e estudar, converso o essencial.
Não houve resposta. Ambas puxaram minha bermuda para baixo ao mesmo tempo, revelando um pau duro.
— Parece que você está entusiasmado com a oportunidade - falou uma delas, e riram as duas.
Um das gêmeas me empurrou para o braço do sofá, colocando uma almofada embaixo das minhas costas. Em seguida se ajoelhou sobre meu peito e colocou a buceta quente na minha boca. A outra se deitou no sofá e sugou meu pau com a boca, arrancando um gemido alto de mim.
— Não vai gozar, hein! A gente quer foder a noite toda com você!
— A gente vai te usar hoje, se prepara!
E continuaram na brincadeira. A que estava sugando meu pau aliviou a pressão. De vez em quando apertava a bunda da irmã, por cima da minha mão. Em um momento elas inverteram a posição: a que eu chupava ficou de costas para mim, oferecendo o cuzinho e a buceta, enquanto a que me mamava sentou sem aviso no meu pau.
— Ei, e a camisinha? - perguntei.
— Cala a boca. Aqui você não manda nada.
Fiquei preocupado em engravidar uma delas, ou na pior das hipóteses as duas! E vai saber por onde passavam aquelas bucetas!!
— Antes que você se preocupe, a gente se protege, e raramente fazemos isso como estamos fazendo com você. Curta o momento!
A que estava com a bunda na minha cara empurrou a buceta de modo que fiquei sem respirar. Eu a empurrei e respirei. Em seguida passei a chupá-la ardentemente. A outra gêmea subia e descia no meu pau duro, enquanto beijava a irmã. A minha cara estava grudenta dos sucos daquela mulher que eu chupava há uns 10 minutos. Arrisquei colocar o dedo no cu dela.
— Aí não, safado... - pediu ela.
— Mana, troca comigo! - pediu a que subia e descia no meu pau — Quero ser chupada até gozar!
— Então tá, deixa eu ver se esse pau vai preencher minha boceta!
Elas trocaram. A outra colocou a bunda na minha cara, beijando a irmã, enquanto eu chupava aquela buceta melada com meu pré-gozo avidamente. De repente a irmã dela enterrou meu pau na buceta e começou um rebolado intenso. Achei que ela iria quebrar meu pau!
— Calma, menina! Vai quebrar meu pau! - falei, antes da irmã dela voltar a enfiar a boceta melada na minha cara, me impedindo de falar e de respirar. Respondi enterrando o dedo molhado dos sucos dela no seu cu. Essa não reclamou. Continuei a tirar e colocar, meu pau ficou mais duro de tesão, imaginando eu enterrando meu pau naquele cuzinho rosa. A irmã dela diminuíra a intensidade do rebolado. Por fim, saiu de cima de mim, deitando-se no sofá.
— Agora quero você chupando cada uma da gente, direitinho. Sabe fazer isso?
— Aprendi bem - respondi.
Caí de boca na que estava deitado ao meu lado direito. Chupava aquela buceta carnuda como se não houvesse amanhã. Enterrei dois dedos nela, fazendo movimento de "vem cá" e ela gozou, tremendo violentamente. Repeti o feito com a irmã dela, que gozou poucos instantes depois.
— Quer comer nosso cu? Então vem, come o meu primeiro, enquanto eu chupo minha irmãzinha! - falou uma delas.
Ela ficou de quatro, a irmã se deitou por baixo. Elas iniciaram um 69 gostoso, eu observava. A debaixo agarrou meu pau e enterrou na buceta da irmã. Enquanto eu entrava e saía lentamente, ela chupava meu saco e o corpo do meu pau que estava pra fora da irmã dela. Aumentei o ritmo. Por fim tirei meu pau da buceta, cuspi no cu dela e empurrei a cabeça. Ela empinou a bunda em forma de protesto. Continuei a empurrar após outra cusparada. Entrou, e eu passei a movimentar devagar, sondando cada centímetro daquele cu rosa. A irmã dela chupava a buceta dela, arrancando gemidos. Eu aumentei a velocidade das estocadas, e a irmã dela deve ter acertado o grelo dela, pois ela gemeu, fechou as pernas e esguichou um líquido viscoso na boca da irmã.
— CARALHOOOO!!! GOZEI!!! - gritou ela.
Eu saí de dentro dela, me abaixei, e beijei a gêmea que tinha a boca cheia de sucos da irmã. Uma delícia! Elas inverteram a posição e eu empurrei meu pau no cuzinho rosa da outra. Essa entrou mais fácil. Acho que era porque estava muito excitada. Seus sucos escorriam na irmã, que a chupava com vontade. Ela gozou na boca da irmã, apertou meu pau com o cu dela.
— PUTA QUE PARIIUUUUUU! GOZEI, FILHA DA PUTA!! - gritou ela.
Eu empurrei forte, e gozei jatos de porra no cu dela.
— GOZEI, CARALHOO!! - gritei!
Eu tirei o pau de dentro dela e dei para a irmã dela chupar. Ela sugou com gosto, eu urrei de prazer e gozei novamente com a chupada que ela deu na glande! Não teve quase nada de porra, mas o prazer foi enorme!
Caímos exaustos, suados no sofá.
— E aí, quem é o tímido aqui?
— Pra transar não precisa falar - respondi, rindo — E eu não precisei conquistar ninguém, só acompanhei vocês. Vocês me conquistaram.
Fomos para o chuveiro. Nos esfregamos os três juntos, eu no meio delas na água, nos beijamos, meu pau mole não reagia mais.
— O que você vai dizer no curso semana que vem? - perguntou uma delas.
— Nada, ué. Dizer o quê?
— Acho bom. A gente não faz isso com qualquer homem não. Aí vão achar que a gente é puta, garota de programa. E isso a gente não é, né mana?
— Não, a gente só gosta de uma boa diversão, pegar homens tímidos. Nenhum homem pega a gente! A gente escolhe e arma pra ele.
— Entendi. Caí no golpe - eu ri.
Eu me vesti. Uma delas também.
— Vou te levar em casa - falou ela.
No carro eu perguntei.
— Quem é você? Lara ou Larissa?
— Cara, você nunca sabe né.
— Pra mim é impossível saber!
— Quer saber? Sou a Lara. Mas a única diferença visível é que eu tenho uma pinta na bunda e minha irmã não. O resto é igual. Nossa mãe sempre colocava uma pulseira, chiquinha, ou algo diferente em cada uma pra diferenciar. Já levou uma de nós no médico enquanto a outra era que estava doente, coisas do tipo. Relaxa.
— Tá bom. No dia a dia vocês usam coisas diferentes pra eu saber quem é quem? Vocês nem sempre se vestem iguais.
— Eu uso uma pulseira de ouro - disse ela, mostrando o braço esquerdo. — A Larissa usa no braço direito. Nosso código.
Chegamos em casa. Ela me deu um selinho e eu abri a porta.
— Até a próxima aventura - disse ela, dando tchau e arrancando com o carro.
Entrei em casa sonhando com o acontecido da noite. Dormi e sonhei com elas na minha casaNão se esqueça de avaliar o conto. Abraço!