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Tesão na minha Empregada Doméstica Diarista 1 - Atração

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Um conto erótico de Natan O Alemão
Categoria: Heterossexual
Contém 1419 palavras
Data: 07/07/2026 15:10:41

Aviso Legal: Este conto erótico é totalmente fictício. Todos os personagens, inclusive o narrador, e quaisquer situações ou ações descritas são inventados e não representam pessoas reais, não sendo autobiográficos.

Saudações, Estimado Leitor.

Me chamo Natan, mas meus amigos me chamam de Alemão pois meus pais são imigrantes da Europa. Este é minha primeira obra aqui na Casa dos Contos Eróticos. Vou contar para você uma história que vivenciei com minha Empregada Doméstica Diarista. Eu já contei previamente esta história em um forum gringo que, infelizmente, não existe mais. Dessa forma, a história original se perdeu para todo o sempre. Mas seguimos em frente, afinal não se vive de lágrimas e lamentações. Desta vez irei salvar o conto comigo, além de postar aqui na Casa dos Contos Eróticos. Esta série de contos é focada em tensão sexual, suspense e riscos. Se você procura sexo explícito, esta série não é para você. Mesmo assim, espero que você tire um bom proveito.

Essa é minha história sobre o meu Tesão na minha Empregada Doméstica Diarista, Tatá.

Tatá trabalhava há muitos anos servindo nossa grande família. Eu era pequeno quando eu conheci ela pela primeira vez. Ela é uma diarista que limpava as nossas várias casas: dos meus avós, tios e tias, e a minha. Durante um bom tempo, eu nunca parei para pensar nela. Ela era parte do cotidiano: alguém que aparecia, resolvia as tarefas e sumia. Minha atenção seguia a rotina como se fosse natural demais. Mas isso mudou após a pandemia.

Quando tivemos a quarentena, eu já estava na faculdade. Essa época coincidiu exatamente com um pico hormonal da idade viril masculina. Eu sempre me masturbei muito, mais de uma vez por dia. Porém, nessa época, trancado em casa o dia todo, todos os dias, com os hormônios a todo vapor, eu perdi as rédeas dos cavalos. Me masturbava várias e várias vezes por dia, ao ponto de no fim do dia sair só pó. Olhando para trás me pergunto como sobrevivi isso tudo. Durou alguns mêses e aos poucos fomos retornando a vida normal.

Durante a quarentena, Tatá parou de limpar nossa casa, como esperado. Com a ausência dela, percebi que eu sentia falta de algo, mas eu não conseguia por meu dedo no que. Quando as coisas voltaram ao normal, e ela voltou a limpar minha casa, percebi que era ela. Comecei a prestar mais atenção no que ela fazia, como ela fazia, e a pensar mais nela. Com ela constantemente na minha cabeça, e os hormônios altíssimos, comecei a desenvolver um apreço erótico por ela.

Ela é uma mulher baixa, em torno de 1.55, 1.60. Nela você vê o que o Brasil tem de melhor: miscigenação. Ela tem tem traços brancos, negros, indígenas, e do oriente médio. Pele lindíssima chocolate com leite, olhos afiados com íris negras, nariz reto, boca carnuda, e longos cabelos lisos e negros. Na época ela deveria ter seus 35 anos e tinha uma filha. Para mim, era uma belíssima MILF. Estava levemente acima do peso, dando-lhe peitos e glúteos grandíssimos, uma barriguinha muito charmosa e pernas grossas. Quanto mais o tempo passava, mais eu olhava para ela e mais excitado ela me deixava.

Quando ela voltou a limpar minha casa, após as restrições da quarentena afrouxarem, eu interagia mais com ela. No começo era de pouquinho em poquinho. Enquanto ela limpava a cozinha, eu ia pegar um copo de água e acabava puxando assunto com ela. Com o passar do tempo, comecei a ter tesão nela e com isso criava, na minha cabeça, mais desculpas para ficar no mesmo ambiente que ela. Ia para a sala quando ela estava limpando a sala. Ia fazer algo na cozinha quando ela estava limpando a cozinha. E assim por diante, sempre puxando papo. Conversar com ela era muito bom. Ela, como toda boa mulher, sempre gostou de falar muito. Ela falava e falava, ao mesmo tempo que fazia suas atividades. Contava sobre sua vida, sua filha, outros lugares que trabalhou, fofocas da vizinhança, o que não faltava era assunto. Eu, como rapaz esperto, sempre abria brechas. Fazia comentários breves mas atenciosos e fazia perguntas para fazer que os assuntos continuassem. Todo dia em que ela vinha, nossa conversa virava tempo demais.

Meus pais saiam extremamente cedo para o trabalho e a Tatá chegava pontualmente no horário que eles combinavam. Ela começava a limpar a casa e eu acordava uma ou duas horas depois para me arrumar e ir para a faculdade. Com o passar do tempo, comecei a acordar mais cedo só para poder ter mais tempo de conversa com ela.

O jeito de Tatá me encantava. Ela se vestia com simplicidade: roupa leve, confortável para trabalhar, mas ainda assim com uma aparência que chamava atenção. Um shortinho folgado mas curtinho, chinelos simples que mostravam seus lindos pés, e uma regata sem decote mas justinha e de alça fina. Eu conseguia sempre ver as alças do sutiã dela, especialmente quando uma das alças caia. Mesmo lidando com limpeza, ela mantinha as unhas impecáveis. Não usava maquiagem, mas cuidava de detalhes: brincos, pulseiras e colar discretos.

Ela se portava e se vestia de um jeito que me deixa louco. Existe muita atração em uma mulher se esforçando para fazer algo bem feito. Quando ela limpava algo, ela inevitavelmente se balançava bastante. Os peitos balançavam para um lado e para o outro. A bunda balançava para cima e para baixo. Ela se agachava e levantava. Dava para ver o suor escorrendo e ela se abanando por causa do calor. E mesmo se suando muito, ela sempre tinha um cheiro doce. Talvez seja o perfume, talvez seja o desodorante, talvez seja os feromôneos femininos, mas sempre me deixava louco.

Eu gostava mais quando ela limpava o banheiro. Não porque fosse complicado ou exigisse alguma ginástica, mas por causa da água. Inevitavelmente ela se molhava e, naquele calor, era completamente justificavel, intencionalmente ou não. Ela sempre saia do banheiro com a regata semi-transparente e o shortinho colado nas pernas dela. O tesão era imenso com aquela visão.

Ela limpava a casa e eu ficava falando com ela. Adorava ficar olhando ela limpar o chão, os móveis, trocar os lençois. O balançar me hipnotizava. Eu gosto de acreditar que eu olhava para ela de forma discreta, pois ela nunca demonstrou desconforto com meus olhares. Ou ela não percebia, ou ela ignorava, ou ela gostava. Infelizmente não da para saber. O que eu sei é que ela gostava da atenção. Uma mulher não fala tanto quando não está gostando da atenção, e ela parecia sempre relaxar um pouco com a conversa. Quando ela cansava de falar, depois de uma hora, uma hora e meia, eu percebia e me recolhia. Isso, toda vez que ela limpava a casa. Nessa hora eu já estava com a piroca pulsando pedindo para liberar. Eu ficava sem medo dela notar pois sempre fui consciente de usar roupas que não marcavam quando eu estava de pau duro. Entrava no meu quarto, fechava a porta, e colocava o menino para fora. A cueca toda melada de pré-gozo. Tocava uma punheta que não durava 2 minutos direito de tanto tesão que eu tinha. Gozava forte e gostoso, esporrando o chão inteiro pensando na gostosa da Tatá.

Ela ia uma vez na semana, semana sim e semana não. Ela não saia da minha cabeça. Eu sofria 13 dias esperando que ela fosse novamente limpar minha casa. Na véspera, o coração ficava a mil e eu dormia muito mal, me revirando a noite toda na cama com tesão pensando nela. No bendito dia que ela ia, batia uma bronha depois de conversar com ela e mais umas duas pensando ela no mesmo dia depois que ela ia embora. Batia mais algumas nos próximos dias até ela ir novamente. Muitas vezes me peguei pensando ela durante meu dia em vez de prestar mais atenção nas minhas atividades. Ela invadiu minha mente e meu imaginário, e gozar para ela era muito gostoso.

Esse rítimo durou alguns mêses até que aconteceu um incidente. Me arrisquei e quebrei uma barreira. Depois disso, tudo ficou mais apimentado e perigoso.

Espero que tenha gostado deste conto. Escrevi esta versão tomando muita calma e paciência para me lembrar de todos os detalhes de forma objetiva sem inventar fuleiragem. Fui me lembrando de mais coisas que aconteceram e já deixei salvo em um rascunho para os próximos contos. Passei a semana para escrever ele, um pouco todo dia. Espero ver você na próxima!

-Natan, O Alemão

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