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Minha linda e delicada esposa se tornou uma hotwife decidida (2ª parte)

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Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3794 palavras
Data: 07/07/2026 16:11:34

Como citei no capítulo anterior, 10 meses após o nosso divórcio, Manu passou a namorar um médico, chamado Guilherme, um cara gente boa, tenho que admitir. Entretanto, oito meses depois desse começo de namoro, eu descobriria algo surpreendente sobre minha ex-esposa.

Durante o tempo de namoro com Guilherme, Manu passou a me contar cada vez mais coisas sobre o relacionamento, ocorreram algumas viagens curtas deles em que meu filho ficou comigo ou com a avó, passeios, conversas e segundo ela, o médico estava tão apaixonado que falava em casamento, mas a mesma dizia que nem pensar. Só queria curtir.

Às vezes, eu imaginava se o médico a fodia bem, se faziam muitas loucuras, minha ex parecia feliz, estava fazendo academia e tinha planos de no futuro montar uma franquia na área de alimentação.

Houve um sábado, num final da tarde, em que eu estava brincando com Renato em seu quarto e pedi que ele esperasse, pois iria beber água e já voltaria, ao passar pelo corredor, olhei instintivamente para o quarto de Manu e a vi de frente para o espelho, testando uma calcinha branca fio dental. A bunda morena e perfeita quase engolia todo o fio dental e de frente, não conseguia cobrir totalmente sua bocetona imponente. Estava com os seios despidos e pude notar que estava com o corpo ainda mais definido do que já era, as pernas bem torneadas, coxas grossas e firmes. Fiquei vários segundos ali congelado, admirando a quase nudez total de minha ex, até que a mesma me viu, mas para a minha surpresa agiu com naturalidade e ainda puxou a calcinha um pouco mais para cima e ficou olhando para ver se tinha ficado bem no bumbum e depois se virou com a maior calma para mim, perguntando se eu queria falar alguma coisa. Balancei a cabeça negativamente e disse que ia até a cozinha.

Aquilo me deixou excitado, sabia que horas depois, ela iria foder com namorado e estava se preparando para isso. Naquela noite, transei com uma mulher de 27 anos, mas em alguns momentos me peguei pensando em Manu e até fiquei com raiva, pois não tinha cabimento.

Umas duas semanas depois, estava passando o sábado com meu filho e no final da tarde, fui levá-lo para a casa da minha ex. De longe, vi que o carro de seu namorado estava estacionado na frente, por isso parei um pouco antes. Nesse momento, vejo que Manu estava na garagem, ela olhou desconfiada para a porta da sala como que para se certificar que ninguém estava vindo, colocou o celular colado no rosto e disse:

-Não tem como te encontrar hoje, tá maluco? É sábado e o meu namorado ainda resolveu aparecer mais cedo por causa de uma sessão de cinema que iremos.

A pessoa do outro lado falou algo e Manu respondeu:

-Vamos fazer como em todas as semanas, na quarta à tarde, tá bom?

A pessoa disse algo mais demorado e ela respondeu rindo e com voz de desejo:

-Bem que eu queria, mas não dá mesmo. Se você tivesse avisado antes que estaria em São Paulo hoje, talvez conseguisse despistá-lo, mas assim, em cima da hora, ele iria desconfiar, mas quarta te prometo que faremos tudo isso que falou e mais um pouco.

Depois ela se despediu de um jeito meloso e disse “Duas horas então”. Fiquei paralisado. “Quer dizer que a Manu, além de estar namorando, tem um amante e pelo jeito está caidaça pelo cara? Que loucura da porra!”

Disfarcei e desci do carro com o meu filho. Manu me olhou surpresa, imaginando que eu pudesse ter ouvido, mas engatei um assunto sobre o passeio e ela se tranquilizou.

De volta ao meu apartamento, não consegui parar de pensar no que ouvi, para completar, Manu estava com top azul e uma calça legging branca que destacava bem a testona de sua boceta e sua bunda maravilhosa.

Comecei a pensar que dali a algumas horas e também no dia seguinte, iria trepar com o namorado e na quarta foderia a valer com um amante. Era algo bem diferente da personalidade dela. Não aguentei e acabei tocando uma punheta pensando em minha ex, imaginando-a na rola de outros, gozei fortemente, mas depois me senti meio patético, até me lembrei da história do meu vizinho que contei no capítulo anterior.

Entretanto, nos dias seguintes, a conversa de Manu com o amante não saiu da minha cabeça, fiquei obcecado por aquilo, não entendia por quê. Claro que era para ficar surpreso, mas não a ponto de não pensar mais em outra coisa.

Na terça à noite, decidi que iria saber com quem ela iria se encontrar. Aluguei um carro e fiquei de plantão bem antes perto da casa dela. Minha ex não sabia dirigir, então, certamente, iria chamar um carro de aplicativo e foi o que ocorreu. Perto das 13h, Manu apareceu no portão de óculos escuros, com uma camisa social branca, uma saia verde bem colada ao corpo e salto alto. Quem visse pensaria que estava indo a algum evento importante ou trabalhar.

Segui o carro em que ela entrou com cuidado e após um bom tempo, pelas ruas de São Paulo, a vi descendo próximo a uma loja elegante e ficando na porta, mexendo no celular. Pouco mais de um minuto e vejo uma Range Rover preta (daqueles modelos que passam fácil de um milhão) encostando e Manu entrando.

Partiram rapidamente e fui atrás, sempre procurando manter uma distância segura, até que vejo o carro dando seta e entrando num motel de luxo. Não sei o que deu em minha cabeça, encostei e fiquei num misto de agonia e tesão inexplicáveis. Apesar de não ser mais casado com Manu e ter encarado numa boa seu namoro com Guilherme (apesar de uma pontadinha aqui e ali de ciúme, algo normal), agora, eu me sentia traído, como se estivesse perdendo-a para outro, mas, estranhamente, meu pau estava duro feito uma rocha, imaginando que dali a poucos minutos, ela seria fodida por outro.

Creio que permaneci próximo ao motel por uns 20 minutos, até que tive a ideia tola de ligar para Manu. Não sei de que adiantaria, mas senti uma vontade imensa de ter alguma forma de contato com ela. Chamou até cair. Tentei mais uma vez e nada, certamente, já estavam começando a se pegar ou talvez ela tenha visto que era eu e deixou tocar, imaginando que não era nada sério e que retornaria depois.

Decidi voltar para o meu apartamento e quando cheguei liguei mais uma vez, já eram quase 16h, mas novamente nada dela atender. Pensei comigo: “A foda deve estar muito boa, já estão há umas duas horas lá”. Aquilo me deu um tesão, uma agonia e uma ansiedade que nunca senti.

Uns 15 minutos depois, ela me ligou e na hora pensei. “Puta que pariu! E agora, o que invento para justificar as ligações?”. Mas acabei tendo uma ideia.

-Wagner, você me ligou 3 vezes, está tudo bem?

-Sim, é que gostaria de falar com você, está na sua casa?

-Éééé...Não! Fui fazer umas compras e agora estou tomando um café com uma amiga, mas o que quer?

-Tem que ser pessoalmente, mas é melhor ser aqui em meu apartamento, na sua casa tem a sua mãe e o Renato o tempo todo.

-Caramba! Agora fiquei preocupada. Ocorreu algo?

-Não! Fica tranquila é sobre negócios, umas assinaturas suas que preciso. mas tenho que explicar algumas coisas, não é nada para se preocupar. Venha quando puder.

-Humm! Lá pelas seis e meia, no máximo sete, está bom?

-Sim, tranquilo.

Desliguei e pensei: “Caralho! Ainda vai ficar mais um bom tempo trepando com o cara!”

Tomei um banho e quase toquei uma punheta de tão excitado que estava. Não entendia, mas a traição dela a Guilherme, estava parecendo que era comigo.

Após o banho, comi algo e fiquei impaciente, esperando-a chegar. Até que por volta das 18h45, o interfone tocou e a autorizei a subir.

Manu estava com os cabelos bem penteados e maquiada, porém, com a mesma roupa que tinha usado para se encontrar com o amante misterioso, sinal de que tinha vindo direto do motel para falar comigo, mas tomou o cuidado de se arrumar bem. Ao notar isso, fiquei ainda mais excitado, creio que faltou pouco para não agarrá-la, despi-la, chupá-la inteira e depois fodê-la, mas me contive e até fiquei com raiva por sentir isso.

Ela me deu um beijo no rosto, pensei que pouco antes aqueles lábios sensuais tinham deslizado e muito em uma pica. Sem delongas, minha ex perguntou:

-Mas e aí? O que há tem tão urgente? Cheguei a ficar preocupada, mas você falou que era sobre negócios, assinar e não entendi nada.

Pedi que Manu se sentasse no sofá, eu também me sentei em outro e bem sem jeito, tentando encontrar as palavras, enrolei um pouco:

-Na verdade, o assunto não é sobre negócios, queria saber se o Guilherme e você estão bem?

Manu fez um cara de desconfiança e de quem não entendeu:

-Estamos, ué! Mas por que da pergunta? Esse era o assunto importante?

Decidi tacar o foda-se e falar:

-Veja bem, Manu, antes de entrar no assunto, quero dizer que sei que não tenho nada a ver com isso, mas como nos tornamos amigos e temos um laço muito forte, preciso contar que fiquei preocupado ao saber que você está traindo o Guilherme. Isso pode dar um rolo grande.

Manu, que tinha a pela morena ao estilo cabocla ou bronzeada se preferirem, ficou pálida, cerrou as sobrancelhas, engoliu seco e tentou negar:

-Que história é essa de amante, Wagner?! Me respeite! -Disse com voz trêmula.

Eu também estava sem graça, mas decidi contar:

-Manu, São Paulo é uma cidade enorme, podemos passar a vida inteira aqui sem reencontrar um amigo de infância, um ex-colega de trabalho, mas, de vez em quando, ocorre de nos depararmos com algum conhecido de anos no centro da cidade ou em um ponto qualquer, eu mesmo, reencontrei um amigo de Sorocaba dentro do estádio do Morumbi lotado, e foi mais ou menos o que ocorreu hoje, estava passando pela Avenida Ricardo Jafet quando te vi parada na porta de uma loja, mas antes que pudesse buzinar para te chamar, encostou uma Range Rover preta e você entrou nela.

Ainda mais pálida e sem graça, Manu tentou dizer com a voz tropeçando:

-Era uma amiga, oras...

-Por favor, Manu, eu segui vocês e vi quando entraram no motel e até onde sei, você não curte mulher, então só podia ser um cara.

-E quem te garante que não era o Guilherme? – respondeu mesmo sabendo que eu não acreditaria.

-Bem, o Guilherme tem um bom carro e uma boa situação, mas aquele passava de um milhão, talvez um milhão e meio, não era ele.

Manu se levantou um tanto irritada, mas ainda com seu jeito doce, disse:

-E por que me seguiu? Isso não é coisa que se faça! Tô até estranhando esse seu comportamento.

Tentei acalmá-la, não podia contar que tinha ouvido sua conversa ao celular, por isso, segui na versão alternativa:

-Achei estranho apenas e como já estava lá, decidi ver quem era a pessoa e para onde iam, mas o ponto aqui, Manu, não é eu descobrir, mas o Guilherme. Há pouco tempo, você me disse que até em casamento ele já estava falando, o cara se apegou demais e se descobrir que está sendo feito de corno, pode fazer um escândalo ou, pior, ser agressivo. Eu me preocupo muito com você, por isso, gostaria de saber o porquê desse seu comportamento, se abra, confie em mim.

Na verdade, eu temia mesmo que desse merda caso o Guilherme descobrisse, mas estava muito curioso em saber sobre o amante dela. Manu deixou os ombros caírem e disse com voz agoniada:

- Sei que não bebe, mas tem algo aí? Fiquei nervosa agora.

Apesar de ser abstêmio, sempre tinha um bom vinho ou cervejas para oferecer a alguma garota ou amigos. Abri um vinho e ela tomou uma bela taça, depois começou a falar, já se servindo novamente.

-Ok. Vou te contar tudo, porque até agora não tive coragem de falar nem para as minhas amigas, talvez por vergonha, pois esse nunca foi meu estilo. O homem que estava comigo hoje se chama Anderson, é um empresário, mora em Campinas, é casado e tem 38 anos. Estamos nos vendo...aiiii que vergonha, toda semana, isso tem uns 3 meses, houve uma vez que foram 2 encontros na mesma semana, mas, geralmente são às quartas como hoje.

-Mas por que isso? Você não está bem com o Guilherme, saem juntos e até viajam?

-Sei que é absurdo porque se me dissessem que eu teria coragem de fazer isso há algum tempo, ficaria ofendida, mas não sei o que me deu. O Anderson tem um magnetismo que não sei explicar. Nos conhecemos num restaurante, eu tinha tirado a parte da manhã para pesquisar sobre franquias e dei uma parada para almoçar, notei, que numa mesa próxima, havia um homem lindo com jeito seguro e experiente, quase um coroa que me olhava discretamente. Apesar de acha-lo bonito, não me importei, quando estava com você e mesmo antes, sempre recebi olhares, cantadas... era só mais um. Quando terminei, fui pegar um Uber do lado de fora e ele me abordou. Não sei exatamente o que o Anderson falou, mas o tom de voz dele e sua total confiança me deixaram confusa, fascinada e quando vi, já tinha lhe dado meu número de celular. Poucos dias depois, ele me ligou, disse que vinha uma ou duas vezes a São Paulo por semana para tratar de negócios, e após alguns dias de conversa, o aceitei ir almoçar com ele e naquela mesma tarde, por mais incrível que pareça, o cara conseguiu me convenceu a irmos a um motel, e ali vivi algo simplesmente maravilhoso. Eu saí transformada daquele encontro e mesmo sabendo que era errado, não consegui mais parar de vê-lo, na verdade, uns 2, 3 dias antes, já fico ansiosa querendo ter mais uma sessão de sexo alucinante com ele.

-Você está apaixonada por ele então?

-Não! É uma coisa difícil de explicar, acho que jamais iria querer tê-lo como um marido, porque quebraria essa coisa da espera e do mistério, mas eu sinto um tesão incontrolável por ele. O Anderson é um homem elegante e muito educado, mas na hora do sexo, parece um louco, faz de um jeito selvagem e parece que nunca vai acabar. Sem contar que tem um pau descomunal, muito grosso e até pesado. No 1º encontro, tive tantos orgasmos que mal tive forças depois para tomar banho e voltar para casa, minha vontade era dormir para poder me recompor.

Aquelas revelações de Manu me deixaram de pau duraço, eu olhava-a sentada contando que gozou muitas vezes no pau de um super comedor e ainda dotado e minha vontade era agarrá-la e ver como estava sua boceta depois de tanto foder naquela tarde, mas segui perguntando, pois ainda tinha dúvidas.

-Entendi, o cara é espetacular na cama, mas por que continua com o Guilherme?

-Isso eu também não sei direito, o Anderson é espetacular, mas só para a cama, não quero um relacionamento e mesmo que quisesse, ele é casado. Agora, o Guilherme é um cara legal, carinhoso, companheiro para diversas coisas além do sexo, por isso, não quis terminar com ele, mas também não consigo ficar sem esses encontros deliciosos às quartas, acho que você deve estar achando que virei uma vagabunda, né?

-Não, claro que não, além disso, a gente se separou porque eu tinha sido infiel e não conseguiria deixar de ser, mas acredito que se o Guilherme fosse só um caso seu como é esse aí de Campinas, não teria problema, mas com ele sendo enganado, pode dar rolo e dos grandes, por isso, acho que deveria pensar melhor e decidir. Só uma dúvida, ele é fraquinho na cama?

-Não, é bom também, mas não chega perto de você ou do Andersom. Mas você tem toda razão, isso não pode continuar, vou pensar bem e tomar uma decisão. A verdade é que ando com muita vontade de fazer sexo, faço umas 3 vezes, até 4 por semana com o Guilherme e ainda tenho essa super transa às quartas, não sei como escolher.

Ao ouvir sobre o seu apetite sexual, não aguentei e decidi cutuca-la:

-Pena que no final do nosso casamento, você não estava com esse pique todo, esse foi o motivo de tantos desentendimentos.

Manu fez uma expressão de tristeza repuxando o canto da boca:

-Você tinha razão de reclamar, o sexo entre a gente era bom, aliás aprendi tudo com você e gozava muito, mas me acomodei e também cuidando o dia todo do Renato, agora ele tá maiorzinho, mas até os 2 anos, foi cansativo

Cheio de ciúmes, resolvi perguntar:

-Já que estamos falando francamente, pode me responder mais algumas coisas?

-Claro!

-Você e o cara de Campinas transam sem camisinha?

-Sim.

-E ele goza dentro da sua boceta?

-Nossa! Que pergunta! Por que quer saber?

-Pode me contar, sei que parece estranho porque até pouco tempo éramos casados, mas é uma curiosidade.

Manu tomou um belo gole de vinho, mordeu os lábios, demonstrando um pouco de vergonha, respirou fundo e criando coragem disse:

-Sim, goza dentro de mim, goza na boca, no rosto, no corpo e, às vezes, até nos cabelos respinga, ele tem muito sêmen, fico impressionada de ver, me manda engolir sua porra e eu adoro atender ao que aquele homem quer.

-E anal, vocês fazem?

-Nem pensar! Ele adoraria, hoje mesmo ficou roçando aquela tora na entradinha, passou a mão, cutucou com os dedos, mas o pau dele, além de grande, é grosso demais, com certeza, iria me machucar.

-Grande assim?

-Assustador. Fiquei espantada quando vi a primeira vez. Não que o seu seja pequeno (tenho 17,5cm e é bem grosso), mas o do Andersom deve ter uns 23cm ou mais, fora a grossura que é tanta, que se a mulher não estiver lubrificada, com certeza, sofrerá um estrago. Só que nem é pelo tamanho, é pela pegada dele, o homem me vira de ponta cabeça, parece não se saciar nunca, são transas demoradas. Com o Guilherme é mais light, sabe?

A cada revelação que Manu fazia, mais excitado eu ficava. Era surreal ouvir a mulher linda e delicada que eu ainda amava contando todas aquelas coisas. Via ela ali, linda e imaginava que poucas horas antes, estava sendo bem fodida, toda suada, descabelada, tendo seu cuzinho marrom cutucado e até engolindo porra de outro.

Tive vontade de agarrar Natália e fodê-la com todas as minhas forças, estava com um tesão nela que nunca senti antes, nem mesmo quando éramos namorados ou recém-casados, mas me contive e tratei de encerrar o assunto, aconselhando que minha ex resolvesse aquela pendência amorosa.

Decidi levar Manu para sua casa, ela já tinha tomado 3 taças de vinho. Quando chegamos, ela recostou a cabeça no banco e disse:

-Às vezes, acho que esse negócio de ter diferentes parceiras como você está fazendo é uma boa ideia, não ter rotina, mas fico em dúvida, porque também quero ter uma pessoa para além do sexo. Complicado demais.

-Bom, você pode ter as suas experiências com outros, desde que não firme compromisso com nenhum, talvez, no futuro, essa fase passe e aí você mergulha num relacionamento monogâmico com um cara que realmente valer a pena.

Manu me olhou séria e disse:

-Acho quase impossível, Wagner. Você foi o homem da minha vida, não sei se aparecerá outro. – Em seguida, ela se despediu e desceu do carro.

Em casa, toquei duas punhetas me lembrando do que Manu contou sobre o amante bom de cama e pauzudo e vendo fotos dela no Instagram. Definitivamente, aquela história toda tinha mexido comigo.

Fiquei uns dois dias aéreo, apesar de estar saindo com 2 homens, Manu continuava meiga e delicada, não tinha se tornado uma “safadona”, mantinha o mesmo jeito e isso me pegou, pois parecia estar diante de uma versão melhorada dela, mas, ao mesmo tempo, aquela situação me deixava agoniado.

Comecei a ficar triste e questionando se valeu ter a pena me divorciado, pois, apesar de estar transando com lindas mulheres, nenhuma me dava o tesão que Manu dava, ainda mais agora, sabendo que estava com muito fogo.

No sábado, levei meu filho novamente para passear, mas Manu não saía da minha cabeça. Quando voltamos, já no finalzinho da tarde, ela estava no banho, se preparando para ir se encontrar com Guilherme. Inventei uma desculpa para a minha sogra dizendo que precisava falar com sua filha, fui direto ao quarto dela e ouvi o barulho do secador de cabelos. Antes que pudesse avisar, a mesma saiu do banheiro totalmente nua (o quarto era suíte) e se surpreendeu ao me ver dentro do quarto. Eu olhei diretamente para a sua bocetona que estava aparada do jeito que eu gosto, num retângulo não muito fino. Meu pau endureceu, mas disfarcei, pedindo desculpas e dizendo que precisava lhe perguntar algo.

Manu pegou a calcinha preta bem cavada que estava em cima da cama e colocou-a, mas ficou com os seios de fora, como se não fosse nada demais:

-Sei que faz apenas 3 dias, mas já tomou alguma decisão sobre aquele assunto?

Com ar de quem não estava muito preocupada, ela respondeu:

-Ainda não, né? E nem vai ser hoje, o Guilherme reservou um restaurante legal e está todo animado.

Eu me sentei na cama, balançando a cabeça negativamente:

-Quanto mais você adiar para terminar com ele, pior será, se é que vai terminar mesmo.

Manu ficou um pouco irritada (até brava, ela era delicada) e veio caminhando para perto de onde eu estava, ficando em pé a centímetros de mim que estava sentado e disse com as mãos na cintura:

-Ok, Wagner, entendo a sua preocupação e já disse que irei resolver, mas ficaria mais feliz se você tivesse se preocupado com os meses e meses que passei chorando e sofrendo quando nos separamos, mas ao invés disso, você estava curtindo sabe-se lá com quantas, por que não veio aqui para me dar uma força?

Eu olhei por alguns segundos para aquele puta corpo moreno, ela só de calcinha, os seios volumosos, levantei-me rápido e a agarrei:

-Por que eu era um idiota, não valorizei a mulher linda e tesuda que eu tinha.

Apertei-a forte contra o meu corpo e já meti a mão em sua bunda cutucando seu rego. Manu se assustou. O que viria a seguir seria uma reconciliação ou um baita fora, mas talvez minha ex tivesse um outro plano. A única coisa certa é que as coisas iriam esquentar e muito.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 332Seguidores: 871Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

Comentários

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Não tem jeito , conto do lael é um dos melhores do site .

3 estrelas merecidamente

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