🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Minha namorada e eu aprendendo sobre sexo (spin off - Leandro)

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Theo
Categoria: Heterossexual
Contém 3263 palavras
Data: 07/07/2026 16:48:38

"que preguiça do caralho" - pensei.

Minha esposa tinha saído para a cidade, então fiquei sozinho com meus filhos, minha nora, minha sobrinha e seu namoradinho.

A manhã começou comigo com uma preguiça fudida. Meu pau tava duraço quando acordei. Mas também, cheio de novinhas em casa sempre andando por aí com pouca roupa, não tinha como não ficar. Uma pena que os pais da Vitória, meu irmão e sua esposa, não vieram para o sítio dessa vez, a gente sempre fazia uma putaria da boa.

Nossa família ganhou esses hábitos a algum tempo, o tesão falava mais forte e a gente não aguentava, sempre rolava umas putarias. Começou comigo e com meu irmão desde cedo. Sempre batiamos punheta juntos sem pudor nenhum ou vergonha, de vez em quando até rolava uma mão amiga entre nós dois.

Minha cunhada, a esposa dele, aceitou as putarias logo depois. Começou comigo assistindo eles transarem, com o pretexto de que era um fetiche do meu irmão. Mas logo depois a safada começou a querer que eu participasse. Ela não ia aguentar em ver meu pau durão olhando a bunda gostosa dela. Que por sinal, era uma puta delícia.

Levantei e já fui direto fazer o almoço. Afinal fazer comida para 5 adolescentes demandava tempo, mesmo com meu filho e sua namorada não sendo mais adolescentes, praticamente adultos, ainda comiam pra caramba.

Enquanto picava o tomate para o vinagrete, eles iam acordando aos poucos, todos iam me dando bom dia. Vitória e Camily já prontinhas pra ir pro riacho. Vitória estava se tornando uma novinha deliciosa. Quando ia nadar ia só de calcinha, uma delícia. Não tinha como não ter pensamentos assim com a minha sobrinha, ela tinha puxado o DNA da mãe dela, com uma bunda redondinha e muito promissora. Seus peitinhos já eram grandinhos também.

Camily toda serelepe e curiosa como sempre. Fiquei lembrando de uns meses atrás, quando ela estava começando a namorar um moleque da sala dela, e começou a ficar ainda mais curiosa sobre os homens. Minha mente se afundou em um dia em que eu estava na sala de casa assistindo um pornozão de madrugada. Minha esposa estava na casa da minha sogra e Marcelo na casa da namorada. Só havia Camily e eu em casa. Camily devia ter acordado com o barulho, mesmo eu tendo deixado baixo. Ela me pegou literalmente com a mão na rola.

Estava de cueca box vermelha, com meu pau pra fora e batendo uma, Camily apareceu indo do quarto para o banheiro. Ela vestia só uma calcinha e um sutiã branquinho, com a bordinha do elástico escrito "capricho", uma marca que ela adorava. Ela levou um susto e fingiu que não viu, foi direto pro banheiro. Eu guardei meu pau e tirei do filme. Fiquei lá sentadão e botei no jornal.

Depois que ela saiu do banheiro, fingi naturalidade. Ela veio e se sentou do meu lado, puxando assunto e falando do namorado. Eu fui falando que ela tem que ir devagar, que nessa idade a gente faz merda e se arrepende. Ela disse que era virgem ainda e tinha curiosidade, mas que tinha medo. Fui aconselhando ela e dando umas dicas.

"Mas pai, todos são... Grandes assim como o seu" - ela perguntou.

Eu ri com a pergunta dela. Falei que não, principalmente por eu já ser grande e o namoradinho dela só um adolescente ainda. Nem mencionei que o garoto era branco, então devia ter um pintinho de nada ainda.

Meu pau ainda estava duro dentro da cueca box, então fazia um volume. Percebi que minha filha não parava de olhar. Eu achava normal essa curiosidade, nossa família sempre foi bem aberta.

"Mas o seu é quase do tamanho de uma régua. Acho até que maior!" - ela falou.

Eu achava aquilo tudo engraçado pra caralho, e era bom pra inflar o ego. Camily pegou uma régua de 30cm no porta canetas que tinha ao lado da mesa do computador que ficava na sala e tentou adivinhar o tamanho.

"Não chega a tudo isso filha, olha só, vou mostrar pra você" - falei.

Tirei meu pau pra fora. Ele estava meia bomba. Dei umas punhetadas de leve pra deixar ele bem durão. Camily olhava assustada. Minha rola é grande mesmo, não dá pra negar. É preta e com veias. A cabeça é grossona parecendo de um cogumelo. Não pude deixar de perceber na Camily, com aquele conjuntinho de calcinha e sutiã da capricho. Ela estava uma ninfetinha, com peitinhos pequenos e bunda redondinha. Seu corpo ainda ia crescer bastante, mas ela já tinha suas curvas.

Lembro que camily mediu com a régua e sua mão automaticamente pegava nele pra segurar. Sua mão quase não dava a volta na minha rola. 22cm deu.

"Meu deus pai, isso cabe em uma mulher?"

Expliquei pra ela que em mulheres adultas sim. E que a bucetinha era elástica, se adaptava ao tamanho, mesmo as menores.

"Mas na minha não iria caber. É bem pequena."

Eu não era um taradão, mas não ia perder a oportunidade de ver o corpinho da minha filha, afinal a última vez que tinha visto ela pelada era quando era ainda pequena.

"Deixa o pai ver, filha"

Camily tirou a calcinha branca e me mostrou sua xoxotinha. Era apenas uma rachadinha com lábios bem pequenos. Pretinha igual a cor da sua pele. Um pau adolescente já iria fazer um estrago, a minha rola ia destruir aquela bucetinha.

"Sabes deixar ela molhadinha, filha? Fica mais fácil pro pau do seu namorado entrar"

Ela falou que sim. Botou sua mãozinha em cima e começou a tocar uma siririca. Meu pau latejava com a cena. Eu não tarava minha filha, mas que homem não gosta de assistir uma novinha peladinha?

Comecei a bater uma punheta. Dei uma cuspida na mão e Camily ficou assistindo enquanto eu massageava meu pau.

"Nossa, por que você cuspiu na mão?"

"Pra deslizar mais fácil. Faz você também. Bota um pouco de saliva nos dedos e massageia a sua bucetinha" - respondi

Ela botou dois dedos na boca e depois lambeu. Voltou para a bucetinha e ficou massageando.

"É gostoso, né pai?"

"É sim filha. Bota a tetinha pra fora, pra ficar bem livre que nem o pai"

Ela tirou o sutiã da capricho botando seus peitinhos pra fora. Seus mamilos estavam duros e ela apertava um peitinho com a mão e a outra continuou a siririca.

"Nossa... Tá tão gostosinho pai..." Ela ia esfregando com mais velocidade.

Botei meu saco pra fora da cueca, deixando o pau e as bolas pra fora do tecido vermelho. Tava bom pra caralho bater uma punheta junto da minha filha. Ela ali se divertindo dedando seu grelinho enquanto eu batia uma.

Não demorou muito pra eu explodir porra pra todo lado. No momento do tesão acabei inclinando meu pau pro lado da Camily. Esporrou nela toda, pegou na barriga e por cima da bucetinha dela.

"Nossa pai, você goza muito!"

Ela não parou, continuou dedando sua xoxota mesmo com a minha porra mais uns minutos.

Terminamos conversando mais sobre sexo e ela pegou no sono no meu lado, toda melada da minha porra e eu com o pau pra fora. Ela deitou no meu colo botando sua cabeça em cima de mim, meu pau tava pra fora então seu rosto ficou em cima dele. Fiquei durão de novo e bati mais uma punheta devagar pra não acordar ela. Esporrei mais um pouco em cima da minha barriga e em cima do rosto dela. Ela acordou com minha porra escorrendo nela. Ela riu com a situação, falando que eu era muito tarado por gozar duas vezes seguidas.

Marcelo: Bom dia velho.

Meus pensamentos foram interrompidos pelo meu filho Marcelo. Ele chegou na cozinha me dando bom dia, me fazendo voltar pra realidade. Cumprimentei ele e voltei a cozinhar.

Marcelo já era mais que nem eu, bem putão. Camily era delicadinha, mas ele puxou a mim, doido por putaria.

Desde muleque já era punheteiro, sempre massageando a piroca no banheiro. Quando era menor eu já pegava ele batendo uma no quarto. Agora que já é praticamente um adulto, já pega até os meus dvds porno. Nesses dias eu e ele fomos no riacho juntos.

Ele nadou só de cueca box preta eu de azul. Ele ficou falando sobre o namoro dele com a Maria Luiza. Uma baita de uma gostosinha. Peitos bem redondos, bunda arrebitada, cabelinho loiro.

Falou que ela é bem safadinha, adora uma putaria da boa, bem como a nossa família. Ele me contou da vez que fudeu o cuzinho dela pela primeira vez. Só colocou o fio dental dela para o lado e meteu gostoso naquela bunda maravilhosa. Eu mesmo amava ver ela nadando no riacho pra ver aquela bunda.

Já fui logo vendo que o pau dele estava duro de lembrar da namorada.

"Safadão, já tá de rola dura" falei.

Ele só ria. Apertou a rola por cima da cueca e exibia pra mim.

"Mas também, com aquela namorada. Uma baita gostosa hein filho."

"Ah é, já ficasse de olho nela é pai?" - respondeu rindo

"Claro! Aquela bunda é um monumento, até meu pau tá duro"

Já falei botando meu pau pra fora. Comecei já a bater uma punheta, tínhamos essa intimidade. Marcelo riu e botou a rola pra fora também. O pau dele era quase igual o meu, só um pouco menor.

Marcelo ficou falando sobre como a namorada dele chupava bem, sobre como gostava de usar umas lingeries bem sexys, enquanto eu e ele ficamos lá nas pedras batendo uma punheta lado a lado. Marcelo gozou primeiro, a porra dele jorrava algo pra caralho. Molhou o peitoral dele todo e pingou até no meu ombro.

"Filho da puta, me sujou aqui" falei rindo

Na hora que fui gozar, de vingança, mirei nele. Gozei por cima do pau dele, melei a cueca e ainda de sacanagem bati com meu pau no pau dele.

A gente foi rindo de volta pro riacho pra limpar tudo.

Malu: Oi Seu Leandro.

Novamente voltei pra realidade. Já estava preparando a carne quando a namorada do Marcelo acordou. Vestia um shortinho branco curto, bem transparente, dando pra ver por baixo a calcinha dela de cor vermelha. Em cima um top azul.

Eu: Oi querida. Bom dia.

-

Depois da gente se empanturrar de comida, Camily, Theo e Vitória foram pro riacho, enquanto Malu e Marcelo foram pro quarto descansar, uma mentira escancarada pra fuder.

Como minha esposa não estava em casa, ficou pra mim lavar a louça.

Depois de lavar fui sentar na sala pra descansar, quando ouvi uns gemidos do quarto do Marcelo.

"Sortudo desgraçado, metendo em plena tarde" - pensei

Óbvio que eu ia tentar espiar pela porta, mas não dava pra ver pois estava fechada. Mas eu ia ver sim, Ah se ia. Não ia perder a oportunidade de ver aquela safada gostosa.

Decidi só entrar.

Abri a porta.

Eu: Marcelo, sabes onde está a... Ops, desculpa gente!

A cena era digna de porno. Malu estava em pé encostada na parede com a bunda arrebitada. Sua calcinha estava para o lado e ela já estava sem top. Marcelo estava atrás dela e metendo em sua buceta. Ela levou um susto e tapou os peitos.

Marcelo: Porra pai.

Eu: Desculpa, desculpa. Só queria saber onde estava a tesoura.

Inventei qualquer coisa.

Marcelo: Sei lá onde tá.

Eu: Desculpa, vou deixar vocês aí. Mas nossa hein, até em pé? Faz anos que não tenho uma ação dessa com a minha mulher (ri). Na verdade ação não tenho faz tempo.

Fechei a porta e sai. Iria guardar bem na memória aquela cena para bater uma bela punheta depois.

Não ouvi mais nada deles. Ou eu quebrei o clima e empatei a foda, ou eles foram mais discretos. Deu uns 5 minutos e a Malu sai do quarto.

Malu: Seu Leandro. O Marcelo conversou comigo, e ele disse que o senhor não... Enfim, não tem transado mais com a minha sogra né. Ela estava de calcinha, um fio dental vermelho, mas com seu top também.

"Filho da puta, meteu essa pra cima dela. Mentindo na cara dura" - pensei.

Eu sempre que podia estava fudendo, tanto com a minha esposa ou em nossas aventuras. Mas decidi ir na dela.

Eu: Ah, faz um tempo.

Malu: Até... Masturbação?

Eu: por que?

Malu: Por que o Marcelo disse que nem masturbas o senhor faz mais. Que tal... Que tal o senhor entrar ali? Aí pode se aliviar.

Levei um puta susto.

Eu: Claro!

Entrei e a cara do Marcelo entregava tudo. Ele armou a coisa toda pra convencer a namorada a deixar eu assistir eles fudendo.

Malu: O senhor pode sentar ali e assistir.

Sentei na cadeira do computador que tinha no quarto dele. Malu e Marcelo foram pra cama. Malu tirou o top e ficou só de calcinha. Marcelo se ajoelhou na cama e botou a namorada pra mamar ele. E por deus, ela parecia mamar bem pra caralho!

Ela fazia barulho de quem babava bastante, dava pra ver de longe a rola dele bem molhada.

Marcelo: Que gostoso amor. Fica de quatro pra mim?

Malu: Claro amor. Sogrinho, aproveita.

Sorri maliciosamente pra ela. Eu já estava sem camisa, então tirei a bermuda e abaixei a cueca. Botei meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta. Percebi que a loirinha ficou olhando meu pau, a putinha devia amar um pau negão. Por isso namora com o Marcelo.

Já comecei uma punheta enquanto Marcelo metia nela.

Malu: Isso amor! Me fode gostoso! Mete em mim!

Marcelo: Que gostosa do caralho. Tá gostando pai?

Eu: Nossa filho, és sortudo hein. O que eu não daria pra ter uma namorada dessa.

Malu gemia bastante no pau dele.

Malu: Me achou bonita, seu Leandro?

Eu: Te achei gostosa, isso sim.

Ela ria.

Eles trocaram de posição, Marcelo deitou e Malu deitou em cima dele. Sua bunda grande e branquinha, com o fio dental vermelho, subia e descia em cima do pau do meu filho.

Eu percebi os dois sussurrar algo. Mas não consegui ouvir.

Malu levantou e deitou na cama, Marcelo levantou e veio até mim.

Marcelo: Pai, quem sabe só dessa vez, a Malu pode te aliviar. O que achas? Só por que a mãe não faz mais com você. Deve ser foda ficar na vontade sempre.

Eu sabia o que ele tava fazendo. Inventou essa história de eu não fuder pra convencer a namorada a aceitar a putaria. E eu não era nem doido de negar isso agora.

Eu: Sério filho? Malu, você faria isso por mim?

Malu: Sim, seu Leandro. O senhor é meu sogro, e não quero que o senhor fique sem sexo, ainda mais sendo novo ainda.

Levantei e fui até ela. Me deitei na cama e a putinha começou a me chupar. Galera, vocês não tem noção no boquete daquela vadia. Ela babava pra caralho, chupava minha bola enquanto batia uma punheta, lambia a cabeça sugando a babinha da rola, uma delícia.

Eu: nossa norinha, que delícia.

Malu: Gostou sogrinho? Tá gostoso?

Eu: Tá bom pra caralho!

Malu: quer fuder minha bucetinha?

Eu: sim, faz tempo que eu não fodo uma bucetinha novinha.

Malu então ficou de quatro na cama. Fui atrás dela e botei sua calcinha fio dental vermelha para o lado, exibindo seu cuzinho escondidinho pela bunda grande e sua bucetinha carnuda, ambos bem rosinhas.

Apoiei meu pau na portinha da buceta dela e comecei a empurrar. Fui metendo devagarinho até ela acostumar comigo dentro.

Malu: Nossa sogrinho, consegues ser ainda maior do que o Marcelo. Tá arrombando minha buceta.

Fui metendo gostoso nela, sentindo aquela buceta mastigar meu pau, bem apertadinha e molhada. Minha rola preta ia sumindo aos poucos naquela xoxota rosinha. Olhei para a frente e Marcelo batia uma punheta assistindo eu fuder a namoradinha dele. Que porra gostosa, eu comendo minha nora com meu filho olhando. Nem nas minhas fantasias mais doidas isso havia passado na minha cabeça. Eu era doido por uma putaria, sempre me achei meio depravado. Mas aqui havia sido até então a melhor putaria que eu já tinha participado.

Malu: Isso sogrinho, fode a minha buceta... Me come vai... Tá tão gostoso!

Eu: Nossa norinha, que buceta gostosa. Você é bem putinha hein.

Malu: isso, me chama de putinha vai.

Marcelo se levantou e botou o pau dele na boca dela.

Marcelo: Não consigo me segurar amor. Tô com muito tesão.

Eu comia a buceta dela com força enquanto ela chupava o pau do meu filho, indo para a frente e para trás com a minha estocada na sua xoxota.

Eu: Vem cá, norinha. Senta na minha pica.

Deitei na cama e a Malu veio em cima de mim. Já tratei de botar na buceta dela, ela sentava e rebolava como uma verdadeira prostituta.

Marcelo: Nossa, não vou me segurar amor. Tais muito gostosa.

Senti Marcelo indo por trás dela.

Malu: isso amor, come meu cuzinho vai.

Comecei a sentir algo delicioso, que havia sentido poucas vezes. Marcelo começou a meter o pau na bunda dela enquanto eu fudia sua buceta. Quem já fez dupla penetração, sabe que fica uma delícia meter junto em uma putinha.

Malu: Caralho! Tá me rasgando toda! Porra!

Eu: Isso Malu, tá gostando de dar pra pai e filho?

Malu: tá bom pra caralho! Puta merda!

Não aguentei e beijei a boca dela, a boca da minha nora novinha. Seu lábio rosadinho agora era só meu. Acho que na hora meu filho sentiu ciúme, por que começou a meter mais forte no cu dela, fazendo o gemido dela ficar abafado pela minha boca.

Marcelo: Caralho amor! Que cuzinho delicioso!

Malu começou a gozar com dois paus dentro dela. Sua perna tremia e ela gemia muito, mas não fazia muito barulho por que eu não a deixava sair do beijo. Apertei seu peito gostoso durante a foda, sentindo seu biquinho bem durinho. A melhor foda da minha vida.

Marcelo saiu de cima e Malu deitou. Marcelo foi para cima dela e eu dei meu pau pra ela chupar.

Marcelo: Caralho amor, eu vou gozar!

Malu: Goza amor, goza bem gostoso dentro de mim.

Marcelo: Caralho!

Marcelo começou a gozar dentro dela. Depois que tirou, deu pra ver a porra escorrendo em sua xoxotinha rosada.

Eu: Caralho filho. Que tesão! Você gozou pra caralho dentro dela. Eu vou gozar agora também. Posso gozar na sua boquinha Malu?

Malu: Não sogrinho, goza dentro de mim também.

Levei um susto com o pedido. Uma coisa era eu fuder ela, gozar dentro já era outros quinhentos.

Eu: Posso mesmo?

Olhei para o Marcelo.

Marcelo: Bora pai, aproveita a bucetinha dela.

Montei em cima dela e comecei a meter. A buceta dela cheia de porra do Marcelo estava muito molhada. Não guentei nem mais dois minutos e comecei a jatar dentro dela. Devia ter gozado pra caralho por que chegava a sair pra fora enquanto eu fudia.

Eu: Porra Malu, que buceta gostosa.

Malu: Nossa sogrinho, esse seu pauzão é muito bom. Que delícia.

Eu: Gostou putinha? Posso te dar de novo se quiser.

Ela riu. Marcelo foi em direção ao banheiro, provavelmente para se limpar.

Eu continuei dentro dela, bombando bem devagar meu pau dentro da bucetinha. Ela foi até o meu ouvido e sussurrou.

"Quem sabe"

-

Pessoal, a saga tá chegando ao fim, falta só mais um episódio pra encerrar. Comentei o que acharam, por favor, isso me motiva a escrever mais rápido.

Eu tô achando esses contos bem longos. Vocês preferem mais curtos ou gostam assim? Conta aí pra mim

Depois dessa vou escrever outra, já tenho a ideia pronta.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Mokant a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Dominador de gostosas

Saga incrível! Mantenha os contos longos dessa forma, sempre com a presença de ninfetinhas safadas! Não demore muito a postar e estamos curiosos quanto a próxima saga.

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →