🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

A Grande Noite no Swing - Esposa Desafiada

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Grupal
Contém 6597 palavras
Data: 07/07/2026 17:07:31

A luz vermelha e roxa do Swing pulsava devagar, acompanhando o ritmo grave da música eletrônica sensual que preenchia o ambiente. O ar estava quente, carregado de perfume, suor e expectativa. Era a terceira vez que Sol e Camargo pisavam ali, mas as duas anteriores tinham sido tímidas — ela observava mais do que participava, sempre com certa reserva.

Sol estava linda aquela noite. Os caixinhos negros soltos caíam pelos ombros, brilhando com o suor leve que já começava a se formar. O vestido preto curto marcava cada curva generosa do seu corpo: a cintura fina, os seios firmes e empinados que pareciam desafiar o tecido, e principalmente aquela bunda de 100 cm, redonda, empinada e deliciosamente macia, que balançava sutilmente enquanto ela caminhava ao lado do marido.

Camargo, com 43 anos bem vividos, observava tudo com um sorriso discreto. Ele tinha um plano para esta noite. Sol não sabia. E ele pretendia judiar dela devagar, até ela implorar sem nem entender direito o que estava acontecendo.

Eles se sentaram em um dos sofás de veludo escuro no canto, com boa visão do palco central. Camargo pediu uma caipirinha para ele e uma taça de espumante para ela — sabia que era uma das poucas coisas que ela aceitava beber de vez em quando.

Enquanto esperavam, ele passou o braço pela cintura dela, puxando-a mais para perto. Sua mão desceu devagar até repousar sobre a coxa macia, os dedos fazendo carinho leve por baixo da barra do vestido curto.

— Relaxa, amor... hoje vai ser diferente — murmurou ele no ouvido dela, roçando os lábios de leve na orelha.

Sol soltou um risinho nervoso, cruzando as pernas e segurando a taça que acabara de chegar.

— Diferente como? Você sabe que eu não sou muito disso... — respondeu ela, dando um pequeno gole no espumante gelado.

Camargo apenas sorriu, apertando de leve a coxa dela, subindo os dedos um pouco mais por baixo do tecido.

Camargo sentiu o corpo dela ficar um pouco mais tenso quando seus dedos subiram devagar pela parte interna da coxa, por baixo do vestido. Ele não foi agressivo — foi lento, deliberado, como quem tem todo o tempo do mundo.

— Bebe um pouquinho mais, amor... só pra relaxar — sussurrou ele, a voz rouca e baixa, roçando os lábios na curva do pescoço dela.

Sol tomou mais um gole do espumante, sentindo as bolhas descerem geladas pela garganta. A mão dele não parava. Os dedos traçavam círculos leves, subindo cada vez mais, até roçar a borda da calcinha dela. Ele sentiu o calor que já começava a emanar dali.

— Camargo... aqui não — murmurou ela, olhando ao redor, envergonhada. Mas sua voz saiu fraca, quase sem convicção.

Ele sorriu contra o pescoço dela e mordeu de leve o lóbulo da orelha.

— Ninguém está olhando pra gente ainda... Relaxa essa bundinha gostosa pra mim.

Enquanto falava, apertou com a outra mão a coxa mais próxima, puxando-a levemente para abrir um pouco as pernas dela. Seus dedos agora pressionavam por cima da calcinha, sentindo o tecido já umedecido. Ele fazia movimentos lentos, circulares, bem no ponto certo, sem pressa.

Sol respirou fundo, os seios subindo e descendo mais rápido dentro do vestido. Seus mamilos já estavam duros, marcando o tecido fino. Ela fechou os olhos por um segundo, mordendo o lábio inferior, tentando controlar a respiração.

— Você tá louco... — sussurrou ela, mas ao mesmo tempo abriu um pouco mais as pernas, quase sem perceber.

Camargo sentiu o tesão crescer ao ver a reação dela. Ele continuou o movimento ritmado com os dedos, pressionando mais firme agora, enquanto sussurrava no ouvido:

— Imagina se eu te colocasse naquele palco agora... todo mundo olhando essa sua bunda maravilhosa rebolando... você ia ficar molhada assim pra mim?

A respiração dela ficou mais pesada. Um gemidinho baixinho escapou quando ele aumentou a pressão dos dedos exatamente onde ela mais precisava.

Camargo sorriu ao sentir a calcinha dela completamente encharcada. Ele pressionou dois dedos com mais firmeza contra o clitóris inchado, fazendo movimentos circulares mais rápidos e precisos por cima do tecido fino. Sol agarrou o braço dele, as unhas cravando na pele.

— Camargo... para... — ela pediu, mas sua voz saiu rouca, quase um gemido.

Em vez de parar, ele afastou a calcinha para o lado com os dedos e tocou diretamente na carne quente e molhada. Sol soltou um suspiro trêmulo quando sentiu o dedo médio dele deslizar devagar entre os lábios encharcados, espalhando sua excitação.

— Olha como você tá molhada, sua safada... — murmurou ele bem no ouvido dela, a voz grave e carregada de tesão. — Essa bucetinha tá pingando só de eu te tocar aqui no meio de todo mundo.

Sol fechou os olhos com força, os caixinhos colados no rosto pelo suor. Seus peitos durinhos subiam e desciam rápido, os bicos tesos roçando contra o vestido. A bunda redonda e grande se mexia involuntariamente contra o sofá, buscando mais contato.

Camargo enfiou o dedo médio bem fundo nela, devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas pulsarem ao redor dele. Depois acrescentou o indicador, fodendo-a com movimentos lentos e profundos enquanto o polegar massageava o clitóris inchado sem parar.

— Imagina todo mundo aqui vendo você gozar na minha mão... essa bundona tremendo, esses peitos durinhos saltando... Você ia adorar, né?

Sol mordeu o próprio lábio com força para não gemer alto. Um gemido abafado escapou mesmo assim quando ele curvou os dedos dentro dela, acertando aquele ponto que a fazia ver estrelas. Suas coxas tremiam, a calcinha estava arruinada, e um fiozinho de excitação escorria pela parte interna da coxa.

Ela estava envergonhada, excitada, com medo... e completamente encharcada.

Camargo tirou os dedos devagar, brilhando com a lubrificação dela, e os levou até a boca da esposa.

— Chupa — ordenou baixinho.

Sol, com os olhos semicerrados de tesão, abriu os lábios e chupou os próprios fluidos dos dedos dele, gemendo baixinho enquanto ele observava com um olhar faminto.

Camargo sorriu ao sentir a calcinha dela completamente encharcada. Ele pressionou dois dedos com mais firmeza contra o clitóris inchado, fazendo movimentos circulares mais rápidos e precisos por cima do tecido fino. Sol agarrou o braço dele, as unhas cravando na pele.

— Camargo... para... — ela pediu, mas sua voz saiu rouca, quase um gemido.

Em vez de parar, ele afastou a calcinha para o lado com os dedos e tocou diretamente na carne quente e molhada. Sol soltou um suspiro trêmulo quando sentiu o dedo médio dele deslizar devagar entre os lábios encharcados, espalhando sua excitação.

— Olha como você tá molhada, sua safada... — murmurou ele bem no ouvido dela, a voz grave e carregada de tesão. — Essa bucetinha tá pingando só de eu te tocar aqui no meio de todo mundo.

Sol fechou os olhos com força, os caixinhos colados no rosto pelo suor. Seus peitos durinhos subiam e desciam rápido, os bicos tesos roçando contra o vestido. A bunda redonda e grande se mexia involuntariamente contra o sofá, buscando mais contato.

Camargo enfiou o dedo médio bem fundo nela, devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas pulsarem ao redor dele. Depois acrescentou o indicador, fodendo-a com movimentos lentos e profundos enquanto o polegar massageava o clitóris inchado sem parar.

— Imagina todo mundo aqui vendo você gozar na minha mão... essa bundona tremendo, esses peitos durinhos saltando... Você ia adorar, né?

Sol mordeu o próprio lábio com força para não gemer alto. Um gemido abafado escapou mesmo assim quando ele curvou os dedos dentro dela, acertando aquele ponto que a fazia ver estrelas. Suas coxas tremiam, a calcinha estava arruinada, e um fiozinho de excitação escorria pela parte interna da coxa.

Ela estava envergonhada, excitada, com medo... e completamente encharcada.

Camargo tirou os dedos devagar, brilhando com a lubrificação dela, e os levou até a boca da esposa.

— Chupa — ordenou baixinho.

Sol, com os olhos semicerrados de tesão, abriu os lábios e chupou os próprios fluidos dos dedos dele, gemendo baixinho enquanto ele observava com um olhar faminto.

Camargo sorriu ao ver Sol chupando seus dedos com aquela carinha de tesão misturado com vergonha. Ele enfiou os dedos mais fundo na boca dela, fazendo ela sentir bem o gosto da própria buceta molhada.

Foi nesse momento que ele percebeu.

Do outro lado do salão, semi-escondido na penumbra de um dos pilares, um homem alto, por volta dos 45 anos, pele morena clara e barba bem feita, observava os dois com atenção. Ele estava sozinho, com um copo na mão, o corpo relaxado contra o pilar, mas o olhar era intenso. Seus olhos estavam fixos na cena: na mão de Camargo desaparecendo entre as coxas de Sol, nos gemidinhos abafados que ela soltava, na forma como a bunda grande dela se remexia no sofá.

Camargo sustentou o olhar do homem por alguns segundos e abriu um sorriso lento, quase desafiador. Em vez de parar, ele abriu mais as pernas de Sol com a mão livre e voltou a enfiar dois dedos bem fundo nela, fodendo-a com movimentos mais fortes e ritmados agora. O som molhado ficava audível mesmo com a música.

— Tem um cara te olhando ali... — sussurrou Camargo no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Ele tá vendo tudo. Tá vendo como minha esposa safada tá deixando a bucetinha ser dedada no meio do bar.

Sol abriu os olhos de repente, o coração disparado. Ela procurou discretamente e encontrou o olhar do estranho. O homem não desviou. Pelo contrário, inclinou levemente a cabeça, como se aprovasse, e deu um gole lento na bebida sem tirar os olhos dela.

Isso fez Sol apertar forte os dedos de Camargo dentro dela. Uma onda quente de vergonha e excitação percorreu seu corpo. Seus mamilos estavam tão duros que chegavam a doer.

— Camargo... ele tá olhando... — gemeu ela baixinho, a voz falhando.

— Tá sim... e tá gostando pra caralho — respondeu Camargo, acelerando os movimentos. Seus dedos entravam e saíam mais rápido, o polegar castigando o clitóris inchado. — Abre mais as pernas pra ele ver melhor essa buceta molhada.

Quase sem controle, Sol obedeceu. Abriu mais as coxas grossas, a bunda empinada pressionando o sofá. O observador secreto deu um passo sutil para o lado, buscando um ângulo melhor. Seus olhos desciam do rosto dela para os seios durinhos, depois para onde a mão de Camargo trabalhava sem parar.

Sol estava tremendo. O tesão misturado com a sensação de estar sendo observada estava deixando ela à beira do limite.

Sol sentia o coração martelando no peito. A presença daquele homem desconhecido, ali, parado no escuro, observando cada detalhe do que Camargo fazia com ela, estava mexendo com algo profundo dentro dela.

Ela sempre soube que não era “daquilo”. Nas outras vezes no Swing, ficava tensa, controlada, quase julgando as outras pessoas. Mas agora... algo diferente estava acontecendo. O olhar fixo do estranho não era invasivo de um jeito ruim. Era faminto, apreciativo, quase reverente. E isso, inexplicavelmente, fazia sua buceta latejar ainda mais forte ao redor dos dedos de Camargo.

Por que isso me excita tanto? — pensou ela, envergonhada consigo mesma. Eu nem conheço ele... e ele tá vendo minha buceta toda molhada, meus gemidos, a forma como eu tô me entregando...

Camargo, como se lesse a mente dela, sussurrou bem baixinho, enquanto seus dedos continuavam entrando e saindo devagar, torturando-a:

— Tá sentindo, né? A vergonha... e o tesão. É isso que te deixa louca. Saber que ele tá imaginando como seria estar no meu lugar, enfiando o pau nessa sua bucetinha quente e apertada. Olha pra ele. Não desvia o olhar.

Sol obedeceu. Seus olhos se encontraram com os do observador. O homem lambeu lentamente o lábio inferior, sem sorrir, apenas sustentando o contato visual. Aquilo fez algo clicar dentro dela: a sensação de ser desejada por um estranho, de ser exposta, de perder o controle. Era humilhante. Era libertador.

Ela sentiu uma onda de calor subir pelo ventre. Seus pensamentos se embaralhavam:

Eu sou casada... sou mãe... não deveria estar aqui deixando meu marido me dedar enquanto outro homem assiste... Mas porra... por que tá tão bom? Por que eu quero que ele veja mais?

Camargo sentiu as paredes dela apertarem forte em volta dos dedos e sorriu.

— Goza pra ele, amor. Deixa ele ver como minha esposa vira uma putinha quando é observada.

Ele acelerou os movimentos, curvando os dedos exatamente onde ela precisava, o polegar pressionando o clitóris inchado em círculos rápidos e firmes. Sol tentou segurar, mordeu o lábio até quase sangrar, mas o olhar do estranho, combinado com a voz rouca de Camargo e os dedos dele dentro dela, foi demais.

Seus olhos se reviraram. O corpo inteiro tremeu. Ela gozou forte, silenciosamente, a buceta pulsando e esguichando um pouco nos dedos de Camargo. Suas coxas grossas se fecharam ao redor da mão dele, a bunda grande tremendo no sofá enquanto ondas de prazer a atravessavam.

O observador secreto não tirou os olhos dela nem por um segundo. Quando Sol finalmente relaxou, ofegante, ele ergueu discretamente o copo em um brinde silencioso, como se agradecesse pelo show.

Sol escondeu o rosto no pescoço de Camargo, respirando pesado, o corpo ainda tremendo com os resquícios do orgasmo.

— Meu Deus... o que você tá fazendo comigo... — murmurou ela, a voz fraca.

Camargo beijou seus cabelos úmidos e sorriu.

— Só começando, amor.

Sol ainda estava com o rosto enterrado no pescoço de Camargo, o corpo mole e sensível depois do orgasmo intenso. Mas sua mente não parava.

Ela se sentia... fetichizada. Era exatamente essa a palavra que não saía da cabeça dela. Não era só ser observada. Era ser transformada em objeto de desejo puro por aquele olhar desconhecido. Como se, por aqueles minutos, ela tivesse deixado de ser apenas a Sol de 43 anos, esposa e mãe, para virar uma mulher sexualizada, exposta, desejável. Uma bunda grande e perfeita. Peitos durinhos. Buceta molhada e pulsante. Um corpo feito para ser olhado, cobiçado e imaginado.

E o pior — ou o melhor — era que isso estava deixando ela absurdamente excitada de novo.

Camargo sentiu o corpo dela se remexer sutilmente contra ele. Ele sorriu e sussurrou:

— Tá gostando de ser vista, né? Tá sentindo como ele te transformou numa putinha de palco só com o olhar.

Sol mordeu o lábio. Não respondeu com palavras. Apenas abriu um pouco mais as coxas novamente, quase inconscientemente, como se o corpo dela estivesse pedindo mais daquela sensação.

O observador secreto continuava ali. Agora ele havia se aproximado alguns metros, ainda na penumbra, mas perto o suficiente para Sol ver o volume evidente na calça dele. O olhar dele percorria lentamente o corpo dela: dos caixinhos bagunçados, descia para os seios com bicos marcados no vestido, depois para as coxas grossas entreabertas, parando na marca úmida que o vestido tinha entre as pernas.

Sol sentiu um novo latejar forte na buceta. A fetichização do olhar estava virando algo quase palpável. Ela imaginava o que ele estava pensando: Olha essa morena gostosa... olha como a buceta dela tá melada... olha essa bunda que deve balançar tão bem...

Camargo, percebendo tudo, puxou o decote do vestido dela para baixo com dois dedos, expondo um dos seios firmes. O mamilo escuro e duro ficou completamente à mostra para o observador.

— Deixa ele ver — ordenou Camargo baixinho. — Mostra pra ele o que ele tá desejando.

Sol soltou um gemido baixo, uma mistura de protesto e tesão. Mas não cobriu o peito. Pelo contrário, arqueou sutilmente as costas, empinando o seio na direção do olhar faminto do estranho. A sensação era enlouquecedora: ser reduzida a partes do corpo — a bunda, os peitos, a buceta molhada — e, ao mesmo tempo, sentir-se mais viva e sexual do que nunca.

O voyeurismo tinha se fetichizado completamente. Não era mais apenas "alguém olhando". Era o prazer de ser o objeto do desejo proibido. De saber que um desconhecido estava duro por causa dela. De sentir que, por alguns minutos, ela era o centro de um desejo cru, animalesco e sem filtro.

A calcinha dela estava encharcada novamente. Camargo deslizou a mão por baixo do vestido mais uma vez e gemeu ao sentir o quanto ela tinha voltado a pingar.

— Porra, Sol... você tá amando ser fetichizada assim, né?

Ela não respondeu. Apenas fechou os olhos, respirou fundo... e abriu as pernas um pouco mais para o observador.

O observador secreto pareceu ler o convite silencioso no corpo de Sol. Ele deu um passo à frente, depois outro, movendo-se com cuidado, quase como se não quisesse quebrar o encanto. Seus olhos nunca deixavam o corpo dela — especialmente o seio exposto, o mamilo duro, e o espaço entre as coxas entreabertas.

Ele parou a poucos metros do sofá, perto o suficiente para que Sol pudesse sentir o perfume dele misturado ao ar quente do Swing. Era um homem alto, forte, com presença marcante, mas se aproximava com uma calma respeitosa, como quem sabe que está invadindo um território alheio... e ao mesmo tempo sendo convidado.

Camargo olhou para ele e fez um aceno sutil com a cabeça, dando permissão silenciosa. Depois sussurrou no ouvido de Sol:

— Ele tá vindo... olha pra ele.

Sol virou o rosto lentamente. Seus olhos encontraram os do estranho. Havia desejo cru ali, mas também admiração. Ele olhou diretamente para o seio exposto dela e lambeu os lábios devagar. Depois, com a voz baixa e rouca, quase um sussurro, falou pela primeira vez:

— Você é linda pra caralho... essa bunda... esses peitos... — disse ele, sem tirar os olhos do corpo dela. — Posso só olhar mais de perto?

Sol sentiu um arrepio violento percorrer sua espinha. A voz dele era grave, masculina, diferente da de Camargo. Aquilo tornou tudo ainda mais real. Mais proibido.

Camargo, sentindo a hesitação dela, puxou o outro lado do decote, expondo completamente os dois seios firmes e empinados. Os mamilos escuros e duros apontavam para frente, tesos de excitação.

— Pode olhar — respondeu Camargo por ela. — Mas só olhar por enquanto.

O homem se aproximou mais um passo, agora a menos de um metro. Seus olhos devoravam cada detalhe: a forma como os seios subiam e desciam com a respiração acelerada de Sol, o brilho de suor entre eles, a curva generosa da bunda pressionada contra o sofá.

Ele inclinou ligeiramente a cabeça e murmurou:

— Abre mais as pernas pra mim... quero ver o quanto você tá molhada.

Sol hesitou por um segundo, o rosto queimando de vergonha. Mas o tesão era mais forte. Devagar, ela abriu as coxas grossas, o vestido subindo até a cintura. A calcinha preta estava visivelmente encharcada, colada aos lábios inchados da buceta. Um pequeno fio de excitação escorria pela coxa.

O observador soltou um suspiro baixo, quase um gemido.

— Porra... olha isso. Que buceta perfeita. Tá pingando pra gente, né?

Camargo sorriu e voltou a deslizar os dedos por cima da calcinha dela, esfregando o clitóris por cima do tecido molhado, bem na frente do homem. Sol gemeu baixinho, os olhos semicerrados, alternando o olhar entre o marido e o estranho.

Sol sentia a mente girando em um turbilhão.

Enquanto o observador estava ali, tão perto, olhando diretamente para sua buceta exposta e molhada, algo profundo se mexia dentro dela. Não era apenas excitação física. Era psicológico. Um voyeurismo que ia muito além de “ser vista”.

Ele não me conhece... não sabe meu nome, minha vida, minhas responsabilidades. Pra ele eu sou só isso: uma mulher de 43 anos com uma bunda grande, peitos durinhos e uma buceta encharcada. E isso me excita pra caralho.

A vergonha era intensa. Ela se sentia exposta, vulgar, quase degradada. Mas era exatamente essa degradação controlada que alimentava o fogo. Saber que o olhar dele a reduzia a partes — a bunda maravilhosa, os mamilos tesos, a buceta brilhando — criava uma excitação perversa. Era como se, por aqueles minutos, ela estivesse se libertando da Sol “certinha” e se tornando pura fantasia sexual.

Camargo continuava esfregando o clitóris dela por cima da calcinha, devagar, enquanto o estranho observava cada reação. Sol tremia.

Por que eu quero tanto que ele veja? Por que o fato dele estar duro por minha causa me deixa ainda mais molhada?

O observador, como se sentisse o conflito interno dela, falou baixo, quase reverente:

— Você tá lutando contra isso, né? Dá pra ver no seu rosto... Mas seu corpo não mente. Olha como sua buceta tá pulsando só porque eu tô olhando.

Essas palavras acertaram em cheio. Sol soltou um gemido mais alto, involuntário. A psicologia do voyeurismo estava toda ali: o poder do olhar alheio, a excitação de ser objeto de desejo sem filtro, o prazer culposo de ser “usada” visualmente, a quebra de tabus sociais. Ela, que sempre fora discreta, agora se via se abrindo mais, empinando sutilmente a bunda no sofá, deixando os seios à mostra sem tentar cobrir.

Camargo sussurrou no ouvido dela, reforçando tudo:

— Goza de novo pra ele, amor. Deixa ele ver como você vira uma putinha quando sabe que tá sendo devorada pelos olhos de outro homem.

O observador se aproximou mais um passo, agora bem perto. O volume na calça dele estava evidente. Ele não tocava — ainda não —, mas olhava com tanta intensidade que Sol sentia como se mãos invisíveis percorressem seu corpo.

A mistura de vergonha, poder, submissão e excitação estava deixando ela à beira de um novo orgasmo. Seu corpo traía cada pensamento racional. Quanto mais ela se sentia fetichizada e observada, mais molhada e sensível ficava.

Camargo trocou um olhar cúmplice com o observador e murmurou no ouvido de Sol:

— Vamos dar uma volta, amor. Quero que você veja como as coisas funcionam de verdade por aqui.

Ele ajeitou o vestido dela, cobrindo os seios com dificuldade (os mamilos ainda marcavam o tecido), mas deixou a barra curta. Pegou a mão dela e a puxou para cima. As pernas de Sol ainda tremiam do orgasmo anterior. O observador os seguiu a uma distância respeitosa, mas visível.

Eles atravessaram o salão principal e entraram no corredor das salas privativas. As portas eram de vidro fumê, algumas com cortinas entreabertas, permitindo que quem passasse pudesse ter vislumbres do que acontecia dentro.

Sol apertou forte a mão de Camargo quando começaram a andar devagar pelo corredor.

Na primeira sala, uma mulher loira de uns 38 anos estava de quatro sobre uma cama grande, completamente nua. Dois homens a fodiam ao mesmo tempo — um na buceta, outro na boca. O som molhado dos golpes e os gemidos abafados dela ecoavam pelo corredor. A mulher tinha os olhos revirados de prazer, baba escorrendo pelo queixo, o corpo tremendo a cada estocada profunda.

Sol parou, hipnotizada. Seus olhos não conseguiam desviar.

— Olha como ela tá entregue... — sussurrou Camargo atrás dela, abraçando-a por trás e apertando sua bunda com as duas mãos. — Tá vendo o prazer extremo que ela tá sentindo?

Mais adiante, outra sala: uma morena com o corpo parecido com o de Sol estava amarrada em uma cruz de Santo André. Um homem a chupava com fome enquanto outra mulher colocava pinças nos mamilos dela. A morena gemia alto, o corpo arqueando, suada, claramente no meio de um orgasmo intenso.

O observador parou ao lado deles, bem próximo de Sol, e comentou em voz baixa:

— Imagina você ali... toda exposta, sendo usada e gozando sem parar enquanto todo mundo assiste.

Sol sentiu a buceta latejar novamente. A mistura de voyeurismo e a possibilidade de ser a próxima estava mexendo forte com ela. Ela respirava pesado, os seios subindo e descendo, a calcinha encharcada roçando entre as coxas.

Camargo deslizou a mão por baixo do vestido dela mais uma vez, tocando-a por trás enquanto ela observava as cenas.

— Tá molhando minha mão de novo só de olhar, né? — ele provocou, enfiando um dedo nela devagar. — Tá imaginando você no lugar delas?

Sol gemeu baixinho, encostando a testa no vidro frio da porta. Seu corpo traía cada pensamento: medo, curiosidade, tesão crescente, a vontade secreta de experimentar um pouco daquela entrega extrema.

Eles continuaram andando. Em outra sala, uma mulher estava sendo duplamente penetrada por dois homens enquanto gemia palavras quase incoerentes de prazer.

O observador se aproximou ainda mais de Sol, quase colado em suas costas, sem tocar, apenas deixando que ela sentisse sua presença e seu desejo.

Entendido! Vamos pular a parte das regras e intensificar direto.

Camargo percebeu que Sol estava cada vez mais entregue. Ele trocou um olhar rápido com o observador e decidiu subir o nível.

— Vem, amor... quero te mostrar outro lugar.

Ele a guiou pelo corredor, passando pelas salas privativas, até uma área mais escura e reservada no fundo do Swing. As luzes eram bem baixas, quase vermelhas escuras. O ambiente era íntimo e ao mesmo tempo carregado de expectativa.

Eles entraram em uma sala específica: o Glory Hole Room. As paredes tinham vários buracos grandes e bem posicionados em diferentes alturas. Do outro lado das paredes, Silhuetas de homens e algumas mulheres esperavam. O ambiente era escuro, quase anônimo. Apenas o corpo da pessoa que entrava no centro da sala ficava parcialmente iluminado por uma luz suave.

Camargo levou Sol até o centro da sala. Havia uma plataforma baixa e confortável, tipo um banco acolchoado, com apoios para as mãos e joelhos.

— Aqui ninguém vê seu rosto se você não quiser — murmurou ele no ouvido dela, já tirando as alças do vestido dela devagar. — Eles só vão sentir você... e você vai sentir eles.

Sol estava nervosa, mas o tesão acumulado das cenas anteriores falava mais alto. Camargo abaixou o vestido até a cintura, expondo os seios firmes. Depois levantou a barra por trás, deixando a bunda grande e redonda completamente à mostra. A calcinha molhada foi puxada para o lado.

O observador que os acompanhava entrou também, ficando em um canto, assistindo.

Logo que Sol se posicionou de quatro sobre a plataforma, mãos anônimas começaram a surgir pelos buracos.

Primeiro, duas mãos grandes e quentes tocaram sua bunda, apertando as nádegas generosas, abrindo-as devagar. Dedos curiosos deslizaram pela fenda, sentindo o quanto ela estava molhada. Sol soltou um gemido baixo quando um dedo grosso penetrou sua buceta devagar.

Outra mão surgiu do lado oposto, segurando um de seus seios, apertando o mamilo com firmeza. Uma terceira mão, mais suave, começou a acariciar sua barriga e descer até o clitóris, massageando em círculos lentos.

Sol fechou os olhos com força, respirando pesado. Eram mãos diferentes — tamanhos, texturas e intensidades variadas — todas explorando seu corpo sem que ela visse os rostos.

— Isso, amor... deixa eles te sentirem — sussurrou Camargo, excitado, enquanto observava.

Uma mão mais ousada substituiu o dedo na buceta dela por dois, fodendo-a com ritmo cadenciado. Outra mão deu um tapa leve e gostoso na bunda grande, fazendo a carne tremer.

Sol gemia cada vez mais alto, o corpo tremendo. A sensação de ser tocada por desconhecidos no escuro, sem ver quem era, estava levando sua mente para um lugar novo e extremamente excitante.

Sol estava de quatro sobre a plataforma acolchoada, o corpo tremendo de antecipação e nervosismo. O vestido embolado na cintura, os seios pesados balançando, a bunda grande empinada e completamente exposta.

As mãos anônimas não tinham pressa.

Duas mãos grandes e firmes apertavam sua bunda com vontade, abrindo as nádegas generosas e expondo completamente sua buceta encharcada e o cuzinho. Dedos grossos deslizavam devagar pela fenda molhada, espalhando sua lubrificação, roçando o clitóris inchado sem pressa.

— Ahh... — Sol soltou um gemido longo quando dois dedos diferentes entraram nela ao mesmo tempo, esticando-a devagar, explorando suas paredes quentes e pulsantes.

Outra mão surgiu do lado direito, segurando um de seus seios com firmeza. Dedos pinçaram o mamilo duro, puxando e girando, enviando choques de prazer direto para sua buceta. Do outro lado, uma mão mais suave acariciava o outro peito, apertando a carne macia e pesada.

Sol jogou a cabeça para trás, os caixinhos negros colados no rosto suado. Seu corpo começava a se mover por conta própria, rebolando devagar contra as mãos que a invadiam.

Uma nova mão apareceu por um buraco mais baixo. Dedos experientes encontraram seu clitóris e começaram a massageá-lo em círculos lentos e precisos, sincronizando com os dedos que entravam e saíam de sua buceta. O ritmo era exatamente o que ela precisava — nem muito rápido, nem muito devagar. Como se soubessem exatamente como mexer com ela.

— Meu Deus... são tantas... — gemeu ela, a voz rouca.

Camargo estava ao lado, observando tudo com tesão, mas sem interferir. O observador secreto também assistia, agora com o pau para fora, se masturbando lentamente enquanto via Sol sendo devorada por mãos desconhecidas.

De repente, uma boca quente e molhada substituiu uma das mãos. Uma língua grossa lambeu sua buceta de baixo para cima, saboreando-a com fome. Sol quase desabou para frente de tanto prazer. A língua entrava nela, girava, sugava o clitóris, enquanto dedos continuavam apertando sua bunda e seus peitos.

Seu corpo inteiro tremia. Ela sentia o orgasmo se aproximando novamente, mais forte que os anteriores. As sensações vinham de todos os lados: mãos apertando, dedos fodendo, boca chupando, mamilos sendo torturados de prazer.

— Eu... eu vou gozar... — avisou ela, quase sem voz.

As mãos e a boca intensificaram o ritmo, como se quisessem exatamente isso. Dedos entravam mais fundo, a língua batia firme no clitóris, e um tapa forte e gostoso acertou sua bunda grande, fazendo a carne ondular.

Sol gozou violentamente.

Seu corpo inteiro convulsionou. A buceta apertou forte em volta dos dedos, esguichando um pouco enquanto ela gemia alto, sem conseguir se controlar. As pernas tremiam, a bunda empinada se remexia no ar, e os seios balançavam com cada espasmo.

As mãos não pararam imediatamente. Continuaram tocando-a com mais leveza agora, prolongando o prazer, acariciando sua pele suada enquanto ela tentava recuperar o fôlego.

Sol mal tinha recuperado o fôlego quando as mãos anônimas voltaram com mais fome.

Agora elas não estavam mais tão cautelosas.

Duas mãos grandes agarraram sua bunda com força, abrindo-a bem. Um tapa forte estalou na nádega direita, depois outro na esquerda, fazendo sua carne macia e grande balançar. Sol soltou um gemido alto, misturado de dor e prazer.

— Ahh porra... — murmurou ela.

Três dedos grossos foram enfiados de uma vez em sua buceta encharcada, esticando-a sem piedade. O ritmo ficou mais bruto: entravam fundo e saíam rápido, fazendo um barulho molhado obscenamente alto. Ao mesmo tempo, outro dedo, lubrificado com a própria excitação dela, começou a pressionar e penetrar devagar seu cuzinho apertado.

Sol arregalou os olhos, o corpo inteiro tensionando.

— Devagar... ai meu Deus... — gemeu ela, mas empinou ainda mais a bunda, traindo suas próprias palavras.

A boca que estava chupando seu clitóris agora sugava com mais força, quase com fome, enquanto a língua batia rápido e implacável. Seus seios foram agarrados com brutalidade gostosa — mamilos sendo torcidos, puxados e estapeados de leve.

De outro buraco surgiu um pau grosso e duro, roçando contra o rosto dela. Sol, perdida no prazer, abriu a boca quase automaticamente. O pau deslizou entre seus lábios, enchendo sua boca enquanto ela gemia ao redor dele.

Agora ela estava sendo usada de verdade:

Buceta sendo fodida por três dedos fortes e rápidos

Cuzinho sendo penetrado por um dedo que entrava cada vez mais fundo

Boca cheia de pau, babando enquanto chupava

Peitos sendo apertados e mamilos torturados

Mãos espalhando tapas ritmados em sua bunda grande, deixando a pele vermelha

O observador e Camargo assistiam excitados. Sol estava completamente entregue, o corpo suado brilhando sob a luz fraca, os caixinhos molhados grudados no rosto.

Os dedos na buceta aceleraram ainda mais, curvando e acertando seu ponto G sem parar. O dedo no cuzinho começou a entrar e sair no mesmo ritmo. A boca no clitóris chupava com força.

Sol começou a tremer violentamente. Um orgasmo muito mais forte que o anterior se formava.

— Eu vou... eu vou gozar de novo... não para... por favor não para! — implorou ela, a voz abafada pelo pau na boca.

As mãos e bocas obedeceram. O ritmo ficou selvagem.

Sol gozou com tudo.

Seu corpo convulsionou forte. A buceta apertou e esguichou ao redor dos dedos, o cuzinho pulsando, um gemido longo e rouco escapando mesmo com o pau enchendo sua boca. Ela tremia inteira, a bunda grande sacudindo, os seios balançando enquanto onda após onda de prazer a atravessava.

Mesmo depois do orgasmo, as mãos continuaram tocando-a, agora mais devagar, prolongando o prazer quase insuportável.

Camargo e o observador ajudaram Sol a sair da plataforma do glory hole. Ela estava com as pernas fracas, o corpo suado e a buceta ainda pulsando. Eles a levaram para uma sala privativa com uma grande cama no centro e luzes vermelhas suaves.

O observador finalmente se aproximou dela de frente. Era um homem alto, forte, com presença dominante. Ele tirou a camisa, revelando o corpo definido, e então baixou a calça.

Sol arregalou os olhos.

O pau dele era monstruoso — grosso, longo, veioso, com a cabeça grande e rosada. Pulsava no ar, muito maior que o de Camargo. Um pau virtuoso, perfeito, do tipo que fazia qualquer mulher hesitar por um segundo.

— Meu Deus... — murmurou ela, quase sem voz.

O observador segurou o pau pela base e aproximou da boca dela. Sol, ainda de joelhos, segurou com as duas mãos e começou a chupar. Mal conseguia colocar metade na boca. Babava muito, gemendo enquanto lambia e tentava engolir o máximo possível. O observador segurava os caixinhos dela com firmeza, guiando o movimento.

Depois de alguns minutos, ele a virou de quatro na cama.

Camargo se posicionou na frente dela, ajoelhado, e enfiou o pau na boca da esposa. Sol começou a chupá-lo com vontade enquanto o observador colocava a camisinha no pau enorme.

Ele posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta encharcada de Sol e empurrou devagar. Ela soltou um gemido abafado ao redor do pau de Camargo quando sentiu o tamanho absurdo abrindo ela. Centímetro por centímetro, o pau monstruoso entrava, esticando suas paredes ao limite.

Quando estava todo dentro, o observador começou a foder ela com força. Estocadas profundas, ritmadas e potentes. O som da pele batendo contra a bunda grande de Sol ecoava no quarto. Cada estocada fazia os seios dela balançarem e a bunda tremer.

— Porra... que buceta apertada e gostosa... — rosnou ele, aumentando o ritmo.

Sol estava em êxtase. Chupava Camargo com mais fome enquanto era arrombada por trás por aquele pau gigantesco. Seu corpo inteiro tremia a cada estocada forte.

O observador fodia cada vez mais forte, segurando a cintura dela com firmeza, batendo fundo. A cama inteira balançava.

No auge do prazer, quando Sol já estava quase gozando novamente, o observador inclinou o corpo sobre ela, acelerando as estocadas brutais, e rosnou no ouvido dela com a voz rouca:

— Tira essa camisinha... quero sentir tudo. Quero gozar dentro dessa buceta.

O quarto ficou ainda mais quente com a tensão do trio.

Sol estava completamente entregue: de quatro, com o pau monstruoso do observador enterrado fundo na buceta, e o pau do marido enchendo sua boca. Era uma dinâmica poderosa e visceral.

Camargo olhava para baixo, vendo a esposa sendo fodida com força por outro homem. Havia um brilho de tesão misturado com possessividade nos olhos dele. Ele segurava os caixinhos dela com firmeza, fodendo sua boca com estocadas mais profundas, marcando território.

— Olha pra ela... — disse Camargo para o observador, a voz rouca. — Minha esposa safada levando um pau maior que o meu e ainda chupando o dela como uma puta faminta.

O observador sorriu, apertando com mais força a cintura larga de Sol, batendo fundo e forte. Cada estocada fazia o corpo dela balançar inteiro, a bunda grande ondulando contra o quadril dele.

— Ela tá apertando pra caralho — respondeu o observador, sem parar de meter. — Essa buceta tá viciada no meu pau. Tá sentindo como ela me suga?

Sol gemia alto ao redor do pau de Camargo. A dinâmica era perfeita: Camargo controlando a boca dela, o observador dominando a buceta. Ela se sentia completamente usada e adorada ao mesmo tempo — o centro de desejo de dois homens.

O observador acelerou as estocadas, fazendo estalos altos contra a bunda dela. Ele deu um tapa forte, depois outro, marcando a pele morena. Depois se inclinou sobre Sol, segurando um dos seios dela com força enquanto metia.

— Tira essa camisinha — rosnou ele novamente, mais urgente. — Quero sentir essa buceta quente sem nada. Quero gozar bem fundo.

Camargo, ainda fodendo a boca dela, olhou para Sol com intensidade:

— Você quer, né amor? Quer sentir ele gozando dentro?

Sol, com a boca cheia, conseguiu apenas gemer alto em resposta — um som que claramente era um “sim”. O observador puxou o pau para fora por um segundo, tirou a camisinha com rapidez e voltou a enfiá-lo, agora pele com pele. O gemido de Sol foi ainda mais alto quando sentiu o calor e a textura real do pau monstruoso.

A dinâmica do trio ficou ainda mais selvagem.

Camargo segurava a cabeça dela, fodendo sua garganta. O observador metia com força bruta na buceta, as bolas batendo contra o clitóris dela a cada estocada. Sol estava sendo usada pelos dois lados, o corpo tremendo, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto.

— Isso... toma os dois paus — grunhiu o observador, acelerando ainda mais.

Sol gozou violentamente pela terceira vez, o corpo convulsionando, a buceta apertando o pau grosso do observador como um torno. Isso fez o homem rosnar e meter ainda mais fundo.

O observador meteu fundo mais algumas vezes, gemendo alto, e gozou com força dentro da buceta de Sol. Jatos quentes e grossos encheram ela por completo. Sol tremeu inteira, sentindo o pau monstruoso pulsar e esporrar lá no fundo.

Quando ele finalmente saiu, um fio grosso de porra escorreu pela coxa dela.

Camargo, com os olhos queimando de tesão, puxou Sol para cima. Ele se sentou na beira da cama e a colocou no colo, de frente para ele, em posição de cavalgada. Segurou aquela bunda grande e pesada com as duas mãos, abrindo-a bem, e encaixou o pau na buceta encharcada e cheia de porra do outro.

Sol desceu devagar, sentindo o pau do marido entrar no meio da creampie quente. Ela gemeu alto, abraçando o pescoço dele, os seios firmes pressionados contra o peito do marido.

— Agora é comigo, amor — sussurrou Camargo no ouvido dela, segurando firme a bunda e começando a subir e descer o corpo dela com força.

Ele a fodia para cima, estocadas potentes e profundas, enquanto Sol rebolava no colo dele. A porra do observador escorria pelo pau de Camargo, facilitando as estocadas cada vez mais brutas.

O observador assistia de perto, sentado ao lado, o pau ainda semi-duro brilhando.

Camargo acelerou, socando forte para cima. A bunda grande de Sol batia contra as coxas dele com força, fazendo um barulho molhado e obsceno. Ele segurava o rosto dela com uma mão, olhando nos olhos:

— Goza pra mim agora... goza no meu pau depois de ter levado aquele monstro e enchido de porra.

Sol estava destruída de prazer. Os caixinhos molhados, o corpo suado, a buceta sensível e cheia. Ela rebolava desesperada, os seios pulando contra o peito do marido.

Camargo metia cada vez mais rápido, apertando a bunda dela com força, abrindo-a. No auge, ele mordeu o ombro dela e rosnou:

— Goza, Sol... goza pra seu marido.

Ela explodiu.

Um orgasmo avassalador tomou conta do corpo dela. Sol gritou, o corpo convulsionando inteiro no colo de Camargo, a buceta apertando forte o pau dele enquanto esguichava misturado com a porra do observador. Camargo não aguentou: gemeu alto e gozou logo em seguida, enchendo a esposa ainda mais, misturando tudo dentro dela.

Os dois ficaram abraçados, ofegantes, suados e trêmulos. Sol escondendo o rosto no pescoço do marido, o corpo ainda tendo pequenos espasmos.

O observador sorriu, satisfeito, e murmurou:

— Vocês são foda...

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive pcamargo a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricapcamargoContos: 59Seguidores: 58Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →