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A Magia Realizando um Desejo Oculto em um Final de Semana. ## Na

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Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 5124 palavras
Data: 07/07/2026 19:10:54

A Magia Realizando um Desejo Oculto em um Final de Semana.

Na manhã de Sábado

Passei a noite toda acordado, pensando no que assisti, no que gostei de ver daquela loucura. Às sete horas, levantei, olhei para minha mulher dormindo tão bem, com um sorriso encantador no rosto. Dei um beijinho bem gostoso na sua testa, desci para a cozinha para passar café.

Estava só de cueca, fiquei sentado na sala com a cabeça longe, não parava de pensar em como o safadão do seu macho fodeu ela na sexta-feira. Na sua forma caipira, rústica, rígida, agressiva mas cheia de cuidados, nas suas estocadas, da forma que segurava a minha mulher. No seu corpo enorme sobre ela tão pequena, em como reagia a cada socada, nos músculos de seu corpo, na sua bunda quando socava no fundo, nas suas bolas batendo na sua bundinha... isso deixa meu pau duro só de lembrar.

Para piorar a minha cabeça, tinha passado aquela noite inteira em claro, justamente porque a minha safadinha tinha fingido uma baita dor de cabeça para não deitar comigo. Me deixou na vontade, enquanto eu só conseguia imaginar a putaria dela com o vizinho.

Levantei pra ir limpar a piscina, quando vi que já estava acordada, vindo na minha direção. Me abraçou por trás, me beijando nas costas, ficou agarrada por um tempo fazendo carinho na minha barriga.

— Oi, meu docinho, dormiu bem?

— É, dormi muito bem, mas um pouco chateada por não...

— Ei, ei, para com isso, ok!

— É, mas tu não ficou mesmo chateado comigo por causa de ontem? Por causa da minha dor de cabeça?

— Tu não ouviu? Vai voltar a continuar com essa história? Te amo muito para ficar chateado com a mulher mais incrível que tenho só pra mim.

— Tá bom, não falo mais. Mas Lipe, a minha mãe me ligou pedindo para eu ir passar o dia e a noite com ela, é que ela não está se sentindo muito bem.

— Humm, tá, mas por que está me perguntando isso? É a tua mãe, amor! Vai lá.

— É, eu sei, mas e tu? Vai ficar sozinho? Hoje é sábado, a tua folga...

— Hahaha! Se tu soubesse o quanto gosto de ficar sozinho...

— Sei que tu gosta de ter o teu espaço, mas e a noite inteira sem mim?

— Olha para a minha mão!

— O que é que tem na tua mão?

— Olha, olha bem pra ela!

— Tá, Felipe, estou olhando... E daí?

— Tu não falou que eu vou passar a noite sozinho?

— Seu abobado nojento! Kkkk!

Foi para o quarto se arrumar, e fiquei ali, pensando de novo: *será que vai mesmo para a casa da mãe?* Mal tinha feito essa pergunta para mim mesmo, o meu celular tocou. Olhei para a tela, vi que era a dona Bárbara, a minha sogra. Atendi logo.

— Oi, Lipe! Tudo bom contigo, meu filho?

— Oi, minha sogra! Como é que a senhora está?

— Estou bem, ou quase... Andando meio doente, com uma dor forte nas pernas. A Let está aí contigo?

— Está sim. Foi tomar banho e já vai se arrumar.

— Ah, que bom! Avisa ela que eu vou mandar um Uber para buscar sua pessoa aí. E tu, não vai ficar chateado comigo por roubar a tua mulher por uma noite, né?

— Bem capaz, dona Bárbara! Bem capaz mesmo, pode ficar tranquila!

— Ah, que ótimo, então! Ficamos assim combinadas? Um beijo, meu filho. Pede para ela ligar logo que puder, tá?

— Tá certo, dona Bárbara. Tudo bem sim. Um beijo!

Desliguei o aparelho, fiquei ali parado na sala, balançando a cabeça e rindo sozinho: *Puta merda, dessa vez errei feio no meu julgamento, kkkk.*

Passou uns dez minutos, a minha putinha desceu já prontinha, veio falar comigo na beira da piscina. Perguntei se tinha falado com a mãe, confirmou, dizendo que tinha acabado de receber a ligação e que o Uber já estava chegando no portão. Me deu uma olhada com aquela voz manhosa.

— Lipe, amor, tem certeza que vai ficar bem? Não vai mesmo ficar chateado comigo? Amor, posso ligar para ela e inventar uma desculpa.

— Hahaha, olha lá, olha, Let!!!

— Onde?

— A minha liberdade por umas horas, kkkk.

— Seu, seeuuuu, homens maravhosos, kkkk.

Caímos na risada.

— Amor, por favor, mais uma vez, nunca faça nada que tu não queira. Ah, e mais uma coisa, kkk, vai embora logo, sua chata que eu amo tanto!

Me deu um beijo demorado, fez um carinho suave no meu rosto, ficamos nos olhando, nisso o carro chegou. Fiquei olhando o Uber indo até sumir da rua, dei um suspiro fundo, logo um gesto de vitória. Olhei em volta na rua, tudo num silêncio, seria um sábado perfeito. Com um sorriso de canto, pensei: *Porra... que liberdade, meu irmão! Olha só, olha só... o solzão brilhando só para mim, kkkkk! Olha só, olha só, seu louco, nenhum barulho nessa casa, que liberdade!*

Voltei pra piscina, rindo sozinho daquela paz toda, mas com a mente trabalhando a mil no que vinha pela frente. Fiquei parado segurando o cabo da peneira, olhando pra a água, pensando na ligação da minha sogra, na proposta de inventar uma desculpa. A velha poderia ter avisado que não precisava mais ir por algum motivo. Aí uma pulga, não, um pulgão atrás da orelha me dizia que o sábado era longo, que a minha parceira podia muito bem desviar o caminho.

Mas, no fundo, me subia um calorão só de imaginar: e se tudo aquilo fosse uma puta de uma armação? O meu desejo de verdade, aquele bem safado que me fazia queimar por dentro, era que estivesse indo direto se encontrar com o coroa safado. Essa ideia me deu um estalo de tesão tão forte que o coração chegou a bater mais rápido. Pensei: *Caralho, se os dois estiverem combinados, acho que sou é um baita de um 22, um louco varrido mesmo, kkkk!*

Mas que se foda! Imaginei a minha mulher dentro daquele Uber, com sua calcinha já molhada de ansiedade, sabendo que seu macho ia fuder o dia todo e a noite toda. Deixei essa hipótese aberta no ar, sem querer ter certeza de nada, só saboreando a dúvida que me deixava doidinho, com os pelos do braço até arrepiados de tanto tesão.

Para tentar dar uma acalmada nos nervos, fingir para mim mesmo que tinha o controle de alguma coisa ali, segurei firme o cabo, comecei a catar as folhas da piscina. Só que não adiantava porra nenhuma; o meu corpo fazia os movimentos automáticos de empurrar a peneira na água, mas a cabeça estava travada, só pensando em putaria da braba. Cada reflexo do sol na água parecia a imagem da minha safadinha gemendo. O meu pau continuava ali, trincado na cueca, latejando forte, respondendo direto, sem massagem, a cada cena que criava na mente da sua safadeza com o vizinho.

Era uma mistura de loucura, ciúme e desejo que me sufocava, levei uns vinte minutos aguentando essa pressão toda na função, até finalmente limpar tudo, deixar a água brilhando no capricho.

Por fim, com o coração ainda meio acelerado, fui até a casa de máquinas, desliguei os filtros, sentindo o silêncio da casa pesar ainda mais. Peguei o balde de cloro com as mãos trêmulas, fui juntando as tralhas todas que estavam espalhadas pelo chão, tentando focar nas tarefas para não pirar de vez.

Fui caminhando bem devagar em direção à varanda dos fundos para entrar em casa, arrastando os pés, encostando o cabo de alumínio na parede de um jeito pesado. Parei ali por um segundo, passei a mão pelo rosto suado, tirei o cabelo da testa, olhei para o céu azul, respirando fundo para o peito não explodir. Pensei comigo mesmo: *Bom, porra... vou tomar um banho gelado agora para ver se rebaixo esse tesão, esperar pra ver qual vai ser o desfecho real desse sábado de loucura.*

## Parte 2: O Flagrante do Sistema Bruto no Sofá

Terminei de limpar a piscina, liguei um som bem alto por ali, fiquei curtindo a música enquanto recolhia as tralhas. Quando olhei para o portão, lá estava o cara. Lembrei na hora que não tinha saído com seu macho, abri o portão, vendo que o alemão estava segurando duas sacolas cheias de cerveja.

— Oi, seu Raul! Tudo bom?

— Tudo bom, Lipe! E tu, como tá?

— Tudo bem também... A Let não tá aí não!

— É, eu soube.

— Porra, faz muito tempo que isso não acontece, kkkk! Tô livre pelo resto do final de semana! Kkkk!

— Ah, é? Então tu queria ficar sozinho, seu malandro? Hahaha!

— Não, não, seu Raul! Falei que queria ficar sozinho, mas é sem uma mulher ficar me enchendo o saco, tu me entende, né? Kkkk!

Ficamos rindo daquela situação, fui logo pra dentro de casa buscar uma cerveja bem gelada pra nós. Voltei, entreguei a latinha pra ele, ficamos nos olhando sem falar nada, sentei no seu lado, ficamos conversando fiado na beira da piscina.

— Bah, tá muito quente né!

Levantou tirando a camisa, deu para ver que o safadão estava sem cueca por baixo; sua bermuda marcava bem o volume. Que volume grande, acho que estava ficando excitado com a conversa.

— Bah, tá muito quente mesmo.

— É, olha só o meu estado!

Passou a mão no peito cheio de pelos, me olhando, sorrindo, mostrando o suor caindo pela pele.

— É, acho melhor nós entrar, se não, no teu estado, tu vai ter que ficar peladão aqui na rua, kkkk!

— Humm, não seria má ideia, kkkk!

— Bah, seu Raul, assim tu me dá liberdade de fazer o mesmo, vamos entrar então? Tá afim de assistir a um filme na TV e tomar essa cerveja no ar-condicionado?

Só balançou a cabeça concordando com um sorriso de canto, me acompanhou pra dentro. Sentamos na sala, lado a lado no sofá, dividindo aquele espaço no mormaço da tarde.

Enquanto colocava o filme na TV, me virei pra trás, o grandão me olhando com aquela cara debochada que faz quando tem malícia na mente. Senti o meu coração dar um tranco forte no peito só de lembrar de tudo o que tinha assistido naquele mesmo lugar dias atrás.

Ficamos ali bebendo, jogando conversa fora durante o filme, com pequenos toques discretos, olhares que iam aumentando a nossa excitação. Começou a se ajeitar mais perto, mudando de posição, acariciando suas bolas por cima do tecido leve da bermuda, me encarando com aquele sorriso cheio de segundas intenções.

— Então, amigão, como tá a vida de casado de vocês?

— É, agora estava ficando muito melhor, não sei o que aconteceu, mas hoje na madrugada, kkkk, nós fudemos até as 6 horas da manhã, kkk.

— Porra, meu, que legal, isso é muito importante pra um casamento perfeito.

— É, estou muito satisfeito, espero que ela continue assim tão animada.

— Mas aconteceu alguma coisa pra ela mudar assim?

— É, acho que só foi uma mágica que aconteceu, aconteceu com nós dois.

— É, isso acontece às vezes, espero que essa magia continue.

— Pô, meu, tem que continuar muitas e muitas vezes... Mas vem cá, seu Raul, e as tuas histórias antigas? Tu e o meu pai aprontavam muito quando eram mais novos?

— Bah, guri, a gente saía bastante, fiz muita festa com o teu velho por esse mundão, kkkk.

— Mas e as putarias das festas? Vocês já dividiram mulher naqueles tempos, já fizeram alguma coisa juntos no quarto com alguma guria?

— Que pergunta é essa, Felipe? Tu tá muito curioso hoje, kkkk! Mas sim, a gente já dividiu algumas noitadas e algumas gurias sim, o teu pai era parceiro de verdade.

— Bah, eu imagino... E tu nunca teve curiosidade de experimentar algo diferente naquelas loucuras, sei lá, entre vocês?

— Tá louco, guri? Hahaha! O negócio sempre foi foder as safadas, o resto é conversa fiada de quem não aguenta o tranco.

— Sei lá, seu Raul, às vezes no meio de tanta bebida e safadeza... Mas tenho um certo receio, sabe? Uma preocupação. Tu tem um pau muito grande. Olhando assim, o tamanho desse bicho assusta qualquer um.

— Hahaha! Tu tá medindo o tamanho da minha ferramenta, seu safado? Olha que quem brinca com fogo se queima.

— É que acho que não ia suportar um tranco desse tamanho se fosse o caso, pô, ia me rasgar inteiro, kkkk.

— Deixa de ser frouxo, Lipe! Tu fica aí provocando, instigando, mas se o bicho pegar, tu corre.

— Não é correr, seu Raul... É que o negócio é enorme mesmo. Acho que tu devia procurar uma pessoa mais nova, um cara menos dotado, que tenha um pau menor pra tua entrada, porque não ia aguentar.

— Hum, deixa de onda... Tu tá querendo é testar pra ver se é forte mesmo, mas vamos deixar esse papo de lado e focar no filme malandro, kkkk.

— Mas, mas não vai me falar que tá pensando em fazer alguma coisa com a Letícia e eu, né?

— Não era exatamente isso... Mas tu faria?

— Pô, moleque, tá louco? Ela é a tua mulher!

Fiquei olhando para a cara deslavada de seu corpo, sabendo que era mentira.

— É, sei que tu nunca iria ter nada com ela.

— Bah, nunca mesmo! Kkkk, tu é muito safado.

Com aquela cara debochada, continuou me encarando por alguns segundos sem dizer nada. O silêncio na sala só era quebrado pelo som baixo dos créditos do filme passando na TV, quando sua mão subiu devagar, segurou com firmeza o meu pescoço, puxando o meu rosto um pouco mais pra perto de seu rosto.

— Tu tem certeza que não vai aguentar, guri?

— É, já prescindi muito nisso, estou disposto a qualquer coisa para o que der e vier.

— Olha que depois que eu começar, não tem botão de pause, vai a merda, não vai arrepiar agora e passar vergonha, né, vagabundo? Hahaha!

— Já disse, alemão, não vou desistir, nem pensar, hein! Kkkkk!

Soltou uma risada curta, daquelas bem de malandro, colou sua boca na minha com tudo, num beijo que foi bruto, pesado, com sua barba arranhando a minha, as nossas línguas se entrelaçando. Nisso, eu levei a minha mão direto na bermuda dele, sentindo, apertando seu pau enorme que já marcava no tecido, mostrando que realmente seu corpo já estava me dominando por completo. Senti todo o peso daquele corpo de mais de um metro e noventa esmagando o meu contra o estofado, até que quebrou o beijo de repente, me puxou pelo braço, me virou de costas no sofá com um empurrão só.

— Fica com os teus joelhos no sofá bem na ponta e fica apoiado na cabeceira do sofá. Só não vai reclamar, tá? Travessa.

Olhei para seu rosto, só balancei com a cabeça dizendo que sim, segurando no estofado com força enquanto ouvia o barulho de seu cinto abrindo e seu zíper descendo bem atrás de mim, fazendo o meu coração parecer uma batedeira no peito. O coroa safado veio por trás, colou aquele peito forte e peludo nas minhas costas, com um puxão só, arrancou o meu calção e a minha cueca para baixo, deixando a minha bunda totalmente exposta, dando logo um tapa estalado na minha nádega, forte pra caralho, que me fez dar um pulo e soltar um baita gemido.

— Essa bunda é deliciosa mesmo, Felipe... Puta merda! O cuzinho tá zerado, mas agora tu vai aprender quem é que manda aqui, tu é macho embaixo de outro macho, né, guri? Hahaha!

Cuspiu grosso na palma de sua mão para passar entre as minhas pernas lambuzando tudo, sem muita cerimônia, pressionou a ponta de sua ferramenta na minha entrada, com um tamanho de bicho que me fez engalhar seco antes de segurar firme no meu quadril com as duas mãos, empurrar tudo de uma vez.

— Vai te foder, Raul... Vai devagar, caralho!

— Aguenta, guri! Tu não pediu o tranco completo? Então aguenta firme e não chora, pô!

O tranco foi uma barbaridade que me jogou longe, mas fazendo a dor do começo virar um tesão violento, um prazer esquisito que nunca tinha experimentado na vida. O safadão começou a meter forte, num ritmo pesado que fazia o sofá todo balançar na sala escura. A cada batida seu corpo batia contra o meu com força, com o barulho daquela felação seca me deixando ainda mais maluco enquanto segurava o meu cabelo por trás, puxando a minha cabeça para trás para me obrigar a olhar de lado para seu rosto.

— É gostoso, Felipe? É assim que tu queria sentir?

— É... Porra!! Porra, Raul, devagar desse jeito não vou aguentar! Olha o tamanho disso, tu vai me rasgar, alemão! Kkkkk!

— Bah, deixa de ser frouxo, guri! Se tu queria brincar com os cachorros grandes, tem que aguentar o tranco! Tu quer um pau menor, é? Vai procurar um cara mais novo, um guri com menos ferramenta, porque comigo o sistema é bruto, mas eu sei que tu tá adorando, seu safado! Hahaha!

Não conseguia nem responder mais nada, estava completamente dominado pelo melhor amigo do meu pai, no mesmo lugar onde dias atrás tinha visto a minha mulher de joelhos. Então levei a mão para o meu pau, que estava latejando, comecei a me esfolar rápido, acompanhando o tranco brutal que me socava por trás enquanto o cara descia a mão, dava mais dois tapas fortes na minha bunda, deixando a pele ardendo, marcada com seus dedos.

O ritmo foi ficando violento pra caralho, com o alemão já urrando de tesão, dando metidas curtas e rápidas, afundando sua ferramenta até o limite dentro de mim de um jeito que sentia as paredes do meu corpo espremendo seu pau, percebeu que estava no limite também.

— Vou despejar tudo em ti, guri... Vou te encher inteirinho!

— Joga dentro, Raul! Goza em mim, porra! Vai!

Deu mais três estocadas brutais, daquelas de tirar o fôlego, travou seu corpo gigante com tudo contra o meu, fazendo seu pau pulsar lá dentro, bem fundo, despejando uma jorrada quente pra caralho que parecia que ia queimar as minhas entranhas.

Na mesma hora, sentindo o calor de seu gozo me invadindo por dentro, dei as últimas puxadas no meu pau, gozei com tudo no estofado do sofá, tremendo as pernas, completamente anestesiado e sem forças. Continuou colado nas minhas costas por um tempo, com sua respiração pesada soprando no meu pescoço e seu peito subindo e descendo contra mim, até que devagar foi tirando seu pau.

Desabei de lado no sofá, mole, com as pernas trêmulas e o coração tentando voltar ao normal, enquanto dava um tapa leve na minha coxa, soltava uma risada baixa de satisfação, começando a se limpar com uma camiseta velha que estava ali perto antes de ajeitar sua cueca e sentar no meu lado, acariciando suas bolas.

— Porra, porra meu, kkkk! Que loucura foi essa?

— Que houve? Que houve nada, para com isso, seu safado, tu aguentou feito homem! Kkkkk!

Levantei, vesti a minha cueca, ainda zonzo com tudo o que tinha acontecido, fui buscar uma cerveja para seu corpo, que deu um gole longo, olhou para mim e piscou.

— Tu acha isso uma loucura? Não, foi só uma prévia, já que a sua mulher não vem mais hoje, mas olha aqui, seu malandro... Se tu não se abrir de verdade e me contar o que tu quer de verdade até amanhã pela manhã, eu não facilito mais pro teu lado, Lipe! Não subestima um homem experiente, mas vamos deixar pra lá por hoje, resolvi que vou dormir na minha casa e no final de semana eu volto pra comer o doce de canela da Letícia, e depois a gente atualiza a nossa conversa aqui na sala de novo!

Deu um tapinha na minha cabeça antes de se levantar, ir andando bem devagar em direção à porta da frente, me deixando ali ouvindo o motor de sua caminhonete ligar na rua e sumir no mormaço da noite de Porto Alegre, deitado no sofá e olhando pro nada, sabendo que a minha vida de casado nunca mais seria a mesma, mas era exatamente isso que tanto almejava há meses.

## Parte 3: A Noite — O Segundo Encontro na Cama

A noite caiu, o silêncio da casa parecia amplificar o calor que tinha ficado impregnado no sofá. Não conseguia relaxar; o meu corpo ainda ardia e a mente não parava de repassar a grossura de seu pau entrando com tudo em mim. Quando deu perto das dez da noite, ouvi o barulho característico de sua caminhonete estacionando de novo na frente. O meu coração deu um salto. Fui abrir a porta, lá estava seu macho, com um sorriso de canto, sem camisa, mostrando aquele peito largo e peludo que exalava uma mistura de suor e colônia barata.

— Não conseguiu esquecer o tranco, né, guri? Hahaha!

— Entra logo, alemão... Tu sabe que me deixou elétrico o resto do dia.

Entrou sem pedir licença, fechando a porta com o pé, me puxando direto pelo quadril para um beijo que quase me tirou o fôlego. Sua boca tinha gosto de cachaça, sua língua veio com força, me empurrando em direção ao quarto principal. Fomos tropeçando nos próprios pés até cair na cama de casal, onde a luz da lua entrava pela janela, iluminava o tamanho do monstro que já estava rasgando sua bermuda.

— Hoje tu vai mamar até engolir tudinho, vagabundo. Quero ver se tu é bom de boca mesmo.

Sentou-se na ponta do colchão, jogou sua bermuda longe, ficou totalmente nu, revelando aquela ferramenta latejante, grossa e comprida que parecia ainda maior no escuro do quarto. Me ajoelhei no chão, entre suas pernas grossas, sentindo o cheiro forte de seu corpo e a textura de suas bolas pesadas batendo no meu queixo. Segurei a base daquele bicho gigante com as duas mãos, comecei a lamber sua cabeça, sentindo o melaço escorrer pelos meus dedos enquanto enfiava as mãos no meu cabelo, puxando com força para ditar o ritmo.

— Puta merda, Raul... Isso não vai caber na minha garganta, caralho!

— Abre bem essa boca e engole tudo, guri! Vai, sem dente, me chupa com vontade!

Fui enfiando aquela grossura garganta abaixo, sentindo o cano me sufocar e as lágrimas virem nos meus olhos pelo reflexo de vômito, mas o tesão era tanto que continuava sugando com força, fazendo um barulho molhado que enchia o quarto escuro. O alemão arfava alto, jogando a cabeça para trás, cravando os dedos no meu couro cabeludo, me empurrando cada vez mais fundo até que não aguentou mais a pressão, me puxou para cima da cama com um movimento só.

— Deita de quatro de lado aí na cama, Felipe... Vai rápido, deixa a bunda empinada pra mim!

Me posicionei de quatro, virado de lado no colchão, com a perna de cima levemente dobrada para abrir bem o caminho, expondo o meu cuzinho que ainda estava sensível da tarde. O safadão veio por trás como um bicho faminto, lambuzou os dedos com a minha própria saliva, desceu o peso de seu corpo gigante em cima de mim, pressionando a cabeça de seu pau na minha entrada de um jeito que me fez agarrar os lençóis com força.

— Vai devagar, porra! De lado assim entra muito mais fundo!

— Aguenta o tranco, guri safado! Olha o tamanho dessa bunda... Tu foi feito pra ser arrombado por um homem de verdade!

Empurrou tudo com uma estocada seca e violenta que me fez soltar um grito abafado no travesseiro, sentindo aquela ferramenta rasgar as minhas entranhas, bater no fundo do meu estômago. O ritmo de quatro de lado era brutal; a cada metida seu quadril batia com força contra as minhas nádegas. O barulho da carne estalando ecoava nas paredes do quarto, me deixando completamente zonzo de prazer. O grandão segurava a minha cintura com as duas mãos gigantes, me puxando contra seu pau a cada estocada curta e rápida, afundando o bicho até o limite, me fazendo delirar de tanto tesão.

— Tu tá gostando, né, vagabundo? Fala que o pau do amigo do teu pai é o melhor que tu já provou!

— É... Porra, Raul! É gostoso pra caralho... Me fode, me rasga todo, seu alemão safado!

O ritmo foi ficando insano, com seu corpo urrando alto no meu ouvido, despejando todo seu peso nas minhas costas até que o calor de seu corpo subiu ao extremo, travou seu quadril lá dentro, pulsando forte, jorrando uma quantidade absurda de esperma quente que parecia que ia me inundar por dentro. Gozei junto, sem nem precisar tocar no meu pau, sujando o lençol da cama enquanto as minhas pernas falhavam de vez, seu macho desabava do meu lado, bufando de cansaço, acariciando as minhas costas com um sorriso de vitória.

## Parte 4: O Domingo — A Última Transa e a Despedida

No domingo de manhã, o mormaço de Porto Alegre já começou cedo, deixando o ar pesado dentro de casa. O coroa safado tinha passado a noite ali, estávamos na cozinha terminando de tomar um café forte, jogando as últimas conversas fora antes de a minha mulher voltar. Tinha me falado que suas irmãs e sua mãe iriam ficar três dias sozinhas, coisas de mulheres na casa de praia, falou que não iria porque não queria me deixar novamente sozinho como no mês passado. É claro que achei aquilo o máximo, mas o tesão latente entre nós dois ainda não tinha sido totalmente saciado.

— Tu sabe que ela chega daqui a pouco, né, alemão?

— Eu sei, guri... Por isso mesmo a gente tem que aproveitar os últimos minutos antes do tranco do casamento voltar.

Deixou a xícara na mesa, me pegou pelo braço, me puxou em direção ao corredor, perto da porta de entrada, me prensando contra a parede de um jeito que fez o meu calção descer num puxão só. Seu pau já estava ereto de novo, grosso, apontado para cima, mostrando que o velho lobo não cansa fácil.

— Fica de quatro aí, de costas, mas de pé e de ladinho contra a parede... Quero te dar a última antes de ir embora.

Me apoiei na parede do corredor, ficando de pé, mas com o corpo inclinado de quatro e a perna levemente jogada de lado para facilitar o ângulo daquela ferramenta monstruosa. Olhei para trás, vi sua cara debochada cheia de malícia, enquanto passava a mão grossa na cabeça de seu pau, mirava direto no meu cuzinho que já estava piscando de ansiedade.

— Só não vai gritar muito alto para os vizinhos não ouvirem, hein, malandro? Hahaha!

— Mete logo isso, Raul... Vai, antes que eu perca a coragem!

Sem muita enrolação, segurou firme no meu quadril, empurrou seu pau todo de uma vez só, fazendo o meu corpo estalar contra a parede e um gemido agudo escapar da minha garganta. A posição de costas, de pé e de ladinho permitia que entrasse com uma profundidade absurda; a cada estocada parecia que estava tocando a minha alma com aquela grossura violenta. Seu macho começou a socar num ritmo rápido e compassado, fazendo a minha bunda bater na sua barriga peluda com uma força que deixava a pele vermelha e ardendo.

— Puta merda, alemão... Desse jeito tu me desmonta inteiro... Vai, fode com vontade!

— Tu é muito sem vergonha, Felipe! Tu gosta do tranco bruto, né? Aguenta então, vagabundo!

O barulho das estocadas no corredor era alto, misturado com a nossa respiração arquejante e os tapas secos que dava na minha bunda de vez em quando para me fazer empinar ainda mais. Me controlava totalmente, puxando o meu corpo de um lado para o outro na parede, mostrando quem mandava ali até que o momento do ápice chegou, apertou o meu pescoço por trás, dando as últimas metidas brutais que quase me fizeram perder os sentidos.

— Vou despejar o resto em ti, guri... Segura o rojão!

Travou seu corpo com tudo, enterrando seu pau até a raiz dentro de mim, despejando mais uma jorrada quente e espessa que escorreu pelas minhas pernas. Gozei logo em seguida, sujando a parede do corredor, tremendo por inteiro, sem forças para me manter em pé se não fossem as mãos gigantes dele me segurando. Devagar, foi tirando seu pau de dentro bem devagar, sussurrou no meu ouvido, com uma voz de satisfação.

— Pronto, guri... Agora tu tá batizado, ou melhor, nós estamos. Tu tá bem?

— Bah, queria mais, kkkk.

— Ah, para com isso, kkk. Se eu continuar tu vai desmaiar, kkkk. No final de semana volto para comer, comer o doce de canela da Let, e se tu quiser, poderíamos conversar sobre outro assunto que me deixou intrigado. Lembra do que achei que tu estava querendo dizer?

— É, lembro sim, lembro muito e acho que será um assunto muito interessante e praticamente certo para fazer.

— Hum, amanhã não é semana que vem, kkk.

— Até poderia, mas podemos imaginar e realizar.

— Boa, boa mesmo.

Foi andando bem devagar em direção à porta da frente, subindo na caminhonete e sumindo na rua.

### Uma semana depois

— Meu amor, amor... olha para mi m.

— Meu Deus, meu Deus, kkkk, fala!

— As minhas irmãs e a mãe querem passar este feriadão na casa de praia só nós quatro, mas eu não vou.

— Mas por que tu não vai? É a tua família, amor! Vai lá, a tua ausência é uma maneira de mantermos o nosso casamento ainda mais forte, e a liberdade de um casal precisa disso.

Fiquei ali olhando para a minha mulher com um sorriso de canto, sabendo que no próximo feriadão eu mesmo ia arrumar as malas da Lu pra ir com as mulheres de sua família. E eu, novamente estaria lá sozinho kkk, vocês entendem o que eu estou pensando.

## Nota do Autor e Agradecimentos

Agradeço imensamente a todos pela leitura!

A minha ideia principal ao criar todo esse enredo era saber que cada linha iria trazer uma magia especial, gerando tesão, desejo e uma excitação crescente pelo que ainda estava por vir. Sei que a narrativa ficou longa e extensa, mas o propósito era justamente esse: deixar tudo muito bem explicado, demonstrando veracidade, realismo e tensão em cada detalhe. Quis mostrar cada momento e cada situação para que a obra não se tornasse algo vulgar, mas sim um conto erótico de verdade, com estrutura e história.

Obrigado mesmo pelo carinho, pela compreensão e pela forma como todos vocês leem os meus contos, que são sempre direcionados ao prazer real. Não gosto de escrever histórias que pareçam filmes pornográficos de baixa qualidade, que jogam apenas uma putaria vazia e sem base. Este conto é erótico, é safado, tem muita putaria sim, mas não é vulgar.

O verdadeiro propósito aqui é gerar prazer, despertar desejos e fazer com que a mente de cada um de vocês consiga construir o lugar, imaginar o cenário e projetar cada detalhe na cabeça, como se estivessem montando e decorando um estúdio de filmagem exatamente do jeito que a gente quer. Até a próxima!

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