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Efeitos do Café e álcool

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Um conto erótico de Tiago pensador
Categoria: Heterossexual
Contém 781 palavras
Data: 08/07/2026 06:37:38
Última revisão: 08/07/2026 06:49:58
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Tiago vivia preso no ciclo vicioso: café triplo para aguentar o dia, cerveja à noite para “desligar”. O treino pesado rendia pouco. Inchaço, sono ruim, tesão que subia e caía. Ele se sentia um fracasso disfarçado de homem forte.

O chamado veio da Camila, loira, corpo absurdamente gostoso, seios pesados e bunda grossa, olhou para ele como se já sentisse cheiro de macho. Conversa curta virou convite. Na primeira noite, ele falhou. O corpo inchado pelo vício, o pau grosso mas sem potência real, a foda mediana. Camila gozou, mas sem entrega total. Ele saiu dali humilhado, sentindo na pele o quanto estava destruindo a si mesmo.

A transformação foi brutal. Tiago largou café e álcool de uma vez. Os primeiros dias foram fissura pura: dor de cabeça latejante, irritação que virava raiva, suor frio, desejo insano de voltar ao vício. O corpo tremia. O pau latejava o dia inteiro sem motivo, como se o organismo exigisse compensação. Ele canalizou tudo na academia. Treinava até vomitar. Dormia cedo. Bebia água aos litros. Aos poucos, a névoa baixou. A energia virou limpa, constante, animal. As veias saltavam. O tesão virou fome constante, quase dolorida.

Duas semanas depois, ele voltou para Camila. Não era mais o mesmo.

Mal a porta fechou, o instinto tomou conta. Não houve beijo romântico. Tiago a agarrou pelo pescoço, jogou contra a parede e rasgou o vestido dela. Camila já estava encharcada, buceta inchada brilhando, cheiro forte de fêmea no cio.

— Me fode... por favor... — implorou ela, voz rouca, olhos vidrados.

Ele cuspiu na mão, esfregou o pau grosso (já com esmegma branco acumulado da fissura e do dia inteiro latejando) e enfiou tudo de uma vez na buceta dela. Sem piedade. Sem pensar. Apenas o instinto primitivo de cobrir, marcar, procriar.

Camila gritou como uma cadela, unhas cravando nas costas dele, empinando a bunda grossa para receber mais fundo.

— Mais! Me enche! Quero teu gozo grosso dentro!

Tiago metia como um animal irracional, socadas violentas, bolas batendo contra a buceta molhada, o som obsceno de carne encharcada ecoando. Fluidos escorriam pelas coxas dela: squirt misturado com a lubrificação grossa, saliva pingando. Mordendo os ombros dela, rosnando enquanto fodia.

A fissura ainda latejava no corpo dele — aquela energia acumulada, o tesão represado virando loucura. Ele tirou o pau, virou ela de quatro no chão e enfiou de novo, puxando os cabelos loiros como rédea. A buceta dela fazia barulhos molhados, pornográficos, escorrendo sem parar. Ele estapeava a bunda vermelha, via o esmegma branco dele misturado com os cremes dela, tudo melado, nojento, delicioso.

— Olha o que tu me faz... — rosnou ele, puxando o pau para fora e esfregando a cabeça grossa, suja de esmegma e gozo, na cara dela. Camila, completamente perdida no cio, lambeu tudo, chupou as bolas dele, enfiou a língua no prepúcio, babando como uma puta desesperada.

— Goza dentro... me engravida... me enche de porra até vazar! — implorava ela, voz quebrada, rebolando no ar, buceta piscando, escorrendo.

O desejo era puro instinto de espécie: procriar, manter a linhagem, foder até o limite. Tiago a jogou na cama, abriu as pernas dela ao máximo e meteu com fúria cega. O pau entrava e saía brilhando, coberto de fluidos brancos e transparentes. Baba escorria da boca dos dois. Ele suava em bicas, gotas caindo nos seios dela enquanto socava sem parar, o abdômen marcado batendo contra o clitóris inchado.

Camila convulsionava, gozando sem parar, squirt jorrando toda vez que ele batia fundo. Ela choramingava, implorava, arranhava:

— Mais forte! Me usa! Sou tua cadela no cio... enche meu útero!

Tiago sentiu o tesão subir para um ponto insano. A fissura tinha virado combustível. Ele rugiu, segurou os quadris dela com força bruta e gozou como nunca: jatos grossos, longos, quentes, enchendo a buceta até transbordar, escorrendo pelo cu, melando tudo. Mesmo gozando, continuou metendo, empurrando a porra mais fundo, misturando tudo num creme branco e viscoso que cobria os dois.

Eles não pararam. Ele virou ela de lado, enfiou novamente na buceta melada e continuou socando, baba escorrendo, corpos escorregadios, cheiro forte de sexo, suor, porra e buceta preenchendo o ar. O instinto não permitia parar. Só existia foder, gozar, marcar, reproduzir.

Horas depois, exaustos, melados da cabeça aos pés, fluidos secando na pele, Camila sussurrou com voz rouca, ainda com o pau dele meio duro dentro dela:

— Isso é o que acontece quando o corpo fica limpo... o tesão vira loucura. Nunca mais quero outro homem que não esteja no mesmo nível.

Tiago, ainda pulsando dentro dela, soube que não tinha volta. A fissura tinha sido o preço. O corpo limpo, o tesão animal e aquela loira implorando por porra como cadela no cio eram a recompensa.

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