Vou narrar agora o dia em que minha namorada quis saber de alguma aventura minha e eu contei e ela gozou muito comigo...
Estávamos deitados na cama, ainda vestidos com roupas leves depois de um dia preguiçoso. A luz do abajur estava baixa e ela estava com a cabeça no meu peito, uma perna jogada por cima da minha, traçando círculos preguiçosos com a unha na minha barriga e vez por outra tocava no meu por cima da cueca.
De repente, ela quebrou o silêncio com a voz manhosa:
— Paixão… posso te perguntar uma coisa bem pessoal?
— Claro, Coração. Pode perguntar o que quiser.
Ela hesitou por um segundo, mordendo o lábio inferior, como se estivesse reunindo coragem. Então levantou o rosto e me olhou nos olhos.
— Eu fico pensando… nas suas experiências antes de mim. Quero que você me conte. De verdade. Como eram as outras mulheres? O que você fazia com elas? Você sempre foi safado como é agora???
Eu levantei uma sobrancelha, surpreso, mas já sentindo um calor subir pelo corpo.
— Tá com ciúme, Coração?
— Um pouquinho… — confessou ela, com um sorrisinho safado. — Mas também tô ficando molhada só de imaginar você me contando. Quero detalhes. Me fala… quem foi a primeira que você fodeu de verdade?
Minha mão desceu instintivamente para a coxa dela, apertando de leve. Meu pau já começou a inchar dentro da cueca só com o tom provocador dela.
— Tem certeza que quer ouvir isso? — perguntei, testando.
Ela assentiu, deslizando a mão devagar pela minha barriga, parando bem perto do meu pau.
— Tenho. Quero saber tudo. Começa pela primeira vez. Como foi? Ela era safada?
Eu respirei fundo e comecei:
— Foi numa noite que saímos pra comer um lanche e depois fomos estacionar num lugar mais escuro, perto da represa. Estava quente pra caralho. Ela estava de shortinho folgado e uma blusinha justa e sem sutiã.
Começamos a nos beijar como sempre, mas dessa vez ela tava mais desesperada. Depois de me punhetar bastante e me chupar com a cabeça quase batendo no volante, sentou no meu colo, no banco do motorista, e começou a rebolar bem gostoso por cima do meu pau, mesmo com a roupa ainda no lugar.
Minha namorada soltou um suspiro trêmulo e enfiou a mão por dentro da minha cueca, segurando meu pau já duro.
— Ela era virgem mesmo? Nunca tinha feito nada? — perguntou, apertando devagar.
— Nada. Nem chupada, nem dedo… só beijo e uns amassos. Mas tava louca de tesão. Ela voltou para o banco dela, tirou só o short e, depois de eu afastar meu banco pra trás ela voltou a montar de frente enfiando a perna entre a porta e o meu banco.
Quando eu passei a mão, ela tava encharcada, pingando na minha perna. Tremia inteira de nervoso e excitação.
Ela começou a masturbar meu pau mais rápido, respirando contra meu pescoço.
— E você… o que você fez? — a voz dela saiu quase um gemido. — Foi devagar? Ou meteu tudo de uma vez?
— Fui bem devagar no começo… Coloquei a cabeça do pau na entradinha e fiquei deslizando o pau, misturando nossos líquidos. Até que ela cravou as unhas em minhas costas e gemeu alto quando empurrei só a cabeça...
Nesse momento achei que ela fosse desistir... vi lágrimas inundarem seu rosto... ainda quis recuar mas fui impedido por ela que pediu: vai, por favor....
Ficou com a testa encostada na minha, ofegando. Dizia “devagar… tá doendo mas não para”.
Minha namorada soltou um gemidinho de ciúme e apertou meu pau com força.
— Você chamou ela de puta também? — perguntou, com um tom possessivo que me deixou ainda mais excitado.
— Chamei… Ela tava tão apertadinha que eu quase gozei só de entrar. Depois de um tempo ela começou a rebolar, pedindo pra eu meter mais fundo. O carro inteiro tava balançando. Ela aguentou meu pau todo, mas teve que acostumar com a rola dentro dela... só depois que começou a subir e descer quicando no meu pau... Eu gozei muito gostoso dentro dela.
Enquanto eu terminava de contar, ela já estava completamente molhada e desesperada.
Sem dizer mais nada, ela tirou a própria blusa e o shortinho, ficando completamente nua. Em seguida puxou minha cueca pra baixo, liberando meu pau duro e latejante.
— Vem, Paixão… — murmurou, a voz carregada de tesão e ciúme. — Agora eu quero que você me foda. Quero sentir esse pau que já fodeu virgem no carro. Quero apagar ela de você.
Eu subi em cima dela, abri suas pernas e meti de uma vez, bem fundo. Ela arqueou as costas e gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas.
— Isso… assim, Paixão! Mais forte! — pediu, rebolando contra mim. — Me fode como você fodeu ela naquele carro…
Eu comecei a meter com força, estocadas profundas e ritmadas, enquanto segurava seus seios. Ela estava encharcada, apertando meu pau a cada investida.
— Você gosta de ouvir isso, né, Coração? — rosnei no ouvido dela. — Gosta de ficar com ciúme e mesmo assim ficar louca pra levar meu pau.
— Gosto… porra, eu adoro… — gemeu ela, as pernas tremendo. — Me conta mais enquanto mete… mas não para de me foder!
Eu aumentei o ritmo, batendo fundo e rápido. O quarto encheu-se do som molhado dos nossos corpos. Ela gozou primeiro, forte, apertando meu pau e gemendo meu nome. Não aguentei muito mais e gozei logo depois, enchendo ela bem fundo enquanto ela ainda tremia.
Ficamos abraçados, suados e ofegantes. Ela deu um beijo molhado na minha boca e sussurrou:
— Eu te amo, Paixão… mas da próxima vez quero ouvir outra história.