- Um ano antes dos acontecimentos originais -
Meu primo Marcelo não parecia ligar para o sol, sua pele negra e morena brilhava com a luz intensa.
A água gelada do riacho tocava minha pele e me deixava arrepiada. Mesmo sendo gelada, eu nem ligava, pois o sol queimava forte em sua superfície, tornando aquele lugar um oasis.
Marcelo intercalava em ficar olhando para o horizonte enquanto estava sentado nas rochas, e olhava eu e sua irmã nadando, tomando conta de nós. Ele era alguns anos mais velho que eu, tendo o auge de seus 18 anos. Eu percebia o corpo dele e uma tensão se entendia por toda a minha perna até o umbigo. Como se meu corpo respondesse estranhamente ao formato definido de sua barriga, ao volume que existia por baixo de sua cueca box branca da marca Zorba, seus lábios carnudos e cabelos curtos, um peitoral moreno e uma corrente fina em volta de seu pescoço.
É óbvio que eu não deveria olhar para meu primo assim. Mas meu corpo não parecia se importar com nosso grau de parentesco.
Mergulhei novamente, encontrando as pernas da minha prima Camily dando um susto nela.
Camily: Vih!! Eu te mato!
Camily tinha cabelos cacheados perfeitos, nariz pequenos mas bem redondinhos e olhos amendoados. Boca carnuda que me dava uma certa inveja, pois era avermelhada, parecendo estar 24h de batom.
Continuamos brincando até que o sol já estava no horizonte e a cueca de Marcelo já havia secado, deixando seu volume bem mais discreto. Para a minha tristeza.
Voltamos para a casa dos meus tios, ambos esperavam para todos jantarem. Meus pais estavam lá fora também com eles aguardando a carne do churrasco ficar mais bem passada. Coisa que para os meus tios e primos era besteira, quanto mais vermelha melhor.
Fui até o banheiro da casa para tomar um banho. Tirei minha calcinha e sutiã e entrei no chuveiro.
Não me levem a mal, na nossa família era muito comum esse tipo de liberdade. Até meus pais andavam praticamente sem roupa na frente dos meus tios. Minha mãe, se sentia a vontade na frente do meu tio, já peguei um dia eles até brincando de fazer cócegas um no outro como se fossem duas crianças. Eu achei a coisa mais ridícula do mundo dois adultos brincando disso. Minha mãe estava biquini fio dental, meu tio apenas de cueca. Lembro até hoje da cueca box preta dele. Ele agarrou minha mãe e ela tentou revidar tanto que...
Bem...
O pênis do meu tio saiu para fora. Ela riu e apertou ele com força para fazer ele solta-la. Meu tio agarrou nos peitos dela por cima do biquini, fazendo ele escapar e sair um mamilo dela para fora. Ficaram rindo tentando um fazer cócegas no outro, até que minha mãe conseguiu escapar, dizendo que teria revanche quando eu fosse dormir.
Isso fazia uns dois anos.
A água morna do chuveiro descia pelo meu corpo. Meus peitos ainda em crescimento ficaram arrepiados enquanto eu passava o sabonete por cima de mim.
Ah... Marcelo...
Tentava me lavar mas minha mente voltava para a cena inebriante do meu primo de cueca... Eu nunca havia visto um garoto da minha idade de cueca antes, só meu primo. O máximo que havia acontecido era um menino da minha turma chamado Theo, que eu sabia que gostava de mim, então demos um beijo a um tempo atrás. Theo pegou na minha bunda durante o beijo e eu correspondi colocando a mão por dentro da blusa dele. Mas foi só isso. Eu gostava dele, mas me sentia nova para namorar.
Marcelo... Hm...
Mas Marcelo ativava meu corpo de uma forma diferente. Ele era mais velho que eu, mas era igual aos garotos das séries de tv, gentil, engraçado, e muito. Muito gato!
Ver ele de cueca de vez em quando não me ajudava em nada. Além disso, o volume parecia tão grande, não imaginava que aquilo podia ser normal. Afinal negros tem a fama de serem... Grandes...
Primo...
As vezes eu queria que ele me agarrasse. Como ontem onde estavamos nadando e brincando de pega pega. Onde ele me pegou por trás, seu corpo roçando no meu, senti o tecido de sua cueca box azul no meu bumbum e ele me levantou com uma facilidade que me deixou mole.
Isso primo...
Eu queria que ele não tivesse me largado, que tivesse passado a mão na minha coxa... No meu peito... Na minha...
Aaah... Marcelo...
Camily: Prima, já vai sair?
Me assustei com batidas na porta do banheiro. Camily me chamou e tentou abrir, mas para minha sorte eu havia trancado.
Eu: Si-sim! Já tô saindo.
Olhei para baixo e minha mão estava na minha virilha, abrindo com dois dedos minha xaninha, com o outro dedo eu esfregava no meio dela, quase colocando um dedinho dentro.
Olhei minha mão e constatei que estava molhada. Não pela
água do chuveiro.
O que eles ensinam na escola é teoria. Mas eu estava experienciando algo diferente. Na prática como meu corpo funcionava. Já havia tentado algumas coisas antes, com travesseiros e um ursinho levado que eu tinha, que na ponta do seu nariz era de plástico, onde eu gostava de sentar e sentir a parte mais dura pressionar contra minha calcinha fininha.
Me vesti e fui jantar. Precisava tirar aquilo da minha cabeça.
-
Após uma janta regada a carne, salada de batata e farofa, deitei na cama do quarto que meus tios haviam deixado pra mim. Eu perguntei se meus pais não iriam dormir comigo, mas eles decidiram dormir no mesmo quarto que meus tios. Sempre faziam isso, diziam que jogavam cartas até tarde e não gostava de acordar a gente, e quando tinham sono, só dormiam pelos cantos do quarto.
A cama era grande e velha, como quase tudo naquela casa. Era como voltar no tempo décadas atrás. Lençóis macios tocavam meu corpo, eu vestia apenas uma blusinha fina e uma calcinha pelo calor. Como meus primos nadavam tudo de roupa íntima, eu trouxe as minhas mais bonitas. A de hoje era uma preta com rendinhas rosa pink nas bordas. Minha mãe ainda não deixava eu comprar fio dental, mas eu comprava umas mais cavadas, onde era só eu subir um pouquinho e elas ficavam enfiadas na minha bunda.
Eu não queria ser uma safada nem nada. Mas todas as mulheres (inclusive minha mãe) que eu via sendo retratadas como bonitas, usavam fio dental. Então eu também queria.
Minha blusa do pijama era como uma babylook, apertadinha com mangas nos braços e branca.
O som do sereno me fez dormir rápido. Diferente dos sons lá de casa. Passos no apartamento de cima, cachorros na rua, carros na madrugada.
Era fácil dormir no sítio.
-
Meus olhos se abriram no escuro intenso com um barulho. Eu estava sonolenta para discernir o que era. Decidi levantar mas meu corpo parecia pesado, com preguiça de se mexer.
Sai do meu quarto como estava, afinal não devia ter alguém acordado pela casa aquela hora da noite. Apesar de ser verão, a noite no sítio era relativamente fria. A minha pele da perna respondia a isso com arrepios.
Ouvia alguns poucos barulhos pela casa. A maior parte deles relacionado a noite lá fora, umas cigarras cantando, o som do vento e algumas vozes...vozes?
Algumas risadas vinham do quarto dos meus tios.
"Se for assim você vai me fuder... Não aguento" - ouvi a voz da minha mãe.
"Relaxa... Outra vez..." - Meu tio dizia
"Nossa... Gostoso... Até o fundo" - Ouvi algumas poucas palavras da minha tia.
Realmente, eles ficavam até tarde jogando como diziam...
Fui em direção ao meu quarto novamente, até que passei na frente do quarto do meu primo, Marcelo. Havia uma leve fresta aberta da porta, mas eu não conseguia ver muita coisa.
Eu ouvia tv do quarto dele.
"Isso, fode gostoso"
"Mete, mete, vai!"
Não acreditava no que ouvi. Ele estava assistindo porno!
Tentei apertar meu olho na fresta da porta para tentar ver lá dentro.
Meus olhos se arregalaram
Com a pouca luz do quarto, iluminada pela televisão ligada com as cenas eróticas, consegui ver meu primo deitado. Seu corpo totalmente destapado, sem cobertores nem nada, apenas cobrindo o lado de sua cintura por uma cueca box. Sua mão freneticamente massageava seu pênis grande que estava para fora, não imaginava que eles eram grandes daquela forma.
Meu susto foi tão grande, que dei uma leve esbarrada na porta.
Marcelo: Oi? Camily?
Meu corpo gelou.
Eu: Não... É a vitória.
Marcelo: Ah prima. Entra.
Entrei em passos lentos.
Marcelo: Fecha a porta.
Marcelo havia guardado aquele membro enorme dentro da cueca. Ele pausou a televisão na cena, que agora estava paralisada em um momento onde uma mulher estava em cima de um homem negro, com o pênis dele dentro dela.
Marcelo acendeu o interruptor ao lado da cama dele e a iluminação artificial quase cegou meus olhos acostumados com a escuridão.
Fechei a porta como ele havia dito.
Marcelo: Vem cá. Precisa de algo?
Me aproximei da cama. Agora com meus olhos se acostumando com a luz, pude observar bem a cena. Meu primo Marcelo estava deitado apenas de cueca box vermelha. Seu corpo moreno estava um pouco suado. De dentro da única peça de roupa que ele vestia, tinha um volume grande, que ia do centro de seu corpo até além de sua cintura.
Eu: Não não, tô tranquila.
Falei fazendo menção de voltar para meu quarto, já quase virando meu corpo.
Marcelo: Relaxa, deita aqui comigo.
Lembrei naquele momento que eu estava apenas usando uma calcinha e uma blusa curtinha, com um pedaço do meu umbigo para fora. Puxei discretamente a blusa, mas era inútil, ela não chegava nem na metade da calcinha.
Marcelo: Ei Vih, não se preocupa, já te vi de calcinha antes.
Aquilo era verdade. Mas aquela eu julgava ser a minha mais bonita. O tecido preto era fininho, desenhava minha bunda e entrava no meio da minha xaninha, deixando o desenho de uma entradinha. Além disso tinha nas bordas uma renda rosa, e um lacinho delicado na frente com um strass brilhante.
Eu: Eu sei (ri) mas é que... Enfim...
Deitei ao lado dele. Ele me puxou para perto em um único movimento, nosso corpo agora estava bem grudado. Minha pele se arrepiou.
Eu: O que você tá vendo?
Marcelo: Tava vendo um porno.
Fingi surpresa.
Marcelo: Bora ver junto?
Eu: Eu não costumo ver (soltei um riso)
Marcelo: Sério? Eu vejo sempre. Mas você já tá na adolescência, já deve ter visto algo.
Eu: Na verdade eu vejo apenas imagens. De... Garotos.
Marcelo: Sério? Que imagens?
Estava envergonhada, mas Marcelo conseguia me deixar a vontade.
Eu: Ah, tipo garotos sem camisa.
Marcelo: Entendi. E você já se masturbou?
Levei um susto com a pergunta. Mas Marcelo estava tranquilo.
Eu: Não, nunca!
Era mentira. Já havia me masturbado algumas vezes.
Marcelo: Precisa conhecer seu corpo, prima. Daqui a pouco você tem até namorado (riu)
Eu: Eu não! Os garotos da minha turma são uns chatos.
Marcelo: Mas mesmo assim tem que aprender. Eu posso te ensinar.
Levei outro susto.
Eu: Como me ensinar?
Marcelo: Vou te mostrar, olha só.
Marcelo deu play no vídeo da televisão.
A mulher começou a sentar no colo dele, mas o pênis grande e negro entrava dentro da vagina dela. Ela gemia como se estivesse gozando. O homem segurava a cintura dela e guiava o movimento dela.
Eu: Seu pai nunca te pegou vendo não? Não tens medo de ele saber.
Meu medo na verdade era meus tios ou meus pais saírem do quarto e ouvirem o vídeo.
Marcelo: Os filmes são do meu pai, ele me empresta.
Fiquei feliz em saber que o pai dele era aberto sobre isso. Meus pais pareciam tão caretas.
Eu: Caramba! O... Penis dele é enorme.
Marcelo riu.
Marcelo: Sim, o pau dele é grande. Mas o meu é quase desse tamanho.
Eu: Que nada, duvido!
Marcelo: Sério! Olha só.
Marcelo abaixou a cueca até seu pênis saltar para fora. Era grande e escuro, com algumas veias e a cabeça mais grossa que o restante. Já havia visto alguns na internet, mas ver um ao vivo era diferente.
Eu: Meu deus! Eu não sabia que era tão grande. Como isso entra em uma mulher?
Marcelo: Nem todos são grandes assim. Geralmente de homens negros são maiores.
Eu: Mas não machuca?
Marcelo: Não, tem que preparar a mulher pra entrar antes.
Eu: Como assim preparar?
Marcelo me olhou, um braço dele estava em volta do meu pescoço e a outra segurava aquele monstro para fora.
Marcelo: Se quiseres prima, posso te ensinar.
Eu: Ensinar... Tipo... Assim?
Apontei para a televisão. Marcelo riu.
Marcelo: Não... Não assim... Mas posso te ensinar como deixar teu corpo pronto.
Pensei um pouco sobre isso. Minha razão dizia para negar, eu não podia falar sobre isso com meu primo. Mas meu corpo pedia para eu dizer sim. Ali havia minha chance de olhar meu primo de perto. Ele apenas de cueca vermelha, seu pênis para fora... Eu sentia um calor na minha virilha, pedindo para eu dizer sim.
Eu: Pode ser...
Marcelo: faz o seguinte então. Se recosta aqui.
Marcelo pausou o vídeo. Me colocou recostada na cama com os travesseiros na cabeceira.
Me recostei nos travesseiros que ficaram na cabeceira da cama e ele sentou um pouco mais a frente virado para mim.
Marcelo: quando você for transar, você precisa ter certeza que seu corpo está pronto para receber o homem. Ele precisa saber te preparar e se ele for virgem também, não vai saber, então você precisa saber como. O corpo da mulher é sensível ao toque, é só saber onde tocar que ele já responde.
Marcelo levou as mãos para minha cintura, por baixo da minha blusa encostando de leve suas mãos na minha calcinha. Meu corpo levou um susto e deu um "pulinho". A mão dele passeava pela minha barriga, me deixando arrepiada.
Marcelo: Tem várias zonas no corpo da mulher que a deixam pronta. Como os peitos dela.
Ele foi subindo por baixo da minha blusa e começou a passar a mão pelos meus peitinhos, que logo ficaram durinhos com suas mãos grandes. Meus peitos eram pequenos, pareciam duas perinhas ainda.
Eu: Ai Marcelo... Isso é...
Eu sentia que minha virilha já estava vibrando com formigamentos, minhas pernas se arrepiavam.
Marcelo: Viu? Assim seu corpo vai ficando pronto.
Marcelo tirou minha blusa, me deixando só de calcinha.
Eu: Primo!
Marcelo: Relaxa, a gente é primos, você pode confiar em mim. Agora faz o seguinte. Pega sua mão e coloca dentro da calcinha.
Marcelo pegou minha mão, sua mão era bem maior que a minha e levou até dentro do tecido preto e fino. Meus dedos tatearam minha xaninha, senti sua pele lisinha e meus lábios pequenos. E bem no meio dela, um líquido como se fosse um óleo. Ela respondeu automaticamente ao meu toque, como se sentisse pequenos choques. Mas era gostoso de sentir.
A mão do Marcelo permaneceu por cima da minha, em cima do tecido da minha calcinha. Ele começou a apertar e guiar minha mão em movimentos circulares. Me fazendo automaticamente a soltar sons pela boca sem que eu controlasse. Eu estava gemendo.
Eu: Ainn... Hmm.. Marcelo...
Marcelo ficava me olhando esquisito. Ele lambia seus lábios grossos, aquela boca vistosa estava úmida e brilhosa. Seu peitoral definido ainda um pouco suado me fazia me sentir segura. Seu braço forte agora segurava minha cintura enquanto o outro levava a mão até a minha calcinha. Sua perna dobrada falhava em esconder o volume enorme do pênis colossal em sua cueca box vermelha. Sua coxa sem nenhum pelo brilhava com sua pele morena.
Marcelo: Continua assim prima, não para, tá bom?
Eu: Uhum...
Eu só obedecia. Marcelo tirou a mão de cima da minha calcinha e colocou por cima de sua cueca, massageando seu membro vistoso. Em pouco segundos colocou sua mão dentro e o puxou para fora. Seu pênis grande e negro agora totalmente a disposição dos meus olhos. Ele pegou e começou a se masturbar.
Eu: Por que tá se masturbando, primo?
Marcelo: Por que você tá me excitando.
Aquilo entrava no meu ouvido e me fazia delirar. O homem gostoso que eu via no riacho de cueca, que me fazia ficar úmida e molhada, agora disse que eu o excitava. Minhas mãos que estavam lentas agora faziam círculos mais rápido.
Eu: Eu??... Ah Marcelo... Por que?..
Marcelo: Por que você já tá quase uma mulher prima. Seus peitos cresceram, você tá uma delícia...
Eu: Mas primo... Eu sou sua prima...
Marcelo: Mas isso não te impedia de olhar meu pau no riacho né, prima?
Levei um susto. Ele notava.
Eu: primo... Eu...
Marcelo: Relaxa prima. A gente pode matar esse desejo.
Marcelo passou o dedo no meu lábio, deixando seu polegar molhado com minha saliva. Levou a mão até meu peitinho e agarrou meu mamilo, dando uma leve, mas firme apertada.
Eu: Aí!...
Marcelo: Posso te mostrar como que faz quando a mulher tá pronta?
Eu: Eu... Não sei... Eu... Sim!
Marcelo levou seus lábios grosso até meu peitinho. Eu segurei sua cabeça como uma mãe segura um filho pra mamar. Ele chupava como se chupa um picolé. Lambia em volta do meu mamilo e abria a boca para colocar meu peito quase todo na boca. Eu estava extremamente excitada. Meu corpo todo vibrava.
Eu: Isso primo... Chupa meu peitinho vai... Chupa... Gostoso... Eu sempre te achei gostoso...
Enquanto chupava meu peito, Marcelo continuava a se masturbar com seu corpo a poucos centímetros de mim. Eu ouvia o barulho que sua mão fazia ao descer e subir seu pênis grande, era um barulho molhado pois da ponta dele saia um líquido parecido com o líquido que saia da minha xaninha.
Eu: Aí Marcelo... É tão bom...
Marcelo tirou sua boca de mim. Para minha tristeza, pois os lábios dele no meu peito havia sido a melhor sensação que já havia sentido. Sentia minha xana bem molhada. Eu esfregava ela de cima para baixo e quando chegava na base dela, meu dedo quase entrava dentro.
Meu primo me olhou apertando os lábios, aqueles lábios lindos dele.
Marcelo: Você já perdeu seu BV?
Eu: Já sim. Eu beijei um menino na escola.
Havia beijado Theo, mas os lábios do meu primo eram bem mais bonitos.
Marcelo: Então vem cá, deixa eu ver se aprendeu direito.
Marcelo me segurou devagar mas com firmeza. Ele era tão forte que meu corpo quase levantou com seus braços. Meu primo foi me puxando até o colo dele, meus braços automaticamente o abraçaram, ele segurou uma mão no meu pescoço e a outra na minha bunda, com a ponta de seus dedos entrando dentro do tecido da minha calcinha pela perna.
Seu lábio encostou no meu, com um leve selinho. Mas logo se tornou algo mais, sua língua foi encontrando caminho dentro da minha boca, e automaticamente engatamos em um beijo molhado e maravilhoso. Minha boca sempre foi pequenininha, já a boca dele fazia jus à fama de lábios grandes e bonitos dos negros, ele conseguia colocar facilmente meus lábios dentro da sua boca.
Ele me puxou tão perto dele que nossos corpos grudaram. Meu peito nu encostando nele, seu pênis que estava para fora encostou no tecido da minha calcinha até acima do meu umbigo.
Ele apertava minha bunda com a ponta dos seus dedos invadindo ainda mais minha calcinha, tive a sensação de que seu dedo quase encostava meu buraquinho de trás, mas eu não conseguia para-lo. Eu morria de vergonha de ele encostar lá, mas eu não tinha forças para não deixar, meu corpo simplesmente estava totalmente sob seu controle.
Marcelo começou a puxar minha calcinha. Me afastou um pouco e mesmo comigo tentando não me afastar, mantendo-o perto, não conseguia. Ele era forte demais e eu fraca demais. Fraca de força e fraca de vontade.
Ele puxou minha calcinha e a tirou pelos pés. Pegou meu pé e começou a beijar meus dedos. Eu nunca havia visto algo como aquilo, ele lambia minha sola do pé me fazendo sentir cócegas. Mas era tão gostoso...
Ele foi beijando meu pé até chegar nas pernas, dando pequenos beijinhos até o interno da minha coxa, chegando bem perto da minha xaninha.
Eu: Aí Marcelo... Meu deus... Isso é tão gostoso!
Marcelo: Você tá tão gostosinha prima. Que vontade de te fuder.
O jeito que ele falou me deixou mole. Ele chegou bem perto da minha vagina e deu uma lambida.
Eu: AAAAH! PRIMO.... AIN QUE BOM...
Ele continuou lambendo e dando umas sugadas como se tivesse chupando meu peito.
Meu corpo todo enrijeceu, arquei automaticamente para trás e senti ele botar ela toda na boca e sugar. Parecia que estava sendo eletrocutada, meu corpo todo tremia e eu tive sensações que nunca havia sentido antes. Sentia vontade de fazer xixi mas não sentia o xixi vindo. Peguei sua cabeça e apertei contra minha xaninha que o desejava mais que tudo.
Ele foi diminuindo a velocidade. Beijou ela como se beijasse meu lábio.
Marcelo: Nossa prima, sua buceta é muito gostosa. Agora você estaria pronta pra receber um pau dentro dela.
Minha respiração estava fraca. Não tinha forças para me mexer, meu corpo estava suado e minha mente vagava como se estivesse drogada.
Eu: coloca... Coloca ele...
Marcelo: Tem certeza prima? Você ainda é novinha e o meu é bem grande pra você.
Eu: Coloca... Eu quero te sentir dentro de mim primo. Eu quero isso a tanto tempo...
Eu não queria saber de dor, himen, camisinha ou qualquer coisa. Naquela noite eu era do meu primo.
Ele era meu dono...
Eu estava completamente sem forças. Com meu corpo recostado em sua cama, pernas abertas totalmente à disposição dele. Marcelo se levantou e tirou sua cueca box vermelha, jogando-a próxima de mim.
Ele se deitou de lado e o me colocou de frente para ele. Estávamos os dois deitados de lado um grudado no outro. Um braço ele envolveu por baixo de mim, me segurando com sua mão forte no início do meu bumbum. A outra mão, levantou minha perna, me deixando aberta para ele.
Marcelo: Tem certeza?
Eu: Sim. Eu quero experimentar contigo primo.
Marcelo apoiou minha perna ao redor da cintura dele, seu pênis batia quase no início dos meus peitos, de tão grande que era. Ele levou um dedo até sua boca e passou a língua, após isso levou seu dedo até minha xaninha melada.
Começou a fazer movimentos circulares nela, me fazendo voltar a gemer, eu parecia uma menininha choramingando, sentindo os fluxos de prazer que seus dedos davam para minha virilha.
Ele começou a forçar a entrada de seu dedo dentro de mim. No primeiro momento levei um susto, mas depois foi gostoso. Parecia que meu corpo evitava a entrada dele, parecia bem apertada.
Eu: Ai... Marcelo...
Ele tirou o dedo e passou na ponta de seu pênis. Molhando ele com o líquido que saia da minha xana.
Ele apoiou a ponta de seu membro negro na entrada e começou a empurrar bem devagarinho. Com a mão que me apoiava atrás, ele me dava carinho. Aquele jeito carinhoso dele me fazia derreter. Fazia com que seu pênis entrasse com mais facilidade.
Marcelo conseguiu colocar a ponta inteira, e começou a tirar e botar repetidamente. Eu me sentia já toda preenchida, mas era apenas a ponta, apenas a "cabeça" como os garotos chamam.
Marcelo ficou mais perto de mim e encostou seus lábios próximos do meu rosto, sussurrando algumas palavras que me faziam delirar.
Marcelo: Que bucetinha gostosa prima... É tão apertadinha... Tá tão gostoso...
Ele continuava tirando e botando sua "cabeça" dentro de mim. A cada vez que colocava novamente, ele colocava mais para dentro. Fazendo doer um pouco, mas era tão gostoso sentir aquele homem gostoso me segurando, me desejando.
Eu: Ai primo...
Eu queria que ele me possuísse. Me tratasse como aquele homem negro do vídeo porno tinha tratado.
Eu: Mete mais... Mete bem gostoso... Tira meu cabacinho...
Marcelo: Posso prima?
Eu: Pode...
Marcelo: Caralho prima. Você é uma ninfetinha deliciosa!
Marcelo começou a entrar com mais força dentro de mim. A dor veio automaticamente, mas o prazer também. Ele apertou minha bunda e a outra mão foi até a minha xaninha, fazendo movimentos no meu grelhinho.
Eu: Aí.. aii... AAII.. ISSO... Vai primo!
A cada entrada que ele fazia, meu coração batia mais forte e minha fala era interrompida.
Marcelo: Que buceta gostosa. Bem apertadinha. És muito gostosa prima!
Ouvir aquele homem dizer que eu, uma garota mais nova que ele que mal tinha corpo ainda, era gostosa, era bom demais!
Ele me olhava fixamente, mordia seu lábio me olhando nos olhos. Não resisti. Beijei a boca dele. Nossa língua de entrelaçou de forma maravilhosa enquanto ele estocava seu pênis dentro de mim. Não entrava nem metade dele dentro, mas era o suficiente para eu sentir ele alargando meu corpo, quase me rasgando. Doía, doía bastante. Mas era muito bom.
Depois de eu beijar sua boca, não sei se ele ficou com ainda mais vontade ou se se sentiu na liberdade, mas ele começou a colocar com mais velocidade, quase na velocidade que o ator da cena fez. Minha xaninha apertada estava ardendo, mas sentir aquela dor fazia meu corpo todo se arrepiar, meu mamilo parecia que ia estourar de tão duro.
Marcelo saiu do beijo e pude olhar seu pênis entrando em mim. Ele tinha ido só até a metade, mas era o suficiente para eu me sentir completamente alargada por ele. Ele entrava dentro de mim com vontade, seu olhar era de desejo e luxúria.
Eu: Que gost-oso... Primo!
Marcelo: Eu vou gozar, prima!
Um surto de razão veio na minha cabeça, ele não podia gozar dentro de mim! Eu podia engravidar!
Eu: Goza fora!
Marcelo: Posso gozar no seu peitinho?
Eu: Pode!
Marcelo tirou de dentro de mim e se ajoelhou ao meu lado. Começou a masturbar seu pênis grande e grosso, aquele pau negro e delicioso pronto pra ejacular em cima de mim. Por causa de mim. Por que eu fiz e aguentei. Por que eu consegui fazer ele ter um orgasmo.
Marcelo: Caralho prima! Eu vou gozar!
Seu pênis começou a jorrar um, dois, quatro, cheguei a perder a contagem de quantos jatos de sêmen. Um sêmen branco e espeço, melando meus peitos. Um dos jatos pegou nos meus lábios. Eu lambi e senti o gosto forte dele.
Meu primo respirou fundo e se deitou ao meu lado. Beijando a minha boca. Sem se importar com mais nada, como se eu fosse dele, como se eu fosse sua namorada. E naquele momento, eu desejava ser.
Ele foi beijando meu pescoço até meus peitos, beijando sem se importar com o próprio sêmen que havia neles.
Depois voltou para a minha boca, fazendo eu limpar os lábios melados dele.
Eu: Nossa primo... Foi tão bom...
Marcelo: Foi gostoso demais prima. Vem tomar um banho comigo.
Fui até meu quarto, pois Marcelo me garantiu que ninguém veria, para pegar uma muda de roupa. Peguei só uma calcinha e um sutiã, voltei para seu quarto e tomamos banho juntos no chuveiro dele.
Eu ensaboei seu corpo musculoso e grande, pude tocar em seu pênis que mesmo meio duro era gigante.
Ele também deu banho em mim, tocando em todo o meu corpo, até no meu buraquinho de trás, entrando de leve com seu dedo enquanto beijava minha boca. Na verdade em quase todo o banho ficamos nos beijando.
Ele vestiu uma cueca box preta da marca Lupo, eu vesti uma calcinha branca de renda com um sutiã sem bojo também rendado.
Nos deitamos em sua cama e dormimos. Acordei apenas na manhã seguinte.