À noite, Eduarda ainda com o corpo exausto do sexo intenso com os presos, ficou com sua família. Sentou-se à mesa do jantar com Paulo e os filhos, servindo a comida com um sorriso forçado, ajudando as crianças a comerem, conversando sobre o dia delas na escola e brincando um pouco para manter a normalidade. O corpo dela ainda doía — a buceta e o cu sensíveis, marcas discretas escondidas sob a roupa, o cansaço profundo nos músculos após horas sendo usada. Paulo a observava com carinho, sem imaginar nada. Depois do jantar, eles assistiram um pouco de televisão juntos, as crianças rindo no colo dos pais, o ambiente familiar e acolhedor contrastando com o que havia acontecido mais cedo. Eduarda sentia culpa pesada no peito, mas tentava disfarçar, abraçando os filhos e beijando Paulo com ternura. Quando as crianças dormiram, Paulo a puxou para o quarto e perguntou, curioso:
— Como foi o culto com os presos?
Eduarda respondeu, tentando soar natural:
— Foi ótimo.
Ele então disse, orgulhoso:
— Estou orgulhoso de você estar se dando bem com Clara.
E completou:
— Vamos transar?
Ela respondeu, exausta:
— Não, amor, hoje não.
A terça-feira chegou. Eduarda seguiu sua rotina pela manhã: acordou cedo, preparou o café da manhã para a família, arrumou a casa com capricho, lavou a louça, organizou as mochilas das crianças e ajudou cada uma a se vestir, escovando os cabelos de Júlia e verificando se todos estavam prontos. Depois, levou os filhos para a escola, caminhando pelas ruas do bairro com postura elegante, o corpo ainda sentindo resquícios da tensão dos dias anteriores. Na volta, Elaine a chamou para uma conversa.
Ela entrou no mercado e Eliane a levou para seu quarto e disse:
— Eu vou me mudar com meu filho.
Eduarda perguntou:
— Como assim?
Eliane continuou:
— Eu recebi uma proposta de emprego vantajosa e vou aceitar.
Ela continuou:
— Obrigada, você me ajudou muito ao colocar Tatu na justiça.
E disse:
— Amanhã eu vou embora.
Eduarda saiu dali e foi ao shopping. Fez compras: escolheu roupas para os filhos, utensílios para casa, alguns itens de decoração e produtos de beleza. Depois foi a uma sex shop e avaliou uns brinquedos — vibradores de vários tamanhos, plugs anais, algemas fofas e géis com sabores — e umas lingeries sensuais, transparentes e rendadas, imaginando como excitaria Tatu. Eduarda então olhou para as algemas e teve uma ideia. Depois ela saiu para ir à invasão ver Tatu.
Ela chegou na invasão e Tatu não estava. Entrou, retirou a roupa, colocou a lingerie transparente e ficou o esperando pelada. Ele chegou e disse, com um sorriso safado:
— Que delícia essa vadia.
E os dois transaram. Tatu a jogou na cama, tirou a lingerie com urgência e a penetrou com força bruta, o pau preto grosso entrando fundo na buceta molhada, esticando as paredes internas enquanto segurava os quadris largos dela. Metia com estocadas violentas, fazendo os seios grandes balançarem, dando tapas na bunda arredondada e puxando os cabelos loiros. Eduarda gemia alto, rebolando contra ele, o corpo suado colado ao dele. Ele a virou de quatro, metendo ainda mais fundo, o pau venoso batendo no fundo da buceta, dominando-a completamente. Depois a colocou por cima, fazendo-a cavalgar com força, segurando a bunda enquanto ela subia e descia, os seios balançando. Tatu chupava os mamilos duros, mordiscando, e metia para cima com brutalidade. Eduarda gemia descontroladamente, gozando várias vezes, a buceta pulsando forte ao redor do pau grosso, até que Tatu gozou dentro dela, enchendo-a de porra quente e grossa.
Após o sexo, Tatu disse:
— Eu tive conversando com o VT. Ele vai sair da cadeia hoje. Clara vai buscar ele e seguiu. Ele me propôs algo: uma troca de mulheres. Você e ele, eu e Clara.
Eduarda respondeu, excitada:
— Sim, Tatu. O que você quiser.
E eles voltaram a transar. Tatu a deitou na cama, abriu bem as pernas e enfiou o pau preto grosso na buceta molhada dela com uma estocada funda, fazendo-a gemer alto. Começou a meter com força, segurando os quadris largos, estocando ritmado e profundo, o pau venoso roçando todos os pontos sensíveis enquanto os seios grandes balançavam. Eduarda rebolava contra ele, pedindo mais, o corpo suado colado ao dele. Ele a virou de quatro, metendo com brutalidade, dando tapas na bunda arredondada, puxando os cabelos loiros e dominando-a completamente. Depois a colocou por cima, fazendo-a cavalgar com força, segurando a bunda enquanto ela subia e descia, o pau entrando fundo. Tatu chupava os mamilos duros, mordiscando, e metia para cima com violência, fazendo-a gozar repetidamente, a buceta pulsando forte ao redor do pau grosso. O sexo foi intenso, suado e selvagem, com Tatu enchendo-a de porra quente várias vezes.
Após dar para Tatu, ela voltou para casa. Paulo estranhou e disse:
— Você não buscou as crianças na escola?
Ela respondeu:
— Desculpa, fui visitar uma irmã e perdi a noção do tempo.
Eles se arrumaram e foram ao culto. Eles chegam na porta da igreja.
O culto foi abençoado e cheio de emoção. O louvor começou forte, com vozes unidas dos fiéis levantando as mãos, cantando hinos de adoração que enchiam o templo de uma atmosfera de presença divina, lágrimas escorrendo pelo rosto de muitos, alguns caindo no poder do Espírito Santo. Eduarda e Paulo participavam, mas a mente dela ainda estava perturbada pelos acontecimentos recentes. A palavra pregada foi impactante, trazendo mensagens de redenção, perdão e perseverança, com o pastor convidado falando com unção sobre como Deus transforma vidas mesmo nas situações mais difíceis. Houve momentos de oração coletiva, testemunhos emocionantes de fiéis que relatavam milagres e vitórias, e um clímax de adoração onde o templo parecia vibrar com a presença de Deus. Eduarda orava internamente por perdão e força, olhando para o altar e sentindo o peso da culpa, mas tentando manter a compostura de pastora. O culto terminou com uma bênção final poderosa, deixando os fiéis renovados e cheios de esperança, mesmo que Eduarda saísse com o coração ainda dividido.
Na quarta-feira, Eduarda seguiu sua rotina pela manhã. Acordou cedo, preparou o café da manhã para a família, arrumou a casa com capricho, lavou a louça, organizou as coisas das crianças e fez uma oração rápida antes de sair. Levou os filhos para a escola, caminhando pelas ruas do bairro com postura elegante, o corpo ainda sentindo resquícios da tensão dos dias anteriores.
À tarde, ela se dirigiu até a casa de Tatu na invasão. Chegou e Clara estava lá com VT — alto, 37 anos, branco, todo tatuado e já nu, com um pau grosso como nunca antes ela viu, de 21 cm.
Tatu então apareceu e disse a Eduarda:
— Agora que o show começa.
Ele e VT chuparam suas amantes. Tatu ajoelhou-se entre as pernas de Eduarda, abriu bem as coxas e passou a lamber a buceta molhada dela com fome, a língua quente circulando o clitóris inchado, sugando com força enquanto enfiava dois dedos grossos, mexendo rápido. Ao mesmo tempo, VT fazia o mesmo com Clara, a língua habilidosa atacando o clitóris da loira, os dedos entrando fundo na buceta apertada. Eduarda gemia alto, o corpo tremendo, os seios grandes balançando enquanto Tatu chupava com vontade, alternando lambidas longas e chupadas no clitóris, fazendo-a rebolar contra a boca dele. Clara gemia ao lado, o corpo esguio convulsionando de prazer. As duas gozaram quase ao mesmo tempo, Eduarda tremendo forte, a buceta pulsando na boca de Tatu, Clara gritando enquanto gozava na língua de VT. Elas retribuíram com boquetes, revezando entre os paus. Eduarda chupou o pau grosso de VT, descendo a boca o máximo que conseguia, a língua girando na cabeça inchada, enquanto Clara chupava o pau preto de Tatu com vontade. Depois trocaram, Eduarda engolindo o pau de Tatu fundo na garganta, Clara fazendo o mesmo com VT, as bocas subindo e descendo ritmadas, as línguas trabalhando, os gemidos dos homens enchendo o quarto enquanto as duas revezavam, chupando com fome, babando nos paus grossos.
Eduarda então disse:
— E quando vocês vão nos comer?
VT a pegou e a pôs de quatro, posicionando o pau grosso na entrada da buceta molhada dela e enfiando com uma estocada funda, fazendo-a gemer alto. Começou a meter com força, segurando os quadris largos, estocando ritmado e profundo, o pau roçando todos os pontos sensíveis enquanto os seios grandes balançavam a cada investida. Ao mesmo tempo, Tatu fez o mesmo com Clara, metendo o pau preto grosso na buceta da loira, dominando o corpo esguio dela com estocadas brutais, dando tapas na bunda média enquanto ela gemia descontroladamente. VT acelerava o ritmo, metendo com violência, o pau grosso esticando a buceta de Eduarda, batendo fundo, fazendo-a rebolar contra ele, gemendo alto de prazer. Tatu fodia Clara com a mesma intensidade, o pau venoso entrando e saindo, o som molhado ecoando no quarto. Os dois homens dominavam as mulheres, trocando olhares de cumplicidade, metendo sem parar, os corpos suados colados, os gemidos enchendo o ambiente. Eduarda sentia cada centímetro do pau de VT preenchendo-a, o prazer tomando conta, enquanto Clara gemia ao lado, sendo fodida com a mesma brutalidade por Tatu.
Depois elas cavalgaram neles. Eduarda subiu em VT, posicionando o pau grosso na buceta molhada e descendo devagar, gemendo alto enquanto o pau a preenchia completamente, começando a quicar com força, os seios grandes balançando, a bunda arredondada quicando contra as coxas dele. Clara fez o mesmo com Tatu, cavalgando o pau preto grosso, rebolando e subindo e descendo, os gemidos das duas enchendo o quarto. Os homens seguravam os quadris delas, metendo para cima, dominando o ritmo. Depois, eles as viraram de quatro novamente e partiram para os cuzinhos. VT enfiou o pau grosso no cu apertado de Eduarda, esticando o anel virgem centímetro por centímetro, fazendo-a gemer de dor e prazer misturados enquanto ele metia fundo, abrindo o cuzinho com estocadas brutais. Ao mesmo tempo, Tatu fodia o cu de Clara com o pau preto, metendo com força, dando tapas na bunda média dela enquanto ela gemia alto, o corpo esguio tremendo. Os dois homens fodiam os cuzinhos com intensidade, estocando fundo, dominando as mulheres completamente, os paus grossos entrando e saindo, fazendo as bundas tremerem a cada impacto, os gemidos e o som molhado enchendo o quarto.
Após o sexo terminar, Eduarda chamou Clara e abriu o jogo com ela. Disse:
— Eu vi umas algemas hoje e tive uma ideia. Que tal nós duas sermos fodidas na frente dos nossos maridos?
Clara perguntou, curiosa:
— Como?
Eduarda respondeu:
— Com um falso assalto. Tatu e VT entram, os amarram sem eles verem seus rostos e nos fodem como putas.
Clara disse, com um sorriso:
— É genial.
Elas contaram a VT e Tatu seu plano e eles concordaram, mas não deram certeza de nada. As duas saíram dali e seguiram suas rotinas. A noite teria culto. O culto foi abençoado e cheio de emoção. O louvor começou forte, com vozes unidas dos fiéis levantando as mãos, cantando hinos de adoração que enchiam o templo de uma atmosfera de presença divina, lágrimas escorrendo pelo rosto de muitos, alguns caindo no poder do Espírito Santo. Eduarda e Clara participavam, mas a mente de Eduarda estava dividida entre a unção do momento e os planos proibidos que haviam feito mais cedo. A palavra pregada foi impactante, trazendo mensagens de redenção, perdão e uma nova chance, com o pastor convidado falando com unção sobre como Deus transforma vidas mesmo nas situações mais difíceis. Houve momentos de oração coletiva, testemunhos emocionantes de fiéis que relatavam milagres e vitórias, e um clímax de adoração onde o templo parecia vibrar com a presença de Deus. Eduarda orava internamente por força, sentindo o olhar de Tatu em algum canto, o corpo ainda sensível das horas anteriores. O culto terminou com uma bênção final poderosa, deixando os fiéis renovados e cheios de esperança, enquanto Eduarda saía com o coração ainda dividido.
A quarta-feira chegou. Eduarda seguiu sua rotina pela manhã. À tarde, Clara a ligou dizendo:
— Vi VT e Tatu conversando. Eles vão realizar seu fetiche do assalto, mas eu não posso te falar mais nada pois eles me pediram segredo.
A quarta-feira seguiu normalmente. Na quinta-feira, Eduarda foi à igreja para arrumar as doações de roupas de frio ao lado de Paulo. Chegando lá, Renato e Clara estavam lá. Eduarda e Clara separaram as roupas por tamanho e cor. organizando pilhas bem arrumadas de casacos, calças, camisetas e cobertores em mesas improvisadas, separando o que estava em bom estado do que precisava de reparo, enquanto conversavam sobre o projeto e o frio que estava chegando. Renato e Paulo pegavam as caixas de roupas no carro. Então eles ouviram um barulho. Quatro homens encapuzados entraram e renderam Paulo e Renato. Clara e Eduarda reconheceram a voz de VT. O outro homem ao lado dele era Tatu, mas era irreconhecível com as roupas pretas e capuz. Havia dois jovens com eles. VT disse a Paulo:
— Tem dinheiro aqui?
O marido de Eduarda os levou até um cofre escondido e pegaram dez mil reais, colocando numa bolsa. Eles amarraram Paulo e Renato e olharam para as duas gostosas e disseram:
— Vamos nos divertir com essas duas.
Eles as despiram na frente dos maridos e as levaram até o banheiro. Falaram:
— Eles vão ouvir vocês serem arrombadas por nós.
Eles então começaram. VT posicionou Eduarda contra a parede, abriu as pernas dela e enfiou o pau grosso na buceta molhada, metendo com força bruta, estocando fundo enquanto segurava os seios grandes dela. Ao mesmo tempo, Tatu fodia Clara de quatro no chão sujo, o pau preto grosso entrando e saindo da buceta da loira com estocadas violentas. Os dois jovens (Meno e GG) revezavam, um enfiando o pau na boca de Eduarda, fodendo a garganta, o outro chupando os mamilos duros e dando tapas na bunda. Eles trocavam de posição, um metia na buceta, outro no cu, revezando entre as duas mulheres, os paus entrando e saindo molhados, enchendo todos os buracos. Eduarda e Clara gemiam alto, os corpos suados tremendo, sendo dominadas pelos quatro homens, porra escorrendo pelas coxas, bocas e seios enquanto eles as fodi am sem parar, os maridos ouvindo tudo amarrados.
Eles as levaram para o altar da igreja onde os maridos estavam amarrados. Colocaram os capuzes novamente e partiram para o sexo anal, fodendo o cu das duas na frente dos maridos. VT posicionou Eduarda de quatro no altar, abriu a bunda arredondada dela e enfiou o pau grosso no cuzinho apertado, esticando o anel virgem centímetro por centímetro enquanto ela gemia de dor e prazer misturados. Começou a meter com força, o pau venoso entrando fundo no cu, batendo com estocadas brutais, fazendo a bunda tremer a cada impacto. Ao mesmo tempo, Tatu fodia o cu de Clara com o pau preto grosso, dominando o corpo esguio dela, metendo com violência enquanto ela gemia alto, os seios médios balançando. Os dois jovens revezavam, um enfiando o pau na boca das mulheres, o outro chupando os seios ou dando tapas na bunda. Os maridos, amarrados, ouviam tudo — os gemidos altos, o som molhado da carne se chocando, os tapas e as safadezas sussurradas. Eduarda e Clara gemiam descontroladamente, os cuzinhos sendo arrombados, o prazer tomando conta enquanto os paus grossos entravam e saíam, enchendo os interiores sensíveis de porra quente.
Após o sexo, elas ficaram lá, satisfeitas e caídas, os corpos suados e marcados. Os quatro fugiram. Paulo e Renato conseguiram se soltar. Eles chegaram perguntando se suas esposas estavam bem. Elas fizeram que não, mas a buceta ainda com porra se molhou na hora. Mal sabia Eduarda que era mais satisfeita com aquela tarde na igreja, a faria ter uma grande surpresa.