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virei puta de um casal novinho

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Um conto erótico de Trisal Anonimo
Categoria: Heterossexual
Contém 901 palavras
Data: 09/07/2026 23:14:29
Assuntos: Heterossexual

Bom meu nome é Janaina e como o titulo diz, venho contar minha aventura que já acontece a um ano.

Essa conta aqui no site é do meu namoradinho, eu influenciei ele e a namorada dele a se iniciarem aqui e ler alguns relatos depois que nós nos conhecemos, bom, vou começar apresentando a gente, como disse, eu sou a Janaína, 40 anos, adoro academia e meu corpo, 1,60 de altura, sou faminta por sexo, mas divorciada a oito anos, já tive filhos sendo a mais velha com dezenove e a mais nova com quinze, meu namoradinho se chama Erick, um completo gostoso, 1,80 de altura, um corpo delicioso de academia, ele tem só 21 aninhos, mas a barba dele faz ele parecer ter mais, eu sou loirinha e branca, já ele é praticamente uma parede morena, cabelo sempre cortado num estilo militar bem curtinho, todo delicioso, ele trabalha em um restaurante de um bom hotel aqui do Rio Grande do Sul, e bom, tem a namorada dele, Ana, a Ana é deliciosa também mas não é de frequentar academia, ela é baixinha como eu mas cheinha, famosa cavala, uma bunda imensa de dar inveja, os seios dela também são médios/grandes, o cabelo preto ate a bunda e super liso naturalmente, ela da muita inveja, ainda mais aqueles olhos verdes lindos dela, ela também tem 21 e os dois estão juntos desde os dezoito, diz a Ana que em dois anos deu pra enjoar um do outro, ate por que o Erick tem horários super puxados, eu vi os dois uma vez em um inferninho aqui da nossa cidade, vi ela curtindo com um boyzinho e ele sozinho no canto, parecia meio tímido e quietinho, mas chamou muito minha atenção.

Muito tempo depois eu não sei ao certo, mas alguns meses, eu tava em um bar pedindo um lanche e uma cerveja quando vi ele com aquele uniforme profissional de cozinha igual aos que a gente vê na tv, ele tava lindo daquele jeito, vi que ele era meio intimo da atendente da lancheria, depois ouvi ele chamar ela de madrinha, e foi suficiente pra eu puxar assunto

Eu: ela é tua dinda?

Ele: desde que eu me conheço por gente (ele disse dando um sorriso meio tímido)

Eu: nossa que legal..... trabalha com cozinha?

Ele: sim sim, mas esse é o uniforme da escola, to fazendo um curso pra ser chef e não mais cozinheiro

Eu: nossa que interessante...... pode sentar pra conversar?

Ele: posso sim

Eu puxei uns assuntos de cozinha olhando sempre nos olhos dele, nossa mesa era bem afastada e longe da vista da madrinha dele, eu elogiava, falava de comida e perguntava sobre planos, e ele só ria, contava um plano ou outro, sempre educado português perfeito, nada de gírias, super formal, e eu gostei disso, parecia mais maduro do que muito moleque que eu flertei, ele acabou soltando que tinha namorada, e isso so me atiçou mais, eu mexi na manga do uniforme dele, a gente tava de frente um pro outro, ele não recuou, ele foi além, levantou e tirou o uniforme, ele tava com camisa de academia e calça esportiva de tactel super levinha, sentou de volta e eu comecei a mexer no braço dele tocando ate o limite da manga, e ele não se afastava, so ria pra mim com cara de sonso.

Eu cuidava pra ver a dinda dele né, ela já tinha entregado meu lanche e deu um olhar pro Erick do tipo “vou te entregar”, mas ele não ligou, não muito depois o telefone dele tocou, ele nem escondeu era a namorada dele, desligou, desceu a tela e desligou os dados moveis.

Ele: posso sentar no teu lado?

Eu: pode, claro

Ele sentou do meu lado me olhando, olhando eu comer, eu fiquei tímida pela primeira vez depois de velha, o olhar dele me devorava

Eu: ta tudo certo? Tu quer um pouco?

Eu disse oferecendo meu lanche mas ele negou

Ele: não não, obrigado, é que eu gosto de ver as pessoas comerem com gosto

Eu: ah sim o xis (lanche gaúcho) daqui é ótimo

Ele: sim sim, é o melhor que tem

Ele disse tocando minha coxa, eu tava de vestidinho por que dali ia pra uma baladinha, ele apertou e eu não reagi, só larguei meu lanche e segurei a mão dele, subi um pouco e ele apertou de novo, dessa vez me arrepiou, minha respiração pesou, segurei o braço dele, grosso as veias saltadas, que delicia

Ele: me passa teu numero

Eu: mas e tua namorada?

Ele: ela deixa eu ter amigas

E novamente ele com aquela cara de sonso e um sorrisinho bobo no rosto, passei meu numero, ele adicionou e o celular dele começou a tocar muito, varias mensagens

Ele: a gente se vê, tenho que ir

Eu: ta, ta, até então

Ele: Posso te dar um abraço?

Eu: pode sim

Me levantei ele me abraçou mas antes de me soltar ele deu uma pegada n aminha cintura e eu senti o pau dele super duro, não resisti e aproximei, ele não recuou e eu beijei ele, foi delicioso, ótimo, a boca carnuda e ele tava super quente, quando a gente terminou ele olhou pra mim, deu uma piscadinha e foi embora, vi ele entrar no carro dele e ir, naquela noite não recebi nada, mas na manhã seguinte sim.

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