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Mamando e dando cu na LAN house do meu tio

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Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 3670 palavras
Data: 10/07/2026 02:44:14
Última revisão: 10/07/2026 02:57:59

Hoje em dia, com o advento da internet, quase não se vê mais LAN house por aí, mas antigamente era febre, cada bairro tinha pelo menos uma. Eu morava em Vicente de Carvalho, perto do Morro do Juramento, fazia bico na LAN do meu tio e passava o dia sentado no balcão, do lado da porta de entrada e debaixo do ar condicionado, cadastrando gente e liberando acesso às máquinas.

Lá não era tão grande, consistia basicamente de uma antessala e do saguão principal. O saguão, que era onde eu ficava, tinha o teto forrado por um toldo escuro, banheiro nos fundos e duas fileiras de computadores, uma de costas pra outra, cada uma com mais ou menos vinte PCs.

A antessala era a entrada da LAN house, uma salinha com mesa de sinuca, algumas máquinas de fliperama e a geladeira onde os moleques compravam refrigerante, Ice, cerveja, energético e vodca, eles se amarravam em jogar bebendo.

De vez em quando até apareciam umas duplinhas de moças querendo mexer no Orkut, uns velhos viciados em buraco on-line ou então um ou outro cara precisando imprimir currículo, mas 99% do tempo eu lidava apenas com os moleques do morro, um bando de novinho viciado em Counter Strike, enquanto uns outros mais nerds se arriscavam no Warcraft ou Ragnarok.

O ambiente era escuro e gelado do ar condicionado, e havia uma luz roxa pra dar aquela sensação de caverna cibernética lá dentro. Eu sentava no computador principal, atrás do balcão, e só via as cabeças em frente aos monitores, daí escutava os tiros, na sequência vinham os xingamentos e eu logo sabia que os moleques tavam jogando bomba no CS.

- Tem dois na porta, dois na porta! – gritava um.

- Desarma a bomba, cuzão, cadê tu?! – berrava o outro.

- Que vacilo, deixou o cara morrer. Hehehe! – eles começavam a rir do nada.

Além das zoações e provocações entre amigos, sempre tinha aqueles que iam pra ficar fazendo hora à toa na LAN. Uns ouviam funk no celular, outros viam os amigos jogarem, e tinha uns mais abusados que só apareciam lá pra matar aula na escola, esses davam mais dor de cabeça.

- Sou foda, na cama te esculacho. Na sala ou no quarto, no beco ou no carro. Eu, eu sou sinistro. Melhor que o seu marido, esculacho o seu amigo, no escuro eu sou um perigo. – a porta correu, a luz externa entrou e ele já chegou cantando o funk sensação do momento entre os moleques. – Digdin, digdin, digdin...

Acho que a melhor forma de descrever o Fabinho é que ele era o exemplo perfeito de nego doce. Da minha altura, 18 anos, pele parda não muito escura, corpo magro definido e descidinhas bem desenhadas nas laterais da cintura, oblíquos de parar o trânsito. Ele tinha aquele olhar de molecão pegador da favela e era dono de um cavanhaque grosso que me deixava maluco, bastava o safado chegar mandando passinho que eu parava pra olhar.

- Ô, posso saber onde tu pensa que vai? – chamei.

- Iiiiih. Coé, mozãoo, já vai começar de implicância? Me deixa, pô, nem cheguei.

- Vocês sabem que meu tio não gosta que entre com uniforme de colégio aqui. Daqui a pouco a diretora fala que a culpa de vocês matarem aula é da LAN house, pode saindo os dois.

- Ah, calma lá, Lauro! Nós paga, pô, viemo com dinheiro. – Fabinho argumentou.

- O problema não é dinheiro, é o uniforme.

- Tá, não vai adiantar discutir. Bora tirar essa porra, Fabinho. – Nando revirou os olhos e bufou, meio puto.

- Isso aí, sem discutir comigo senão não boto tempo pra ninguém. Vocês têm que aprender a me respeitar, vocês dois. – dei um riso de deboche. – Outra coisa, nada de skate aqui dentro, seu Nando.

Por conta do porte físico de moleque valentão, o apelido do Nando era Marreta. Ele era fortinho, dos braços malhados e peitoral grande, as costas também, mas não tinha tanquinho definido que nem o Fabinho. Fazia a linha filhinho de papai meio playboy: branquinho, loiro, olhos verdes, topete, todo lisinho. 18 anos, morava num condomínio perto do morro e só andava com os moleques do Juramento.

- Já que tu insiste. – Nando saiu do skate, tirou a mochila das costas e levantou os braços pra remover a blusa, mostrando as axilas torneadas e lisas.

- Assim tu quebra a firma, mozão. – Fabinho fez o mesmo, tirou a camisa do colégio e eu vi seus sovacos peludos.

- Também não pode ficar sem blusa aqui dentro. – avisei.

- Relaxa aí, cuzão.

- É, nós trouxe outra. Se liga, mozão.

Eles vestiram regatas lisas, guardaram as outras blusas na mochila e um bateu no punho do outro, meio que comemorando a ideia de trocar de roupa.

- Aí, mozão, nós vai jogar no flíper antes de partir pro CSzinho. Será que rola de deixar as mochila aqui rapidão? – Fabinho passou pro meu lado do balcão e pôs as bolsas no chão.

- Ah, pronto, era só o que faltava. Agora, além de tudo, eu tenho que tomar conta das coisas de vocês? Negativo. Não me responsabilizo se alguma coisa sumir, escutou?

- Pô, Lauro, tu tá ligado que é meu mozão, não tá? – cheio de gracinha, ele puxou minha cintura e me encoxou com vontade, sem medo de esfregar o volume da rola na minha bunda.

- Para com isso, Fabinho, alguém vai ver.

- Ninguém tá nem aí pra gente. Sabe que eu ainda vou ser teu marido, não sabe? – sarrou o cavanhaque na minha nuca e me arrepiou todo, eu automaticamente pisquei o cu na vara dele.

- Que mané marido, garoto, para de falar merda. Não sou gay e tu também não é, sai fora. Me deixa.

- Tô ligado que tu gosta, não adianta fingir. Daqui a pouco eu volto pra dar outro cheiro, tamo aqui fora no flíper. – só então o moreno me soltou e se preparou pra ir pra antessala, mas antes deu aquela pegada gostosa na mala e teve que ajeitar pro lado, culpa das roçadas que me deu.

Era assim que ele conseguia o que queria. Fabinho tinha o molho e sabia usar a seu favor, mas eu já tava cansado de ouvir esporro do meu tio e às vezes precisava falar grosso com os moleques, senão sobrava pra mim.

Nesse dia, por exemplo, eu fingi que não vi os dois escondendo a loló no bolso enquanto saíam na porrada no The King of Fighters, um apelando de Rugal e o outro esculachando de Whip.

O auge pra mim era quando Fabinho e Marreta saíam do futebol direto pra LAN house, chegavam lá suados e com a pica marcando no calção. O moreno descia o short na cintura, mostrava as descidinhas e dava palinha dos pentelhos pra me deixar maluco, já o loiro subia as pernas do calção, jogava as coxas pra rolo e eu não sabia qual mala manjar, tinha que disfarçar o tempo todo.

E quando eles tiravam as chuteiras, então? De um lado, Fabinho e seu chulé amargo que fazia meus olhos lacrimejarem. Do outro, Nando e a chulezada azeda, vapores quentes que se misturavam no ambiente e fritavam meus neurônios. Por vezes eu precisava expulsar os dois do saguão.

- Toda hora vocês arrumam problema, hein? Já tem cliente reclamando do chulé, cara. – reclamei.

- Que cliente? Só tem nós aqui, a LAN tá vazia. Dá um tempo, Lauro. – Marreta rosnou, enquanto mijava de porta aberta.

- Cliente porra nenhuma, é esse viado que gosta de chulé. Ó a cara dele como tá, vermelha! Hehehe! Curte, mozão? – Fabinho percebeu meu tesão.

- Duvido, quem que gosta desse cheiro podre? – tentei disfarçar.

- Então vamo ver. – ele tirou o meião do pé, veio por trás de mim e o apertou no meu nariz.

Minhas narinas pegaram fogo, a fusão do cheiro dos moleques queimou meus pulmões e me senti drogado na testosterona deles, deixei escorrer a lágrima sem querer. Achei que Fabinho fosse parar por aí, mas ele retomou a mania de me encoxar e me imprensou contra o balcão.

- Doido pra ser teu marido, papo reto. – ele gemeu atrás do meu ouvido.

- Por que tu fica falando isso pra mim?

- Porque eu tô ligado que tu gosta. Vai negar?

- ... – levei tantas sarradas que perdi a voz, fiquei sem palavras.

- Seria minha esposa, Lauro?

- Se eu fosse mulher?

- Tu entendeu a pergunta. Seria minha esposinha? Mas eu ia fazer contigo o que marido faz com a esposa, já é?

- Para de graça, moleque, tô falando sério. Mmmm... – foi difícil não gemer diante de uma brincadeira tão safada.

Pisquei o cuzinho achando que ele não ia perceber, o filho da puta retribuiu pulsando a pica no meu rabo e essa foi a primeira vez que eu identifiquei a maldade do Fabinho. Bem que dizem que toda brincadeira tem um fundo de verdade.

- Põe uma horinha a mais pro teu parceiro, vai? – ele tentou me subornar.

- Tá maluco? Meu tio come meu fígado, ponho nada.

- Só uma horinha, vai? Prometo que te dou a recompensa que tu quer depois.

- Que recompensa, cara?

- Essa aqui, ó. – ele botou minha mão pra trás e pôs na mala. – Quer não?

- Fabinho... Me respeita.

- Diz pra mim que não quer, pô. Diz e eu paro de te perturbar, mozão– mas eu não disse nada, até porque não queria que ele parasse com as brincadeiras jamais.

A única coisa que consegui fazer foi apertar os dedos no contorno do mastro e sentir sua rola meia bomba. Em vez de me tirar, ele permitiu o contato atrás do balcão e eu tive certeza que nada daquilo era puramente zoação. O moreno passava o rodo nas piranhas do morro, mas gostava de uma putaria e não me negava fogo.

- Tá vendo como tu gosta? – ele riu antes de me soltar. – Mais tarde nós brota aí.

- Mais tarde tem baile, não vão?

- Hoje não. Tem campeonato com uns amigo lá de São João, eu, Marreta e Wudson.

- Wu-Wudson? Calma aí, o Wudson vem aqui? – cuzinho piscou só de falar nele. – Mentira?!

- Vem mesmo. Por que, quer dar pra ele? Olha lá, mozão, sou ciumento. Minha mulher é só minha, não divido com os parceiro. Hehehehe.

- Sossega, Fabinho. Tu fala como se ele gostasse da coisa, geral sabe que aquele lá é o maior buceteiro da favela.

- Teheheh. Sabe de nada, inocente.

- Do que tu tá falando?

- Deixa quieto. Tamo junto, até mais tarde.

- Valeu, cuzão. – Marreta apertou minha mão e fez aquela piada de tentar arrastar meus dedos pra pica, mas eu fui mais rápido e evitei.

Minha vontade era patolar o loiro? Sim, com certeza, mas é aquilo que eu falei: dar confiança era uma arma de dois gumes. Por um lado, eu tirava as casquinhas; por outro, não podia me complicar com meu tio por causa desses moleques folgados, então tinha que aproveitar na medida, viver no equilíbrio com eles.

Eu sabia que esse meio-termo duraria pouco tempo e que uma hora um lado acabaria dominando a briga. Na prática, isso significa que ou meu tio me tiraria de vez do balcão, ou cedo ou tarde eu me envolveria com os moleques que frequentavam a LAN house. O que você acha que aconteceu? Não deu outra.

À noite, quando o relógio bateu uma da manhã e o baile no Juramento começou, geral meteu o pé, a LAN ficou vazia e eu aproveitei a paz momentânea pra baixar uns filmes atrasados da Marvel. Por ser noite de baile, eu sabia que dificilmente apareceria alguém ali de madrugada, mas, como eu disse, a paz foi momentânea, deu duas da manhã e a porta correu pro lado.

- Sou foda, digdin, digdin, digdin! – Fabinho entrou dançando, como sempre fazia.

A blusa do Flamengo jogada no ombro, o tanquinho exposto, relógio no pulso, boné pra trás e a bermuda da Lacoste escorregando na cintura, o início dos pentelhos aparecendo. Assim que me viu, ele me deu um abraço apertado, sarrou a pica na minha coxa e não se importou com o Marreta atrás vendo tudo.

- O que vocês tão fazendo aqui? – fiquei curioso.

- Vai rolar copinha de CS, esqueceu? – foi o loiro quem respondeu.

- Ah, é. E vem cá, não foram no baile?

- Demo uma passada lá pra tomar um negócio e fumar, mas o foco hoje é dar tiro. – Fabinho disse.

Marreta pegou umas bebidinhas na geladeira, misturou no copão que eles tavam bebendo e os dois foram pros computadores, sentaram lado a lado. Passaram cerca de uma hora e meia jogando, rindo e se zoando, reclamaram do Wudson ter furado com eles e o CS chegou ao fim. Achei que fossem meter o pé, mas a dupla se juntou nos últimos PCs da fileira e o burburinho chamou minha atenção.

- Ó essa aqui, mano. Caralho, essa é demais. Me amarro numa branquinha, papo reto. – escutei a voz do Fabinho falando baixo.

- Prefiro as pretinha, ó o rabo dessa morena. – Marreta também falou aos sussurros, como se estivesse fazendo algo errado.

Minha curiosidade foi nas alturas, saí de trás do balcão sem fazer barulho, andei na pontinha dos pés e bisbilhotei por cima da fileira de computadores, na intenção de descobrir o que os dois tavam aprontando. O que eu vi quase me fez desequilibrar e cair pra trás, o queixo desabou no chão.

- Uma preta é uma preta, pô, não tem como. Essa ruivinha também tá que tá, ó. Mó rabão. – Fabinho tava de zíper aberto, a pica morena de fora e batendo um punhetão sincero vendo pornô.

- Gosta de rabo, moleque?

- Demais, cria, cuzinho é o que há. E tu, já comeu cu de alguma piranha?

- Nunca. As mina olha meu pau e correm, ficam com medo. Hehehe. – Marreta estava com o short de algodão abaixado na altura das coxas e também se masturbava no escuro da LAN, sentado na cadeira giratória.

Ver o tamanho da rola do loiro me fez entender o motivo do apelido dele ser Marreta. Era literalmente o que o Nando tinha no meio das pernas, um martelo, um porrete, uma clava capaz de derrubar gigantes. No mínimo 21cm de um caralho branquinho, liso, de largura mediana e torto pra esquerda, afinal de contas não dava pra guardar tanta mangueira na cueca sem botar ela de lado.

Quando digo que ele era liso, é liso mesmo, zero pentelhos, 100% raspado. A cabeça enorme, inchada feito cogumelo, e as bordas roxas pulsando, um piru que parecia ter vida própria. Suas mãozadas combinavam com seu corpo grosso e eram galudas, até o talo da caceta, arregaçando ela inteira enquanto a outra mão puxava o sacão rosado pra baixo.

Em suma, Marreta não punhetava, ele marretava. Todo posudo, empinado na cadeira, o dedo mindinho levantado e os dedos dos pés se prendendo nos chinelos conforme o moleque mandava ver na bronha, fissurado no pornô na tela do computador.

Do lado dele, Fabinho também descascava a giromba, apertando seus 18cm e não conseguindo fechar os dedos ao redor dela, de tão larga que era. A cabeça rosinha menor que o corpo escuro, o sem vergonha babando melzinho sem parar e rebolando a cintura junto das mãozadas, como se quisesse fuder a própria mão na masturbação.

- “Não dá pra negar que esses dois são uma dupla imbatível.” – fiquei de pau duraço vendo tudo.

O que um extrapolava no comprimento, o outro passava dos limites na espessura, sendo que ambos eram graúdos, cada um da própria maneira. E o que eu testemunhei ali não foi apenas o corpo de um ou de outro, foi também a fome, o tesão e a libido desses moleques, porque eles tavam vendo pornô no PC do Fabinho e confessando suas taras.

- Era só uma chupada gostosa, papo reto.

- Tá vendo, cuzão. Mamada é universal, geral gosta.

- Boca é boca, tô nem aí. Quero é gozar.

- Eu também. Mamadeira tá cheia, Fabinho.

- E a minha, Marreta? – eles se olharam e riram.

- Vocês acham isso bonito? – apareci de surpresa e peguei os dois no pulo. – Batendo punheta na LAN, seus malucos?

- Ué, não tem ninguém pra mamar. Se tivesse, eu não tava na bronha. Hehehehe. – o loiro me olhou torto.

- Na real, tem alguém sim. Não tem, Lauro? – Fabinho me provocou. – Vem cá ver um bagulho, mozão, chega aí.

- Se eu for aí... Tô avisando, vai dar ruim.

- Vem, pô. Brota, te mostrar uma parada.

- Botar um bagulho na tua mão, moleque. Hehehehe. – o outro gargalhou. – Já bebi mesmo, que se foda. Só vem.

Dei a volta na fileira, surgi no meio deles e o silêncio da LAN house combinou com os gemidos das atrizes rebolando no vídeo. Confesso que bateu adrenalina por conta da porta não estar trancada, mas qualquer pessoa que aparecesse ali teria que tocar o interfone e isso me deu segurança suficiente pra mamar o Fabinho do jeito que sempre quis.

- Aí, não falei? Dei o papo e tu negou, ficou se fazendo de difícil. SSSS! Agora tá mamando, viu como o mundo dá volta?

- Tu acha que engana, Lauro? Nós sempre soube que tu é viado, vacilão. Pra que ficar mentindo? Podendo se divertir. Heheheh. – Marreta pegou minha mão e me botou pra martelar.

- Sempre levei vocês na brincadeira, foi isso.

- Brincadeira? Todo dia eu te dou uma encoxada, moleque, tu acha que tô brincando? Te mostrar que é verdade, mama meu pau. Isso, engole! FFFF! – Fabinho manifestou malícia de macho experiente, forçou minha nuca de encontro à piroca com a mão esquerda e tapou meu nariz com a direita, destinado a me engasgar.

Adivinha o que aconteceu? Eu engasguei, lógico. E com a ajuda do Marreta, que forçou a cintura do amigo na minha cara e me impediu de escapar... Não que eu fosse. Os pentelhos curtos do moreno fecharam minhas narinas, minha garganta embrulhou na vara dele e eu senti o gosto forte do babão.

- Pica babona da porra! Não para de melar minha língua. – me acabei de mamar.

- Gosta de mel? Meu pau baba pra caralho, ainda mais quando fodo garganta. Bom que tu aguenta, Lauro.

- Tu tem 18 e fala como se fodesse há anos, Fabinho.

- Ah, tu não viu nada. Já comi piranha pra caralho nesse morro, agora chegou tua vez.

- E quem disse que eu vou te dar?

- Quem disse que não vai? Não é de hoje que eu quero te comer, viado, falei que ia te pegar de jeito. – ele me virou de costas, arriou meu short e vestiu a camisinha antes de pincelar a cabeça no meu cu.

- Vai devagar, Fabinho, não tô preparado. Mmm! – meu rego pegou fogo.

- Devagarinho, vai nem sentir. SSSS! – o safado me penetrou sem dificuldade, sabia exatamente o que e como fazer.

Minha bunda pegou fogo, curvei um pouco a cintura e ele me arrebitou, quis me comer de coluna empinada. Estávamos no canto da fileira, entre os computadores e a parede, Fabinho atrás de mim, mordendo a blusa pra mantê-la erguida, e Marreta na frente, dando com a trave na minha cara pra ganhar mamada.

- Mama esse caralho, para não. – o loiro mandou.

- É que é difícil chupar e dar o cu ao mesmo tempo, teu amigo tá amaciando meu cuzin-

- Mama, porra, já falei! – ele ganchou minha cabeça e me botou pra chupar no talo da marreta, ainda emendou o tapão na minha raba. – FFFF! AÍ SIM, ENGOLE TUDO!

- Nós tava galudo pra te pegar, Lauro, tu não tá entendendo. Engole, peida não! – Fabinho espancou minha cuceta, queimou minhas pregas no atrito quente da camisinha e empurrou minha cabeça na cintura do Marreta, só me restou gargarejar.

Pisquei o furico na peça de um, engasguei na jararaca do outro, rebolei, bochechei e eles se divertiram às minhas custas, enquanto o vídeo pornô continuou rolando. Só que nenhum dos dois prestou atenção na pornografia, seus olhos estavam vidrados em mim e no que eu sabia fazer, tudo que eu podia oferecer.

- Mama e dá o cu, viadinho, daqui a pouco é minha vez. – o loiro abriu minhas nádegas pro moreno meter e eles não pararam de interagir através do meu corpo.

- Vai querer dar uma voltinha no meu rabo também, safado?

- Vou mesmo. Nunca que eu vou perder a chance de comer cu pela primeira vez.

- Vai comer cu de viado, é? – zoei.

- Foda-se. Tu é viado e quer dar, eu sou comedor e quero fuder. Funciona, não funciona?

- Funciona demais, tô dentro.

- É isso que eu quero ouvir, Lauro. Hehehe. Chupa, vai? Isso! SSSS! Quero no talo, nada de mamar só a cabeça.

- CUZINHO DE VELUDO, CARALHO! FFFF! – Fabinho se exaltou atrás de mim, prendeu as mãos nos meus ombros e não se conteve, começou a cavalgar com pressão.

O que começou como uma simples rapidinha no fundo do corredor escuro acabou virando aula de montaria, com direito a botadões na costela, o garotão galopando sem medo e demonstrando tudo que sabia fazer com sua cintura afiada. Fabinho era faixa preta na cama, tava na aura dele saber meter e fazer cuzinho de xota.

- Pisca o furico na minha pica, pisca! – ele mandou.

- Assim?!

- É pra piscar sem parar de mamar! – o branquinho me engasgou na frente.

- GHHHRR! Mas eu só tô tent-

- É pra mamar sem parar de piscar, caralho! SSSS! – o moreno trepou atrás, acelerou e chegou a empurrar a cadeira longe, fissurado em me fuder.

- ENGOLE, PORRA! – Marreta gostou de transar com a minha goela e esqueceu do mundo, só se preocupou em guiar minha nuca.

- CONTINUA PISCANDO! QUER LEITINHO!? – Fabinho pegou pressão, viciou na minha carne e não demorou a perder o controle.

- UHUMM! – concordei.

- QUER LEITINHO, QUER!? TOMA LEITE! – ele tirou de dentro, removeu a capa e finalizou pichando minha cara de leite. – AAARGH! Toma o mingau que tu merece, viado! SSSS!

- Mereço mesmo! Me dá leite.

- Toma tudo! Culpa tua, cuzinho gostoso. FFFF!

- É apertado mesmo? – o loiro ficou curioso.

- Porra, experimenta. Vai gostar.

- Meu primeiro cuzinho, mal posso esperar. Empina, Lauro. – Nando veio por trás e não vestiu camisinha.

- Vai sem capa, safado?

- Primeiro cuzinho, né, moleque. Tem que ser em gran...

Continuação lá no On Now.

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