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A viagem pós divórcio – 4

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Um conto erótico de Glauco
Categoria: Heterossexual
Contém 1997 palavras
Data: 10/07/2026 02:52:59

A viagem pós divórcio – 4

Ao acordar vejo que já está tarde, Veronica ainda dorme ao meu lado, fico olhando para ela por uns minutos, ela está de bruços e não consigo ver seu pênis, até que ela se vira, se espreguiça e me dá bom dia, ela sorri ao me ver ainda nua, faz um carinho no meu rosto e beija a minha testa, diz que espera não ter passado dos limites na noite anterior, mas não se arrepende de nada, diz que foi tudo uma delícia, adorou me conhecer melhor, eu digo que foi uma noite inesquecível, que conhece-la abriu meus horizontes de forma positiva.

Percebemos que Isa, que nos acordou berrando, já estava no banho, nos levantamos de mãos dadas e entramos no box. Isa fala logo, nada de putaria, está terminando o horário do café da manhã e eu estou toda ardida, Isa leva a mão mostrando seu bumbum, estava bem vermelho, Veronica disse que iria passar uma pomada mais tarde, momento que a loirinha fala: “te conheço, a Ana passa a pomada, né amiga?”. Eu fico rindo, e digo que vou cobrar dobrado pela consulta.

Chegamos no buffet de café da manhã comi apenas frutas e um suco, a ressaca me tira a fome, conversamos brevemente sobre o que fazer, optamos por um passeio de barco, onde poderíamos praticar mergulho com cilindro. Vamos para o quarto para nos arrumarmos.

O passeio foi estonteante, o mergulho em águas com aquela, cor, visibilidade, e vida marinha foi algo que vou me recordar para o resto da vida, conversamos muito, todas adoramos, nos levaram a várias ilhas, onde tomamos sol, comemos, bebemos, não tenho uma reclamação, além do preço, vou ficar pagando esta viagem por um tempo, a “Ana do futuro que lute”. Fomos até paqueradas por dois homens ingleses, um professor e outro militar ambos muito charmosos, na casa dos 45 anos. Fez com que minha alto estima melhorasse muito, o último ano de clausura e depressão estava aos poucos sendo superado, vi que existia uma "Ana”, não apenas a mãe e esposa.

Saímos do barco e passeamos no cais do porto, experimentamos um doce local, o “Ladob”, pessoalmente achei exótico, mas como sou chocólatra não vou colocar na minha lista de preferidos. Depois recebemos uma brochura de um luau que iria acontecer a meia noite, parecia divertido, ficamos de pensar se iríamos.

Ao retornar para o resort fomos para o quarto descansar um pouco, estávamos exaustas, tomamos um rápido banho e adormecemos, eu dormi com uma calcinha e blusão, Isa vestiu também apenas uma blusa e Veronica colocou um short doll.

Acordei com um susto, senti um toque, olhei para minha cintura Veronica estava segurando as alças da minha calcinha, puxando-as, me deixando nua, ela sorria sem emitir qualquer som, perguntei o que ela estava fazendo, quando me respondeu: “o que você acha”, “relaxe e curta, Isa está com dor de cabeça pelo excesso de sol, ela é muito branca, está apagada, vamos namorar”. Eu protestei, mas ela rapidamente colocou sua língua em meu clitóris, eu já sabia como ela era perita nisso, me permitir curtir.

A língua de verônica passeavam pela minha PPK, suavemente, as vezes ela sugava com delicadeza meu clitóris, ao mesmo tempo em que passava a língua, só que ela estava diferente da vez anterior, ela parecia me provocar, pois a todo momento parava e me fitava os olhos, até que cessou o oral e veio para cima de mim, ficou me encarando, senti seu pau duro encostar na entrada da minha xoxota, ela estava com os braços esticados, em cima de mim, inclinou meu braço, nossos seios fizeram contato, era muito diferente do contato com um homem (e o pior que é que ela tinha um pênis), tudo era macio e suave, nos beijamos com volúpia, não medimos tempo, nossas línguas ficaram entrelaçadas, um beijo gosto e molhado, não tive vontade de parar, mas Verônica o fez, ela novamente desceu pela minha nuca, beijando e mordiscando, senti o pau dela achar a entrada da minha vagina, nossa como era grosso, ainda bem que naquela posição não tinha como entrar. Eu comecei a me sentir quente, sabia que isso se traduzia em lubrificação vaginal. Veronica continuava me excitando, ela foi para meus seios, que são médios com auréolas pequenas e de cor caramelo, fiquei com os mamilos entumecidos. Veronica novamente subiu ficando de frente no do meu rosto, ela tentou encaixar o pau na minha vagina, senti meus lábios esticando. Pedi a ela parar, eu não iria conseguir ainda tinha que soltar algumas amarras emocionais, pedi mais tempo a ela (eu também estava morrendo de medo do cacete de Veronica), perguntei se não podíamos apenas brincar como na noite anterior, ela respondeu que eu estava sendo egoísta, que ela também queria sentir prazer.

Veronica se afastou e deitou do meu lado, vi que ela estava chateada e me senti culpada, eu fui até ela, dessa vez ficando por cima e a beijei, a abracei e segurei seus cabelos, depois retribui sugando seus seios, algo que eu nunca havia feito. Veronica se excitou e me puxou para outro beijo, mas entendi que o que ela queria mesmo era ficar roçando seu pênis em mim, na minha vagina e abdômen. Comecei a deixar a parte do pau de Verônica que encostava em minha buceta toda melada. Então ela levou suas mãos até meu bumbum, apertando, me arrancando suspiros, o rala rala estava me deixando excitada e não sei conseguiria me manter.

A morena me puxa e me conduz até o sofá, ela senta e me puxa para si, segurando com uma das mãos sua piroca, eu estava tão excitada que minhas pernas tremiam, sentei em cima de Verônica, deixando seu pênis preso entre minhas pernas, mesmo eu estando em cima aquela tora passava do comprimento do meu umbigo, agarrei o membro e comecei a masturba-lo, nesse interim Veronica segurava meus seios e pediu para me comer.

Eu disse: “Calma, vamos devagar, por favor tenha paciência comigo”. Ela sorriu e entendi que estava tudo bem, mas eu queria lhe dar prazer, retribuir os orgasmos maravilhosos que havia tido, continuei com a punheta, usava as duas mãos, enquanto puxava o pau de Verônica contra minha vagina, me movia sentada no colo dela, com seu membro preso entre minhas coxas, roçando na minha buceta, a masturbava com as duas mãos e ela ainda apertava meus seios, isso era demais para mim, em dado momento levantei um pouco mais e fiz o encaixe, Veronica me segurou pela cintura firmemente, mas com movimento curto, me puxou para baixo, senti aquela cabeçorra abrir meus lábios vaginais, mas não entrava, mesmo parecendo que eu estava mijando naquele caralho, de tão molhada que estava.

Veronica ficou ali, ela sabia que era difícil, ela parou de me puxar, mas também não me soltou, ficou esfregando seu pau na entradinha da minha xoxota, hora escorregando para cima até meu clitóris. Foram passando alguns minutos eu gritava frases desconexas que nunca imaginei fazer parte de meu vocabulário: “Ai que pau enorme, tá me rasgando filha da puta”. Acho que ao dizer obscenidades Veronica se sentiu encorajada, começou a forçar novamente, senti a ponta de seu pau abrir caminho na minha PPK, sentia um grande ardor, mas não atrapalhava o prazer que estava sentido. Só que o pau dela não entrava, eu me sentia frustrada e dizia a Veronica que não conseguiria.

A morena tirou a pontinha que havia entrado e começou a esfregar novamente na entrada de minha buceta e clitóris, o alívio veio com uma onda de prazer, eu fiquei ainda mais melada e Veronica me disse que até o saco dela estava molhado, foi aí que ela mudou um pouco o movimento, esfregando a piroca dela na minha buceta e cuzinho. Uma hora passou a forçar a entrada na minha PPK, e em outro momento no meu cuzinho.

“Verônica atrás não, eu nunca fiz anal”, ela riu e disse novamente: “lembre-se, jamais diga nunca”. Veronica continuou forçando, na minha buceta já havia entrado pouco mais que ponta da glande, mas no cu não entrava nada, o que parecia desafiar a morena, agora toda vez que ela forçava meu anel, ela dedilhava meu clitóris.

Em dado momento ela foi impaciente, deu um solavanco levantando a cintura, tentando enfiar em meu rabo, senti muita dor, estava tão tensa, que quando ela me soltou eu mijei no colo dela.

Veronica assumiu uma postura de dominação, me empurrou de cima dela e em seguida me jogou na poltrona, colocando meus joelhos em cima do assento e minhas mãos apoiadas nos braços da poltrona, empinou meu bumbum e disse: “ sua puta, me mijou toda agora vai leva pau”. Eu não havia visto esse lado devasso e dominador da morena, mas pedi a ela: “Não enfia, eu não vou aguentar”.

Ela estapeou minhas nádegas, levei um susto, depois senti algo molhado em meu cuzinho, era a língua de Verônica, ela me aplicava um delicioso beijo grego e na sequência começou a dedilhar novamente meu clitóris com uma mão. Aquilo estava me direcionando para um orgasmo forte, mas interrompido por uma dor em meu cuzinho, Veronica começou a introduzir um dedo. Eu gemia muito, estava entregue a verônica, de quatro, ela tocando uma siririca enquanto já enfiava dois dedos o meu cu.

Ahinn, ahinn, eu me descabelava e me contorcia, rebolava, estava entregue a luxúria, sentia dor e prazer, meu cuzinho virgem estava sendo dilatado, Verônica já havia enfiado 3 dedos e agora chupava minha buceta enquanto comia meu cu com os dedos. Veronica, quando não estava com a boca cheia, me chamava de gostosa e dizia que meu cu estava aceitando o tratamento melhor que minha PPK, ela dizia que já havia enfiado 4 dedos e depois voltava a me chupar. Pensei que iria gozar assim, mas novamente Verônica parou e se levantou atrás de mim, me pegando pela cintura e ajustando minha posição, colocando meu bumbum um pouco mais alto.

Olhei para trás e vi aquele cacete preso a uma linda morena, era uma cena surreal, ela se aproximou, bateu com aquela tora em meu bumbum, senti o peso daquela carne, era grande. Veronica alternava o momento, agora com a voz suave me chamava de linda, que eu tinha o bumbum perfeito, melhor que o de Isabel, ela esfregou suas mãos na minha bunda e depois se acomodaram em minha cintura.

Veronica pincelou a glande na entrada da minha vagina, mas depois direcionou o pau para o meu anel, fazendo naquele momento apenas um contato, me causando arrepio e gemidos. Ela repetiu o movimento e voltou a atenção ao meu cuzinho, ela abria as bandas da minha bunda suavemente com as mãos, sem fazer força e voltava a pressionar meu anus, até ali estava tudo bem, então eu mesma procurei me dar prazer, levando meus dedos ao clitóris, o que não passou desapercebido.

“Isso gostosa, toca uma siririca enquanto te enrabo gostoso”, Eu me excitava com a verbalização de Verônica, ela por sua vez alisava minha bunda e forçava um pouco mais, senti a glande abrindo minhas pregas, comecei a sentir dor e ficar um pouco tensa. Ela continuava, abria minha bunda e forçava em estágios, disputando cada milímetro que vencia com aquele pau grosso. Eu acelerei os movimentos com meus dedos, Veronica novamente demonstrava impaciência, forçando, mais e mais.

Eu nunca tinha feito anal, meu marido não curtia e eu também não entendia como era considerado uma zona erógena, mas a fixação de Verônica, a forma com que ela bufava e pedia para eu deixá-la me enrabar, me fez entender, que o proibido, o que é difícil, sempre é mais gostoso, faz parte da dominação e entrega.

Veronica continuava enfiando, as minhas pregas já começavam a envolver a cabeça do pau da morena, ela alisava minhas costas e a todo momento deixava claro que estava uma delícia, ela já até ensaiava movimentos curtos, sentia a pressão aumentar, assim como a dor no meu anel.

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Comentários

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Conto ótimo,bem escrito,pelo inusitado da situação:uma divorciada "decente" que passa as férias tendo diversas experiências na companhia de uma trans pausuda. É bastante incomum e contrastante com a vida de boa moça que ela tinha antes de tudo.

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Se não xoxota não entrou como entrou no cú? Em tempo: você tem algum tabú ou impedimento em escrever as palavras buceta e xoxota? Pois PPK acho muito frio e broxante e afinal de contas este é um site de contos eroticos. Não podemos ter tsbús. Fora isso o conto está da hora

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Por algum motivo o texto quando foi publicado saiu incompleto, enquanto resolvo deixo o que faltou neste espaço:

“Não vou aguentar, vamos tentar outro dia?” Logo depois que eu disse isso, Verônica se inclinou um pouco e forçou um pouco mais, a glande quase havia passado do ponto de não retorno.

“Ahinn, Ahinn”, eu gemi, Veronica com uma mão segurou minha nuca e com a outra, passando pelo meu ventre, enfiou os dedos na minha buceta, afastando minha própria mão que eu usava para me masturbar, a morena e disse: “você aguenta Ana, olha como sua PPK está molhada”, ela enfiou dois dedos e deu outro solavanco atrás de mim, fazendo com que a glande quase entrasse totalmente em meu cu, Veronica acentuava os movimentos, a respiração dela estava pesada, eu sentia em minha nuca agora que ela estava reclinada. Ela insistia, movimentando-se com força, o que ela tinha de sobra até que em alguns minutos senti a cabeça do pau dela entrar, eu gritei de dor e pedi para parar. Me senti arrombada, achei que iria rachar no meio

Veronica me apertou e após algumas estocadas começou a gemer, mas eu não aguentei a dor, era a pessoa certa, com pau errado para primeira vez anal, fui para frente e desencachei, senti até o ar frio do quarto invadindo meu anus que estava aberto e se recusava a fechar, logo em seguida senti um líquido quente no meu bumbum e costas, era Veronica que estava gozando, ela agora batia uma punheta e me melava toda. Após alguns segundo apontou seu pau, desculpem se estou sendo repetitiva, monstruoso, para meu rosto, eu dei um beijo na glande e me levantei, abraçando Veronica.

Quando me viro vejo que Isa estava assistindo tudo, deitada na cama, ela sorriu e disse que agora a aplicação da pomada seria de grassa, uma troca de consulta recíproca, caímos na gargalhada.

Indaguei elas se iríamos para o lual, disseram que sim, fui tomar banho com Veronica...

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