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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – Para não a assutar me deixei ser amarrado pela deusa ruiva – 05

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Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4530 palavras
Data: 10/07/2026 08:48:10

Eu estava deitado amarrado só de cueca na cama dos pais de Suzi, a ruiva amiga de minha irmã Monica, pela qual sempre tive um crush, mas ela me esnobava por eu ser 4 anos mais novo.

Para que não ficasse intimidada depois do que aconteceu com seu namorado que a agrediu e nem tivesse medo de um pau por minha irmã ter contado que era grande, me ofereci para ficar amarrado e ela controlar tudo o que aconteceria.

Imaginei que só a minha oferta já a tranquilizaria, mas Suzi me surpreendeu e realmente me amarrou só de cueca. Depois de amarrado, me provocou fazendo uma ameaça nitidamente brincando

– Agora eu poderia tirar sua cueca e fazer umas fotos inapropriadas e negociarmos aquele vídeo, disse olhando para meu pau duro que saía muito pelo elástico da cueca.

Retruquei da mesma forma.

– Ou eu poderia te mandar me desamarrar, depois fazer um strip-tease para mim, em seguida te mandaria fazer um oral e finalizaria te mandando ficar de 4 e se não me obedecesse, publicaria aquele vídeo, mesmo que você publique as fotos que faria.

Vendo preocupação e temor em seus olhos, mas também excitação, amenizei.

– No entanto não sou abusador de mulheres e sempre, sempre cumpro o que prometo e te prometi ficar aqui quietinho. A não ser que você me peça para agir diferente.

– Vamos fazer como combinado, respondeu com hesitação parecendo pensar naquela opção.

Assim que percebi Suzi levantando a camiseta emudeci instantaneamente me dedicando somente a apreciar aquele momento único e tão esperado. Já a tinha cobiçado de biquini tantas vezes, mas a ver se calcinha e sutiã antes de estar nua, já me deixaria feliz da vida.

Como imaginei era um sutiã branco confortável, completamente normal, mas a decoração com sardas marrons a seu redor, principalmente em seu colo com parte dos seios aparentes me fez engolir em seco.

Jogando a camiseta branca no chão olhou para meu pau que pulsava ferozmente. Suzi também pareceu engolir em seco e logo abriu o botão, depois o zíper e levando os dedos a cintura da calça foi a empurrando para baixo, mas era tão justa em suas formas voluptuosos que precisou dar umas reboladinhas com aqueles quadris redondos e generosos.

Como se inclinou para a frente para tirar a calça pelas coxas e depois pelos pés, só a vi em sua plenitude quando voltou a ficar em pé expondo sua calcinha lisa de lycra bem grandinha nas laterais. Abobalhado, revelei o que pensava.

– Você é maravilhosa Suzi. Parece uma deusa. Espero que você esteja como os pelinhos ruivos. Sempre que te imaginei nua, eles estavam aí.

Ela sorriu gostando.

– Quem sabe? Logo você saberá. Então você pensava em mim nua?

– Sempre. Eu me masturbava muito, de 4 a 6 vezes por dia, sempre dedicados as 8 mulheres daquele vídeo. Você, a única fora da família porque queria namorar com você.

– Você é safado desejando as mulheres da família, inclusive sua mãe. Não quer mais me namorar, falou apoiando as mãos nos quadris.

– Claro que eu quero, mas sei que não vai acontecer porque a Monica brigaria com você e me odiaria mais do que já me odeia por roubar a amiga dela. As desejo porque são todas muito lindas, incluindo você. Adoro seu bumbum bem redondo. Posso ver com a calcinha enterrada?

Lentamente Suzi girou e parou de costas me dando a visão de sua bunda monumental, cheia, redonda, firme, linda e perfeita. Fora as sardas nas costas que diminuíam, mas existiam em seu bumbum muito branco que a calcinha enterrada não cobria todo.

– Eu a acho muito grande, redonda demais e minha coxas muito grossas, falou olhando para mim por cima dos ombros. Meu pau parecia um coração fora do peito de tanto que pulsava.

– Se eu tivesse o poder de mudar algo, não mudaria absolutamente nada em você, pois é perfeita. Se o bumbum é um pouco volumoso, combina perfeitamente com seu corpo voluptuoso. É que sua cintura é incrivelmente fininha e o faz parecer maior.

– Já que gosta tanto dele, vou terminar de me desnudar assim de costas para que aproveite ficar o apreciando e mantenho o suspense sobre meus pelinhos.

Suzi estava tão leve e solta depois de um começo tenso. Foi a melhor decisão de minha vida sugerir que ela me amarrasse e tivesse o controle. Eu estava adorando estar naquela situação vulnerável.

Primeiro ela desabotoou o sutiã e o tirou pelos braços deixando suas lindas costas cheias de sardas totalmente nua. Então, levando os dedos ao elástico, começou empurrar a calcinha, fazendo aquele tecido amontoado sair de seu rego com dificuldade.

Conforme foi abaixando para frente de costas para mim a levando pelas pernas, pensei ter visto pelos alaranjados entre as pernas, mas ela se levantou rápido e deixou a calcinha cair sozinha até os pés, dando um passinho para o lado e se livrando dela.

Quando Suzi se virou sorrindo sapeca olhei direto para seus seios divinos, cheios, firmes, brancos, sardentos com mamilos e aréolas muito rosa. Em meu campo de visão já via os pelos alaranjados, mas como ficaria vidrado neles, quis aproveitar antes me deliciar com a visão daquelas maravilhas da natureza que literalmente me davam água na boca.

Sem consegui falar o quanto eram lindos, abaixei os olhos e encarei sua bucetinha ruiva, intensamente ruiva, como imaginei. Seus cabelinhos eram lisos e não muitos, deixando livre a visão de sua fenda com 2 lábios finos rosas como suas aréolas, até parecendo artificiais de tão intensamente rosa.

Era visível a pouca depilação nas virilhas para usar os biquinis e no todo aquele triangulo era coberto por pelinhos alaranjados. Embasbacado por tanta beleza, minha boca estava aberta. Aberta de verdade.

– Fecha a boca. Era assim que imaginava em suas safadezas? Nem meu namorado me olhava assim. Fico até arrepiada, falou mostrando a pele empipocada.

– Era assim, mas é muito mais linda. Os seios também. Maravilhosos. Isso é um sonho, só pode ser.

Suzi gostava dos elogios e de minha veneração e foi se soltando ainda mais. Subindo na cama, com movimentos lentos e sensuais sempre procurando meus olhos para saber para onde eu estava olhando, chegou de 4 ao lado e meu quadril, se sentou e puxou minha cueca até os joelhos também ficando de boca aberta. Tendo meu pau livre passou uma das pernas por cima de mim, se sentou sobre minhas coxas logo atrás de meu pau, me impedindo de ver sua fenda abertinha.

Tudo bem porque eu tinha a visão daquele corpo voluptuoso e extremamente curvilíneo, sua barriga retinha com um umbigo esticadinho, seus seios e seu rosto lindo, com sardas por tudo.

Com as duas mãos foi para meu pau e lado a lado o pegaram e o colocaram na vertical puxando para sua barriga que passou muito além do umbigo. Sobrava ainda um terço fora de suas mãos que era a glande e mais uns 3 centímetros visíveis. A senti o apertando várias vezes percebendo sua consistência. Ela retribuía o fascínio que eu sentia por seu corpo, fascinada por meu pau.

– Meu deus. Não acredito que a Monica e sua prima aguentaram isso. Veja onde ele chega, bem acima de meu umbigo. Se você não tivesse proposto que eu controlasse nunca iria aceitar, pois ficaria com medo que você me machucasse. Foi muito espertinho, falou olhando para meu sorriso que concordava com sua opinião.

– Elas aguentaram e tiveram muitos orgasmos, mesmo a Monica. Ela disse que seu corpo não acompanhava a sua mente que não queria gostar e não me perdoaria, falei tentando amenizar sua preocupação com meu tamanho.

– Vou tentar, mas talvez demore horas. Como eu disse, o de meu namorado era um terço do seu e ele só me penetrou uma única vez e muito rapidamente.

– Não tenho outro compromisso e posso esperar quanto tempo demorar, até dormir aqui. – Vamos ver, eu queria acabar em 2 horas e com certeza não vai dar tempo. Você quer em 3 posições, né? Quais seriam se eu aceitasse?

– No colo, para poder me deliciar com seus seios, de 4 e no papai e mamãe.

– Uhhhmmm. Minha única vez foi no papai e mamãe. Agora, preciso tentar ou nunca terminaremos, falou se levantando da minha coxa para chegar à altura de da ponta de meu pau.

Era hora de fazer um daqueles pedidos que tinha dito a ela quando aceitei ser amarrado.

– Espera. Quero fazer um daqueles pedidos. Eu jamais me perdoaria se não aproveitasse para chupar essa bucetinha ruiva tão linda, imaginada e desejada. Continuo amarrado e você vem aqui para cima e senta em meu rosto.

Seus olhos brilharam de pura excitação.

– Sério que quer fazer isso. Meu namorado disse que os homens não gostam de fazer isso e só fazem as vezes para a garota fazer o mesmo nele.

– Não precisa fazer o mesmo por mim. Só estou desesperadamente com vontade de a experimentar já que nunca terei a chance novamente. Quero por mim. Minha língua em sua fenda sentindo seu sabor e te dando prazer, meus olhos a 5 centímetros de seus pelinhos, também conseguindo ver seu corpo gostoso e com sardas por cima, os seios, seu rosto lindo e esses olhos verdes esmeralda.

– Você me excita só com as coisas que fala sobre mim.

Suzi soltou meu pau o deixando se deitar em meu púbis e veio se esfregando sobre ele com muitos gemidos, depois por meu abdômen, meu peito melando tudo e quando chegou a meu queixo se ajoelhou, deixando aquela aranhinha alaranjada a 10 centímetros de meus olhos e boca.

Finalmente eu enxergava seu interior que era de um rosa profundo, muito mais do que Monica e Livia. Seu clitóris maiorzinho do que os delas, do tamanho da pontinha meu dedo mindinho. Como Suzi não descia para que eu pudesse a lamber levantei o pescoço e com a língua espalmada, lambi seu grelinho sensível.

– Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuu. Que delicia. Assim vou gozar rápido demais.

Fiquei feliz e eufórico por estar conseguindo dar prazer aquela ruiva linda de morrer, que tanto cobicei. Com seu corpo relaxando pelo tesão, ela se soltou e levou meu rosto junto até que eu deitasse novamente no travesseiro e confortavelmente iniciei o que tinha aprendido em Monica e Livia, muito mais em minha prima.

Em meu vai e vem, ou nas lambidas longas, seu corpo tremia descontroladamente. Às vezes, eu só lambia e beijava seus pelinhos para então voltar a sua rachinha que quase pingava seu maravilhoso néctar, exótico e delicioso. Evitava o clitóris para que não gozasse tão rápido, mas mesmo assim gozou muito forte, mesmo sem estar o tocando.

– Aaaahhhhhhhhh. Estou gozando. Estou gozando Vik. Meu primeiro orgasmo com um homem.

Fiquei feliz por Suzi me chamar de Vik e não Victor e ter dado o credito a mim de seu primeiro orgasmo enquanto seus olhos lindos me fitavam lá de cima e seu corpo chacoalhava descoordenadamente. Por nada eu pararia, porque ainda não estava satisfeito e era minha única chance.

Fiquei só lambendo seu interior o degustando e quando percebi que seu orgasmo começou a diminuir, comecei dar alguns toques com a ponta da língua em seu clitóris.

– Aaaahhhhiiiii Vik. Está tão sensível. Tão gostosooooooo.

O laranja de seus pelinhos sobrecarregavam minhas pupilas de tão intenso, a sabor de seu néctar enchia minha boca de água e seu perfume fazia as glândulas de meu nariz arderem.

Aquela ruiva era muito, muito melhor do que imaginei em minhas masturbações solitárias. Decidi a fazer gozar de novo com minha língua e depois fazer um teste. Se ela me soltaria se eu pedisse, mesmo que não quisesse ser solto.

Por ter gozado Suzi aguentava enquanto me deliciava com aquela bucetinha inigualável e enquanto as lambidas faziam slump, slump em sua fenda encharcada, Suzi gemia e gritava.

– Aaaahhhhhhummmm. Mais forte Vik, mais forte.

Desta vez consegui evitar que ela gozasse rápido, pois já tinha tido um orgasmo imenso. Por uns 10 minutos, até meu maxilar doer, me deliciei com aquela gostosura sempre diminuindo o ritmo, quando percebia que ela gozaria, mas queria muito aquela bucetinha rosa e seus cabelinhos ruivos engolindo meu pau, então me concentrei em seu sensível grelinho e a fiz gozar.

– Estou gozaaaaaaaaando Vik. Gozaaaaaaandooooooooo. Aaaaaaiiiiiiiiihhhhhhhhhh.

Aproveitei todo aquele caldo que vazava me despedindo triste de algo tão delicioso, saboroso, cheiroso e macio. Foi só no final de seu orgasmo que Suzi percebeu que quase me afogava e se afastou um pouco se sentando em meu peito dando uma sensação maravilhosa sentindo nele seu calor úmido.

Eu estava no céu olhando para aquela deusa nua sentada sem pudores em meu peito curtindo o final do orgasmo que proporcionei a ela e não tive nenhuma pressa que se recuperasse, o que durou uns 3 ou 4 minutos.

– Foi maravilhoso Vik. Nunca imaginei que poderia ter orgasmos tão fortes assim. Acho que chegou a hora de enfrentar seu pau, não é, falou sorrindo, mas preocupada.

Era hora de meu teste.

– Chegou sim. Estou muito excitado e não sei como vou me controlar. Você se previne?

– Sim. Desde os 19 anos.

– Quero gozar lá dentro. Se entrar......

– Espero conseguir. Se gozei tanto com sua língua, imagine com esse pau, falou olhando para trás em direção a ele.

– Se eu te mandasse me soltar agora e fizesse com você tudo o que eu disse que faria, você me soltaria?

Surpresa, Suzi ficou pensando alguns segundos.

– Nua já estou e retribuir o que você fez agora seria o mínimo que eu poderia fazer depois desses orgasmos e ficar de 4, não muda que de um jeito ou outro vai ser bem difícil te aguentar. Eu te obedeceria, mas estou adorando esse poder sobre você e ficaria muito mais segura na primeira vez sendo eu a controlar como você propos. Se for tudo bem, depois podemos fazer como você quer, falou deliciosamente safadinha.

– Só testei para saber se você tinha gostado de verdade dos orgasmos. Estou adorando estar a sua mercê e quero que você tenha essa segurança a noite toda. Não precisa me soltar não. Podemos trocar o 4 com você me montando nessa posição de costas, mas de alguma forma quero me divertir com esses seios lindos. Vou lamber cada sarda, falei sorrindo.

– Eu que não queria transar com você e é você quem acaba amarrado, falou começando a descer por meu peito esfregando aquela bucetinha melada e quente.

– Sei que não teremos uma próxima vez, mas se tivéssemos e a condição fosse essa de eu estar sempre amarrado, não hesitaria um segundo de aceitar.

Os lábios se sua bucetinha, totalmente abertos se encaixaram no comprimento de meu pau e ela começou a se esfregar e gemer.

– Ohhhhhuuuu, que delicia. Eu poderia gozar assim mais uma vez sem ser penetrada. Ahhnnn. Bom saber que me quer esse tanto, mas em algum momento eu iria querer ser tomada por você bem tarado por mim.

Só não falei para que gozasse, porque também gozaria e queria toda minha maior carga de esperma no útero daquela ruiva deliciosa.

– Tarado como estou agora. Ohhhhhhuuuuu. Preciso tanto gozar Suzi, mas quero gozar lá no fundo porque vai ter muito.

Suzi me atendeu e se esticou para trás pegando o creme hidratante. Saindo de cima de meu pau o melou todo quase me fazendo gozar com suas mãozinhas, mais o que falou.

– Adorei seu pau. Duro demais, mas flexível. Quente quase fervendo. Bonito e acima de tudo grande, de homem de verdade, não como daquele idiota de meu ex-namorado. Você não precisa se impor e me bater para mostrar que é homem, isso aqui diz tudo, falou o apertando enquanto o punha em pé e se levantava dobrando uma perna para se encaixar nele lá em cima.

– Ahhhhh Suzi, Talvez eu goze muito rápido, mas você continua porque sei que não vai amolecer e vou querer mais.

– Está bem. Tenho certeza que você vai ter muito mais esperma do que ele que nem senti. Vamos lá, falou começando a soltar o peso lentamente.

Sempre a imaginei de 4 ou no papai e mamãe em minhas masturbações, além de me montar e na hora percebi que meu pau entre aqueles pelinhos alaranjados esticando aqueles lábios rosados estariam entre os top 10 de minha vida sexual.

– Aaaaiiiihhhhh Vik. Está tão difícil. Dóiiii, mas eu quero. Você vai destruir minha bucetinha.

O mais difícil foi seu canal se abrir aceitando minha grossura. Suzi colocava pressão, entrava um pouco, doía e ela voltava pata trás, mas sempre ficando com um pouco mais dele dentro de si. Ela olhava o que fazia, para o mesmo lugar onde meus olhos estavam travados como um alvo a perseguir. Parecia que não iria entrar, mas seu canal produzia tanta lubrificação que já tinha escorrido por meu pau melado de creme.

Seu rosto lindo era de sofrimento e concentração no que fazia, acompanhando cada milímetro que conseguia engolir. Depois de uns 2 minutos, a chapeleta toda se encaixou.

– Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gritou alto parando o movimento.

Meu pau parecia uma rolha de vinho sendo colocada de volta na boca da garrafa, parecendo estar tão espremido que diminuía a grossura. O desconforto era enorme, mas aquela visão dele dentro de sua bucetinha alaranjada, era impagável.

– Ahhhhhhhhhhhh. Meu deus. Meu deus. Parece que vai cair metade minha para cada lado. Vou continuar.

Pelos próximos minutos, Suzi se enterrava e tirava um pouco para se acostumar. As vezes se empolgava e doía tanto que ela voltava para trás alguns centímetros. Sentindo-se bem encaixada, soltou meu pau e levou as mãos a seus melões deliciosos me dando água na boca.

Aquela visão de seu corpo curvilíneo pintado de sardas e seu rosto de dor e prazer, ficou colado em minha memória como uma obra de arte. Tive aulas de arte no colégio e aquela imagem parecia um quadro renascentista devido a beleza daquela deusa com um lindo corpo voluptuoso.

Eu queria gozar, não, eu precisava gozar, mas estava tão apertado e dolorido e eu tão concentrado naquela visão, em suas reações, seus gemidos e em sua bucetinha ruiva que decidi me aguentar para gozar lá no fundo tentando a fazer gozar comigo.

Quando ela enfim o teve inteiro dentro de si me fazendo perder a visão de meu pau envolvido por seus lábios e pelos, tinha passado mais de 10 minutos e ela suspirou fundo antes de falar.

– Ahhmmmmmm. Não acredito que consegui. Sei que você seria cuidadoso, mas foi muito melhor eu ter controlado ou talvez tivesse desistido. Estou tão cheia e posso o sentir aqui, apertou sua barriga acima do umbigo.

Senti seu aperto e era impressionante pois passava da metade da altura entre meu púbis até a dobra inferior de seus seios. Ela me cobrou.

– Você não disse que não ia aguentar?

– Decidi me aguentar porque quero gozar aí no fundo e que você goze comigo. Depois continuamos para uma segunda que uma só não vai me satisfazer. Pareço estar no céu te vendo assim com seus cabelos caídos para a frente, seu corpo lindo e seus olhos verdes olhando para mim.

– Eu com certeza estou no céu depois daquela vez que estive no inferno. Você é um garoto legal, lindo, que gosta de mim e tem esse pau divino. Sinto que se der uma mexidinha vou gozar muito, muito forte.

Não esperando minha resposta a vejo apertar seus mamilos com os dedos e se levantar deixando meu pau inteiro aparecer e o engolindo novamente devagar, mas nos 2 últimos centímetros se soltou dando um tranquinho.

Explodi em um gozo gigantesco ejaculando direto na porta de seu útero como um vulcão em erupção expelindo sua lava ardente.

– Estou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaandooooooooooooooooooooooo.

Suzi olhou para mim parecendo assustada com o que sentia sem que eu soubesse se era pelo volume enorme de esperma que a inundava ou pelo prazer inigualável que a tomava.

– Vik. Vik. Vik. Tem muitoooooo. Estou gozaaaaaandooooooooooo.

Suzi ficou lá quietinha enquanto gozamos sentindo o esperma poderoso que meu pau atirava direto em seu útero. Era um prazer explosivo como imaginei que seria com aquela ruiva quente.

Quando ela percebeu que meus jorros terminaram, sempre gozando Suzi começou a subir e descer em meu pau aumentando seu prazer. Primeiro lentamente, mas sentindo a lubrificação de meu esperma foi acelerando, acelerando gritando mais alto, uma mistura de dor e prazer.

Como previ, com toda excitação anterior e vendo o que eu via, meu pau continuou duro e talvez por seu orgasmo que não terminava, Suzi estava sem controle e subia e descia cada vez mais rapidamente.

Eu já tinha gozado a mais de um minuto e Suzi continuava gozando e se empalando no sobe e desce cada vez mais intensamente, querendo manter algo que ela nunca tinha sentido.

Sabia que se machucaria e preocupado tentei a acalmar.

– Suzi, vai devagar, ou vai se machucar.

Quase sem conseguir falar, olhou para mim.

– É que não acaba nunca. Uhhhhhhhhhhh. Goza de novo para ele diminuir, falou entrecortada por seus quase pulos em meu pau.

Estava tão intenso que já parecia alguns vídeos pornôs que assisti. Me concentrei em seu pedido olhando sua fome insaciável por meu pau me levando a gozar de novo em 2 ou 3 minutos, sem que o dela acabasse. Talvez fossem vários em sequência.

– Estou gozaaaaaaaandooooo, gritei anunciando uma nova chegada de esperma quente.

Suzi sentiu.

– Meu deus. Meu deus. O que é isssooooooooo? Continuo gozaaaaando.

Aproveitei muito aquele gozo, pois imaginei que talvez Suzi terminasse machucada e não poderíamos continuar. Após injetar naquele corpo voluptuoso mais uma carga de meu esperma incandescente, meu pau começou a diminuir e ela sentindo seu orgasmo enfim foi se apagando e logo quando terminou, na hora se desencaixou e se deitou a meu lado.

– Aaaaaihhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Está em carne viva. Eu devia ter ido com mais calma, mas não consegui.

Depois desse desabafo ficamos uns 5 minutos descansando e recuperando as forças. Suzi gemia sem parar e decidi que não exigiria as outras duas vezes combinadas, mas quem primeiro falou foi ela.

– Vik, me desculpe, mas minha bucetinha não tem condições de continuar. Podemos marcar as outras duas para outro dia? Elas vão entender que tive que voltar porque não cumpri o combinado por estar toda dolorida.

– Vou fazer uma sugestão. Você me deixa dormir aqui com você e ter acesso total a seu corpo até amanhã de manhã, sem nenhuma penetração e não precisamos fazer em uma outra data. Troco a de 4 e o papai e mamãe com poder me deliciar com seus seios, poder te beijar e dormirmos agarradinhos.

Suzi se virou de lado olhando para mim sorrindo.

– Você quer me ter como namorada, não é? Ainda não desistiu dessa ideia? Mesmo que eu queria a Monica jamais deixaria.

– Não desisti não. Continuo te querendo como namorada oficial, mas agora quero ter outras 7 namoradas secretas, só mais um de meus desejos impossíveis, falei sorrindo.

Estendendo a mão, me deu uma tapa no ombro.

– E você acha que eu aceitaria te dividir com mais sete, brincou sabendo da impossibilidade.

– Não será necessário, mas se todas aceitassem, não iria consegui me desfazer de nenhuma. Cada uma teria que aceitar as outras. Seriam duas situações impossíveis. Aceitarem namorar comigo e terem que aceitar as outras.

– Sim, parece bem improvável, mas se acontecesse você daria conta de 8 mulheres, perguntou me provocando.

– Se eu me masturbava de 5 a 6 vezes por dia pensando em vocês, no mínimo 3 com as mulheres reais é que eu teria mais tesão. Duas por dia com certeza, sendo uma pela manhã e outra a noite. Algumas à tarde também. Daria para fazer 2 vezes com cada uma por semana.

Suzi não acreditava no que eu falava.

– Você já tinha pensado nisso antes, não tinha? De ter as oito e como se dividir entre nós. Não é a toa que você não perdeu a chance com aquele vídeo?

– Sim, eu tinha. Sonho de adolescente. Poder ter 8 mulheres lindas e diferentes, mas todas gostosas. O vídeo ajudou e estragou, porque terei todas, mas muitas nunca mais olharão em minha cara.

– É, vai ser difícil para mim, pois sempre que nos encontrarmos estarei com a Monica e nem conversar com você, vou poder.

– Eu entendo. A Livia também me falou sobre isso. Ela até disse que continuaríamos se as outras aceitassem, mas ela é muito próxima delas e não quer perder isso.

– Uau. Você conquistou aquele mulherão maravilhoso? Pena que foi nessa situação porque eu também te namoraria.

Ela deu uma paradinha e retomou.

– Não, não te namoraria, pois se não tivesse acontecido essa situação continuaria não me interessando por você, mas depois que se ofereceu ficar amarrado para não me assustar, deu um click em mim. Antes eu podia e não queria. Agora eu quero e não posso. Deve ser castigo por ter feito aquele oral nojento.

Fiquei sem saber o que falar, pois me sentia da mesma forma, sabendo que meu castigo era as ter fazendo sexo comigo, não por vontade própria.

– Voltando a seu pedido, eu aceito. Pode ficar comigo e fazer o que quiser e nem vou dizer que não pode me penetrar pois confio em você agora. No entanto....

Pensei que vinha algo que limitaria minha liberdade de uso de seu corpo.

– ...., vamos voltar a nos encontrar para as duas vezes que faltam. Você estava amarrado então a culpa é minha por ter exagerado. Na verdade, é só uma desculpa porquê quero de novo quando estiver curada. Acho que vai ser ainda mais gostoso. Só preciso contar a verdade a elas, mas sem dizer que você tinha aberto mão das outras duas.

Fui aos céus, sem sair do colchão. Meu coração acelerou de felicidade. Primeiro por dormir com ela, a beijar e por ela querer repetir. Meu sorriso nem precisava de resposta, mas ela a esperava ansiosa.

– Claro que quero e se sentir mais segura poderá me amarrar novamente.

Sua resposta foi uma das melhores coisas que ouvi em minha vida.

– Não vou te amarrar. Na verdade, acho melhor você me amarrar porque será você quem não estará seguro após esse orgasmo que me deu.

Meu coração parecia que ia explodir meu peito, mas não tive tempo de responder porque Suzi se girou sobre mim e me beijou, no início mais romântico, mas assim que enfiou a língua em minha boca se tornou selvagem, intenso, gostoso.

Durou uns 5 minutos com interrupções, mordidas nos lábios e sorrisos para o outro. Quando terminou, olhou bem em meus olhos.

– Adorei ter você amarrado, podendo fazer o que eu quero. Se namorássemos, de vez em quando eu te amarraria e as vezes deixaria você me amarrar. Abusar de mim, como estou abusando de você, mas agora vou te soltar. Preciso tomar um banho urgente porque está ardendo demais. Acho que além de esfolar foi esse creme que irritou. Quer ir comigo, perguntou já esticando as mãos para desamarrar os nós em meus braços.

– Que pergunta. Posso fazer o que quiser com esse corpo até amanhã de manhã e não vou perder nenhuma chance.

Quando Suzi conseguiu desamarrar puxei os braços livres, a abracei, a deitei no colchão e desta vem com meu tronco espremendo seus seios a beijei outra vez fogosamente e o gostoso foi sentir seus braços em meu pescoço me segurando lá.

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Gostando do conto. Esperando ansioso pelos capítulos.

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