Leitores e leitoras, meu nome é Paulo. Vou lhes contar um segredo, que não revelei antes, por medo de maiores represálias. Depois de alguns casamentos fracassados, casei novamente, aos 40 anos, com Sandra, uma jovem de apenas 21, que tem um irmão, Gustavo, agora com cerca de 18 anos, que vivia no Rio de Janeiro com ela, pois os pais, muito humildes, moravam em Minas Gerais. Eles haviam mandado os filhos para que estudassem aqui, pois onde moravam não havia faculdade. Para encurtar a história, eu sou professor e me apaixonei por uma aluna, essa menina provinciana. Depois de um breve namoro, ela consentiu em casar comigo, acho que mais por necessidade material do que por amor.
Pois bem, Sandra mudou-se de Quintino, longínquo subúrbio onde vivia com o irmão, para minha casa na Tijuca. No começo, tudo correu às mil maravilhas. Sandra era uma esposa dedicada e atenciosa, embora um pouco fria comigo na cama, mas atribuí tal comportamento a sua criação numa pequena cidade do interior, conservadora e puritana. Minha relação com Gustavo era boa, mas não íntima.
Apesar da sua timidez no leito conjugal, Sandra me surpreendiau ao andar normalmente pela casa e realizar os afazeres domésticos apenas de calcinha fio-dental, toda enfiada na bunda (a propósito, Sandra tem uma bela bundinha), e um minúsculo sutiã, mesmo com o irmão presente. Havia dias que, ao acordar, ia despertar Gustavo no quarto ao lado do nosso, vestindo uma calcinha, com os seios completamente desnudos. Eu sabia que seu irmão, que já era bem grandinho, tinha o hábito de dormir completamente pelado. Comecei a estranhar aquela intimidade escandalosa entre os irmãos, e um belo dia, ao chegar em casa mais cedo, surpreendi Sandra numa atitude suspeita.
Quando abri a porta do apartamento, meio de surpresa, vi uma cena que me deixou com dúvidas: minha mulher estava meio inclinada no sofá da sala, junto com o irmão, e eles estavam vendo a novela das seis da Globo. Vi os dois de costas, pois o sofá fica no meio da sala, voltado para a porta da cozinha. Quando entrei, ao que me pareceu, eles levaram um susto, pois minha mulher endireitou-se no sofá, e o Gustavo suspendeu a cueca. Minha esposa estava meio descabelada, e o meu cunhadinho, como sempre, de cueca Zorba e camiseta regata. Não sei se foi impressão minha, mas ficaram meio assustados, e procuraram disfarçar. Gustavo logo foi para o quarto. Eu, depois, no banheiro, comecei a pensar na cena: acho que a puta da Sandra estava chupando o pau dele! Não tenho certeza, mas, apesar de contrariado, pois tenho horror de ser corno, preconceito machista dominante em nossa sociedade, mas esse pensamento de ser traído foi tão intenso que comecei a bater uma punheta!
Refleti: será que Sandra está me botando chifre com o irmão? Será eles que têm um caso? E por que eu bati uma punheta pensando nisso? Será que gostaria de ser corno?
Achava insuportável ter tesão em imaginar a Sandra transando com o meu cunhadinho! Isso é normal? Muitos homens sentem tesão em ver a mulher transando com outro homem. Muitas vezes, na frente deles! São uns frouxos, incapazes de satisfazer, dominar e controlar uma mulher, pensava então comigo.
Resolvi: acho que tenho de conversar com a Sandra e dizer que quero saber a verdade. Talvez, quem sabe, eu permita que ela faça isso, pois eu sinto tesão. Depois, talvez eu possa participar também, quem sabe? (Estava começando a refletir sobre o preconceito da fidelidade conjugal, ou, melhor, ir além, liberar a esposa para transar com outros homens!)
É certo a gente querer ver a nossa esposa sendo fodida por outro pau, chupando outro pau? E do próprio irmão, é incesto! Isso não é fetiche de corno manso? Uma coisa é eu imaginar isso e bater uma, outra é ir às vias de fato. Será que eu suportaria vê-la sendo enrabada? E, ainda, o que ela vai pensar de mim? E o que o Gustavo, apesar da pouca idade, vai pensar? E se a família ficar sabendo? Eram muitas as dúvidas...
Ocorreu outro fato que me deixou com raiva e ao mesmo tempo com muito tesão! Tenho observado minha mulher e o Gustavo muito silenciosos depois do flagra que eu dei.
Bem, o fato é que já desconfiava de que os dois, o meu cunhado e a Sandra, estavam me traindo, quando eu saía de casa. Quando cheguei numa certa segunda-feira, vi tudo muito silencioso. Fui até o meu quarto, e parado na porta flagrei os dois: ela estava agachada, aos pés da cama, chupando o pau dele! Tomei um baita susto, e fiquei sem saber o que fazer! Recuperei o sangue frio e, pegando meu celular, bati duas fotos. Depois, fui para a sala. Não sabia o que fazer com essas fotos. Deveria mostrar para minha mulher, e exigir explicações? Ou mostrar para ele, o safado?
Tomei então uma decisão. Chamei minha esposa para uma conversa particular. Revelei a ela minhas desconfianças, e ameacei:
Se ela não me contasse toda a verdade, eu enviaria as fotos para a sua família em Minas! Sandra negou, a princípio, mas, como eu insistisse, alto e bom som, ela derramou-se num choro convulso e depois, enxugando as lágrimas, e muito nervosa resolveu me contar a verdade dos fatos e como tudo começara. Eis abaixo o seu relato, tal como me foi contado pela própria:
“Eu tinha uns 19 anos, não era mais virgem, e Gustavo era pré-adolescente. Eu, ainda muito nova, sentia falta de sexo, sempre gostei muito, e para me aliviar me masturbava todas as noites. Usava os dedos, depois introduzia um frasco de desodorante (Rexona), colocava um preservativo, e enfiava na boceta! Gozava, mas, às vezes, ficava machucada. Em nossa casa, em Minas Gerais, como meus pais estavam sempre ausentes, trabalhando numa fazenda próxima, ficava nua na frente de meu único irmão, pois ele era ainda muito novinho. Dormia nua, e ainda gosto de fazer isso. Numa noite, eu estava me masturbando, quase gozando, quando Gustavo veio para o quarto e me flagrou com o frasco de desodorante enfiado na boceta. Parei e ele me perguntou por que eu estava fazendo aquilo. Fiquei com muita vergonha na hora, e expliquei para ele. O mais legal foi que ele me pediu para eu continuar e ele ficar observando, tudo curiosidade de garoto.
Respirei fundo e comecei a me masturbar com meu irmão observando tudo do meu lado, e logo sua pequena pica ficou dura. Depois, ele pediu para ele mesmo enfiar o frasco na minha boceta. Deixei e gozei com meu irmão me masturbando, foi muito gostoso! Depois que gozei, ele deitou do meu lado com a pica dura, do tamanho de um dedo indicador. Perguntei se ele queria um carinho no pau, ele apenas balançou a cabeça em sinal de positivo. Então, segurei com apenas três dedos e comecei a fazer leves movimentos. Em poucos minutos, ele já estava gemendo e soltando um líquido transparente, eram as primeiras gozadas dele! Quase gozei de novo! Depois disso, todas as noites e até mesmo de dia, eu batia uma punheta nele. Quando ele fez 13 anos, eu dei uma chupada em sua pica, mas ele não gozou dentro da minha boca, e gostava de minha mão macia. Tomava banho com ele junto e batia punheta! Depois, passei a chupar sua pica. Eu amava aquilo, era gostoso demais! Tirei o cabacinho dele.
Depois da primeira relação sexual com ele, conversei bastante com Gustavo e ele soube guardar segredo, e em troca lhe dou muito prazer!!!NÃO SINTO CULPA, E SIM PRAZER!!!!
Pois bem, como já disse, conversamos muito, tive que explicar a ele que tudo tinha que ficar em segredo. Eu o masturbava, ele presenciava eu me masturbando, sem penetração, era gostoso, eu e ele gozávamos muito.
Tive que explicar que aquilo não seria para sempre, pois ele teria que namorar com meninas e construir uma família. Meu irmão um dia me disse que queria muito que eu tivesse um filho dele. Achei legal, mas, fiz ver a ele que aquilo era impossível, um absurdo!
Que bom que você entende, Paulo, é a única pessoa a quem contei essa história da transa com meu irmão. O fato é que, depois desses episódios, aconteceu de nós começarmos a enfiar nossos dedos nos cus um do outro, para ver a sensação! E daí, a ‘coisa’ foi rolando...”
- Talvez para você não fosse tão difícil masturbar-se e masturbar seu irmão, pois você é irmã mais velha, e tem autoridade moral sobre ele – falei, contendo o espanto e interrompendo seu relato.
Sandra prosseguiu com a sua incrível e depravada narrativa:
“É verdade que então eu já havia avançado um pouco mais nas bolinações com meu irmão, fiquei muito confusa, sem saber se o que fazíamos era certo ou errado. O desejo por meu irmão era mais forte que tudo! Oh! Paulo querido, perdão! perdão! (E aí Sandra começou a chorar!), e não adiantavam cartomantes ou teorias assim ou assado, queria dar minha bunda e boceta para ele! Mas, sofri muito, tinha muitas dúvidas.
Eu ficava noites acordada, mas não tirava essa ideia da cabeça. E um dia, quando cheguei em casa, à noite, vi meu irmão nu, com o pinto duro, me chamando para deitar junto dele, eu deixei o tesão falar mais alto. E hoje em dia, estou sentindo tesão por outros homens, antes não sentia.
Em outra ocasião, ele entrou no banheiro, havia esquecido a porta aberta, e ele me flagrou tomando banho e me masturbando furiosamente com os dedos. E ele tocou uma punheta bem na minha frente, me encarando despudoradamente e rindo!
Pode me perguntar mais, Paulo”. (Eu permaneci em silêncio, só meneando a cabeça tristemente, afundado em meus pensamentos frente àquela narrativa escabrosa.)
“Eu gosto de dar a bundinha, sim, ainda hoje acho que eu gosto mais desse jeito do que na xota. Foi assim, ele, o Gustavo, em primeiro lugar tirou o cabacinho do meu cuzinho.
Como você sabe, meu querido Paulo, eu amo ficar nua dentro de casa! Neste momento em que te falo, gostaria de estar nua, de vez em quando, como você deve ter notado, passo o dedo na boceta para ela ficar bem molhada, e quando estou confessando minhas faltas para você, vou acabar me masturbando e gozando bem gostoso.”
E de fato, leitores e leitoras, Sandra começou a se tocar lá embaixo, vocês sabem bem onde... E eu confesso, já estava de pau bem duro dentro das calças. Minha esposa prosseguiu, agora mais empolgada.
“A propósito, fiquei ‘viajando’ na ideia de ver meu irmão me enrabando, na sua frente, e também eu trepando com você. Fiquei imaginando que isso poderia acontecer conosco, e eu obedeceria às suas ordens, se você quisesse, eu faria qualquer coisa com você, deixaria você me enrabar, coisa que nunca você fez em mim, chuparia o pau de vocês e tudo que desejassem. Seria uma espécie de escrava de vocês... Mas, isso é só fantasia, né?
Eu e meu irmão conversamos muito. Ele sabe que não é correto comer a irmã, mas eu aceito, eu gosto, não sinto culpa, só sinto prazer nessa transgressão.
Gustavo é meu favorito, Paulo, entre todos os namorados que tive antes de te conhecer, faço o anal com a sua pica grossa e dura!
Adoro lamber o pau torto dele!! Gustavo ama me comer quase todos os dias e me enche de leite.
Ontem mesmo, ele tirou minha roupa e chupou muito minha boceta! Ele tem muita porra, e gozei duas vezes, aí ele colocou a pica na entrada da minha boceta, te confesso, Paulo, que me senti novamente virgem! Gozei muito, até ele gozar dentro de mim. Nossa, Paulo, o garoto tem muito sêmen, acho que dá pra encher uma xícara de café!!! Foi muito gostoso. Você, querido, não estava sabendo de nada”.
Decidi conversar mais tarde com ela e dizer que permito que ela faça isso, e que eu tenho tesão. Depois, se eles quiserem, posso participar também. Além disso, confesso, fiquei com vontade de experimentar o pau do Gustavo, pau de garoto novo, cheirando a leite!
Mas deixemos Sandra prosseguir com sua terrível confissão:
“Ontem, eu dei meu cu pra ele, pensei que fosse morrer de tanto gozo! Nossa, Paulo, o Gustavo gozou duas vezes dentro do meu cu! Derramou muito leite, fui no banheiro três vezes e não parava de sair esperma do meu ânus. Hoje de manhã, dei minha boceta para meu irmão, e o safado gozou na minha boca. Tenho essa tara, gosto de beber leite de homem.! E se for do meu irmão, bebo até a última gota.
Bem, o fato é que acho que você, Paulo, já desconfiava de que nós dois estávamos te traindo você, quando saía para o trabalho.”
Como podem ver, a puta da minha mulher estava transando escondido com o irmão adolescente, mas eu não consegui flagrar mais os dois. Mas, o que eu posso fazer, se no fundo gostei de saber que Sandra segura e chupa a rola do Gustavo?
Sandra continuou sua narrativa, depois de uma longa pausa.
“Certa noite, no mês passado, eu estava com um vestido branco supertransparente, numa festa na casa de uma amiga da faculdade, você não foi, lembra? Você até me disse para ir com o Gustavo, nesse jantar, e lá o diabo do meu irmão me olhava muito, eu já estava com tesão a mil, subindo pelas paredes! No fim do jantar, fui até o banheiro e tirei minha calcinha. Voltei até a sala e sentei num sofá bem em frente ao Gustavo, comecei a abrir minhas pernas e fazendo tudo como sem querer... Quando o moleque percebeu, não tirou mais o olho da minha boceta, que é bem cabeluda (você sabe que não gosto de depilação). Fiquei com mais tesão ainda. Logo depois, dirigi-me aos fundos da casa, próximo de um jardim florido, onde fica uma pequena varanda, e meu irmão me seguiu. O safado tirou a calça, ele vestia uma cueca box branca, e dava para ver um volume em forma de cilindro, do lado esquerdo, como se fosse uma linguiça! Então, eu lhe disse:
-- Você não quer transar comigo aqui na casa da minha colega?
Ele nada respondeu, apenas veio e se colou em mim, e quando eu me acomodei do seu lado, podia sentir ele tremendo. Nesse momento, comecei a passar a mão delicadamente em seu pau, e apertei por cima da cueca. Dei-lhe um beijo na boca, ele beija bem, por incrível que pareça, chupou minha língua com força, e logo minha boceta ficou molhada. Tirei sua cueca e pude ver seu pau grosso, que não é muito grande, mas grosso, e é muito bonito, e fui beijando e punhetando! Exalava um cheiro de xixi, que eu adoro!!!!
O Gustavo quis meter o pau em minha boceta, mas eu disse:
-- Calma, maninho! Antes, você tem que chupar minha boceta!!!
-- Mas eu não sei fazer isso, mamãe??!
Quando ele me chamou de mãe, notei que ele sentia tesão nessa fantasia, e fiquei com mais vontade ainda.
--Tenha calma, vou te ensinar a chupar melhor uma xoxota. Venha aqui, comece dando um beijo bem no grelo e com os dois dedos abra e passe a língua no bem no meio, pra baixo e pra cima!!!!
Deitei no chão da varanda com as pernas bem abertas, e ele fez tudo como lhe ensinei. Cheguei a gozar em sua boca. Depois ele veio subindo, abriu minha roupa e chupou gostoso os meus seios, e pude sentir a ponta do pau dele forçando a entrada da minha buça. Ele deu uma estocada e sem parar de chupar meus peitos, o pau entrou com muita facilidade e rapidez, pois eu já estava ensopada de tesão! Pude sentir seus ovos bater em meu cu e logo ele estava gozando dentro de mim!!! Nossa! Quase gozei só em sentir seu sêmen dentro de mim!! Ele deitou de lado, e, rapidamente, eu caí de boca em seu grosso pênis, chupei com força e senti o gosto de sua porra juvenil! Subi em cima do rapazinho e comecei a cavalgar em seu pau enquanto dizia:
-- Goza de novo e faz sua irmã gozar gostoso, vamos filhão pintudo!!!! Aiiiii!!!
Logo ele estava descarregando novamente dentro de mim, e eram jatos fortes! Continuei em cima dele, e gozei como há muito tempo não conseguia com você, meu pobre Paulo.
Peguei em sua mão e voltamos para a festa. Depois, na volta para casa, viemos abraçadinhos no táxi, como dois namorados. Pela manhã, você já tinha saído para o escritório, ele foi até o nosso quarto e me comeu mais duas vezes.
No dia seguinte, domingo, pela manhã, fomos todos à praia. Vesti um maiô bem-comportado, mas lembra que você e o moleque do meu irmão não paravam de olhar para o volume da minha boceta, ela é grandinha, como você sabe! Fiquei com muito tesão. Brincamos e bebemos algumas cervejas, mais ou menos na hora do almoço, comemos um peixe. E quando voltamos para casa, lembra que você disse que ia visitar seus parentes no subúrbio? Pois então, aproveitando a sua ausência, a sacanagem rolou solta, tomamos um banho os dois juntos, fomos pra cama, e lá o meu irmão me chupou, nossa foi muito gostoso, Paulo! Gozei muito.... Depois, foi a vez do Gustavo me penetrar no cu, até eu gozar de novo!!!
Ele me colocou de quatro e me comeu gostoso. De vez em quando, me virava e mamava nos meus peitos, gozei muito!!!!!
No fim, tomamos mais um banho e nos vestimos. Foi quando você chegou, e o Gustavo pouco antes me havia proposto transar de novo na sala com você olhando, mas eu fiquei com vergonha. Então, enquanto você ia tomar o seu banho, fomos para o quarto, aí tirei toda a minha roupa e chupei bastante seu pau de garoto, ele gozou em minha boca e bebi tudo!!!! Sentei em cima de sua pica e gozei muito! Foi muito gostoso, pena que você saiu do banho e me chamou e tive de vir pra cozinha pra te fazer um café, lembra?
Você está ouvindo atentamente a minha história, Paulo, gosto muito de você, querido marido. Quer que eu conte mais, ou é suficiente para você me perdoar? Me diga, querido, pois já estou toda molhada!!!!”
Eu falei para Sandra fazer uma pausa, pois precisava tomar um ar e me recompor; estava surpreso de como minha esposa narrava tudo com a maior naturalidade. Meu pau estava já a ponto de explodir, eu quase que tirei ele para fora das calças e me masturbei ali mesmo! Surpreendentemente, eu estava amando a ideia de que era... corno! Pedi a Sandra que continuasse a narrativa. Minha esposa retomou o fio da história:
“Mas, vamos ao que interessa. Ontem, mesmo, você estava no nosso quarto, lendo, eu estava na sala, vendo televisão, e o Gustavo estava de frente para mim, remexendo no celular. Sentei com as pernas bem abertas para o garoto ver minha boceta peluda, e estava sem calcinha, como sempre. Quando ele viu minha xereca exposta, começou a ficar nervoso.
Foi então que lhe disse: “Por que você está nervoso? Você já chupou minha boceta tantas vezes!
Pude notar um volume embaixo de seu calção. Me aproximei e lhe dei um beijo na boca, ao mesmo tempo em que segurei em seu pau e baixei seu calção. Ele tem um pau lindo, com poucos pelos, me abaixei e comecei a chupar o pau dele, que cabia todo na minha boca. Eu adoro cheiro de xixi, cheiro de macho, de pau, é muito gostoso. Eu já estava toda molhadinha. Sentei no sofá e abri minhas pernas, e o garoto caiu de língua, muito melhor do que você, do que qualquer homem! Gozei horrores na sua boca, e depois ele encostou a pica na entrada da minha boceta e enfiou de uma só vez!
Paulo querido, eu adoro um pau de um garoto entrando na minha bocetona, os ovos batiam no cu. Gozei, depois ele derramou muita gala dentro de mim, foi muito gostoso.”
Amigos, há muito tempo que via ele procurar minha esposa e os dois irem pro nosso quarto de dia, enquanto eu assistia à TV. E nem disfarçavam mais. E eu nem tinha mais coragem de ter alguma reação, pois receava de ela nunca mais querer transar comigo.
Bem, quanto a minha esposa revelar tudo, eu achei muito positivo, pois não gosto de mentiras, sempre conversei com ela, digo a verdade sempre, o meu gosto sexual, e que gostaria de transar com outros homens. Sei que é difícil, leitores, mas é melhor ela contar do que você descobrir tudo!
Gostei de ouvir o relato de minha mulher sendo fodida pelo irmão dela, meu cunhado. Agora, eu não me importo de ver ela dando a boceta e o cu pra outro, né? Confesso que quando penso na minha esposa sendo chupada e comida pelo Gustavo, com aquele pauzão dele, bem maior do que o meu, sinto muito tesão! Por isso, tomei coragem e vou falar com ele que quero assistir, sim, ele e ela fodendo. Vamos ver no que dá.
Isso de ver a mulher transando com outro homem é muito gostoso, a sociedade acha que é errado, mas trata-se de um preconceito machista, e quero trepar com ele e ela, não sei até quando, porém, quero aproveitar ao máximo.
Beijos, amigos leitores e leitoras, espero a compreensão de vocês com minha inacreditável e licenciosa narrativa.