Minha mãe sempre foi uma mulher bonita, pelo menos aos meus olhos, embora muitas pessoas do nosso meio sempre a elogiavam, ao que ela sempre respondia:
— Obrigada! Fico envaidecida, mas bonita mesmo é minha irmã mais nova. A Ana é a verdadeira rainha da família.
Tia Ana era a irmã mais nova da minha mãe, uma mulher realmente linda e vaidosa. Eu sempre gostei da tia Ana, embora ela não fosse uma pessoa muita dada a demonstrações de afetos.
Por conta da beleza e até por uma certa vaidade aflorada, tia Ana estava sempre com um marido ou namorado novo e, justiça seja feita, sempre escolhia homens bonitos e gostosos, se nem todos eram de boa índole, aí já é um caso à parte.
Tia Ana tinha um filho do primeiro marido, o Joel. Meu primão gente boa, tinha vinte anos, um rapaz muito legal, porém um pouco acanhado, acho que não aceitava muito bem a vida e libertária da mãe. Por isso mesmo eles sempre estavam em conflitos, mas comigo o Joel era muito gentil e amigão. Crescemos juntos, mesmo eu sendo um pouco mais jovem.
No início da adolescência até cheguei a achar que era apaixonado pelo Joel, mas depois descobri que meu desejo mesmo era por homens mais velhos, entre eles alguns dos namorados da minha tia. Mas nunca tinha acontecido nada entre mim e os seus maridos e amantes, só desejo e fantasias de um jovem gay.
Eles moravam num bairro perto do nosso, então, sempre que tinha um tempinho, eu pegava minha bicicleta e ia na casa de tia Ana ficar com Joel, jogando, conversando, ou falando bobagens comuns aos jovens.
Numa dessas visitas eu dei de cara com um homem forte, bonito, moreno com uma barba bem-feita, que lhe dava um charme especial e uma cara de cafajeste.
Intrigado com a presença daquele desconhecido eu perguntei ao Joel quem era e ele foi categórico ao responder:
— É o novo vagabundo que minha mãe trouxe pra dentro de casa.
— Calma meu primo, a tia Ana é uma mulher muito bonita e jovem, tem direito a viver os romances dela. – Eu tentei acalmar meu primo, mas sem conseguir tirar os olhos daquele belo exemplar de macho que passou pela sala, vestindo uma bermuda justa e uma camiseta leve de algodão, o que ressaltava seu corpo másculo.
— Eu sei disso Dan, mas ela poderia pelo menos escolher um homem de verdade e sossegar a boceta. Esse cara é um vagabundo aqui da rua. Tem quase quarenta anos e nem trabalhar trabalha. – Disse meu primo, mostrando o seu desagrado e me fazendo rir discretamente com o linguajar que ele usou para descrever o cara.
A partir daquele dia eu passei a ir mais frequentemente na casa da tia Ana, com a desculpa de ver o Joel, mas no fundo eu queria era ver o Geraldo, o macho novo da minha tia.
Eu babava tanto olhando para o cara, que aos poucos ele foi percebendo e, sempre que podia, ele piscava o olho pra mim, dava um risinho de canto de boca e, às vezes, apertava o pau, que fazia um volume grande dentro da bermuda.
Aquilo me deixava com o cuzinho piscando. Eu já tinha dado para uns carinhas, mas nunca tinha estado com um homem como aquele.
Só pra ressaltar, nessa altura eu já sabia que meu primo tinha razão, o cara era um cafajeste, mas era um gostoso do caralho e meu cuzinho piscava toda vez que eu o via.
Era um dia qualquer, eu peguei minha bicicleta durante a tarde e resolvi passar na casa da tia Ana, com a desculpa de bater um papo com meu primo.
Eu abri o portão, deixei minha bicicleta na varanda e entrei direto na casa, como sempre fazia.
Tia Ana me abraçou e disse que o Joel tinha saído com uns amigos e que ela estava também atrasada para um compromisso de trabalho, para eu ficar à vontade e esperar o Joel.
Me disse também que tinha feito um lanche lá na cozinha para eu ir lá comer. Ela me deu um beijo e saiu, me deixando sozinho na casa.
Eu fiquei ali comendo tranquilamente, estava com fome, pois não lanchei quando cheguei do cursinho pré-vestibular que estava fazendo.
Quando estava arrumando as coisas da cozinha pra também ir embora, o Geraldo chegou na casa, vestindo roupa de futebol e todo suado.
— Olha só, você por aqui? Tudo bem moleque? – Ele sempre me chamava assim, nas poucas vezes que falava comigo.
— É, vim falar com o Joel, mas ele saiu. Aí tia Ana me mandou ficar por aqui pra ver se ele volta, mas acho que vai demorar, ele saiu com uns amigos.
— E a sua tia tá onde, Danilo?
— Saiu também. Estou sozinho aqui.
— Hum... Ótimo, então! – Ele falou, me deixando meio confuso.
O Geraldo naquele uniforme de futebol estava uma delícia. Suado, com as coxas torando no calção, e o volumão, que eu tanto admirava, marcando. Quando fui guardar a caixa de leite na geladeira, ele soltou:
— Tem leite aqui também. Quer? – Disse isso apertando o pau e me pegando completamente de surpresa.
— Não entendi. – Eu respondi com a voz trêmula.
— Claro que entendeu moleque. Desde que você me viu a primeira vez que fica com essa cara de pidão, sempre secando meu pau. Se quiser, aproveita que eu estou num tesão danado, sua tia tá de chico e eu quero meter. É bom aproveitar, nem sempre teremos essa chance.
— Eu acho que... – Eu nem cheguei a concluir a frase e ele logo emendou:
— Vou tomar um banho, moleque. Se quiser se divertir um pouquinho, me espera lá no quarto. Você vai gostar. – Ele falou isso com um toque de homem sacana, que sabe que é cobiçado.
Eu pensei muito, o cu piscava e o desejo tomou conta de mim. Terminei de arrumar as coisas da cozinha e fui logo pro quarto. Estava nervoso, mas muito excitado.
Assim que terminou o banho ele entrou no quarto com a toalha enrolada na cintura, sentou na cama de pernas abertas, com o pau meia bomba e falou com sua voz grave:
— Vem mamar, putinho! Tenho muito leite pra você hoje.
Me deitei na frente dele com a cabeça entre suas coxas e coloquei a rola na boca. Como ainda não estava completamente dura, consegui engolir bastante.
Sentir aquela trolha endurecendo, enquanto chupava, era um tesão e, rapidinho, aquele pauzão cresceu na minha boca. Grandão, grosso e muito duro. Perguntei pra ele qual o tamanho, e ele respondeu que tinha 21cm.
Ele começou a bater a rola com mais força na minha cara. Era pesada mesmo. Lambuzei meu rosto todo com aquela baba que saía do pau dele. Eu tentava engolir mais fundo a cada chupada.
Depois de chupar por alguns minutos, ele segurou minha cabeça, me fazendo olhar pra sua cara, enquanto mamava seu caralhão. Meu tesão subiu ainda mais com isso.
De repente, ele se levantou da cama e me mandou tirar a roupa. Fiz o que me mandou e rapidamente tirei tudo. Era a primeira vez que ele me via assim. Meu pau também estava muito duro e todo babado.
— Vira de bruços, quero ver sua bundinha.
Deitei como ele mandou. Ele subiu na cama de novo e abriu minha bunda com as mãos.
— Putinho gostoso! Hoje eu vou me aproveitar de você. Fala aí, você já fez isso com outros caras?
— Poucas vezes, e nunca com um homem como você.
— Percebi... Tá fechadinho ainda. – Ele disse passando o dedo nas minhas preguinhas, me arrancando um suspiro.
Nem deu tempo de respirar direito, ele meteu a cara no meu rabo e começou a chupar meu cuzinho. Senti um prazer que até então não imaginava que era possível.
Gemi alto, o que fez ele me abrir mais e meter a língua mais fundo.
— Teu rabo é muito gostoso, moleque. Vai me dar sempre que eu quiser, né?
— Vou! Continua! Tá muito gostoso. – Eu sussurrei, sentindo aquela língua quente no meu buraquinho.
Ele chupou muito, mordeu minha bunda e deu vários tapas. Foi aí que ele levantou da cama novamente, pegou alguma coisa no guarda-roupa e voltou pra mesma posição.
— Vou preparar esse teu cuzinho.
Eu estava entregue, ele poderia fazer qualquer coisa comigo que eu iria concordar. Senti que ele jogou um gel no meu cu e começou a enfiar um dedo. Novamente, um prazer que eu desconhecia. Ele meteu o dedo inteiro e eu só gemi de prazer.
— Isso seu puto, morde meu dedo com seu rabo. Tá gostoso, né?
— Muito! – Eu gemi como uma putinha.
Eu contraía meu cu e sentia ainda mais prazer. Era uma sensação tão boa que eu não queria que acabasse nunca. Foi aí que ele colocou mais um dedo, lentamente. Senti um pouco de dor, mas o tesão falava mais alto.
— Minha rola é muito grande, vou alargar seu cuzinho pra você não sentir tanta dor.
Logo que ele falou isso, começou a enfiar mais um dedo. Três agora. Foi mais difícil de entrar, mas não doeu tanto. Ele tirava e colocava os três dedos e eu ia querendo cada vez mais. Ele foi aumentando a velocidade até sentir meu cuzinho aberto e pronto pra levar rola.
— Você já tá pronto. Agora você vai sentir o que é um macho de verdade.
Ele bateu o pauzão na minha bunda e ficou esfregando a cabeça na entrada do meu cu. Foi forçando um pouco até que, finalmente, aquela cabeçona rompeu minhas pregas apertadas e me invadiu. Me contorci um pouco com a dor, mas ao mesmo tempo estava gostando muito. Ele continuou enfiando lentamente a pica e eu sentia meu cu rasgando. Ele parou um pouco, deitou todo seu corpo em cima de mim e falou no meu ouvido:
— Tá gostando meu putinho? Teu rabo é apertadinho mesmo, mas vai sair arrombado.
— Tá doendo um pouco, vai devagar. – Eu pedi gemendo e sentindo o corpo tremer.
— Tá bem, mas quero ver você aguentar tudo, hein? – O putão falou em meu ouvido.
A sensação de estar sendo invadido pela tora daquele macho era indescritível. Acho que aqueles três dedos que ele meteu em mim antes, ajudaram, mas ainda assim eu sentia cada centímetro entrando e me rasgando.
Às vezes, ele parava e ficava com o pau pulsando dentro de mim e eu gemia alto. Ele meteu a mão na minha boca e enfiou os dedos pra eu chupar. Estava sentido tesão por todos os lados do meu corpo. Senti então os pentelhos dele na minha bunda.
— Entrou tudo, moleque. Você nasceu pra isso. Vou ficar assim um pouco pra seu cuzinho acostumar.
Completamente invadido e imobilizado pelo corpo do Geraldo, eu sentia meu cu piscando na rola dele. Passou uns minutos e a dor foi diminuindo. Comecei a movimentar meu rabo pra sentir aquela sensação gostosa novamente.
— Isso putinho! Rebola na pica do teu macho.
Ele tapou minha boca com a mão e começou a fazer o vaivém com o pau. Começou lentamente e foi aumentando a velocidade. Eu só gemia de tesão a cada estocada. Ele então levantou seu corpo e começou a meter mais forte. Achei que não ia dar conta daquele macho imenso me arrombando daquele jeito.
Ele tirou a pica e me virou de frango, abriu bem as minhas pernas, olhou na minha cara com aquele sorriso safado e meteu tudo de uma só vez. Eu vi estrelas, meu corpo até perdeu as forças. A pica tinha ido mais fundo do que antes, mas mesmo com a dor, continuei gemendo de prazer.
Ele foi socando forte, até que começou a fazer um movimento que eu delirei: tirava todo o pauzão do meu rabo e metia tudo de novo.
— Porra moleque, te arrombei mesmo. Tá todo abertinho, no formato do meu pauzão.
— Então mete mais porque tá gostoso!
Ele meteu até o fundo, olhou bem no meu olho e deu uma tapinha na minha cara. Continuou tirando tudo e metendo de novo, até que eu não aguentei segurar mais e gozei. Minha porra espirrou forte, meu cu se contraía e, enquanto eu gozava, apertei muito o pau dele com meu cu.
Ele enlouqueceu com isso, tirou a rola, montou aquele corpão em cima do meu peito e começou a despejar jatos de porra na minha cara. Veio muito leite. Eu abri a boca e tentei engolir o máximo possível. Minha cara ficou completamente lambuzada. Eu aproveitei pra dar uma chupada naquele pauzão que tinha acabado de me arrombar.
— Caralho, moleque! Não imaginei que pudesse ser tão bom. Você é um putinho mesmo, nasceu pra isso. Quero comer esse cuzinho mais vezes.
— Sempre que você quiser! – Falei satisfeito, com um sorriso no rosto.
— Muito bem, putinho! Assim que eu gosto.
Eu voltei andando para casa, não conseguia sentar na minha bicicleta, mas estava feliz, leve e realizado.
Assim que entrei em casa eu fui tomar banho. Coloquei a mão no meu cuzinho e realmente senti que ele estava todo aberto. Lembrei de tudo o que aconteceu e já me deu vontade de fazer de novo.
A juventude tem disso, parece que nunca estamos satisfeitos.
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Espero que gostem dessa aventura desse putinho sedento por sexo.
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