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Foda Louca com a Esposa do Cunhado

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1348 palavras
Data: 10/07/2026 23:26:25

Eu sou Juliana, 35 anos, casada com Roberto, mas naquela noite eu me sentia mais viva do que nunca. Meu corpo é uma tentação: morena de pele macia e clara, cabelos castanhos escuros ondulados até os ombros, olhos castanhos cheios de desejo, bunda grande e empinada, pernas grossas e firmes, cintura bem fina e peitos pequenos mas sensíveis, com mamilos que endurecem só de pensar em sexo. Eu adoro foder de todas as formas, especialmente quando gozam na minha boca e no meu rosto. Roberto mal me tocava mais, sempre viajando a trabalho. Eu estava em Florianópolis visitando a família da cunhada Carla, mas Roberto não viria. Era a oportunidade perfeita.

Marcelo, o marido de Carla, me buscou no aeroporto. Ele é um homem forte, 38 anos, corpo atlético, pau grosso que eu já imaginava há tempos nos churrascos de família. Carla, enfermeira, estava no plantão noturno. Marcelo a levaria e buscaria, então estávamos completamente sozinhos na casa dele, sem risco nenhum.

— Marcelo, obrigada por me buscar. A viagem foi cansativa, mas ver você já me anima — eu disse no carro, cruzando as pernas grossas de propósito, deixando o vestido subir.

Ele sorriu, olhando de canto.

— Ju, você está linda pra caralho. Esse vestido marca tudo. Roberto tem sorte, mas hoje ele não está aqui.

Chegamos ao apartamento amplo em Campeche. A chuva caía forte lá fora, isolando tudo. Jantamos massa com vinho. O ar estava elétrico. Sentamos no sofá e eu não aguentei mais.

— Sabe, cunhado... Roberto mal me fode mais. E você? Com Carla nesses plantões loucos, deve estar com o pau latejando de tesão, né? Eu vejo como você me olha.

Marcelo me puxou para um beijo quente, língua invadindo minha boca com fome. Suas mãos grandes apertaram minha bunda grande, amassando a carne macia por cima do vestido.

— Porra, Juliana, você é uma vadia safada. Sempre quis te comer. Hoje vou te foder como merece, sua cachorra.

Ele me carregou para o quarto de hóspedes. Tirou meu vestido devagar, revelando a lingerie preta mínima. Meu sutiã mal cobria os peitos pequenos, mamilos duros como pedras. A calcinha fio-dental desaparecia entre minhas nádegas enormes.

— Olha essa bunda grande... toda empinada pra mim. E esses peitos pequenos tão gostosos. Vou te arrombar inteira, Juliana.

Eu me ajoelhei na frente dele, ansiosa. Marcelo tirou a calça e o pau saltou: grosso, veioso, uns 19 centímetros, cabeça inchada brilhando. Eu lambi os lábios.

— Que pauzão delicioso, cunhado. Vou chupar ele todinho até você gozar na minha boca de puta.

Segurei a base com as duas mãos, sentindo o calor e a grossura pulsar. Comecei lambendo devagar da base até a cabeça, circulando a glande com a língua, saboreando o gosto salgado de homem excitado. Ele gemeu alto. Eu abri a boca e engoli metade, chupando forte, língua pressionando a veia de baixo. Subia e descia a cabeça, babando tudo, fazendo barulho molhado enquanto olhava para cima, olhos pidões.

— Isso, chupa meu pau, sua vadia! Engole fundo, Juliana. Quero ver essa garganta de puta trabalhando.

Eu forcei mais, engolindo até sentir a cabeça bater no fundo da garganta. Lágrimas escorriam dos meus olhos, baba escorria pelo queixo e pingava nos meus peitos pequenos. Eu gemia com o pau na boca, vibrando nele. Uma mão massageava as bolas pesadas, a outra punhetava a base enquanto eu chupava o resto com fome. Ele segurou meus cabelos, fodendo minha boca com estocadas curtas mas profundas.

— Caralho, que boca gostosa! Você é uma chupadora profissional, hein, cachorra? Engole tudo, vai, engole o pau do cunhado!

Eu acelerei, cabeça subindo e descendo rápido, garganta relaxada para tomar o máximo possível. O pau pulsava na minha boca, veias inchadas roçando minha língua. Eu chupava com paixão, sugando, lambendo, beijando a cabeça e voltando a engolir inteiro. Minhas pernas grossas tremiam de tesão, minha buceta já molhada pingando na calcinha. Ele puxava meus cabelos com força, controlando o ritmo.

Depois de longos minutos de boquete intenso, ele avisou:

— Vou gozar, porra! Abre a boca, vadia!

Eu obedeci, língua para fora, olhos fixos nele. Jatos grossos e quentes explodiram na minha língua, enchendo a boca. Parte escorreu pelos cantos, pingando no meu rosto, nariz, bochechas e peitos pequenos. Eu engoli o que pude, gemendo de prazer, lambendo o resto do pau dele, limpando tudo com a língua gulosa.

— Delícia de gozo quente... me cobre toda, Marcelo. Sou sua puta agora.

Ele ainda estava duro. Me jogou na cama, abriu minhas pernas grossas e atacou minha buceta com a boca. Chupou meus lábios carnudos, enfiou a língua fundo, sugou meu clitóris inchado. Eu rebolava contra o rosto dele.

— Come minha buceta, cunhado! Chupa essa vadia molhada pra você. Ai, que delícia!

Ele meteu dois dedos grossos enquanto chupava, me levando ao primeiro orgasmo intenso. Meu corpo tremeu, buceta apertando os dedos dele.

— Aaaahhh, gozei gostoso! Agora me fode, Marcelo. Enfia esse pauzão na minha buceta!

Ele subiu e empurrou devagar no começo, depois com força. O pau grosso abriu minha buceta apertada, centímetro por centímetro, me preenchendo toda.

— Que buceta quente e apertada, Juliana! Tá me engolindo inteiro, sua safada.

— Me fode forte! Rasga minha buceta, cunhado! Sou sua cachorra, me usa!

Ele meteu com brutalidade, estocadas fundas e rápidas, batendo as bolas contra mim. Minhas pernas grossas envolveram ele, bunda grande quicando no colchão. Ele apertava meus peitos pequenos, beliscava os mamilos.

— Toma, vadia! Leva esse pau todo na buceta. Sua puta safada, traindo o marido com o cunhado.

Mudamos para quatro. Eu empinei minha bunda grande bem alto. Ele deu tapas fortes, marcando a pele.

— Olha essa bundona empinada! Toda minha pra foder.

Entrou por trás, metendo fundo, puxando meus cabelos. Eu gritava de prazer.

— Isso, puxa meu cabelo! Me fode como uma cadela no cio! Mais forte, Marcelo!

Ele metia com força animal, mão dando tapas na bunda, outra no meu clitóris. Outro orgasmo me invadiu, buceta pulsando no pau dele.

— Gozei de novo! Não para, continua metendo!

Ele virou meu rosto e gozou pela segunda vez, jatos quentes acertando minha boca aberta, rosto, olhos e cabelos. Eu lambia tudo, esfregando o gozo na pele.

— Mais gozo pra mim... me banha toda, cunhado safado.

Fomos para o banho. Debaixo da água quente, ele me prensou contra o azulejo e me fodeu por trás novamente, uma perna minha levantada. Minhas mãos apoiadas na parede, bunda grande recebendo as estocadas.

— Fode essa buceta no banho, vai! Me arromba!

Depois, na cozinha, eu sentei na bancada, pernas abertas. Ele me comeu de novo, depois me fodeu ali mesmo, meus peitos pequenos balançando.

— Olha como meus peitinhos pulam enquanto você me come, Marcelo. Sou toda sua vadia.

No sofá da sala, eu cavalguei com loucura. Subia e descia no pau grosso, rebolando, bunda grande quicando alto.

— Olha como eu quico no seu pauzão! Que delícia sentir ele batendo fundo na minha buceta. Me chama de puta!

— Cavalgue, cachorra! Quica nessa rola, Juliana. Sua buceta gulosa tá me ordenhando!

Eu cavalgava frenética, peitos pequenos expostos, gemendo alto. Ele chupava meus mamilos, dava tapas na bunda.

O clímax da noite foi na cama novamente. Missionário, minhas pernas grossas nos ombros dele, corpo dobrado. Ele metia com tudo, suor pingando, estocadas violentas.

— Toma tudo, vadia! Essa buceta é minha agora. Vou encher você de porra!

— Goza dentro ou na minha cara? Quero sentir você explodindo!

Ele saiu na hora certa e gozou forte no meu rosto mais uma vez, pintando minha pele morena com sêmen quente e grosso. Eu abri a boca, pegando o máximo possível, engolindo e lambendo os restos.

Ficamos exaustos, mas felizes. Deitados nus, eu tracei o peito dele.

— Essa foi a foda mais louca da minha vida, Marcelo. Quero repetir sempre que Roberto viajar e Carla trabalhar. Você me fez sentir viva, desejada, bem comida.

— Você é insaciável, Juliana. Uma puta perfeita.

A noite inteira foi uma maratona. Detalhes de cada toque, cada estocada, cada gemido. Meu corpo marcado por tapas, chupões e gozo. A chuva continuava lá fora, mas dentro só havia prazer proibido e intenso. Eu, Juliana, a esposa do cunhado, me entreguei completamente ao desejo.

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