Na Cama do Corno
Ronaldo estava viajando a trabalho por três dias. Assim que ele confirmou que já tinha embarcado, ela me mandou áudio com a voz manhosa:
— Vem pra casa. Quero você na nossa cama, me comendo como seu macho.
Cheguei à casa deles no fim da tarde. Ela abriu a porta vestindo apenas um robe curto. Mal entrei e já a prendi contra a parede, beijando com fome e apertando aquela bunda.
— Hoje você vai ser bem usada, puta casada — falei, dando um tapa forte na bunda dela.
Ela gemeu alto e me levou direto pro quarto do casal. Assim que entramos, tirei o robe dela e a joguei no meio da cama king size.
Comecei metendo ela de quatro, segurando firme na cintura e dando tapas pesados na bunda. Cada tapa deixava a marca vermelha da minha mão.
— Isso… bate mais forte. Quero ficar marcada — pediu ela, empinando a bunda.
Eu metia fundo e dava tapas ritmados, fazendo a bunda dela ficar vermelha e ardida. Depois, deitei na cama e mandei:
— Vem cá. Senta no meu pau. Quero ver você cavalgando como a puta safada que é.
Ela subiu em cima de mim, segurou meu pau grosso e sentou devagar, gemendo alto enquanto descia. Começou a cavalgar devagar, depois cada vez mais rápido, rebolando gostoso. Eu segurava aqueles seios e dava tapas fortes na bunda enquanto ela quicava.
— Isso, cavalga no pau do seu macho. Mostra como você gosta de trair o corno na cama dele.
Ela estava louca, gemendo sem parar, a bunda vermelha dos tapas.
Em certo momento ela pegou o celular e ligou pro marido no viva-voz.
— Alô, amor… — atendeu Ronaldo.
Ela já estava cavalgando forte, gemendo.
— Oi, querido… tô aqui em casa… com saudades — disse ela, ofegante.
Eu segurei a cintura dela e meti de baixo com força, dando um tapa bem dado na bunda.
— Que barulho é esse? — perguntou Ronaldo, desconfiado.
Ela olhou pra mim, sorrindo safada, e respondeu gemendo alto:
— Meu macho está metendo gostoso de quatro agora mesmo… bem no meio da nossa cama… já você não está aqui e quando está fica distante de mim, não me toca, não me fode…
Ronaldo ficou em silêncio por alguns segundos. Depois respondeu, com a voz rouca:
— Para com isso… se você me chifrar, está fodida comigo, safada.
Ela riu, excitada, e continuou cavalgando mais forte:
— Ai… ele tá metendo tão fundo… tão grosso… você nunca me comeu assim, Ronaldo. Tô toda molhada pra ele… gemendo como uma puta na nossa cama… Tá ouvindo o barulho? É o seu macho me comendo bem gostoso.
Eu dei outro tapa forte na bunda dela, fazendo ela gemer ainda mais alto.
— Sua vadia… — murmurou Ronaldo do outro lado, claramente excitado e humilhado.
— Sou mesmo… sou a puta do meu macho. Ele me fode do jeito que você nunca conseguiu. Quer ouvir mais? — provocou ela.
Desliguei a ligação e mandei ela virar de quatro novamente. Meti com força, dando tapas seguidos na bunda já vermelha.
— Agora vou foder seu cu — avisei.
Ela empinou mais, toda arrepiada. Eu cuspi no cuzinho e comecei a pressionar. Ela sofreu no começo, gemendo de dor e prazer:
— Vai devagar… seu pau é grosso demais…
Quando consegui enfiar tudo, ela começou a rebolar. Depois mandei ela sentar de novo, agora no anal. Ela desceu devagar, gemendo alto, e começou a cavalgar no meu pau no cuzinho. Eu dava tapas fortes na bunda enquanto ela quicava.
— Isso… cavalga no pau do seu macho no cu… traidora safada.
Ela gozou tremendo inteira, apertando meu pau no cuzinho. Eu gozei logo depois, enchendo a bundinha dela de porra quente.
Ficamos deitados na cama do casal, suados e satisfeitos. Ela passou a mão na bunda ardida, sentiu as marcas dos meus tapas e sorriu:
— Amanhã quando o corno voltar, vou dormir do lado dele toda marcada e cheia da sua porra… e ele vai continuar fingindo que não sabe de nada.