Meu nome é André, na época tinha18 anos, recém-formado no colégio, esperando os resultados do vestibular. O verão de 2004 prometia ser inesquecível. Minha família inteira se reuniu na casa da minha avó no interior – uma casa enorme, com quintal, piscina, churrasqueira. Era o tradicional encontro de férias, onde primos, tios e avós se juntavam para celebrar o fim do ano.
Entre todos os primos, a que mais chamava minha atenção era a Isabela. Ela tinha 19 anos, era alta, cabelos castanhos e compridos, olhos verdes que pareciam te atravessar. Corpo de violão – seios fartos, cintura fina, bunda redonda. Ela tinha um sorriso fácil, mas um olhar que prometia perigo. Era o tipo de garota que sabia que era bonita e usava isso como arma.
Crescemos juntos, mas naquele verão algo mudou. Eu comecei a notar Isabela de uma forma diferente. Não era mais a "prima". Era uma mulher. E ela, de alguma forma, começou a me notar também.
Tudo começou com uma brincadeira na piscina. Estávamos jogando vôlei aquático, e Isabela mergulhou para pegar a bola. Quando saiu da água, o biquíni tinha se deslocado, mostrando um pouco mais do que devia. Eu fiquei olhando, e ela percebeu.
— Gostou do que viu, priminho? — ela provocou, com aquele sorriso perverso.
Minhas bochechas queimaram. Desviei o olhar, mas já era tarde.
— Não fica com vergonha — ela disse, se aproximando. — Todo homem olha. É normal.
Naquela noite, não consegui dormir. Me masturbei pensando nela, na piscina, no biquíni.
Mas o que mudou tudo foi um acidente. Uma tarde, eu estava no banheiro da casa da minha avó, que tinha uma fechadura quebrada. Tomei banho, saí do boxe e, quando fui me secar, a porta se abriu.
Era Isabela.
Ela entrou sem bater, como se fosse o banheiro dela. E me viu. Nu. Todo. Meu pau pendia entre as pernas – mole, pequeno, encolhido. Os mesmos 9 centímetros que me assombravam desde a adolescência.
Ela parou. Olhou para o meu pau. Depois, olhou para o meu rosto. Um sorriso lento se formou nos seus lábios.
— Nossa, priminho — ela disse, a voz baixa. — Que pintinho pequeno. Parece estar do mesmo tamanho de quando éramos todos crianças e tomamos banho juntos.
Eu congelei. Não conseguia me mover. Não conseguia cobrir meu pau. Apenas fiquei ali, paralisado, a vergonha queimando no meu peito.
Ela deu um passo para trás, ainda sorrindo.
— Não se preocupa — ela disse. — Seu segredo está seguro comigo.
Ela saiu e fechou a porta.
Passei o resto do verão com um nó no estômago, sempre que ela estava por perto. Mas ela nunca mais mencionou o assunto. Agiu como se nada tivesse acontecido. Aos poucos, o constrangimento foi diminuindo, e o verão terminou sem outro incidente.
Nunca mais nos vimos com frequência. Eu fui para a faculdade em outra cidade, ela se casou, teve filhos. As férias em família continuaram, mas a vida seguiu seu curso.
Os anos se passaram, e aquele momento no banheiro se tornou uma lembrança embaraçosa que eu tentava enterrar. Até que, na ceia de Natal de 2014, tudo mudou.
Eu tinha 28 anos, Isabela 29. Ambos estávamos vindo de fim de namoro que se encaminhava para noivado. Estávamos na casa da minha avó, agora já falecida, mas a tradição da ceia de Natal continuava. A família inteira estava reunida – tios, primos, sobrinhos. A casa estava cheia de risadas, crianças correndo, e o cheiro de peru assado.
Isabela chegou com um vestido vermelho, curto, decotado. O corpo ainda estava em forma, os seios fartos, as curvas acentuadas. O cabelo castanho e comprido, os olhos verdes brilhando. Ela parecia mais bonita do que eu lembrava. E, quando me viu, seus olhos brilharam com um reconhecimento que me fez estremecer.
— André! — ela gritou, me abraçando com força. — Quanto tempo, priminho!
Senti seus seios contra meu peito, seu perfume invadindo meus sentidos.
— Isabela... — respondi, a voz falhando. — Você está linda.
— Você também — ela disse, afastando-se, os olhos percorrendo meu corpo. — Está mais forte, mais homem.
Ela me deu um beijo no rosto, mas seus lábios roçaram perto demais da minha boca. Senti um arrepio.
A ceia foi animada. Vinho, champanhe, risadas. Isabela sentou ao meu lado, e suas pernas roçavam nas minhas debaixo da mesa. Ela ria das minhas piadas, tocava meu braço ao falar, inclinava-se para perto de mim cada vez que eu dizia algo.
— Você está tão diferente, André — ela disse, os olhos brilhando. — Mais maduro. Mais confiante.
— Você também — respondi. — Parece que o tempo não passou por você.
Ela riu, uma risada baixa, e se inclinou para sussurrar no meu ouvido:
— Você lembra daquele verão, priminho? Lembra do que eu vi?
Meu coração disparou. Eu tinha esperado que ela tivesse esquecido.
— Lembro — admiti, a voz rouca.
Ela sorriu, um sorriso perverso.
— Seu pintinho ainda é do mesmo tamanho? Ou cresceu?
Eu fiquei em silêncio, o sangue subindo ao rosto.
— Cresceu — menti, a voz saindo mais firme do que eu esperava. — Cresceu bastante.
Os olhos dela brilharam.
— Ah, é? — ela disse, a voz provocante. — Então quero ver.
— Isabela...
— Quero verificar, priminho. Para ver se você não está mentindo.
Ela se levantou, pegou minha mão.
— Vem comigo. Agora.
Eu obedeci, como um sonâmbulo. Ela me levou pelo corredor escuro da casa antiga, até o banheiro que ficava no fundo. O mesmo banheiro. O mesmo lugar onde tudo começou.
Ela entrou, fechou a porta e trancou.
— Anda — ela disse, a voz rouca. — Mostra para a sua prima.
Minhas mãos tremiam enquanto desabotoava a calça. Meu pau, pequeno e mole, pulsava entre minhas pernas. Eu sabia que ele não tinha crescido. Continuava com os mesmos 9 centímetros.
Com um movimento rápido, abaixei a calça e a cueca. Meu pau saltou para fora. Mole. Pequeno. Encolhido.
Ela olhou. Ficou em silêncio por longos segundos. Depois, riu.
— Você mentiu para mim, priminho — ela disse, a voz cheia de deboche. — Ele é a mesma coisinha pequena de antes. Talvez até menor.
— Isabela...
Ela se aproximou, ajoelhou-se na minha frente.
— Mas eu não estou reclamando — ela disse, segurando meu pau com dois dedos. — Na verdade, acho que é até mais fofo assim.
Ela passou o dedo na cabeça do meu pau, que começava a endurecer.
— Olha como ele fica duro — ela sussurrou, a voz cheia de excitação. — Tão pequeno, tão duro, tão gostoso.
Ela abriu a boca e chupou meu pau. A boca quente, a língua dançando. Eu arquei as costas, os dedos arrancando a parede.
— ISSO, ISABELA! — eu gritei baixinho.
— Você gosta, priminho? — ela perguntou, a boca ainda no meu pau.
— AMO! — respondi.
Ela chupava rápido, fundo, engolindo tudo porque cabia inteiro.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA! — ela ordenou.
Gozei em segundos. O esperma jorrou na boca dela, grossos jatos que ela engoliu sem hesitar. Ela limpou os lábios, sorriu.
— O que não tem de tamanho tem de porra, né? — ela disse, rindo.
— Você não está com vergonha de mim? — perguntei, a voz ainda trêmula.
— Vergonha? — Ela riu. — André, você é o homem mais gostoso dessa festa. Sua altura, seu corpo, seu cheiro... e esse pintinho duro, babando, que cabe inteiro na minha boca e me fez gozar só de chupar.
— Gozar? Você gozou?
— Gozei. Só de chupar seu pintinho. Isso é uma prova de como você é gostoso.
Ela se levantou, me beijou.
— Você é meu agora, priminho.
— Sou todo seu.
— E amanhã, a gente continua.
No dia seguinte, ela me ligou cedo e mandou ir ao apartamento dela. Só de lembrar daquele boquete delicioso meu pintinho ficou duro, mas mal sabia o que ela planejava para mim.
Assim que cheguei, ela me levou ao quarto dela.
— Vem, priminho. Vamos brincar.
Quando cheguei, ela estava deitada na cama, nua. Os seios fartos, os mamilos duros. A buceta lisa, depilada, os lábios rosados.
— Você quer provar de mim, priminho? — ela perguntou, abrindo as pernas.
— Quero.
— Então vem.
Eu me ajoelhei na cama, enfiei a cara na buceta dela. Lambi, chupei, enfiei a língua. O gosto era doce, ácido, delicioso.
— ISSO, ANDRÉ! — ela gemeu. — LAMBE A BUCETA DA SUA PRIMA!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?
— AMO!
Ela gozou na minha boca, se contorcendo.
Depois, ela me puxou para cima.
— Agora me come, priminho. Me come de verdade.
Eu me posicionei entre as pernas dela. Meu pau, duro, pulsando, apontando para a buceta dela. Enfiei a cabeça, senti o calor, a umidade.
Entrei.
Ela gemeu, mas não foi um gemido de prazer. Foi um gemido de... decepção.
— Entrou? — ela perguntou, a voz baixa.
— Entrou — respondi, começando a meter.
Eu metia, rápido, fundo. Mas eu sentia. Sentia que meu pau não preenchia. Que a buceta dela era grande demais para o meu pintinho. Cada estocada era como jogar uma agulha no oceano.
Ela tentou sentir prazer, eu vi. Mas o olhar dela dizia tudo.
— André... — ela disse, a voz trêmula. — Para.
Parei.
— O que foi?
Ela sentou na cama, o olhar entre a decepção e a compaixão.
— André, eu sinto muito. Mas... eu não sinto nada. Seu pintinho... ele não preenche. Ele é pequeno demais para a minha buceta.
A dor foi imensa. A humilhação, maior ainda.
— Eu não consigo sentir você dentro de mim — ela continuou. — É como se eu estivesse transando com o ar.
Fiquei em silêncio, o pau ainda duro, a vergonha queimando no peito.
Ela se levantou, foi até a gaveta. Pegou dois consolos. Um preto de 22 centímetros, grosso, veiado. Outro rosa de 20 centímetros, menor, mas ainda muito maior que o meu.
— Senta aí, priminho. Vou te mostrar o que é ser preenchida.
Ela se deitou na cama, abriu as pernas. Enfiou o consolo preto na buceta, devagar, gemendo.
— ISSO! — ela gritou, sentindo o tamanho. — ISSO SIM É UM PAU! ISSO SIM PREENCHE!
Ela metia o consolo na buceta, rápida, fundo. O plástico entrava e saía, molhado de lubrificante e seus fluidos.
Depois, pegou o consolo rosa, passou lubrificante, e enfiou no cu.
— ISSO! — ela gritou. — OS DOIS! EU QUERO OS DOIS!
Ela metia os dois consolos ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no cu. Os dois entrando e saindo, preenchendo cada espaço.
— OLHA, ANDRÉ! — ela gritou. — OLHA COMO EU SOU PREENCHIDA!
— ESTOU VENDO! — respondi, o pau duro.
— ISSO É UM PAU DE VERDADE! ISSO SIM ME FAZ GOZAR!
Ela metia mais forte, mais fundo. Os consolos entravam e saíam, os músculos se contraindo.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA! — eu gritei.
Ela gozou, se contorcendo, os dois consolos dentro dela.
Depois, ela se virou para mim.
— André, vem aqui.
Aproximei-me.
— Ajoelha.
Ajoelhei.
Ela pegou meu pau, pequeno e duro.
— Você vai chupar meu cu e meu saco enquanto eu gozo.
Ela enfiou os dois consolos de novo, começou a se masturbar.
— CHUPA, ANDRÉ! — ela ordenou. — CHUPA MEU CU!
Eu chupei. A língua no cu dela, no saco, no meu pau.
— ISSO! — ela gritou. — CHUPA! CHUPA A PUTA DA SUA PRIMA!
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA! — ela ordenou. — GOZA CHUPANDO O MEU CU!
Gozei, sem tocar no pau. Só chupando o cu dela.
Ela gozou de novo, os dois consolos pulsando dentro dela.
Depois, ela se virou, me beijou.
— Você é meu, priminho. Mesmo não tendo pau, você é meu.
— Sou todo seu.
Depois que gozamos, Isabela se deitou ao meu lado.
— Você sabe o que é uma hotwife, priminho?
— Não.
— É quando a esposa, mas pode ser namorada ou noiva, é liberada para transar com outros homens, com o consentimento do seu parceiro. Ele assiste, ou participa, ou só sabe que está acontecendo. É uma forma de mostrar que a mulher é desejada, que ela é uma deusa.
Ela passou a mão no meu peito.
— Meu namorado adorava essa ideia. Ele queria me ver sendo comida por um homem de verdade. Queria ver meu corpo sendo dominado. Queria sentir ciúmes, sentir humilhação. E eu, no começo, estranhei. Mas depois, comecei a adorar. Porque eu me sentia poderosa. Desejada. Uma rainha.
Ela se inclinou, beijou minha testa.
— E você, priminho? Você gostaria de ser meu submisso? De me ver sendo comida por outro homem? De me ver gozando com um pau de verdade?
Meu pau, que tinha acabado de gozar, endureceu de novo.
— Eu... eu acho que sim.
— Acho que sim? Ou tem certeza?
Fiquei em silêncio. A garganta seca. A lembrança veio como um soco no estômago.
— Na verdade... — comecei, a voz falhando. — Eu já fui corno. Pelo menos, eu acho.
Ela levantou a cabeça, os olhos brilhando com interesse.
— O que você quer dizer?
— Minha ex-noiva. A gente ia se casar. Mas eu sempre suspeitei. Ela chegava tarde. Inventava desculpas. Tinha um amigo do trabalho que ela dizia ser "só amigo".
— E o que você fez?
— Uma noite, ela chegou bêbada. A gente transou. E quando eu fui chupar a buceta dela... senti um gosto diferente. Forte. Salgado. Era... era porra de outro homem.
Isabela ficou em silêncio, os olhos fixos em mim.
— Eu comi a buceta da minha noiva gozada por outro. E não parei. Continuei lambendo, porque o gosto me deixou louco de tesão. Mas ela nunca assumiu. Nunca me contou a verdade.
— Você nunca confrontou ela?
— Confrontei. Ela negou. Disse que era imaginação minha. Mas eu sei o que senti. Eu sei que ela foi comida por outro. E eu... eu gozei com aquilo. Gozei lambendo a buceta gozada dela.
Isabela sorriu, um sorriso lento e perverso.
— Então você já é um corno, priminho. Só não teve a confirmação.
— Acho que sim.
Ela se sentou, montou em cima de mim, esfregando a buceta molhada na minha barriga.
— Então, agora, eu vou te dar essa confirmação. Vou te fazer lamber a buceta gozada por outro. E não vai ser só por um outro. Vai ser com um pau de verdade dentro de mim. Você vai ver. Vai sentir o gosto. Vai ter certeza.
Ela se inclinou, beijou minha boca.
— Vou te fazer um corno de verdade. Daqueles que lambe a porra do comedor. Que limpa a buceta da sua prima. E que agradece.
Meu corpo tremeu de tesão.
— Você vai ser minha putinha, André. Minha corna. Meu submisso. E quando o Marcos me comer, você vai estar de joelhos, pronto para lamber o que sair de mim.
— Sim... — sussurrei. — Sim.
— Sim, o quê?
— Sim, rainha.
Ela sorriu, me beijou de novo.
— Então você é meu. Totalmente meu.
No dia seguinte, Marcos chegou. Ele era alto, forte, com mãos grandes e um jeito dominador. Quando entrou, me cumprimentou com um aperto de mão firme.
— E aí, André — ele disse, com um sorriso. — A Isabela me contou tudo. Você quer ser corno?
— Quero.
— Então vai ficar de joelhos.
Ajoelhei. Ele tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 22 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa. Nunca tinha visto um pau tão grande ao vivo.
— Cheira — ele ordenou.
Enfiei o rosto no pau dele. Cheirei fundo. O cheiro era forte, salgado, masculino.
— Lambe.
Passei a língua na cabeça do pau dele. O gosto era intenso.
— Agora chupa.
Chupei. A boca quente, a língua dançando, o pau dele pulsando na minha garganta. Isabela assistia, a mão na calcinha.
— ISSO, ANDRÉ! — ela disse. — CHUPA BEM!
Marcos segurou minha cabeça, socou fundo na minha garganta.
— VOU GOZAR! — ele gritou.
— GOZA! — Isabela ordenou.
Marcos gozou na minha boca. O esperma jorrou – quente, grosso, abundante. Engoli tudo.
— Agora é minha vez de te comer — ele disse.
Ele me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu e no pau dele.
— Vai doer um pouco — ele avisou.
— Pode doer.
Ele enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer.
— ISSO, MARCOS! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO!
Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau de 22 centímetros entrava e saía do meu cu. Isabela assistia, a mão na boceta.
— OLHA, CORNO — Marcos disse. — OLHA COMO ELE ESTÁ GOSTANDO.
— ESTOU VENDO!
— ELE É MINHA PUTA AGORA!
— ELE É!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA!
Gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o pau de Marcos no meu cu.
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim. Marcos tirou o pau do meu cu. A porra escorreu.
Ele se virou para Isabela.
— Agora vem sua puta. Deixa eu te comer.
Isabela sorriu. Se ajoelhou na frente de Marcos, abriu a boca e chupou o pau dele – ainda molhado do meu cu.
— ISSO, ISABELA! — ele gemeu.
Ela chupou com vontade, com tesão. Depois, se virou. Empinou a bunda.
— Me come — ela disse.
Marcos enfiou o pau na boceta dela de uma só vez. Ela gritou.
— ISSO, MARCOS! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA?
— AMO!
Ele metia rápido, fundo. Eu assistia, a mão no meu pau.
— OLHA, CORNO — Marcos disse. — OLHA COMO ELA ESTÁ GOSTANDO.
— ESTOU VENDO!
— ELA É MINHA PUTA AGORA!
— ELA É!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Isabela gozou. Marcos gozou dentro dela. O esperma e os fluidos escorreram da buceta dela, molhando a cama.
Marcos se afastou, o pau ainda duro, brilhando de lubrificante e fluídos.
Isabela se virou para mim, as pernas abertas, a buceta ainda aberta, o esperma escorrendo.
— André, vem aqui. Vem lamber o que saiu de mim.
Eu me ajoelhei, enfiei a cara na buceta dela. Lambi o esperma de Marcos, os fluidos dela, o gosto forte, salgado, delicioso.
— ISSO, ANDRÉ! — ela gemeu. — LAMBE! LAMBE A BUCETA GOZADA DA SUA PRIMA!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?
— AMO!
Continuei lambendo, sentindo o gosto, a textura. Marcos assistia, se masturbando.
— AGORA VOCÊ TEM CERTEZA, ANDRÉ? — Isabela perguntou, a voz rouca. — AGORA VOCÊ SABE O QUE É SER CORNO DE VERDADE?
— SEI! — respondi, a boca cheia de esperma. — SEI!
— O QUE VOCÊ É?
— SOU CORNO! — gritei. — SOU A PUTINHA DA MINHA PRIMA! SOU O LIMPA-BUCETA! SOU DA MINHA RAINHA!
Ela gozou de novo, na minha boca.
Uma semana depois, Isabela me chamou para ir à casa dela. Quando cheguei, ela tinha acabado de voltar da academia. Estava suada, ofegante, o corpo brilhando. O top preto colado no corpo, a legging marcando cada curva. O cheiro de suor, de esforço, de academia, preenchia o ar.
Ela estava com os braços levantados, se alongando. As axilas apareciam, suadas, com os pelinhos escuros brilhando.
— André, chega aqui. Cheira.
Aproximei-me, enfiei o rosto na axila dela. Cheirei fundo. O cheiro era forte, salgado, animal.
— Lambe.
Passei a língua na axila dela. O gosto era intenso, delicioso, selvagem.
— ISSO, ANDRÉ! — ela gemeu. — LAMBE O SUOR DA SUA PRIMA!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?
— AMO!
Ela me puxou para o quarto, me jogou na cama.
— Agora você vai lamber meu corpo inteiro. Do jeito que eu estou. Suado. Quente.
Ela tirou o top, os seios saltaram, molhados de suor. Ela esfregou os seios no meu rosto, o suor escorrendo pela minha boca.
— LAMBE!
Lambi os seios dela, os mamilos duros, o suor salgado.
Ela tirou a legging, a calcinha, ficou nua. O corpo inteiro suado, brilhando.
— Agora lambe minha buceta.
Eu me ajoelhei, enfiei a língua na buceta dela. O gosto era forte, ácido, molhado.
— ISSO, ANDRÉ! — ela gemeu. — LAMBE O SUOR DA MINHA BUCETA!
Ela gozou na minha boca, se contorcendo.
Depois, ela se levantou.
— André, vem comigo.
Ela me levou para o banheiro. Abriu o vaso.
— Ajoelha.
Ajoelhei.
— Abre a boca.
Abri.
Ela começou a fazer xixi. O jato quente acertou minha boca, meu nariz, meu queixo. O gosto era forte, ácido, intenso.
— ENGOLA! — ela ordenou.
Engoli. O xixi desceu pela minha garganta, quente, salgado.
— ISSO, ANDRÉ! — ela gritou. — BEBE O XIXI DA SUA PRIMA!
— AMO! — respondi, a boca cheia.
Ela continuou mijando, e eu bebi tudo.
Quando terminou, ela se sentou no vaso, ofegante.
— Pronto. Agora você bebeu meu xixi. Você lambeu meu suor. Você é totalmente meu.
— Sou todo seu.
Mas não acabou. Na semana seguinte, ela me ligou.
— André, estou menstruada. Vem aqui. Tenho uma missão para meu submisso.
Cheguei na casa dela. Ela estava deitada na cama, de pernas abertas, a calcinha manchada de sangue.
— Cheira — ela ordenou.
Enfiei o rosto na calcinha. Cheirei fundo. O cheiro era metálico, forte, selvagem. Meu pau endureceu na hora.
— Lambe.
Passei a língua no tecido. O gosto era forte, ácido, delicioso.
— Tira a calcinha.
Tirei. A buceta dela estava suja de sangue – os grandes lábios avermelhados, o clitóris inchado.
— Agora lambe a minha buceta. Tudo.
Enfiei a cara na buceta dela. Lambi o sangue. Chupei. Enfiei a língua. Ela gemia alto, as mãos no meu cabelo.
— ISSO, ANDRÉ! ASSIM!
— VOCÊ ESTÁ GOSTANDO?
— AMO!
Lambia cada gota. Não parei até ela gozar. O sangue e o lubrificante escorreram pela minha boca.
— Engole — ela ordenou.
Engoli. Gozei sem ninguém tocar no meu pau.
Ela se sentou na cama, abriu as pernas.
— Agora você vai usar o consolo em você. Eu quero ver.
Peguei o consolo, passei lubrificante, deitei de bruços e enfiei no meu cu.
— METE! — ela ordenou.
Metti. O consolo entrava e saía. Eu gemia.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerei. Gozei – o esperma jorrou no lençol.
— Pronto — ela disse. — Agora você é minha puta de verdade. Você lambeu meu suor, bebeu meu xixi, lambeu meu sangue. Você é totalmente meu.
— Sim, senhora.
— Toda semana a gente faz isso. Quando eu estiver menstruada, você lambe. Quando eu não estiver, você come o meu cu com a língua e eu como o seu com o consolo.
— Combinado.
Ela me beijou.
— Você é meu agora, priminho. Meu pintinho favorito. Meu corno. Minha putinha.
O verão acabou. E, com ele, o interesse de Isabela por mim.
No começo, ela ainda me chamava. Me fazia lamber seu suor, seu sangue, seu xixi. Me fazia assistir ela sendo comida por Marcos e outros homens que ela trazia para casa. Eu era o submisso perfeito, o corno obediente, a putinha que limpava tudo com a língua.
Mas aos poucos, comecei a perceber a mudança. As ligações ficaram mais raras. As mensagens, mais curtas. Ela começava a inventar desculpas para não me ver.
— André, estou cansada hoje.
— André, tenho compromisso.
— André, não vai dar.
Até que, um dia, ela me chamou para ir à casa dela. Cheguei animado, pensando que era mais uma sessão de submissão. Mas quando entrei, ela estava sentada no sofá, com um olhar diferente. Frio. Distante.
— André, precisamos conversar.
Sentei ao lado dela, o coração acelerado.
— O que aconteceu?
Ela suspirou, como se estivesse se preparando para dizer algo difícil.
— Eu conheci alguém. Um homem. Ele é mais velho, mais experiente. E ele tem um amigo que também é submisso. Um homem com um pintinho ainda menor que o seu.
Meu estômago se contraiu.
— Ele é mais obediente do que você. Mais dedicado. Ele não tem vida além de mim. Ele está disponível o tempo todo. E eu... eu estou cansada de ter que dividir meu tempo com você.
— Isabela...
— Você foi maravilhoso, André. Me ensinou muito. Me mostrou o que eu realmente quero. Mas eu encontrei algo melhor. Algo que me completa mais.
Ela colocou a mão no meu rosto, um gesto quase carinhoso.
— Você não é mais necessário para mim. Desculpa.
Eu fiquei em silêncio. A dor era grande, mas, para minha surpresa, o tesão também era. O fato de ela estar me descartando, me humilhando pela última vez, me excitava de uma forma que eu não esperava.
— Eu entendo — disse, a voz rouca.
— Você entende?
— Sim. Você é uma rainha. Você merece o melhor. E eu não sou o melhor.
Ela sorriu, um sorriso de satisfação.
— Que bom que você entende.
Ela se levantou, foi até a porta.
— Você pode ir agora, André. E não precisa mais voltar.
Saí da casa dela com o coração partido, mas com um tesão imenso. A humilhação final foi a mais intensa de todas. E eu sabia que nunca mais seria o mesmo.
Nos meses seguintes, tentei seguir em frente. Tentei namorar outras mulheres, ter relacionamentos normais. Mas nada funcionava.
Eu precisava de algo mais. Precisava de alguém que me humilhasse. Que me fizesse sentir pequeno. Que me usasse como brinquedo.
Foi quando comecei a frequentar fóruns e grupos de homens com pênis pequeno. Descobri que não estava sozinho. Havia muitos como eu – homens que sentiam tesão em ser humilhados, em ser cornos, em ser submissos.
E, nesses grupos, eu descobri algo ainda mais excitante: o desejo de encontrar uma esposa que me humilhasse diariamente. Uma mulher que me fizesse usar calcinha. Que me fizesse lamber sua buceta gozada por outro. Que me fizesse beber seu xixi. Que me fizesse lamber seu sangue menstrual. Que me fizesse ser corno manso e viadinho.
Uma mulher que me tratasse como um brinquedo. Uma putinha. Um submisso.
Eu queria ser o marido que assiste a esposa ser comida por homens de verdade. O marido que limpa a buceta gozada dela. O marido que agradece por ser humilhado.
E eu sabia que, em algum lugar, existia uma mulher assim. Uma mulher que precisava de um submisso como eu.
Hoje, com 38 anos, ainda estou procurando. Mas não desisti. Porque eu sei que existe uma rainha por aí esperando por um pintinho como o meu. Uma mulher que vai me fazer de corno manso, de viadinho, de putinha.
E, quando eu a encontrar, vou me ajoelhar. Vou beijar seus pés. Vou lamber sua buceta. Vou beber seu xixi. Vou lamber seu sangue. E vou agradecer por cada segundo.
Porque, no fundo, eu sei que nasci para ser submisso. Nasci para ser humilhado. Nasci para ser corno.
E, por baixo de toda a vergonha, eu amo cada segundo.
FIM