Não imaginei que um campeonato acabaria assim. Afinal já havia ido para campeonato com alunos antes e nada havia acontecido. Mas daquela vez foi ser diferente.
Meu nome é Ricardo, mas todos me chamam de barreira. Tenho 30 anos, trabalho a 10 anos como professor de educação física em uma escola particular de ensino médio. A alguns anos, minha escola começou a mandar nossos melhores alunos para campeonatos estaduais. Geralmente nunca passávamos dar etapas regionais, mas uma leva boa de alunos fez isso mudar. Eram alunos que eram bons de verdade (não por causa das minhas aulas, claro, já que maior parte dos meus alunos gostam mesmo é de matar aula e fingir que estão jogando), todos eles faziam aulas fora.
Nossa escola foi selecionada para os estaduais de Judô, Corrida nos rasos 100 e Karatê. Além dessas, o estado selecionou um aluno da minha escola também para compor um time de vôlei para representar no Brasileiro. Então viajou eu e mais 4 alunos por mais de 10 horas para um alojamento em uma escola do estado.
A escola era grande, cada sala de aula da escola foi transformada em um dormitório para cada escola participante. Eu e meus 4 alunos ficamos em um "quarto" grande, pois só tinha 5 camas.
Dentro da minha equipe tinha alguns meninos queridos. Gabriel era atleta de judô. Ele era magro, alto, cabelo curto castanho e olhos verdes. Ele era talvez o mais brincalhão, sempre dando uma de machão e pegador com as meninas. Ele era o mais "encapetado" do grupo.
Pedro corria os rasos 100, era bom aluno, mas o que tinha de inteligente tinha de engraçado. Era loiro e baixinho, o mais baixo do grupo. Era entre eles o mais encorporado, já fazendo academia desde os 15 anos.
Meu Karateca se chama Theo. Um garoto negro bem do tipinho "nego doce", brinquinho, com aquele "molho" que as alunas adoravam. Cabelo sempre cortado na régua. O mais vaidoso.
Henrique veio comigo para compor o time de vôlei. Um garoto loiro e alto, olho castanho mel, um poço de elegância e educação. Ele era um cavalheiro, deixava as meninas extremamente gamadas nele. Mas, pena que é gay. Kkkkk
Aí tem eu. Na minha idade, pleno aos trinta anos, o corpo já não funciona do mesmo jeito. E olha que eu sou extremamente ativo. Faço academia, corro, jogo bola... Gosto de homem e mulher, o que sempre me ajudou pois opção não faltava em festa. Nunca fui galã. Na verdade, sempre fui o mais feinho dos grupos. Mas quando virei adulto comecei a me cuidar mais. Meu cabelo é cacheado e bem escuro. Eu geralmente corto nos lados e deixo mais alto em cima pra encaracolado. Meu cabelo é preto preto, contrastando bem com minha pele branca. Sempre fui magro, mas hoje consigo manter um corpo musculoso.
Chegando na sala, ou no nosso "quarto" os meninos já montaram a hora do trote. Algo bem tradicional que era conhecido nos campeonatos. Cada quarto organizava a toalhada. A desse ano ia ser pequena, teve um ano que eram 17 alunos, a desse ano ia ser só 5 mesmo. Até eu ia participar pra dar uma animada.
A toalhada era de boa, mais uma zueira do que algo sério. Os garotos deviam passar vendados e só de cueca enquanto os outros batiam com toalha molhada.
Gabriel veio o ônibus todo falando disso, e convenceu os outros meninos a fazer mesmo com pouca gente.
Chegamos no quarto e nos alojamos. Henrique arrumou toda a sua roupa, enquanto Pedro e Gabriel jogavam tudo de qualquer jeito. Theo também deu uma organizada.
Gabriel: Bora toalhadaaaa!
Eu: Relaxa galera, vamos ter a noite pra fazer isso.
Theo: O Gabriel tá com tanta ânsia pra toalhada que eu vou molhar a minha e dar tanto nas costas dele.
Gabriel: Ah é? Vais ver.
Os dois ficaram se provocando. Mas era algo normal entre os garotos. Exceto Henrique que sempre foi mais certinho. Depois fomos comer e os meninos foram treinar.
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Gabriel: Vai vai vai!
Já estávamos todos de cueca. Eu de bermuda, por que não ia ficar de cueca na frente deles. Não por que tinha vergonha ou algo assim, mas imagina a complicação se os pais deles soubessem disso. Ia dar problema pra mim na certa.
Pedro ia primeiro, por ser o mais velho. Ele vestia uma cueca box preta da Zorba. Venderam ele e começamos a bater. Ele fugia rápido, quase não dando pra acertar ele. O corpo musculoso dele batia no corpo dos outros meninos e derrubava eles com facilidade, além de ele ser o mais ágil.
Gabriel foi o seguido. Ele estava de cueca box azul. Esse apanhou mais que tapete em dia de faxina. Os garotos aproveitaram pra descontar as zueiras dele. Theo fez o que prometeu. Chegou bem perto, jogou água nele e deu uma baita toalhada nas costas. Gabriel arcou as costas e jogou o corpo pra frente. Pude notar que havia um baita volume na cueca dele, marcando bem o pênis, que parecia ser grande pra idade.
Theo: Toma então!
Gabriel: Uuufh, filha da puta!
Gabriel não ia deixar barato, eu sabia.
Na vez do Theo, ele descontou. Enquanto ele fugia Gabriel largou a toalha e baixou a cueca box branca que o Theo vestia. Lá estava ele, totalmente pelado. O pau dele era grande mesmo mole, parecendo ter uns 10cm. O corpo negro dele já estava brilhando de tanto suor de fugir. Todos riram dele. Gabriel deu tanta toalhada nele que o coitado deve ter ficado dolorido.
Chegando na vez do Henrique, Gabriel fez uma brincadeira sem graça e de mal gosto, como na maioria das suas piadas.
Gabriel: O sonho do Henrique né, um monte de homem quase sem roupa batendo nele.
Henrique: Não fui eu que pedi isso a viagem inteira. Tá escondendo algo Gabriel? Pode ser abrir, eu sou inclusivo.
A galera toda riu e eu controlei. Henrique corria deles com agilidade, mas eu percebi uma coisa. Atrás de sua cueca box listrada preta e branca, havia um baita volume. Ele estava de pau duro.
Provavelmente por ver os meninos de cueca, afinal ele era gay. Sem falar que havia visto o Theo pelado.
Ninguém comentou nada.
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As horas passaram depois da brincadeira e fomos dormir.
Eu demorei pra apagar. Acordei algumas vezes a noite.
Em uma delas, olhei no relógio e era apenas 1h da manhã. É, não é fácil dormir com alunos, você se sente responsável por eles a todo momento. Percebi que o Henrique não estava na cama. Ele devia estar no banheiro, que havia no corredor. Eu também estava com vontade de mijar, então sai em silêncio e fui.
No nosso corredor tinha só duas salas das 4 que tinham com alunos. E no outro quarto eram 11 alunos. Fui devagar até o banheiro e fui olhando pra ver se via o Henrique. O banheiro era um vestiário, com chuveiros e armários. Além de um banco no centro dele.
Neste banco, Henrique estava deitado com as duas pernas uma de cada lado do banco. Ele estava lá, de cueca box listrada e... Com seu pau pra fora, tocando uma punheta.
Era normal em adolescentes, claro. Ainda mais pro coitado do Henrique que era gay, com um monte de garotos junto dele. Eu fiquei envergonhado de atrapalhar ele, então fiquei esperando sem que ele me visse.
Eu não queria admitir, mas a cena era excitante.
Eu sou bissexual, então gosto de homem e mulher. E tenho que admitir, Henrique é um novinho bem gostosinho. O corpo dele é levemente definido, principalmente as pernas por conta do vôlei. Seu pau era médio, devia ter uns 16cm, cabeça rosa e corpo levemente veiudo.
Henrique: Ah... Ah porra...
Henrique estava entretido na punheta. Percebi que meu pau estava começando a endurecer, era inevitável. Eu evitava olhar, mas a curiosidade era maior que o pudor. Meu short era de futebol, então era leve e armava uma barraca mesmo usando cueca.
Henrique: Ah caralho... PORRA!
Henrique começou a gozar. Gozou em todo seu peito branquinho, seu olho fechado provavelmente imaginando várias fantasias com seus colegas de quarto. Foram uns 3 jatos de porra bem farta e branquinha. Me deixou com bastante tesão.
Ele sumiu do meu campo de visão e depois reapareceu, limpando com papel higiênico seu peito.
Ele veio na direção da porta, com seu pau ainda meia bomba dentro da cueca. Ao abrir a porta, eu fingi que estava andando pra abrir também.
Henrique: Oh porr... Que susto barreira.
Eu: Tranquilo Henrique.
Percebi que ele olhou para meu volume na bermuda, mas logo mudou e olhou pra cima.
Ele foi para o quarto e eu consegui ir no banheiro.
Não gosto de admitir. Mas ele me deu um certo desejo. Foi até difícil mijar de pau duro.