Aos safadinhos e safadinhos que chegaram agora, sugiro que leiam os contos anteriores para acompanhar o nascimento de Bia, uma cdzinha cada vez mais vadia e viciada em rola de negão.
Na caminhada de aproximadamente 10 minutos até meu condomínio, após ser deflorada por Jorjão, minha cabeça estava a mil.
A porra dele escorria entre minhas coxas, sem que eu c conseguisse segurar dentro da cucetinha.
Mesmo devagar, a sensação era como se tivesse tomado uma surra.
Pensando bem, foi isso mesmo, tomei minha primeira surra de pica na vida, daquele homem que agora seria meu macho.
Todo o corpo doía, até para caminhar. Minha camiseta estava molhada, num misto de urina e suor.
O cheiro, que em tese deveria ser desagradável, apenas permitia ao meu olfato a sensação de lembrar o que vivemos há poucos minutos.
O sorriso em meus lábios era inegável.
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Eu realmente nasci pra isso. Vou deixar esse macho louco pela minha cuceta – pensei.
Ao chegar na entrada do meu condomínio, acelerei o passo.
O porteiro, seu Antônio, não perdeu a oportunidade de dar aquele seu sorrisinho levemente safado.
Ele já estava no meu radar há um tempo, mas até agora nada além de algumas trocas de olhares um pouco mais demorados. Passei por ele e disse:Oi Tonhão, tudo bem? Nossa como está quente, né?Seu Bernardo, o senhor se exercitou muito hoje pelo visto. Está todo suado.
Parei na porta lateral da guarita, após passar o portão, apoiei os cotovelos na janela que dava para salinha dele e empinei bem a bunda para que ele olhasse pela câmera.
O shortinho estava socado na minha raba e a porra escorrendo pelas minhas pernas.
Então falei bem dengosa, afeminadaAieee Tonhão (só eu chamava ele assim), já te falei pra não me chamar de senhor, muito menos de Bernardo. Eu prefiro que me chame de Bê, mas se for depois da meia noite, pode me chamar de Bia, - e sorri.
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Tá bom, seu Ber.....quero dizer Bê.....bê. Opa, seu Bê. É que a senhora, quer dizer, você, está ficando com um corpão cada vez mais gos.....to....sa..quer dizer, definidoOxi, perdoe de verdade esse cabra da peste. Me atrapalhei todo aqui.
Então respirando fundo e com a mão por cima da calça, sem se preocupar em esconder aquela ereção dentro do uniforme, ele tascou:Sei que o doutor é cabra macho, já vi trazer muita gostosa à noite, mas o senhor me desculpe a sinceridade: seu corpo tá ficando cada vez maiscadavezFala macho, desembuchaO Bernardo parece que tá querendo virar mesmo Bia - disse rapidamente. Me desculpe, é só o meu pensamentoAí Tonhão, porque você acha isso, pode falar? Me conta por que você acha isso, não precisa ter medo ou vergonhaAs suas coxas, tudo lisa, branquinha, ave maria. E a sua bunda está cada vez mais gostosa, mais empinada, melhor do que muita mulherQue safado que você está me saindo Tonhão. Você acha mesmo, que to ficando gostosa? Então vou te contar um segredinho, mas tem que me prometer que fica só entre nósSe eu falasse tudo o que vejo nas câmeras de madrugada nesse condomínio de riquinho, eu estava desempregado ou até preso. Pode falarEu tô assim toda suada e molhada porque acabei de dar meu cuzinho agora há pouco pela primeira vez. E foi para o negão que é vigia daquele condomínio super de alto padrão que estão construindo na rua do outro lado do parqueDDescobri que sou uma putinha, acredita? Ele deixou minha raba toda dolorida. Descobri que sempre quis ser a Bia, uma vagabunda adoradora de rolas.
E se você quiser, quando estiver só nós conversando, pode me chamar de Bia também, uma putinha que adora dar para vigias e porteiros pauzudos kkkk.
Tonhão estava congelado, olhos arregalados, quase sem respirarEntão o senhor agora é baitola?Nãooooooooo. Eu não me sinto gay. Eu quero ser fêmea, me sentir mulher de um macho de verdade. Eu amei sentir aquele pau preto e gigante me rasgando.
Aliás, se você quiser experimentar um dia desses é só ir ao meu apartamento. Porque seu amigão aí parece que está bem interessado.
Tonhão se ajeitou na cadeira, mexeu no pau e botou a mão na frente para esconder a ereçãoO senhor vai me desculpar seu Bernardo, agora em tom mais formal e de pé, mas não gosto dessas brincadeiras. Eu sou nordestino cabra macho. Só gosto mesmo é de mulher. O senhor é como se fosse meu patrão, cada uma faz o que quiser da vida, mas eu sou homem direito.
- Tá bom então, SEU ANTONIO – devolvi em tom formal também, fechando a cara. Falei apenas a verdade. Só peço que não saia espalhando por aí, porque, a partir de agora, no meu apartamento só vai entrar macho gostoso e de rola grande. Não quero mais saber de buceta. Mas se esta história vazar, o senhor pode procurar outro emprego e contratar um bom advogado.
Para, no instante seguinte, soltar mais uma provocação da Bia, retomando a fêmea dengosa:Tonhão, já comi muita buceta, mas hoje eu descobri que nasci pra ser putinha de macho dominador. Eu já queria dar há muito tempo, inclusive pra você, mas nunca tive coragem. Agora não, sei que minha cucetinha rosa nasceu para ser depósito de gala, falei, sorrindo e me afastando na direção do meu apartamentoBoa noite, seu Antônio, e bom trabalho.
A cerca de dois metros da guarita, a caminho do meu bloco, dei uma espiada rápida para os lados, para ver se não tinha algum vizinho, parei num ponto cego das câmeras e olhei pra trás.
Ele estava olhando fixamente bunda sem piscar. E descaradamente mexendo no pau por cima da calça. Então tomei coragem e rapidamente abaixei o short, ficando só de calcinha vermelha totalmente socada na minha rabaOlha o que você está perdendo – disse, dando uma leve rebolada antes de puxar o short.
Aquele homem quase infartou e tentou fingir que não olhava.
Tonhão era do interior do Piauí, deixou mulher e cinco filhos para trás para tentar a vida no Sul.
Era um homem rústico, que trabalhou por muitos anos na roça da pequena propriedade.
Tinha as marcas do sol e do tempo, uma pele morena jambo, os cabelos ralos, mas ainda penteados par trás.
. Os traços eram de um homem simples, com braços, costas e peitoral forjados por anos de trabalho muito pesado.
Não era alto como o Jorjão, devia ter no máximo 1,75, mas era atarracado. E durante meu breve joguinho de sedução, percebi que ele também tinha uma bela picaMeu deus Bernardo, olha o que você está virando. Há pouco tempo você, no máximo comia e chupava travesti. Agora você não para de pensar em pau. Foda-se, pau é pau. E agora eu sei do que gosto e preciso – pensei, enquanto entrava no prédio e sentia a ardência na raba.
Peguei o elevador de serviço porque o cheiro de urina na minha roupa estava forte. Queria evitar algum vizinho, afinal eu era o senhor Bernardo, um empresário conhecido.
Eu morava no 23° andar, eu um amplo apartamento com três suítes e uma vista para além do parque.
Exatamente: dava para ver a obra, onde Jorjão trabalha.
Liguei a banheira de hidromassagem e preparei um banho quente para relaxar.
Coloquei meus sais e entrei. O simples contato do cuzinho com a água quente me fez dar um pulo. Estava muito ardida.
Sai, peguei uma pomada anestésica e fui ver o estrago no espelho. A imagem me deu tesão. Meu rabo estava, finalmente, deflorado.
E, por mais que eu estivesse louca pelo Jorjão, já sabia que eu não seria fêmea de um homem só.
Entrei novamente na banheira, me acomodei e fechei os olhos. Minha imaginação alternado entre a foda deliciosa com Jorjão, a imagem do pau duro do Tonhão e o gosto daquele jato de mijo na minha boca.
Ao tocar meu pau, estava duro. Não aguentei e bati uma gostosa punheta pensando em como a Bia era puta. Ali tive uma única certezaQuero ser cada vez mais safada e devorar o maior número de picas possível.
Depois do banho, passei meus cremes e óleos hidratantes pelo corpo e rosto. Fui até o closet, abri uma gaveta e escolhi uma calcinha de renda branca, que não ficava toda socada na cucetinha. Coloquei meu Hobbie de seda branco, que mais parecia uma camisolinha, calcei uma sandália de salto baixinho confortável que usava em casa e fui para a cozinha.
Estava morrendo de fome. Peguei o jantar que minha secretária sempre deixava preparado, aqueci e fui para a sala. Deitei-me no sofá para ver um filme. Não aguentei dois minutos e apaguei.
Por volta da 1 hora da manhã, acordei sobressaltado com o barulho comod barulho e água que vinha do meu quarto. Corri pra lá e vi o piso todo molhado.
Tinha esquecido de desligar a água da banheira. Tinha deixado com va azão no mínimo.
- Puta que pariu, que merda.
A questão é eu estava toda dolorida, cansada e sem paciência para limpar aquilo tudo. Depois de fechar o registro, fiquei ali um bom tempo parado olhando para aquela bagunça.
Era por volta da 1 hora da manhã, quando tive a ideia. Interfonei para a portaria. Ele atendeu.
- Tonhaooooooooo, oi, aqui é a Bia. Aconteceu um acidente aqui em casa e preciso de ajuda rápido, por favor, corre aqui.
- Mas, seu Bernardo, quero dizer, Dona Bia, o que foi que aconteceu?
- Eu esqueci a banheira ligada e peguei no sono, estava muito cansada depois de dar a tarde inteira. A água transbordou e alagou meu quarto e o banheiro, não sei o que fazer, preciso de ajuda.
Vem, preciso de um homem de verdade aqui pra me ajudar – disse, bem manhosaBia eu gostaria de c
uidar de você, quero dizer, ajudar, mas eu não posso sair da portariaTonhão, vem, por favor. Eu converso com o síndico amanhã e explico que você veio no meu apartamento para me atender. E era uma emergência.
O flerte com o jogo de palavras estava no ar. E nos dois sabíamosTá bom, eu vou avisar a central e to subindo aí. Mas eu não posso ficar muito tempoAieeee, Tonhão, não sei nem como agradecer. Vem correndo, vou te esperar.
DesligueiQue safada, Bia. Mal perdeu o cabaço, está toda dolorida e já quer rola de novo – pensei.
Corri pra o closet, mesmo todo molhado, passei um gel anestésico intenso na cucetinha, coloquei uma cinta liga, um scarpin de salto fino e uma camisolinha preta transparente para deixar bem a vista a calcinha fio dental preta em que estava escrito na frente: come meu cu. Estava a própria viúva negra.
Deixei a porta da sala encostada e me atirei no sofá, onde me posicionei de quatro, uma visão perfeita para quando ele entrasse.
Quando a campainha tocou eu gritei.
- Pode entrar, não consigo ir até ai porque estou toda molhadinha.
Tonhao abriu a porta e petrificou. A poucos metros dos seus olhos, estava aquela raba linda, toda branquinha, empinada e rebolando de quatro. Aquele mesmo cu para a qual ele já havia batido várias.
Então escutei.
- Puta que pariu, que gostosa que você é Bia!!!!. Não brinca com fogo. Depois não reclama.
Eu, ainda de quatro, só virei o rosto para trás e disse rebolando:
- Que foi? Não gostou da putinha que esta louca para dar pra você?
- Eu já sabia que você era um viadinho e queria dar pra mim. Só não imaginava que fosse tão cadela. Te prepara que vou acabar com esse cuzinho. Você brincou com fogo, agora não reclama.
Tonhão cerrou os punhos e seu olhar mudou. Nada mais ancestral do que aquele comportamento animal do macho ao perceber a fêmea no cio.
Ele caminhou com a respiração ofegante em minha direção. Parou a poucos centímetros da minha raba deu um tapão. No mesmo lado, o direito, onde Jorjão tinha sentado a mão, horas antes e ainda estava vermelha.
_ Aieeeeeeeeee ,safadooooooo gostosooooo. Quer me machucar é? Entao vem. Não perde mais tempo. Me come, me fode, me rasga. Mete no cu da tua piranha, que está toda arrombada por causa do pau do gigante.
Tonhão enfiou a cara na minha cuceta quase rosnando. Ele estava transtornado de tesao.
Eu tomei um choque quando aquela língua me invadiu.
- Cachorra, quer dizer que esse cu, esse cu, esse cu, disse três vezes, tava levando pica de negao? Da aé até pra sentir o gostinho de gfala, sua vadia. Ficou com o cu cheio de leite, me conta?
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
Aquelas palavras, o tom de voz dominador e, ao mesmo tempo, os primeiros sinais do meu futuro corninho secreto, me deixaram louca.
Gozei com ondas de calor pelo corpo, com meu pau tolamente mole e expelindo um liquido que não era a mesma porra de quando gozava comendo mulher. Era mais clarinho e transparente e menos viscoso. Era o melzinho da Bia.
- Issso, acaba comigo, acaba com a Bia. Eu sonhei varias vezes em você me comendo aqui.
- Cala a boca, e plaft. Foi quando senti o tapa direto no meu rosto.
- Você não passa de uma bichinha, de um viadinho com um cu gosotoso. Agora quem manda aqui sou eu. Fala mais como foi a foda com esse outro macho.
- Voce quer mesmo saber, amor? Porque foi muita putaria.
- Ahh cadela. Como pode ser tão gostosa.
Ele tinha levantado e já estava como o pau na mão, quase rocando na minha entradinha.
- Chupa vagabunda.
Em um segundo já coloquei ele se sentando no sofá e me ajoelhei entre suas pernas. Era o segundo pau que iria chupar no mesmo dia.
Ao olhar mais de perto, vi que não era tão grande e grosso quanto o do Jorjão, mas tinha cerca de 18 cm e um diâmetro normal, nem grosso e nem fino.
- Tamanho ideal para meter depois de ser arregaçada pelo Jorjão, pensei, enquanto comecei a punheta lo.
- Que mãozinha macia, a minha Bia tem.
. Mas to com muito tesao, abre a boquinha. Voce tomou o leitinho dele?
- Simmmmmii, amor, era muita gala. Foram vários jatos, quase não consegiui dar conta, mas deixei bem limpinho, tirei todas os jatos que vazaram aqui (indicando a minha bochjeha), aqui, no queixo, aqui, no pescoço e até nos meus peitinhos.
- Para filha da puta. Não to aguentando. To quase gozando.
- então vem meu Tonnhao, disse, enfiando a boca na cabeça e engolindo quase metade daquela rola. Deixando bem babado.
_Da leite pra sua bezerrinha, dá, igual meu primeiro comedor, o Jorjão, que tem um pau gigante bebê. Eu to achando o seu muito gostoso, mas o dele parece um tronco, comentei, olhando nos seus olhos enquanto babava naquela pica, testando os limites da vocação para corno do Tonhão.
- E doeu muito para entrar a primeira vez?
- Paixão, vou te dizer. Eu cheguei a ver estrelas de tanta dor. Mas depois de um tempo, ele foi conduzindo e dor foi virando uma sensação que nunca tinha sentido, Eu desmaiei de tão forte que gozei, acredita?
-Glub, glub – caralho, gato. Seu paue é muito gostoso.
O corpo dele todo começou a tremer, senti o pau inchar e então soltou aquele urro de macho
na minha boca e então vieram os jatos. Na comparação sobre a quantidade de porra quase deu empate com o o Jorjão
- Filhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa da putaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
