Após repetir o erro de Pandora ao ser dominado pela curiosidade e, por que não, pelo tesão, e experimentar aquele corpo maravilhoso, tive uma ressaca moral por alguns dias. O contato diminuiu, os olhares cessaram e, analisando tudo em perspectiva e conhecendo-a, vi que respeitou minha luta interna e manteve distância até que a procurasse.
Como a culpa não era dela, busquei me aproximar para deixar tudo em pratos limpos. Ela reiterou que não estava chateada, que desde o começo estava ciente que poderia ser uma única vez, mas que gostou muito, deixando claro que cabia única e exclusivamente a mim a decisão de novos encontros.
Falei, mais uma vez, que não era tão simples, mas tomado pelo desejo de experimentar aquela mulher fogosa, aos poucos fui cedendo e passei a dar caronas após o trabalho, onde rolavam alguns amassos. No início, apenas beijos e passadas de mão, onde me fartava em apertar aquela bunda e peitos grandes e firmes, dedilhava sua buceta melada, tudo isso dentro do carro, numa rua transversal à sua casa, protegido pela escuridão que a copa das árvores produzia.
Com o passar do tempo, como a rua era quase deserta, o negócio começou a esquentar demais, iniciando com boquetes em que eu gozava em sua boca e ela engolia sorridente, dizendo que estava se alimentando devidamente e, depois, em algumas oportunidades já deixava o escritório de saia sem calcinha, se masturbando ou pedindo para que eu lhe dedilhasse até chegar à nossa rua. Antes que perguntem por que não íamos diretamente para um motel, se devia ao pouco tempo que eu tinha antes que o telefone começasse a tocar. Começamos a perder o medo e transávamos dentro do carro, com ela quicando com a saia na cintura. Certa vez imaginamos como as pessoas veriam o carro do lado de fora balançando, já que, devido à película, era impossível ver o que acontecia no interior.
Algumas semanas já nessa brincadeira, em que conseguimos escapar duas vezes para transas durante o almoço em motéis, surgiu uma viagem a trabalho para outro estado, em que deveria representar um cliente em uma importante reunião, sendo necessária a presença de uma segunda pessoa comigo. Ela não era a primeira opção dentro da equipe, mas todas as pessoas na ordem de hierarquia antes dela pediram para não ir, cada um por um motivo diferente. Lembro que durante a reunião da equipe, todos olharam para ela e disseram que a bomba tinha sobrado para ela que, na frente de todos, perguntou se ninguém mais queria ir, mas que se não tivesse jeito iria para o sacrifício.
O escritório fez reservas em um hotel próximo à praia, mas em razão do horário do check-in (mais tarde) e da reunião, combinamos com o cliente e a outra empresa de irmos direto para o local da reunião, que transcorreu normalmente, sendo enviado, logo em seguida, e-mail para todo o escritório elogiando nossa atuação e, em especial, as intervenções feitas pela minha colega. Isso serviu para calar algumas mulheres que comentavam que ela era queridinha do chefe, embora nunca déssemos bandeira (e eu não deixasse de dar esporros quando ela errava, como fazia com os outros. Isonomia é tudo!), e que só viajou por esse motivo, fazendo pouco caso de sua competência.
Almoçamos com os demais participantes da reunião e depois seguimos para o hotel, nos registrando em quartos separados. Como ainda era cedo, ela sugeriu que aproveitássemos a tarde no Nordeste para pegar um sol na piscina, que ficava na cobertura. Ao chegar lá me deparei com ela já deitada de bruços, com um biquini ínfimo, com todos os homens secando de maneira descarada, vindo um deles (um moreno de mais ou menos 1,90, largo como uma porta e todo definido) puxar conversa se agachando à frente dela. O detalhe é que o cara estava com uma sunga verde clara, apertada, que marcava acintosamente o tamanho do pau que parecia ser enorme.
Ela, vagabunda que era, me viu chegar e como estava olhando de longe e não me aproximei imediatamente, começou a dar corda para o homem falando alto. Dei corda para ver no que aquilo ia dar, mas estava por dentro me roendo de ciúmes e puto, achando que ela me trocaria pelo cara na maior facilidade. Cheguei mais para perto, pedi uma cerveja no bar da piscina, e fiquei ligando na conversa deles.
O rapaz, pelo que ouvi, era empresário e estava de férias, tinha 28 anos e estava solteiro, mas que tinha se encantado por ela, uma MILF deliciosa. Ela então perguntou o que era MILF e ele explicou a tradução, momento em que ela deu uma gargalhada falando que “homens só pensam nisso” e eu comigo pensando “com uma porra de um biquini micro, com a bunda para o alto e fazendo cara de puta, quer que o cara pense em Jesus?!?!”.
A conversa seguia com ele jogando pesado e ela se esquivando, mas jogando charme, além de continuar se embebedando com caipirinhas e eu vendo a hora que daria merda e eu ficaria chupando o dedo, já que, parando para analisar, fisicamente o cara era mais novo, mais alto, mais forte e mais dotado do que eu, sendo que ela não tinha qualquer obrigação de ficar comigo.
Teve uma hora que ela começou a falar mais alto que uma das coisas que ela não gostava era a falta de atitude do marido, que via os homens chegando nela e mesmo ele tendo os casinhos dele (permitidos por ela), não achava legal ele não se importar de qualquer um ficar abordando, que se sentia “exposta” e “desamparada”, já que seria de bom tom o marido marcar o território e afastar quem ela não estivesse claramente interessada.
Olhei para a cara dela e mandei um olhar como quem diz “sério? É sério que você quer que eu vá até aí interromper o homem?”. Recebi de volta um sorriso torto de vagabunda bêbada, me levantei e mandei: “amor, acho que você já bebeu demais e já retocou a marquinha de biquini. Vamos para o quarto para eu conferir como ficou!”.
O rapaz me olhou com surpresa, já que ele tinha me visto apenas uns 5 minutos antes no bar e perguntou para ela se eu era o marido, no que ela respondeu: “não, ele é o amante! O corno está em casa!”. Imaginem a cara que eu fiquei após chamá-la de amor, pagando de marido, e ser exposto como amante...
O rapaz, que descobri se chamar Celso, me olhou com uma cara de espanto que depois mudou para um sorriso canalha e perguntou na maior cara de pau se não gostaríamos de ter companhia, que não se importaria em dividir. Ela me olhou com uma cara que de quem tinha gostado da proposta e eu respondi: “amigo, pela cara dela eu acredito que a proposta tenha sido tentadora para ela, mas é a primeira viagem que fazemos juntos. Então, é praticamente uma “lua de mel” rápida, já que voltamos amanhã. Como eu já sou sócio do marido dela, a sociedade é em cotas de participação limitada e, nesse momento, temos cotas para apenas dois sócios. Quero passar as próximas horas fodendo muito essa cavala e não curto muito a ideia de dividir, ainda mais pelas razões já expostas de já ter um sócio e ter pouco tempo com ela aqui. Fica para uma próxima! Quem sabe?”.
Quando dei a resposta, ele se deu por vencido se despedindo. Ela levantou com um sorriso que iluminaria a praia inteira, se ainda não fosse dia claro, me puxou pela mão e falou: “vem, meu macho! Que agora você vai ter que cumprir a promessa e me foder por horas, já que me deixou toda melada com essa atitude de macho alfa com o garotão! Vai ter que me fazer gozar muito e sem história que está cansado, porque o moreno ali era novinho e tinha pinta de que tinha muita disposição”.
Dei um tapa em sua bunda e falei que ela era muito piranha. Que tinha vindo no voo falando no meu ouvido o que faria comigo no quarto do hotel, mas na primeira oportunidade ficou dando mole para o novinho.
Já entramos no quarto nos pegando, puxei o biquini e caí de boca sentido o mel escorrer gostoso. Confesso que me perdi naquele cheiro e naquele gosto e ali ela teve os dois primeiros orgasmos. Uma coisa que sempre me considerei bom foi em dar prazer a uma mulher fazendo sexo oral. Meu beijo também sempre foi elogiado, mas o oral eu realmente tive excelentes professoras, que me orientavam sobre como proporcionar o maior prazer para uma mulher e entender os sinais.
Suada após gozar, ela puxou a minha bermuda junto com a sunga e falou “me dá o que é meu de direito!”. Iniciou, assim, uma chupada antológica, próxima à janela, momento em que vi que as pessoas do prédio em frente poderiam ver o que estávamos fazendo e ela pouco se importou, ficando ajoelhada e fazendo uma garganta profunda, babando todo meu pau. Ela estava tão enlouquecida que esqueceu até a camisinha, sentando-se no pelo no meu pau e olhando para fora. Fiquei imaginando os moradores do prédio em frente observando aquele sobe e desce dos peitos e as caras que ela fazia. Por sorte não fomos filmados ou fotografados (pelo menos eu acho), embora naquela época ainda não fosse uma febre ficar com smartphone em busca de flagrantes alheios...rs
Ficamos assim até que ela me pediu para meter de ladinho na cama, pois adorava essa posição, levantando uma das pernas e aproveitando para me beijar sobre o ombro. Sentir aquela bunda batendo no meu quadril era enlouquecedor.
Aproveitei e a coloquei de bruços na cama, fodendo por trás com pressão. Nessa posição, usando o peso do meu corpo para prendê-la à cama (ela não conseguia se mexer) comecei a perguntar que porra de conversa tinha sido aquela com o carinha na piscina e ela toda se oferecendo para ele. Ela falou que queria me causar ciúmes e viu que conseguiu. Que ela tinha achado ele um gato e reparado que ele tinha um pau grande, ficando interessada. Como não temos nada oficial, que se eu não tivesse chegado junto talvez ela tivesse aceitado, chegando a pensar em chamar o rapaz para uma transa a três, no que fiquei puto e a puxei para ficar de quatro e comecei a socar com mais força e a dar tapas em sua bunda.
Ela começou a gritar enlouquecida que estava gozando, que era uma vagabunda e que se eu não estivesse dando conta iria chamar o rapaz para me ajudar a apagar o fogo dela. Aquilo me irritou e passei a meter com ainda mais raiva e a dizer que eu era macho o suficiente para dar conta dela sozinho.
Sei que nessa brincadeira eu gozei 2 vezes e ela algumas vezes mais. Depois, na banheira, ainda transamos mais uma vez e ela pediu que gozasse no seu rosto, no que a atendi.
Nos deitamos um pouco para descansar antes de descermos para jantar, momento em que ela iniciou uma conversa se explicando: “Olha, eu sou uma safada, vagabunda, mas o que rolou hoje na piscina e tudo que falei depois foi para apimentar nosso sexo hoje. Foi uma brincadeira. Ainda que não tenhamos nada “sério” ou “oficial”, que eu não seja sua amante ou namorada, não faria uma coisa dessas com você de ficar com o primeiro que me cantasse, ainda mais quando tivemos a primeira oportunidade de ficarmos sozinhos sem olhar sobre os ombros. Sei que você ficou preocupado, mas não basta um rostinho bonito, um tanquinho ou um pau grande para me deixar maluca. Até basta (disse ela sorrindo), mas não na situação em que tenho um homem que é gostoso, inteligente, me faz gozar horrores e me encanta”.
Aquela declaração mexeu com meu ego, confesso. Respondi que obviamente fiquei preocupado, mas tinha que reconhecer que se ela ficasse com o cara não havia nada que eu pudesse fazer. Estabelecemos naquele dia que sempre seríamos honestos um com o outro. Ela até brincou que não tinha vontade de colocar um outro cara nas nossas transas, mas que uma mulher ela até aceitaria, como um presente para mim, o que me deixou pensando nas possibilidades, já que até aquela data nunca tinha feito um ménage.
Fomos a um bom restaurante e nos comportamos com um casal em lua de mel. Rimos, conversamos sobre tudo, falamos com nossos respectivos cônjuges e filhos. Depois seguimos para o hotel e tivemos uma madrugada agitada, embora eu só tenha conseguido gozar uma vez, já que a reserva estava baixa devido à maratona da tarde/início da noite.
Acordei com uma boca nervosa chupando meu pau e pensei que não havia melhor maneira de acordar. Aquela mulher gostosa, com aquela marquinha de biquini naquela bunda maravilhosa, naquele lençol branco era um incentivo para uma ereção permanente. Descemos para o café, voltamos, transamos mais uma vez de maneira alucinada e seguimos para o aeroporto, para voltar para nossa rotina.
A viagem representou uma evolução em nosso “relacionamento”, o meu medo foi diminuindo e novas loucuras foram adicionadas em seguida.