Era uma segunda-feira à tarde e o Denis, o Toninho, o Joel e o Samuca jogavam videogame comigo na casa do Denis. O tio Dener e a tia Carina, pais do Denis, tinham saído para ir à cidade e avisaram que iam demorar dessa vez. Explicaram que precisavam ir ao banco e essas coisas eram sempre demoradas. Por isso, no dia anterior, o Denis e eu auxiliamos a mãe dele no preparo do almoço para o dia seguinte, e em seguida, ao pai, com as tarefas com o gado.
Na véspera, enquanto jogávamos banco imobiliário na calçada da casa de Toninho e recordávamos as nossas “brincadeiras de primos”, entramos no assunto do nosso combinado:
— Falando em foda... — começou Denis.
— Shhh... — Interrompi — Fala baixo, porra, a tia Nice pode ouvir! — Falei, me referindo à mãe do meu primo Antônio. Ele deu uma risada pelo nariz e falou:
— Relaxa, primo, ela foi deitar mais cedo. Tava muito cansada.
— Mesmo assim, mais alguém pode ouvir se a gente falar alto. O seu pai por exemplo — eu falei.
— Papai tá vendo televisão e tu sabe que ele só gosta de assistir com o volume alto. — Completou Toninho — Mas enfim, deixa o Denis terminar. — E ele retomou a fala:
— Meus pais vão à cidade amanhã e acho que eles vão demorar.
— Mas demorar quanto tempo? — Samuel quis saber.
— Bom, pelo que ouvi eles conversando, vão demorar muito. — Denis disse. — Eles vão resolver coisas no banco.
— Ah, então eles vão demorar muito mesmo — disse Joel. — Coisa de banco sempre demora.
— Pois é, — Denis retomou — a gente podia aproveitar pra testar o nosso combinado daquele dia lá.
— Hmmm, tá querendo me dar também, né Denis?! — Disse Samuel provocativo.
— A você não, Samuca, mas a mim eu sei que ele quer, né primo?! — Foi a vez de Toninho falar com ar de riso, enquanto passava a mão no ombro do primo.
— Vão à merda vocês dois! — Denis respondeu sacudindo o ombro, o que fez os outros rirem.
— Ué, então porque tu tocou nesse assunto, Denis?! — Joel perguntou com seu jeito tranquilo. Observando todos curiosos, nosso primo então respondeu:
— Tá bom... Eu admito que fiquei um pouco curioso.
— Ihhh... Eu num disse?! — Falou Samuel.
— Pode parar, Samuca, — Denis retrucou — eu só pensei em algumas coisas. Por exemplo: como eu posso dizer que dar o cu não é bom se eu nunca dei? — Todos concordaram e ele continuou:
— Outra coisa: se não fosse bom, por que o Theo ia gostar? — Nossos primos concordaram mais uma vez.
— Sei não, Denis, não me parece boa a sensação de uma rola entrando pelo meu cu — disse Joel.
— Mas pra dizer se a sensação é boa ou ruim de verdade, tu tem que experimentar, primo — respondeu Denis.
— Tá querendo comer o Joel, é Denis? — Perguntei despretensiosamente.
— Tá com ciúme, é Theozinho? — Samuca me provocou.
— Vão se foder vocês dois! — Retruquei.
— Então, — retomou Denis — pensei que a gente podia fazer o teste amanhã lá em casa quando meus pais saírem. Porque pensem: eles vão demorar, a gente vai ter tempo de fazer a experiência sem pressa e já dizer se gostou ou não. — Todos concordaram.
— E se não der pra saber de certeza se gostou ou não? — Perguntou Antônio.
— Aí dá tempo de repetir — eu concluí.
— Então fechou! — Concordamos. Então surgiu outra dúvida:
— Theo, como é que você faz pra... Tu sabe... — Denis começou e Samuca concluiu:
— Não cagar no pau?
— Ah! É fácil, — respondi — basta fazer a lavagem.
— E como é que faz pra lavar o cu por dentro? — Antônio perguntou novamente. Então, fui explicar para eles como eu fazia a higienização adequada com detalhes e mostrei que nem sempre era necessário. Eles ouviram com atenção e disseram que fariam apenas por precaução, afinal de contas, ninguém queria broxar o clima do nosso teste. Ainda mais se a experiência fosse boa.
Depois que os pais do Denis saíram, colocamos nosso plano em ação. Joel trouxe o gel lubrificante que usamos na primeira vez que fodemos em grupo, o que ajudaria bastante. Como o objetivo era dar e receber sexo anal pela primeira vez, decidi ficar de fora a princípio, uma vez que não tinha interesse em comer o cu de ninguém. Sabia que talvez fosse um desperdício de oportunidade, mas era meu desejo do momento.
Para ajudar a criar o clima, tirei o shortinho de algodão que eu vestia e fiquei de quatro em cima da cama de Denis, dando uma visão completa da minha bunda grande e arredondada toda aberta, permitindo que todos vissem o meu pequeno orifício. Samuel foi o primeiro que começou a passar a mão enquanto alisava o próprio pau por cima do short. Em seguida, Antônio levou as pontas dos dedos da mão direita até meu cu, alisando por alguns instantes, e pôs a esquerda por dentro da roupa. Então, Denis e Joel abaixaram os shorts e nos mostraram que já estavam completamente eretos. Samuel deu a volta na cama, retirou seu membro duro para fora e eu comecei a chupá-lo. Joel tomou o lugar de seu irmão, apertando a minha bunda, esquentando ainda mais o clima. Com todos já excitados e sem roupa, Antônio agora se masturbava com uma mão e pegava no pau de Joel com outra, enquanto Denis chupava a pica de Samuel e eu a dele. Que delícia aquilo tudo!
— Se lembrem que a sensação de dar pela primeira vez pode ser esquisita, mas o segredo é: quando o pau tiver entrando, empurre como se fosse soltar pum — e exemplifiquei com meu próprio cu sendo dedado ali.
Meia hora se passara e Joel estava agachado pagando um belo boquete em seu irmão, que gemia com os olhos fechados. Toninho fazia um meia-nove com Denis na cama e eu me sentia cheio de tesão assistindo a cena. As coisas esquentaram ainda mais quando Antônio virou Denis de bruços e começou a passar a língua em seu orifício anal. Eu chupava a cabeça do pau de Denis que saía debaixo de si. Ao som de gemidos, Antônio pôs um pouco do gel lubrificante e começou a enfiar os dedos no cu de Denis. Primeiro um, depois o outro, fazendo movimentos lentos. Vendo aquilo, Joel se senta no chão com as costas apoiadas na cama, de frente para seu irmão, e começa a mamá-lo de modo que Samuel estocava na boca de Joel lentamente.
Quando Denis finalmente se acostumou e seu cu se dilatou o suficiente, apliquei mais um pouco de gel no pau de Antônio e ele encostou a glande na entrada de Denis. Aos poucos, aquela tora grossa e branquinha que meu primo carregava foi entrando lentamente naquele rabo, até que a pélvis encostou.
— Caralho, Antônio, que pica grossa da porra! — Exclamou Denis com a voz arrastada. Antônio inicia os movimentos de vai e vem devagar e vai aumentando a velocidade aos poucos, produzindo um barulho abafado.
— Puta que pariu, Denis, que cu gostoso é esse? — Pergunta ele metendo no cu de Denis, que geme rouco. A essa altura, eu já estava pagando um boquete para o Joel e o Samuel simultaneamente. Tirava a boca de um e levava ao outro sem parar.
— Vem, Samuca, vem. Eu quero sentir essa tora no meu cuzinho. — Joel se virou de costas e aplicou o lubrificante em si mesmo de forma ágil. Samuel pôs um pouco no seu pau, ensaboou tudo de gel e foi metendo. Quando chegou à metade, perguntou:
— Posso colocar tudo, mano?
— Mete essa porra toda! Fode meu cu, caralho! — Foi o que Joel respondeu. Samuel então empurrou até a sua pélvis colar com a bunda pequena de seu irmão e começou a foder, aumentando a velocidade aos poucos. E eu, vendo tudo, não consegui acreditar que estava presenciando uma suruba com meus primos em que um irmão fodia o outro. O tesão estava à mil!
Antônio de repente parou de meter no Denis, se jogou de quatro na cama e falou:
— Vem, agora é sua vez!
Ouvindo isso, Denis espremeu o gel na mão e esfregou rapidamente no próprio pau. Quando começou a colocar em Antônio, parecia que seu cu já estava dilatado o suficiente, pois engolia o membro do primo sem muita dificuldade e gemia excitado. Com tudo dentro, Denis inicia os movimentos de sexo e nosso primo usa o cotovelo para se apoiar na cama e empinar mais seu quadril. Com a outra mão, ele estimula seu pau melado de pré-gozo com lubrificante.
Em paralelo, Samuca remove o membro de dentro do irmão e se vira para receber o seu. Joel já todo molhado e com o gel em mãos, repete o processo e introduz tudo no rabo do Samuca, que corresponde com um gemido. Abrindo a bunda com as duas mãos, meu primo pisca o cu enquanto recebe aquela rola cabeçuda.
Após pouco mais de uma hora assistindo e auxiliando naquele bacanal, eu já batia punheta lentamente me sentindo excitado e meus primos já haviam se revezado duas vezes nas duplas iniciais. Então, Joel saiu de dentro do irmão e começou a socar em Antônio, e Denis encaixou a pica direto no rabo de Samuca. Ficaram assim algum tempo, desfrutando do prazer do momento. Nessa hora, eu me dispus a chupar o pau dos que estavam sendo passivos para estimular ainda mais. Por fim, Samuca se virou para dar ao Antônio, o Denis deu para o Samuca e comeu o Joel. Aquele trenzinho do sexo estava extremamente excitante.
Percebendo que não demorariam a finalizar a foda, me ajoelhei no chão e pedi:
— Eu quero o leite de todos!
Sendo assim, o primeiro a desengatar do trem e meter o pau na minha boca foi o Joel que, com poucas chupadas minhas gozou gostoso, me fazendo saborear seu gozo misturado com o sabor do lubrificante. Depois, veio o Denis. Faminto por mais, chupei sua pica e senti seu sêmen doce descendo pela garganta. Rapidamente, o Samuca chegou até mim, empurrando o membro ereto e molhado na minha boca. Despejou tanta porra que escorreu um pouco no canto da minha boca. E por último, vendo nossos primos com o pau limpo por mim, veio o Antônio, a quem mamei deliberadamente. Ele encheu minha boca de gozo, me deixando completamente saciado.
— E aí, gostaram? — Perguntei.
— Eu achei que foi ok — Denis respondeu.
— Eu também — disse Antônio.
— Pera aí. Como assim “ok”? — Perguntei novamente.
— Achei que a sensação de dar foi boa, mas a de comer um cu foi melhor — Respondeu meu primo Antônio.
— Eu concordo com ele — disse Denis.
— Ótimo. E vocês? — Falei me referindo a Joel e Samuca.
— Bom... — Começou Samuca.
— Pode falar, ninguém aqui vai te julgar, né? — Falei com os demais.
— Pode falar Samuca — encorajou Joel.
— Eu gostei de dar e de comer na mesma proporção, — disse ele — mas não sei se faria com outro macho além de vocês — completou e todos riram.
— Que bom que você gostou, Samuca. E você Joel? — Eu disse.
— Eu gostei mais de comer do que de dar. Mas pra mim não tem problema nenhum em fazer os dois — Joel explicou.
— Perfeito então. Todo mundo ficou satisfeito? — Questionei novamente.
— Ficou faltando só uma coisa pra nossa experiência ser completa — Antônio falou.
— O quê? — Todos perguntaram.
— A gente saber se também é bom engolir esperma — ele respondeu.
— Ah, isso eu já sei. — Disse Denis — Eu já tomei o meu várias vezes.
— E o que você me diz? — Joel perguntou.
— Eu gosto. Inclusive, recomendo — completou.
— Eu também já provei o meu e não achei tão interessante — Antônio falou.
— Pois eu concordo com o Denis — disse Samuca.
— Eu nunca provei o meu — disse Joel.
— Ué, mas não seja por isso, você quer provar o meu? — Falei disposto. Todos se entreolharam e encorajaram o Joel. Ele então aceitou.
— Olha, vai ser a primeira vez que gozo pra alguém assim — afirmei.
— Theozinho, relaxa e deixa rolar — falou ele. Então, nossos primos se aproximaram e começaram a me deixar ainda mais excitado. Mordidas na orelha, lambidas nos mamilos, dedadas no cu... Eu já estava duro. Mas tudo ficou ainda mais prazeroso quando senti Joel me abocanhando. Soltei um gemido e ele começou a me chupar. Sua boca subia e descia sem parar no meu pau de tamanho médio todo molhado de pré-gozo. Em instantes, meu gemido denunciou e meu corpo inteiro se contraiu quando meu orgasmo veio. Meu membro pulsou algumas vezes envolvido pelos lábios do meu primo e percebi que ele havia engolido tudo.
— E aí, Joel, o que achou? — Perguntei com meu corpo ainda trêmulo. Todos nós estávamos suados, ainda um pouco excitados e sem nenhuma roupa cobrindo nossos corpos. O cheio de sexo inundava o quarto e o desejo parecia não ter cessado.
— Eu achei uma delícia — respondeu Joel. — Inclusive, tô ficando duro de novo.
— Quer que eu te alivie, primo? — Perguntei. Ele sorriu e disse que estava bem. Então usamos o banheiro da casa de Denis para tomar um banho juntos. Durante esse tempo, rimos e relembramos de alguns instantes atrás e eu nunca me sentira tão conectado, tão íntimo e tão próximo dos meus primos quanto agora. Era como se nossa ligação tivesse se fortalecido ainda mais.
Terminado o banho, meus primos foram para suas casas. Combinamos de nos encontrar mais tarde para jogar conversa fora ou brincar de algum jogo e eu fui almoçar com o Denis. Após o almoço, o provoquei pegando no pau dele e fizemos sexo anal. Ele gozou sem tirar do meu cu e eu gozei em cima dele, já que pedi para cavalgar em seu membro. Nos limpamos no banho novamente e fomos tirar uma soneca aguardando meus tios chegarem. Nessas minhas férias, já era rotina diária acontecer algo sexual entre meus primos e eu, e eu amava aquilo.
