Somos o 55° conto mais lido da casadosconto.
O sol entrou pela fresta da cortina, forte e insistente, mas o cansaço do que vivemos na noite anterior ainda pesava nos nossos corpos. Acordei primeiro, sentindo o peso do braço da Vanessa sobre o meu peito e a respiração dela calma contra a minha pele. Ela se mexeu, soltou um suspiro manhoso e abriu aqueles olhos azuis, ainda meio inchados de sono, mas que brilharam no instante em que o nosso olhar se cruzou.
Ela não disse bom dia. Apenas se espreguiçou, deixando o lençol cair e revelando o corpo que, horas antes, tinha sido o centro de uma cena que ainda queimava na minha mente. Ela se aproximou, roçou o nariz no meu pescoço e começou a traçar linhas imaginárias com a ponta dos dedos no meu peito.
— Rafa... — a voz dela era rouca, um sussurro que parecia vir do fundo da garganta. — O dia tá lindo lá fora. O calor vai ser insuportável depois do almoço. Que tal se a gente desse uma escapada para aquela cachoeira escondida na divisa da fazenda? Só eu e você.
Eu senti um arrepio. A cachoeira era o nosso lugar, um refúgio afastado onde ninguém apareceria. A ideia de ter ela lá, naquele cenário isolado, com a mente ainda contaminada pela lembrança do Maicon e pelo que a gente tinha acabado de viver, fez o meu sangue circular mais rápido.
— Na cachoeira? — perguntei, passando a mão pelo cabelo dela. — Depois do almoço?
— É. Só nós dois. Pra gente se lavar de verdade, tirar o resto dessa adrenalina... e quem sabe planejar o próximo passo, né? — Ela deu aquele sorriso de canto, o mesmo que ela usou para domar o Maicon. — Você não quer me levar pra lá?
Eu apertei a cintura dela e a puxei para cima de mim. O corpo dela, macio e quente contra o meu, era o único lugar onde eu queria estar naquele momento.
— Depois do almoço a gente vai — respondi, com a voz firme. — Mas não acha que a gente vai ficar só tomando banho de água corrente, Vanessa. Se a gente for, é pra gente se divertir do nosso jeito. E, se o Maicon resolver ligar perguntando por você, eu quero que você ignore qualquer sinal de vida dele até a gente voltar. Quero que ele fique se corroendo no silêncio, sem saber se a gente tá se amando ou se você tá contando tudo pra mim.
Ela deu uma risadinha, soltando um beijo no meu queixo.
— Ele vai enlouquecer, Rafa. E é exatamente isso que eu quero.
Passamos a manhã naquele ritmo lento, de quem tava cada mais dentro daquele fetiche. A casa parecia diferente, mais leve, mas ao mesmo tempo carregada de um segredo sujo que parecia ter ganhado vida própria. Na roça, o trabalho ia ser só um pretexto. A cachoeira, na verdade, era o lugar onde a gente ia decidir o que fazer com a nossa nova obsessão.
Depois de um almoço rápido, pegamos a caminhonete e subimos a trilha que levava à cachoeira. O sol estava otimo, mas a mata fechada criava uma sombra fresca. Quando chegamos, o barulho da queda d'água abafava qualquer outro som do mundo. Era um paraíso particular.
Vanessa nem esperou. Ela foi tirando a roupa ali mesmo, à beira da água, sem pressa. A luz filtrada pelas árvores batia na pele branquinha dela, destacando aquele corpo gostoso que o Maicon tinha fudido na noite anterior. Ela entrou na água cristalina, deixando o vestido escorregar pelas pernas, e me chamou com um movimento de mão, a água batendo na altura dos seios fartos.
— Vem, amor — ela desafiou, a água gelada fazendo os mamilos dela endurecerem na hora. — A água tá uma delícia. E eu não quero esperar nem mais um minuto pra sentir você me pegando aqui, onde ninguém nunca vai chegar.
Eu tirei a roupa, senti o choque da água fria nos meus músculos tensos e fui em direção a ela. No meio daquela correnteza, com o barulho da queda d'água como trilha sonora, a gente se beijou. Não era o beijo carinhoso de um casal comum; era um beijo de posse, de quem tinha acabado de compartilhar o pecado mais gostoso da cidade.
Eu a segurei pelas coxas, levantando-a dentro da água, e ela se enroscou em mim, os olhos azuis fixos nos meus, pedindo por mais. Estávamos ali, isolados, sabendo que, lá embaixo, na cidade, o meu melhor amigo estava provavelmente sentado no chão da oficina, se perguntando o que estava acontecendo entre nós dois naquele exato momento.
— Sabe o que eu estava pensando aqui na água? — ela sussurrou, encostando a testa na minha enquanto a correnteza batia na nossa cintura. — Você acha que o Maicon é o único quer me comer, Rafa? Essa cidade é pequena... tem muita gente olhando pra mim. Você não acha que eu tenho que da minha bucetinha para mais alguem?
Eu a segurei mais firme, sentindo o poder daquela mulher.
— Você quer dá para mais gente, Vanessa? Ou você quer que a gente finja ser o casal "perfeito" enquanto, pelas costas, a gente vê todo mundo babar por você?
Ela sorriu, e naquele sorriso, eu entendi tudo. A nossa trajetória estava longe de acabar.
A água da cachoeira gelada batia na gente, mas o calor que subia do nosso corpo era maior. Eu segurei ela firme, a pele lisa e molhada escorregando na minha mão, e encostei ela numa pedra grande que tinha ali. Comecei a beijar o pescoço dela, descendo devagar, enquanto sentia o cheiro do perfume dela misturado com a água fresca.
Desci a boca pros peitos dela. A pele estava arrepiada de frio e tesão. Eu abocanhei um bico, sugando com vontade, dando umas mordidas leves que faziam ela arfar. A Vanessa soltava uns gemidos altos que ecoavam no meio das árvores, jogando a cabeça pra trás e arranhando minhas costas com força. Ela tava totalmente louca, as mãos agarradas no meu cabelo, me puxando pra mais perto, como se quisesse que eu engolisse ela ali mesmo.
Cada vez que eu sugava mais forte, ela dava um pulo na água e gritava meu nome, a voz rouca, sem se preocupar com nada. A buceta dela já tava ali, batendo na minha cintura, ensopada de água e de lubrificação, pulsando de tanto fogo. Eu não aguentava mais ver ela assim. Enfiei minha mão no meio das pernas dela e comecei a mexer, sentindo ela toda inchada e quente.
— Rafa, pelo amor de Deus... não para! — ela gritava, quase chorando de prazer, enquanto as unhas cravavam fundo no meu ombro.
Eu não parei. Continuei chupando os peitos dela, sentindo cada centímetro da pele dela estremecer, enquanto o barulho da cachoeira sumia perto do som dos nossos gemidos. A gente tava ali, isolado, e ela era toda minha, entregue, gritando pro mundo ouvir que não queria mais ninguém, só a minha boca e o meu corpo em cima dela.
Eu deslizei minha mão para baixo e empurrei o quadril dela contra a pedra, fazendo ela abrir as pernas de vez. Sem perder tempo, abaixei a cabeça e fui direto no que ela queria. A bucetinha dela estava fervendo, escorregando tanto que parecia que eu tava lambendo mel.
Eu meti a língua com tudo, bem fundo, fazendo o barulho de sucção ecoar no meio da cachoeira. A Vanessa travou o corpo na hora. Ela jogou as mãos na minha cabeça e começou a me apertar contra ela, como se quisesse que eu não saísse dali nunca mais. Os gemidos dela mudaram, ficaram mais agudos, mais desesperados.
— Isso, Rafa... chupa minha bucetinha toda! — ela gritava, balançando o corpo sem parar, enquanto a água da cachoeira corria pelo nosso corpo.
Eu não dei descanso. Lambi o grelinho dela sem parar, fazendo movimentos rápidos, subindo e descendo a língua enquanto sugava com força. Ela tava tremendo tanto que a água em volta da gente começou a agitar. Ela tava rebolando a bunda na pedra, querendo mais, querendo que eu fizesse ela gozar ali, na minha boca, na frente de todo mundo, mesmo que não tivesse ninguém por perto.
— Tá quase... tá quase, não para, Rafa! — ela pedia, a voz toda rouca, as pernas dela querendo fechar na minha cabeça de tanto prazer.
Eu intensifiquei o movimento, focando bem ali no ponto onde eu sabia que ela perdia o juízo. Ela tava quase explodindo, o corpo arqueado, gritando pro alto, e eu ali, chupando ela com vontade, sentindo o gosto dela tomar conta da minha boca. Era uma loucura, a água gelada, o calor do corpo dela e a minha língua fazendo ela desmanchar ali no meio da mata.
A Vanessa entrou num orgasmo tão violento que eu senti a buceta dela pulsar contra minha lingua. Ela deu um grito que deve ter assustado qualquer bicho por perto, o corpo dela travou todo e ela começou a gemer alto, chorando de prazer enquanto o corpo desmanchava contra a pedra. Ela ficou ali, arqueada, com os olhos revirando e o peito subindo e descendo, quase sem ar, com as pernas bambas que nem davam conta de ficar em pé na água.
Demorou uns minutos pra ela conseguir se acalmar. Ela foi voltando devagar, com aquele olhar de quem tinha acabado de ser atropelada por um caminhão de tesão. Ela deu um suspiro fundo, limpou o rosto suado e me puxou pelo ombro, fazendo eu levantar.
Ela não falou nada, só me olhou com aquela cara de quem tava faminta. Ela se ajoelhou ali mesmo, dentro da água, na minha frente. Ela pegou o meu pau, que tava duro de doer, e começou a lamber a cabeça dele devagar, sentindo o meu gosto. Depois, abriu a boca e engoliu o meu pau até o talo, fazendo aquele barulho molhado que eu adorava.
Ela chupava com uma vontade do caralho, usando as mãos pra apertar a base e a língua pra rodar na ponta, me deixando doido. Ela olhava pra cima, pro meu rosto, chupando com força, fazendo pressão com a boca enquanto eu segurava o cabelo dela, sentindo cada puxada que ela dava. Ela queria me levar pro limite também, e ali, no meio daquela água gelada, ela tava fazendo um serviço que me deixava quase explodindo.
A Vanessa não parava. Ela tava chupando como se a vida dela dependesse daquilo. A boca dela era quente e apertada, e ela ia e voltava num ritmo bruto, fazendo aquele som de sucção que ecoava na cachoeira inteira. Cada vez que ela descia a cabeça, ela engolia tudo, raspando os dentes de leve no meu pau, o que me dava uns choques de tesão insuportáveis.
Ela usava as duas mãos pra segurar a base, apertando com força, enquanto a língua dela, rápida e ágil, lambia a parte de baixo da cabeça do meu pau, onde é mais sensível. Eu segurava o cabelo dela, guiando o movimento, sentindo a respiração quente dela batendo na minha coxa. A água corria pela nossa pele, misturando o suor com o resto do mel dela que ainda tava na minha boca.
— Chupa, Vanessa... chupa tudo, sua safada — eu dizia, com a voz rouca, sem conseguir ficar parado.
Ela respondia com uns grunhidos abafados pela boca cheia, acelerando o ritmo. Ela subia e descia sem dó, forçando a entrada da boca contra o meu pau. Eu sentia que tava chegando no meu limite, o corpo todo tensionado, pronto pra explodir. Ela percebeu que eu tava quase lá e, em vez de parar, ela começou a chupar com mais pressão ainda, fazendo uma força que me deixou sem rumo, com as pernas tremendo na correnteza da cachoeira.
A Vanessa parou de chupar de uma vez, mas não tirou a boca do meu pau. Ela deu uma lambida comprida da base até a cabeça, deixando ele brilhando de baba e água, e se levantou devagar, mantendo o olhar fixo no meu. Com as pernas tremendo, ela se posicionou de frente pra mim.
Ela colocou as mãos nos meus ombros pra se equilibrar na água e foi descendo o quadril bem devagar. Eu senti a ponta do meu pau encostar na entrada apertada e quente dela. Ela soltou um gemido baixinho, de quem tava sentindo cada milímetro, e foi sentando, encaixando tudo, bem devagar, pra sentir o meu pau abrindo ela inteira.
A água subia pela nossa cintura enquanto ela descia, engolindo o meu pau até o final. Quando ela sentiu que tava tudo dentro, ela travou um segundo, com o rosto virado pro céu, soltando um ar pela boca. Ela deu uma rebolada lenta, sentindo o meu pau bater lá no fundo dela. Eu segurei na cintura dela e comecei a dar umas estocadas pra cima, encontrando o ritmo dela. A gente tava colado, e cada vez que eu subia o quadril, eu via ela arrepiar todinha, com os peitos balançando na água e os olhos azuis brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto. Ela tava ali, montada em mim, cavalgando com uma calma que tava me deixando louco, sentindo tudo que eu podia oferecer.
A Vanessa começou a cavalgar num ritmo que me deixou cego. Ela subia e descia com uma vontade do caralho, apertando o meu pau lá dentro de um jeito que parecia que ia arrancar um pedaço. Ela jogava o cabelo molhado pra trás, com o corpo todo colado no meu, e sentia o meu pulso acelerado.
De repente, ela parou o movimento, ficou ali parada, sentindo o meu pau travado dentro dela. Ela se inclinou pra frente, encostou a boca no meu ouvido e soltou aquela provocação que me fez o sangue ferver na veia:
— Tá gostando de ser corninho, tá?? — ela sussurrou, com um sorrisinho de lado que era pura maldade. — Fala a verdade pro seu pau... você tá adorando saber que seu melhor amigo comeu sua mulher, né?
Aquela frase entrou como uma facada no meu peito, mas de um jeito que me deixou mais duro ainda. Eu segurei a cintura dela com força, apertando a carne dela com os dedos, e dei um empurrão pra cima, fazendo ela gemer alto.
— Eu adoro, amor! — eu respondi, com a voz falhando, olhando bem no fundo daqueles olhos azuis. — Eu adoro saber que todo mundo quer, mas que no final das contas você tá aqui, sentando em mim, toda fudida por outro! Você é a minha puta!
Ela deu uma risada alta, jogou a cabeça pra trás e voltou a cavalgar com tudo, mais bruto, mais rápido. Cada vez que ela sentava, ela dava um estalo na minha cintura, e ela repetia enquanto quicava:
— Então me fode! Me fode como se eu fosse a puta de todo mundo! Acaba comigo aqui na água!
Eu não aguentei a pressão. O meu pau latejava dentro dela e eu comecei a socar sem dó, num ritmo desesperado, acompanhando cada sarrada que ela dava enquanto ela continuava me provocando com aquele sorriso de quem sabia exatamente o que tava fazendo comigo.
Eu agarrei a Vanessa pela cintura com uma força bruta e virei ela de uma vez. Ela caiu de joelhos na pedra rasa, com o rabo empinado pra cima, a água da cachoeira batendo nas costas e o cabelo molhado caindo todo pro lado. Eu não tive dó. Enfiei meu pau na buceta dela com tudo, num estalo só, e comecei a socar com uma violência que fazia o corpo dela balançar todo contra a pedra.
— Isso... me rasga! Me fode com raiva! — ela gritava, com a voz embargada, batendo as mãos no chão e jogando a bunda pra trás toda vez que eu batia fundo.
Eu tava ali, focando em cada estocada, sentindo a buceta dela apertar o meu pau com uma força animal. O barulho da carne batendo no meio do silêncio da mata era um absurdo. Ela tava quase no ápice de novo, o corpo tremendo, e quando ela abriu a boca pra soltar aquela pergunta que me deixava louco — "Quer que eu dou para a cidade inte..." — um estalo seco veio do meio do mato, logo ali atrás da gente.
Parecia o barulho de um galho grosso sendo pisado com peso.
A gente parou na hora. Eu fiquei travado, com o pau ainda enterrado dentro dela, e ela ficou com o corpo esticado, paralisada na posição. O barulho da cachoeira parecia ter sumido de repente. O silêncio que ficou no ar foi pesado, gelado. A gente ficou ali, imóveis, com os olhos fixos na direção da mata fechada, prendendo a respiração.
De repente, ouvimos vozes baixas, um sussurro abafado de dois homens. Pelas brechas das folhas, vi dois rapazes que eu nunca tinha visto na vida. Eles estavam ali, parados, observando tudo, com os olhos fixos no corpo nu da Vanessa. O coração dela batia tão forte que dava pra sentir o choque contra o meu corpo. A gente tava ali, pelados, expostos no meio da mata, e aqueles dois desconhecidos não tiravam os olhos da cena, claramente esperando para ver o que a gente ia fazer.
