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A saga pela conquista do cu de ELIZABETH

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Um conto erótico de Ramon
Categoria: Heterossexual
Contém 1683 palavras
Data: 12/07/2026 10:26:11

Conheci ELIZABETH, BETH ou BETINHA, como também era chamada, em uma festa, tínhamos quase 30 anos de idade e nesse dia apenas trocamos uns beijos e uns amassos, nem saímos depois e perdemos o contato. Fui reencontrá-la depois num shopping, ficamos conversando, acabamos num motel e daí começamos a namorar sério. BETH é uma mulher normal, rosto bonito, corpo legal sem exageros, daquelas que não chamam a atenção de imediato mas que logo depois você verifica que é uma gata.

O namoro da gente foi bem intenso, a gente se apaixonou, eu adorava estar ao lado dela e, na cama, nem se fala; até hoje tenho o gosto e o cheiro da buceta dela na minha mente! Eu a lambia toda, vivia em cio quando ela estava junto, e o sexo da gente era muito bom. Como todo homem que curte sexo anal, é claro que depois de algum tempo já avançava para atacar a traseira dela, aquela bunda bonita sem ser grande, umas tapinhas, muitos elogios, lambidas e beijos quando ela estava de bruços, uma mão ou um dedo mais enxerido, até abrindo a bunda dela para olhar o buraquinho (que é lindo, bem clarinho).

BETH até curtia a brincadeira atrás, desde que eu não mostrasse interesse em tocar no cu dela, ainda que fosse uma lambidinha e não era o papo de “ai que nojeira”, ela mostrava um grande desconforto com essa carícia, travava a bunda, mudava de posição, o que me levou um dia, após uma trepada maravilhosa da gente, a querer o motivo disso, isto é, porque ela não curtia uma brincadeira mais afoita na bunda.

- Sonho e até já me masturbei em ser penetrada atrás, falou BETH

- Opa, é o que eu queria ouvir!, falei cheio de esperança

- Mas pode esquecer, eu não consigo

BETH explicou o motivo: quando era adolescente, nas primeiras brincadeiras sexuais com um menino, que era um namoradinho dela, ela quis dar a bunda antes de perder a virgindade na frente. O boy, tão sem experiência quanto ela, apontou a bilola no cu e mandou ver, enfiou ou tentou enfiar sem preparação alguma. A dor foi tão grande que ela, que estava em pé debruçada numa cômoda do quarto dela, deu um pulo e bateu a cabeça numa caixa que estava em cima da cômoda; o namorado não se conteve e ainda tentou enfiar a rola nessa hora. Resultado: o namoro acabou, BETH passou dois dias com o cu doendo e ardido, mesmo não tendo entrado pouco além da cabecinha do pau do carinha e, pior de tudo, virou um trauma dar a bunda.

Eu prometi a ela que íamos vencer essa trauma dela e vi que não seria tarefa rápida e muito menos fácil. A partir daí nossas transas eram sempre precedidas por carinhos na bunda e no cuzinho dela (lindo e delicioso, ai que saudade). Ela me deixar alisar a bunda, lamber o rego, passar a língua no cuzinho dela foi um passo muito importante e inicial que ela conseguiu. Às vezes ela pedia pica na buceta, estava encharcada e eu ainda lambendo o cu dela. Se eu fizesse menção de enfiar a língua ou enfiar um dedo travava tudo, “assim não”, ela lembrava.

Nunca beijei tanto uma bunda e lambi um cu como a de BETH, acho que levamos quase um mês nessa toada até um dia em que ela estava louca de tesão e consegui enfiar a língua (um pouco) no cu dela, que gemeu, adorou mas puxou o quadril no instinto, depois eu tentava de novo e ela deixava e puxava o quadril de novo. E de lambida em lambida, comecei a querer enfiar um dedinho, o que foi bem rejeitado por ela. “Dedo, não, essa unha pode me machucar”. Botei uma camisinha no dedo e nada. Comprei então um consolo bem pequeno e fino e, já na esperança, um vibrador pequeno que tremia (movido a pilha). Investimento no futuro!

O consolo, com camisinha e muito gel, foi o próximo passo e a prova de que era gostoso a penetração no cu; lembro que BETH sonhava em dar a bunda, então superava muito os seus medos aos poucos, então não estou escrevendo como um conquistador que engana a virgem inocente, eu a amava e queria muito fazer sexo anal com ela, principalmente quando soube do trauma. Já me relacionei com muitas mulheres que eram radicais em não querer dar a bunda, nem carícia no cu elas gostavam, e não tive problemas. BETH queria dar o cu, era diferente.

Quando eu consegui enfim ir enfiando o consolo todo no rabo dela, depois movimentar bem devagar, simulando a ida e vinda de um pau, percebi que ia dar certo, mesmo meu pau sendo grosso. E como a gente curtia passar um bom tempo com eu enfiando e tirando o consolo no cuzinho dela, fazendo movimentos para abrir mesmo o rabo às vezes (enfiava e rodava o consolo, ampliando a largura do buraco). Algumas vezes BETH gozava nessas brincadeiras e morria de vergonha e felicidade com isso. “Eu gozei com um consolo no cu, meu amor” e me cobria de beijos em agradecimento.

O passo seguinte foi enfiar o vibrador, que foi bem mais fácil e ela ficou louca quando senti o aparelho tremendo dentro dela; nesse dia trepamos com o vibrador no rabo dela. Na transa seguinte, fiz o mesmo, só que antes de penetrar na xoxota, botei o pau na entrada do cu dela e a cabecinha entrou um pouco; ela ficou arrepiada, adorou a quentura e a textura do cacete no cu, assustou-se com a grossura. Dei aquela forçadinha com carinho e a cabecinha entrou toda e eu parei. “Ai, ai, tá me rasgando”, disse ela. “Calma, amor, daí eu não vou passar, apenas se acostume, curta o momento, supere tudo”, falei. Ela fechou os olhos e não puxou a bunda, aguentou e fez o que lhe sugeri. Ela estava de frango assado, posição que a gente curtia até para sexo vaginal, e eu fiquei alisando o clitóris dela, bem devagar, para não confundir os prazeres. Enfiei um pouco mais, ela sentiu a dilatação e até as pregas se abrindo, chiou e eu fiquei indo e vindo só naquele pedacinho do meu pau que estava dentro. Como percebi que ela estava aguentando sem curtir muito, tirei o pau, desci para dar uma lambida na xota dela, lavei o cacete no banheiro e recomeçamos a transa, apenas na vagina.

“Hoje você vai enfiar tudo no meu rabo e quero que goze dentro, porque hoje eu estou naqueles dias, querendo muita pica e nem toque na minha “queridinha” (como ela chamava a buceta), quero só no cu”, BETH me falou ao telefone. Resolvemos ir a um motel, criamos um clima e, após as preliminares de praxe, apontei o pau no cu dela, de novo no frango assado. Muito gel, muita calma, eu a alisava nas coxas, na buceta, na barriga e até nos seios. Cabecinha entrou (já era costume). Enfiar/tirar na parte que tinha entrado (feito, como de costume). Avanço da penetração: foi entrando cada vez mais, sentindo que as pregas iam embora a cada centímetro avançado (que sensação maravilhosa, ainda mais numa pessoa que você está gostando), BETH chiava um pouco, suou, e pedia para eu prosseguir. “Meu amor, minha rola está toda dentro de seu cu, suas pregas foram quebradas e agora você vai relaxar para eu meter leitinho em você”, falei me movimentando bem devagar no rabo dela. BETH gozou na hora, senti o cu dela apertando meu pau nas contrações do gozo. A buceta ficou bem molhadinha e eu passei os dedos e lambi aquele líquido delicioso.

“Eu te amo, obrigada, não tira esse pau, vai me comendo”, falou BETH ainda arfando no pós-gozo. Comecei a comer o cu dela sem muita extensão, não puxava muito o pau para fora. Quando ela foi relaxando e realmente o tesão foi voltando, fiquei metendo muito, sem velocidade, sem meter forte, apenas para que o canal ficasse acostumado com aquele visitante. BETH anunciou novo gozo, dessa vez porque ela estava se masturbando, e aproveitei para ir junto. Ela começou a gozar e meti com mais força até jogar muita porra no buraquinho que eu tinha tanto lutado para comer. BETH virou os olhos, começou a chorar de felicidade. Gozei e deixei o pau dentro, ele me pediu um beijo e terminou com o meu pau saindo de dentro, BETH me beijava desesperada, a gente estava comemorando uma vitória e tanto. Acho que levamos uns 4 meses das primeiras lambidas no cu até aquele dia.

O pernoite no motel foi maravilhoso, BETH ficou sentindo algumas dores e ardidos no cu porém fazia questão de dizer que era o preço pela felicidade, trepamos muito depois mas só na vagina, se bem que ela enfiou o vibrador no cu. A partir de então, BETH viciou-se no sexo anal, comprou um vibrador para ela, quando estava em casa muitas vezes enfiava um plug no cu para ir se acostumando e nosso relacionamento se era bom ficou excelente. Um dos fetiches dela era ficar vestida e em pé no quarto, eu chegar abaixar apenas a calça e a calcinha dela até as coxas, ela se curvar e eu comer o rabo dela (devidamente untado com gel, o que nunca ela dispensou). Ela ficava louca nessa posição, pois era a posição em que o namoradinho dela tinha gerado o trauma anal dela. “Estou exorcizando esse demônio do trauma, refazendo a vida com o sexo anal”, ela me disse quando explicou a tara na posição, que eu também curtia muito, pois dava um toque de proibido, de ser flagrado, trazia lembranças de trepadas da adolescência. “Eu também gosto demais, meu amor, se bem que você exorciza o trauma e eu lhe enfio o tridente nesse rabo delicioso”, falei e caímos em risada.

BETH ficou fissurada na bunda dela, às vezes a gente tinha acabado de trepar, comia alguma coisa e ia dormir, quando ela abaixava a calcinha e pedia para eu deitar um pouco na bunda dela, dar uns beijos. Ela pegava no sono bem rapidamente!

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Comentários

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Ao q parece em todos os relatos nos quais a mulher se satisfaz dando o rabo, o q faz diferença é a competência do parceiro, somada a muito diálogo entre os dois. Cada um fazendo bem feita a sua parte, colaborando para q os dois ganhem no resultado final. Já nas situações opostas qdo a mulher ficou traumatizada, e não quer sequer ouvir falar sobre sexo anal, o sujeito tentou enrabar sem o devido preparo, sem q a mulher tenha ficado excitada a ponto de pedir q lhe penetre o cuzinho. Nesta Era da informação, até pq ninguém nasce sabendo, todos podem se informar sobre a melhor maneira de fazer qualquer coisa.

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