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Au Naturel - Parte 1

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Da série Au Naturel
Um conto erótico de Relatos
Categoria: Grupal
Contém 2708 palavras
Data: 12/07/2026 10:57:35

Dylan estava largado no sofá da sala, o laptop equilibrado nas pernas depois de um dia inteiro resolvendo problemas. Finalmente podia relaxar. Na tela, duas mulheres gemiam alto enquanto um pau grosso metia com força em uma delas, estocando fundo. Seu pau estava completamente duro dentro da bermuda. [Que delícia… vou bater uma rapidinha antes da mãe chegar.]

Ele já estava enfiando a mão dentro da bermuda quando o barulho da porta da frente o interrompeu. Dylan fechou a tampa do laptop num reflexo, o coração disparando. [Merda, ela chegou justo agora.]

Brandi entrou na sala com passos animados. Loira, corpo repleto de curvas generosas, vestia uma blusa rosa justa que mal continha os peitos fartos, o tecido esticado marcando os mamilos. A calça de couro preta grudava na bunda empinada, destacando cada movimento enquanto ela caminhava.

“Enfim sou livre!”, exclamou ela, radiante.

Dylan tentou disfarçar o desconforto, mas seu pau continuava duro, pressionando forte contra a bermuda. Era impossível não olhar para a mãe — para o jeito como os peitos fartos balançavam a cada passo, para a forma como o couro preto marcava sua bunda generosa.

“Seu pai assinou o divórcio e eu consegui um ótimo acordo!”, disse Brandi, os olhos brilhando de empolgação. “Eu mereço depois de aguentar aquele merda por tanto tempo.” Ela colocou a mão na cintura, o que fez os peitos apertarem ainda mais contra a blusa justa. “Quer saber de uma coisa? Vamos comemorar. Eu quero viajar pra um lugar quente, tropical. Vai, procura algum lugar pra gente ir. Quero ir amanhã mesmo!”

Dylan, ainda sentado, respondeu sem conseguir virar o rosto direito:

“Sério? Amanhã?”

“Sim, anda logo!”, insistiu ela.

Brandi se aproximou e sentou bem colada ao filho, a coxa grossa encostando na dele. A blusa justa deixava boa parte dos peitos à mostra no decote generoso. Quando ela inclinou o corpo para ver a tela do laptop, eles balançaram pesados e macios bem perto do rosto dele, quase roçando seu braço.

“Esses são os únicos disponíveis?”, perguntou ela.

“É… acho que tá fora de temporada”, respondeu Dylan, sentindo o pau completamente duro pressionando de forma incômoda contra a bermuda.

Brandi foi passando as opções na tela, cada vez mais animada, o corpo inclinado sobre o filho. De repente apontou com empolgação:

“Olha esse aqui! Au Naturel. Fica numa ilha no Pacífico. Tá com 75% de desconto e a promoção expira em duas horas!”

A mão dela ficou apoiada no ombro dele. A cada movimento que fazia, seu corpo pressionava contra o braço de Dylan, os peitos fartos roçando de leve nele.

“Nossa, por uma semana com tudo incluso… parece perfeito”, disse ela, virando o rosto para ele, os olhos brilhando. “Só nós dois, sol e mar. O que você acha?”

Dylan tentava se concentrar na tela, mas era quase impossível. Seu pau continuava duro dentro da bermuda, tornando tudo mais desconfortável.

“Compra filho!”, insistiu ela, com os olhos brilhando de empolgação, apertando o ombro dele.

“Tá, mãe, calma aí!”, disse ele, respirando fundo antes de finalizar a compra rapidamente.

Em poucos minutos estava feito. Passagens compradas e uma semana inteira reservada no resort com a mãe.

O iate encostou suavemente no deque de madeira da ilha. O sol quente queimava a pele e o vento trazia cheiro de mar misturado com vegetação selvagem.

“Madame, senhor, chegamos”, anunciou o capitão.

No cais, um homem negro alto, musculoso e de corpo definido pegou as malas com facilidade. Brandi, usando um biquíni colorido que mal continha os peitos fartos e um short jeans curto que deixava boa parte da bunda de fora, abriu um sorriso safado para ele.

“Muito obrigada. É bom ter um homem grande e forte me ajudando pra variar”, disse ela, com a voz provocante. “Meu ex-marido nunca soube fazer esse tipo de coisa.”

O capitão sorriu, olhando sem disfarçar para os peitos e a bunda dela enquanto colocava as malas no cais.

“Volto só na sexta-feira. Até lá não tem barco. Vocês vão ficar isolados aqui por sete dias.”

Brandi colocou a mão na cintura, o que fez os peitos balançarem dentro do biquíni pequeno.

“Então não te vejo até sexta? Que pena…” Ela deu um sorrisinho. “Mas tudo bem. Não pretendemos sair daqui antes do tempo.”

Dylan observava tudo em silêncio ao lado das malas. Seu olhar não parava de descer para a bunda da mãe e para o jeito descarado como ela se oferecia para o capitão. [Caralho, mãe… que porra é essa?]

Enquanto o iate se afastava, Brandi ficou olhando para o mar, sorrindo. [Isso vai ser incrível. Uma semana inteira relaxando, bronzeando e curtindo minha vida nova. Quem sabe eu não encontro um homem de verdade pra me comer direito depois de tanto tempo…]

Dylan caminhava logo atrás, carregando as malas. Não conseguia tirar os olhos da bunda da mãe balançando no short curto. Seu pau já estava meio duro só de ver o jeito como ela andava. [Caralho, mãe…]

Dylan caminhava logo atrás, carregando as malas. Não conseguia tirar os olhos da bunda dela balançando no short curto a cada passo. Seu pau já estava meio duro só de ver o jeito como ela andava. [Caralho, mãe…]

“Que lugar maravilhoso! Já tô apaixonada”, disse ela, virando o rosto para ele com um sorriso.

Na recepção, Brandi se inclinou sobre o balcão, o biquíni colorido apertando ainda mais os peitos fartos e deixando boa parte deles à mostra no decote generoso.

“Oi, viemos fazer o check-in. Sou Brandi Wilson e esse é meu filho Dylan.”

Pete, o recepcionista calvo de uns cinquenta anos, sorriu ao vê-la. Seus olhos desceram inevitavelmente para os peitos fartos da loira antes de explicar calmamente que ali no Au Naturel seguiam o estilo naturista completo.

“Naturista? Tipo… sem roupa nenhuma?”, perguntou Brandi, franzindo a testa.

“Exato. Esse é o conceito do resort. Aqui todo mundo fica nu o tempo inteiro”, confirmou Pete.

Brandi arregalou os olhos, o rosto mudando de cor.

“Como assim? Ninguém falou isso! Porra… eu não li direito o site.” Ela passou a mão no cabelo, visivelmente nervosa. “Chama o barco de volta agora. Eu não vou ficar nua numa ilha com o meu filho!”

Dylan ficou paralisado ao lado dela. A ideia da mãe completamente nua por sete dias inteiros fez seu pau endurecer ainda mais dentro da bermuda.

“Desculpe, senhora. O barco só retorna na sexta. Vocês ficarão isolados aqui por sete dias.”

Brandi ficou em silêncio por alguns segundos, o rosto congelado enquanto absorvia a bomba que acabara de cair.

“Então eu tô presa numa ilha de nudismo com o meu próprio filho por uma semana inteira? Que merda…”

Dylan permanecia ao lado dela, mudo. Seu coração martelava forte no peito e o pau já estava meio duro só de imaginar a mãe andando completamente nua por aquele lugar. [Caralho… isso não pode estar acontecendo.]

Ainda incrédula, Brandi virou-se para o recepcionista:

“Não tem nenhuma exceção? Nenhum jeito de resolver isso?”

“Infelizmente não, senhora. As roupas não são permitidas no resort.”

Brandi passou a mão no rosto e respirou fundo, tentando se controlar. Seu olhar encontrou o de Dylan, carregado de raiva, vergonha e algo mais que ele não conseguia identificar.

“Você não sabia disso, né?”, perguntou ela, encarando o filho fixamente.

“Eu juro que não sabia, mãe”, respondeu Dylan, claramente envergonhado.

Ela ficou quieta por um instante, observando o filho. Depois soltou uma risada nervosa.

“Perfeito… simplesmente perfeito.”

Após quase uma hora de discussão inútil, eles ainda estavam na recepção. Dylan permanecia sentado no sofá, cabisbaixo, com as mãos na cabeça. [Que merda… uma semana inteira assim?]

Brandi estava ao lado dele, com expressão de puro desgosto. [Isso era pra ser minhas férias perfeitas… e agora tô presa aqui com meu filho, sem poder nem usar roupa.]

De repente Dylan se levantou, visivelmente irritado. Sem dizer uma palavra, puxou a regata pela cabeça e jogou no sofá. Em seguida abaixou a bermuda e a cueca de uma vez só, ficando completamente nu no meio da recepção.

Seu pau ficou à mostra — grosso, pesado e semi-duro, balançando entre as pernas.

Brandi arregalou os olhos, paralisada. Seu olhar desceu involuntariamente para o pau do filho. Por um segundo o ar pareceu sumir da sala e seu coração disparou. [Meu Deus…]

“Dylan… o que você pensa que está fazendo?”, perguntou ela, mal conseguindo falar, os olhos ainda presos no corpo dele.

“Se vamos ficar presos aqui, não vou passar a semana inteira escondido na recepção feito um idiota”, respondeu ele, totalmente nu, sem nenhuma vergonha.

Pete, atrás do balcão, comentou:

“Agora que está nu, pode ir para a cabana. É a número 4, no final da praia. Basta seguir a trilha.”

Brandi ainda olhava atordoada para o filho, tentando processar a imagem do pau dele balançando logo à sua frente.

“Dylan… você não pode estar falando sério…”

Sem responder, Dylan virou as costas e começou a caminhar em direção à saída da recepção, completamente pelado. Seu pau balançava pesado e grosso a cada passo.

Ela correu atrás dele e ficou quase colada em suas costas, o coração disparado no peito.

“Dylan, espera! Você não vai me deixar aqui sozinha nesse lugar!”, disse ela, a voz quase em desespero.

“Não vou ficar preso na recepção, mãe. Se é pra ficar aqui, vou aproveitar a ilha”, respondeu ele sem parar.

Dylan continuou andando pela trilha em direção à praia, o corpo totalmente exposto sob o sol quente. O pau balançando livremente entre as pernas.

Brandi parou por um instante no começo da trilha, sem saber onde olhar. Ver o filho andando nu na frente dela causava uma confusão enorme dentro dela. [Merda… não posso deixar ele ir sozinho desse jeito.]

Ela virou-se para Pete, desesperada.

“Você vai mesmo deixar ele sair assim sozinho?”

Pete levantou as mãos, sem querer se envolver.

“Desculpe, senhora. Ele está seguindo as regras do resort. Não posso impedir.”

Brandi bufou, vendo o filho se afastar nu pela trilha. Depois de um segundo de hesitação, exclamou:

“Se você não vai fazer nada, eu mesma vou atrás dele!”

Pete, ainda atrás do balcão, respondeu enquanto começava a tirar a própria camisa:

“Pode ir, senhora. Mas terá que tirar as roupas primeiro. Seu filho já seguiu as regras.”

Brandi arregalou os olhos, chocada.

“Você espera mesmo que eu fique pelada aqui na sua frente?”

Pete deu de ombros, continuando a se despir com naturalidade.

“Se isso te ajuda a se sentir menos estranha… meu turno está acabando mesmo.”

Brandi ficou paralisada, vendo o recepcionista se despindo calmamente diante dela. A situação toda estava saindo completamente do controle.

Pete estava agora completamente pelado, o pau mole pendurado entre as pernas.

“Então, vai tirar a roupa ou não? Tá me deixando estranho sendo o único nu aqui”, disse ele sorrindo.

Brandi cruzou os braços sobre os peitos, o rosto queimando de vergonha.

“Tá… só me dá um segundinho.”

Ela respirou fundo várias vezes, o coração martelando forte no peito. Virou de costas, tentando se esconder o máximo possível, e começou a se despir com as mãos trêmulas.

Primeiro o short jeans deslizou devagar pelas coxas grossas, revelando a bunda redonda e empinada mal coberta pela fina calcinha. Em seguida, desabotoou o top do biquíni. Os peitos grandes e pesados saltaram livres, mamilos rosados endurecidos pelo ar e pela excitação nervosa.

Hesitante, Brandi segurou as laterais da calcinha e puxou para baixo. O tecido deslizou pela bunda farta, expondo completamente sua buceta lisinha e rosada. Ao se curvar para terminar de tirar a peça, ela empinou a bunda sem querer na direção de Pete.

Totalmente nua pela primeira vez, Brandi ficou parada, sentindo o ar quente tocar cada parte exposta de seu corpo. Um arrepio percorreu sua espinha enquanto ela imaginava o olhar dele percorrendo sua bunda e sua buceta.

Ela cruzou um braço sobre os peitos grandes, tentando cobrir os mamilos endurecidos, o rosto ardendo de vergonha.

“Não foi tão ruim, foi?”, disse Pete, pelado.

“Não fala comigo… eu tô morrendo de vergonha”, respondeu Brandi, evitando olhar para ele ou para o pau do recepcionista.

Pete sorriu calmamente.

“Vai passar rapidinho. Deixa suas malas aqui que eu te levo até a cabana e te ajudo a encontrar seu filho.”

Dylan seguiu pela trilha, o suor escorrendo pelo corpo nu sob o sol forte. [Tomara que tenha umas gostosas na praia…]

Ao sair da vegetação, a praia se abriu diante dele como um paraíso proibido. Dylan parou de repente, os olhos arregalados.

[Caralho… isso aqui é o paraíso?]

A praia naturista era impressionante. Grupos de pessoas conversavam e riam normalmente, todos completamente nus. Perto da água, duas mulheres riam alto enquanto as ondas subiam pelas pernas delas, os corpos molhados brilhando sob o sol. Um pouco mais adiante, um homem passava protetor solar nas costas de uma mulher deitada de bruços, as mãos deslizando pela corpo dela sem qualquer cerimônia.

Dylan observava tudo hipnotizado. Uma loira de bunda grande e redonda caminhava em direção ao mar. Duas morenas conversavam com alguns homens sentadas na areia gesticulavam animados. Homens e mulheres passeavam pela beira da água, alguns sozinhos, outros em casal, todos à vontade como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

Seu coração acelerou. O pau começou a endurecer rapidamente enquanto ele olhava para todas aquelas mulheres nuas. Instintivamente, ele se escondeu atrás de uma palmeira grossa.

[Caralho! Olha pra elas… todas peladas, gostosas pra caralho, como se fosse normal.]

Ele segurou o pau duro e começou a bater uma punheta devagar, os olhos fixos nas curvas expostas na areia.

De repente, uma voz feminina soou bem atrás dele:

“Olha só o que temos aqui… um novato se divertindo escondido?”

Dylan virou-se assustado, o pau ainda duro na mão. Uma mulher morena, completamente nua, estava parada a poucos metros, os braços cruzados sob os peitos fartos, olhando para ele com um sorriso malicioso.

“Você deve ser um dos turistas que chegaram hoje, né? Meu nome é Gina. Eu administro a ilha.”

Gina se aproximou lentamente de Dylan, encostando-o contra o tronco da palmeira. Sem dizer uma palavra, segurou o rosto dele com as duas mãos e o beijou na boca de forma intensa e molhada, colando o corpo nu ao dele.

Dylan ficou paralisado por um segundo. [Que porra é essa?]

O beijo foi longo, quente, a língua dela invadindo sua boca com fome. Quando Gina finalmente se afastou, seus peitos fartos ainda roçavam no peito dele. Ela sorriu, maliciosa.

“É assim que damos as boas-vindas por aqui…”

Dylan, com o pau duro pressionando contra a barriga macia dela, respondeu nervoso:

“Sério?”

Gina riu baixinho, ainda colada nele, a buceta aparada roçando de leve contra sua coxa.

“Você não é naturista, né? Como caralho veio parar numa ilha como essa?”

Dylan engoliu em seco, tentando não olhar para baixo.

“Eu… vim com a minha mãe. Vimos um anúncio e achamos que era um resort normal…”

Gina sorriu com malícia, os olhos brilhando de interesse.

“Veio com a sua mãe? Que interessante…”

Ela mordeu o lábio inferior por um segundo, depois aproximou o corpo ainda mais.

“Deixa eu te ajudar com isso…”

Ela deslizou a mão entre os corpos e envolveu o pau duro de Dylan com firmeza, masturbando-o com movimentos lentos e habilidosos.

[Merda… ela tá me batendo uma de verdade!]

Dylan gemeu baixo, o corpo inteiro tremendo. O prazer subiu rápido demais. Em menos de um minuto seu pau pulsou forte na mão dela e ele gozou intensamente, jatos grossos e quentes de porra acertando os peitos fartos, o pescoço e parte do rosto de Gina.

Gina arregalou os olhos, surpresa, mas logo abriu um sorriso safado.

“Caralho… você gozou bastante”, disse ela, olhando para o sêmen escorrendo pelos seus peitos.

Dylan, envergonhado, tentou se desculpar:

“Desculpa, Gina… eu não consegui segurar…”

Em vez de reclamar, Gina passou a mão pelos peitos, espalhando o gozo na pele brilhante. Levou o dedo à boca e lambeu devagar, olhando nos olhos dele.

“Relaxa… eu não ligo. Na verdade, até gosto. E tem um gosto bom também.”

Ainda com porra escorrendo pelos peitos, Gina encostou o corpo no dele contra a palmeira e segurou novamente o pau, que continuava duro.

“Olha só… ainda tá duro depois de gozar tanto. Isso significa que você gostou bastante do que viu, né?”

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