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Virei uma puta e a culpa é do meu marido (By Ju Corretora)

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Um conto erótico de Ju Corretora casada
Categoria: Heterossexual
Contém 2837 palavras
Data: 12/07/2026 13:33:10

Olá, me chamo Juliana, este é o primeiro relato que irei escrever, é um relato real embora maluco, não sou escritora e espero que entendam se houver algum erro de português ou concordância.

​Tomei coragem após ler diversos relatos e decidi relatar algo que está ocorrendo em meu casamento e teve início há uns 3 meses atrás e tomou uma proporção inimaginável no último mês, jamais pensei que isso se tornaria realidade.

​Tenho 40 anos de idade, loira, olhos cor de mel, 1,70m, 60kg, sou uma mulher muito vaidosa e sempre me cuidei, não sou nenhuma modelo mas sempre chamei a atenção por onde passo, tenho um corpo bonito e a parte do meu corpo que eu percebo que os homens mais gostam são meus peitos, são grandes, bicos rosados e bem firmes, já até pensaram que eu coloquei silicone, mas são naturais mesmo.

​Trabalho como corretora de imóveis de médio e alto padrão na cidade de São Paulo em uma imobiliária muito famosa, sou muito assediada no meu trabalho, tanto por clientes como por colegas e gerentes, é um ramo meio promíscuo mesmo, mas nunca dei bola para ninguém.

​Sou casada há 19 anos com Eduardo, que tem 43 anos, 1,80m e uns 110kg.

Embora ame muito meu marido, ele relaxou demais sua aparência, engordou muito, ao contrário de mim que, devido ao meu emprego, sempre tenho que estar arrumada, bem cuidada e em forma.

Embora o ame, com os anos acabei meio que perdendo a atração física por ele; até uns 3 meses atrás, sexo era algo que fazíamos a cada 15 dias e eu já não tinha tanto prazer.

​Eu nunca havia traído meu marido e me casei com ele virgem devido a sermos evangélicos, sexo era meio que um assunto que quase não conversávamos.

​Acontece que há 3 meses atrás as coisas começaram a mudar, um belo dia peguei o celular do Edu que por descuido estava desbloqueado enquanto ele tomava banho, fiquei em choque ao conhecer esse site de contos eróticos e ver diversos sites de pornografia, e todos os contos e vídeos tinham um tema em comum: mulheres casadas transando com outros homens. Aquilo foi um soco na boca do meu estômago, perdi o rumo, meu marido, que parecia um homem super correto e decente, era um viciado em pornografia, para nós com nossa formação religiosa isso era inaceitável.

​Quando ele saiu do banho, confrontei ele, que nitidamente perdeu o chão.

Ele tentou argumentar falando que era apenas curiosidade mas eu não aceitei, brigamos feio, ficamos discutindo até que ele falou que era devido à falta de sexo entre nós, ele foi buscar na pornografia o prazer que eu não dava mais para ele. Eu fiquei doida com aquela afirmação e disse a ele que a culpa da falta de sexo era dele, que havia engordado e relaxado com sua aparência enquanto eu seguia me cuidando.

Ele começou a chorar e eu percebi que também tinha pegado pesado com ele, mas fomos dormir e ficamos uma semana sem nos falarmos direito.

Durante a semana fui ligando alguns pontos, como o fato de ele nunca demonstrar ciúmes quando via homens me olhando ou até assediando, pelo contrário, ficava todo empolgado, ou então de sempre me incentivar a usar roupas mais decotadas, calças agarradas, vestidos colados ou até curtos.

​Fui percebendo que ele sempre teve essa inclinação, eu é que não percebia. Nos primeiros dias entrei em crise, pensei em me separar ou até pedir ajuda na igreja, mas a vergonha não permitiu, até que a vergonha começou a ser superada pela curiosidade, comecei a ler relatos eróticos aqui nesse site, a raiva e o nojo foram dando espaço para um frio na barriga a cada relato e vídeo que eu assistia, até que um dos vídeos me deixou quase paralisada: o cara que estava comendo uma casada na frente do marido era muito parecido com um amigo nosso, que sempre quando saíamos em casais me secava da cabeça aos pés. O Edu já havia me alertado sobre ele, o fato de ele me secar não incomodava o Edu, eu achava que era para evitar brigas já que eles eram muito amigos, mas fui percebendo que aquilo agradava o Edu e dava tesão nele. Saber que a esposa dele era cobiçada por um amigo mexia com suas fantasias e a partir daquele dia começou a mexer com as minhas também.

​O nome desse amigo é Paulo, ele é casado com a Cíntia, são um casal de amigos de uns 5 anos, nos aproximamos muito devido à idade dos nossos filhos ser a mesma, sempre viajamos juntos ou estamos em restaurantes e frequentamos a casa um do outro. Paulo é um homem que se cuida muito, ele é empresário, muito bem-sucedido, moreno, cabelo sempre raspado, tem mais ou menos 1,90m e deve ter uns 100kg, mas ao contrário do Edu ele é muito vaidoso, faz musculação e sempre está bem-vestido, é um homem que, embora tenha um rosto comum, chama muita atenção pelo porte físico e o fato de estar sempre se cuidando. A Cíntia, sua esposa, é uma mulher até que bonita, mas depois de 2 filhos também relaxou um pouco e ficou gordinha.

​Mas voltando à minha relação com o Edu, após uma semana sem nos falarmos direito, procurei o Edu e conversamos, ele me pediu perdão pelo que tinha dito e eu também falei para esquecermos aquele assunto. Porém, durante a noite quando fomos transar, não sei o que deu em mim que durante o sexo comecei, comecei a cavalgar com ele alisando meus peitos com o seguinte diálogo:

​— Quer dizer que você quer ser corno?

— Edu, meio que assustado com os olhos arregalados, falou: Sim, quero ver você cavalgando assim em outro.

— Eu: Então eu vou dar, mas você que tem que escolher quem vai me comer.

— Edu cheio de tesão: Não faço ideia.

— Eu respondi: O Paulo nosso amigo, não é você que fica falando que ele me seca?

Nessa hora acelerei a cavalgada e tive um gozo que há anos eu não tinha, o Edu também gozou e a transa foi a melhor de nossas vidas, eu nunca tinha sentido uma sensação daquela. Passado aquele momento, ambos ficamos sem tocar no assunto e fomos dormir.

No dia seguinte, durante o café da manhã, o Edu puxou o assunto: Quer dizer que você quer dar para o Paulo?

— Eu: Claro que não, só entrei na sua fantasia, e eu vi que você gostou.

— Edu: E você não? Gozou como uma louca.

— Gostei, mas daí para acontecer alguma coisa é um longo caminho e isso nunca vai acontecer, eles são nossos amigos e não esqueça que foi você que trouxe esse assunto até mim.

— Edu: Não estou pedindo para você dar para ele, apenas gostei de saber que você curtiu.

​Terminamos a conversa e fomos trabalhar, durante a semana tudo transcorreu normalmente, até que na sexta-feira o Edu estava próximo à minha imobiliária e fomos almoçar juntos. Ele estava num fogo só, saímos do almoço e, como eu tinha um casal para mostrar para um cliente e estava com a chave, fomos para lá e transamos na casa antes do cliente chegar. Foi uma delícia, aquele negócio de outro homem estava apimentando a nossa relação.

Após a transa, eu me lembro como se fosse hoje o Edu fala: Amor, que tal brincarmos um pouquinho com essa situação?

Eu: Como assim, brincar?

Edu: Que tal a partir de hoje você provocar o Paulo de forma sutil nas vezes em que nós nos encontramos? Coisas bem sutis, um abraço mais apertado, um beijo no rosto bem melado, ou um beijo no rosto bem próximo à boca? Coisas leves só para a gente brincar e ver a reação dele, e deixar a coisa mais gostosa ainda?

Eu: Você está louco? Já imaginou se a Cíntia percebe? Perder uma amizade de anos só pelo fetiche.

Edu: Amor, eu estou falando de coisas sutis, não estou falando para você dar em cima dele, apenas umas insinuações, como os exemplos que eu te dei.

Eu: Vou pensar, mas não garanto, isso dá muito medo.

​Naquela sexta-feira à tarde a Cíntia me manda uma mensagem: "Amiga, vamos amanhã no Quintal do Espeto?" (Um bar que tem aqui no Tatuapé e rola samba ao vivo).

Minha buceta, que ainda estava molhada pela transa na hora do almoço, pegou fogo, já logo imaginei o plano do Edu e confirmei que iríamos.

​No sábado coloquei um vestido daqueles bem colados no corpo, ele não era curto mas marcava todo meu corpo e tem um decote que valoriza os meus peitos, fiz um rabo de cavalo, uma sandália salto alto. Na hora que o Edu viu, falou: "Hoje você quer matar o Paulo, né?"

​Eu falei: Se arrependeu? Já que não posso dar em cima dele, vou pelo menos deixar ele babando em mim.

​Quando chegamos, até a Cíntia falou: "Nossa amiga, como você está gata." O Paulo tentou disfarçar mas me comia com os olhos quando a Cíntia não estava olhando. Dei um abraço bem forte nele e um beijo melado no rosto, era nítido que ele ficou desestabilizado. Mas não passou disso.

​Porém, durante dois meses, todas as vezes que nos víamos eu dava um jeito de provocá-lo, mas sempre com muita cautela, porém percebi que o Paulo ia ficando mais atrevido, e meu tesão também ia aumentando.

​Com isso as nossas transas foram aumentando, o sexo foi ficando mais gostoso, sempre com muita provocação, eu também comecei...

​Até que há uns 15 dias atrás estávamos em uma pizzaria e aquele clima de provocação no ar, e o Paulo falou:

— Ju, estou pensando em investir em imóveis e pensei em comprar 2 estúdios em bairros bem legais para alugar por temporada, o que você acha?

​Respondi que a ideia era excelente e que inclusive tinha alguns anunciados na imobiliária, inclusive já mobiliados, e que essas eram ideais para esse tipo de locação. Peguei meu celular e comecei a mostrar para ele e para a Cíntia, eles se interessaram por 2 e falaram que na segunda-feira marcaríamos para visitar. A noite transcorreu normalmente, eu controlando a situação, o Edu adorando tudo aquilo e eu com minha buceta melada, fomos para casa e eu e o Edu tivemos mais uma daquelas transas deliciosas.

​Segunda-feira me arrumei normalmente mas parece que eu sabia que aquele seria um dia daqueles, coloquei uma calcinha fio-dental, uma calça social daquelas bege coladinhas mas que ao mesmo tempo marcavam meu bumbum e dava para perceber a marquinha da calcinha, era discreto mas ao mesmo tempo chamava a atenção, um sapato de salto alto vermelho e uma regata vermelha social com um decote generoso, uma boa corretora sempre tem que chamar a atenção com suas roupas.

Logo pela manhã a Cíntia me telefonou e falou que naquele dia eles não poderiam ir ver o apartamento, se poderia ficar para terça-feira, falei que sim, sem problemas. Mas para minha surpresa, passado alguns minutos o Paulo me telefona e fala se poderia ver um dos apartamentos, eu falei que sim mas que a Cíntia tinha me ligado e falado que eles não poderiam ir hoje.

Ele num tom já meio malicioso me falou: A Cíntia não pode mas eu posso, depois do almoço está confirmado?

Falei que sim, que por mim sem problemas, marcamos no endereço e horário.

Durante o caminho liguei para o Edu e contei para ele toda empolgada que pelo jeito faria mais uma venda, quando ele me falou:

​— Vê lá, esse negócio está estranho, acho que ele quer outra coisa.

Eu: Aí Edu, você só pensa nisso, se liga, ele tem grana para investir.

Edu: Ele pode até ter grana, mas isso é só uma desculpa para ficar perto de você, vê lá, hein (com um tom meio desconfiado).

​Confesso que na hora me deu um medo, com um frio na barriga e uma vontade de desmarcar, mas já estava a caminho e uma certa curiosidade foi tomando conta de mim ao mesmo tempo para saber no que ia dar, e quando menos percebi minha bucetinha começou a ficar molhada, eu nunca tinha sentido aquele misto de sensações.

​Chegamos no prédio, o Paulo já estava lá me esperando, dei um beijo no rosto dele e percebi que ele me deu um abraço mais atrevido e forte, ele me elogiou e falou que eu estava muito bonita e elogiou meu perfume também. Eu gelei na hora, fomos ver as áreas comuns do prédio, ao entrarmos no elevador para subir para o apartamento um silêncio constrangedor deixou o ambiente meio tenso, parece que sabíamos o que ia acontecer.

Quando entramos no apartamento, o Paulo viu todos os detalhes, tirou todas as dúvidas e falou: Ju, o apartamento é meu, vou ficar com ele.

Eu falei: Oba, vamos marcar então um jantar para comemorarmos a aquisição, a Cíntia vai adorar.

​O Paulo disse: Claro, podemos marcar sim, mas que tal começarmos a comemoração agora?

​Eu: Claro, o que você tem em mente, vamos tomar um café?

​O Paulo me segurou pela cintura e me encarou nos olhos, eu perdi o chão naquela hora, sabia o que iria acontecer mas não conseguia oferecer a menor resistência. Ele falou que sempre teve vontade de ficar comigo mas nunca tinha coragem de tentar, mas que nos últimos meses percebeu minhas provocações, e me deu um beijo e eu simplesmente me entreguei, eu não conseguia raciocinar, falar ou qualquer outra coisa, apenas seguia os estímulos do meu corpo.

​Ficamos nos beijando e nos agarrando por alguns instantes, em seguida ele tirou a camisa, aquele tórax todo definido, aquela pele morena escura, aquele volume nas calças, eu falei:

​— Vai, seu gostoso, me come, eu quero sentir você dentro de mim.

​Ele tirou minha roupa e na hora que viu minha calcinha falou:

​— Saiu de casa pronta para matar, né, sua safada? Eu, com carinha de santinha, apenas balancei a minha cabeça dizendo que sim.

​Ele não tirou minha calcinha, ele apenas a colocou de lado e quando viu o quanto estava melada começou a chupar ela, eu delirei, fiquei deitada na cama com ele me chupando e tive meu primeiro gozo, foi maravilhoso. Na sequência ele tirou sua calça e pude ver aquele pau maravilhoso, não era enorme como muitos contos aqui falam, mas era maior que o do Edu e tinha uma cabeça maravilhosa. Eu não gosto de fazer sexo oral e quando ele tentou forçar falei que não, ele concordou e comigo ainda deitada começou a bombar dentro de mim, nossa, que sensação maravilhosa, eu não conseguia pensar em mais nada, apenas curtia cada estocada dele.

Ele parou, sentou na ponta da cama e me fez cavalgar de frente para ele, e quando eu cavalgava ele chupava meus peitos e eu gozei novamente, mas eu não sabia o que estava por vir.

​Aquele homem era muito experiente, do nada ele me segura pelas pernas, ficou em pé comigo agarrada ao seu pescoço e começou a bombar violentamente, de forma rápida e firme, eu vi estrelas, nunca tinha sido comida daquela forma, meu corpo começou a tremer todo, uma sensação de choque elétrico foi percorrendo meu corpo e eu tive um gozo como nunca tive antes, comecei a gritar, a tremer e por um instante pensei que ia desmaiar, não sabia direito o que estava acontecendo, só sabia que era muito bom. O Paulo me colocou na cama e sorriu dizendo:

​— Caralho Ju, você é muito gostosa, não sabia que gozava desse jeito.

​Ainda na cama ele me colocou de quatro e começou a bombar até que senti a cabeça do pau dele inchando dentro de mim, eu queria tirar para ele gozar fora mas ele me segurou pela cintura e gozou dentro de mim. Quando percebi eu estava gozando novamente, eu nunca tinha gozado tanto na minha vida, estava destruída e acabada, ficamos largados na cama por uns 10 minutos sem trocar uma palavra.

​Até que ele falou:

— Ju, não tinha como não acontecer, a tensão sexual entre nós é muito forte, seria impossível não rolar nada. Fica em paz que não contarei a ninguém e sei que você também não quer que o Edu saiba, será nosso segredo.

Eu falei: Eu nunca imaginei que trairia o Edu um dia, estou um pouco confusa mas confesso que foi delicioso.

​No caminho para casa não sabia se contava ou não para o Edu o que tinha ocorrido, chegando em casa ele, quando me viu, falou:

​— Você deu para ele, não deu?

Eu, com muito medo e sem conseguir encarar ele, falei:

— Sim, Edu, dei, não consegui resistir, me perdoa, eu te amo.

Foi quando ele disse: Relaxa, amor, eu também te amo, só me conta os detalhes, e me deu um delicioso beijo.

​Seguirei relatando aqui minhas aventuras com o Paulo, quem quiser acompanhar será um prazer compartilhar.

​Se quiserem trocar experiências, adoraria, segue meu e-mail:

juksadinha@hotmail.com

Não adianta solicitar fotos ou coisa parecida, não vai rolar.

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Foto de perfil genéricaJuliana CorretoraContos: 1Seguidores: 27Seguindo: 1Mensagem Sou uma mulher casada descobrindo as delícias de ser liberada pelo marido corno

Comentários

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Conto delicioso! Detalhista como aprecio, narrado pela mulher do corno q a induziu. Só uma coisa me incomoda nesse tipo de conto: a mulher se arruma toda de um modo não rotineiro, para dar para outro. E se essa arrumação toda, a busca de causar tesão fosse com o marido, não funcionaria tb, sem causar os problemas de consciência, tantos receios e medos? Se houvesse mais diálogo da mulher com o marido sobre o relaxo do corpo q tirava o seu tesão, será q ele não faria a sua parte em troca de ambos ganharem juntos a melhora da relação? A história foi muito bem contada, e causou bastante excitação. Parabéns!

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