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Espiei a esposa do meu melhor amigo no banheiro

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Um conto erótico de MuriloVoyeur
Categoria: Heterossexual
Contém 623 palavras
Data: 12/07/2026 17:15:17

Meu nome é Murilo. Tenho 29 anos e carrego um segredo que poucos imaginariam.

Desde sempre, o cheiro natural de uma mulher que me atrai de verdade me desestabiliza. Não é algo superficial. Precisa de química, de uma atração que vai além do físico. Quando encontro isso, o aroma da pele suada depois de um dia quente, o cheiro íntimo da buceta, o suor acumulado, e principalmente o cheiro cru e proibido de merda… tudo isso acende algo primitivo em mim. Eu me torno obcecado. Observador. Um voyeur silencioso que busca cada vestígio possível.

Bia era exatamente esse tipo de mulher.

Bia tem 28 anos e um corpo que me enlouquece. É esguia, mas com curvas bem colocadas — resultado de corrida e pilates. Seus seios são pequenos e pontudos, daqueles que ficam arrepiados fácil e marcam a blusa fina. A bunda é pequena, mas extremamente torneada, redonda e natural, com uma curva que balança de um jeito hipnótico quando ela anda. O cabelo castanho escuro, longo e ondulado, cai solto na maior parte do tempo. Tem um rosto de quem sabe que é gostosa: sorriso largo, olhos castanhos expressivos e um jeito safado natural.

A tensão sempre existiu. Olhares que duravam um segundo a mais, piadas com duplo sentido, o jeito como ela me pegava me olhando. Gabriel nunca percebeu. Ou fingia não perceber.

Tudo explodiu na festa de inauguração da casa nova deles.

A casa era grande, moderna, com um quintal espaçoso onde o churrasco rolou até tarde. Quando os últimos amigos foram embora, passava das três da manhã. Gabriel, completamente bêbado, desmaiou no sofá enorme da sala, roncando alto. Bia e eu ficamos na cozinha recolhendo copos e pratos.

Ela estava descalça, short jeans curto e uma regata preta fina. O suor do dia ainda brilhava levemente na pele do pescoço e do colo.

— Vou no banheiro — disse ela, com um meio-sorriso cansado.

Deixou a porta entreaberta. Meu coração acelerou. Esperei um minuto e me aproximei pelo corredor escuro. A fresta era perfeita.

Bia abaixou o short e a calcinha até os tornozelos e se sentou na privada. Vi suas coxas esguias se abrindo ligeiramente. Primeiro veio o som do mijo: forte, contínuo, ecoando no vaso. Depois ela se inclinou um pouco para frente, soltando um peido baixo e prolongado. Fez força leve e ouvi o baque surdo de algo pesado caindo na água. O cheiro de merda, quente e denso, escapou pela fresta e me acertou em cheio.

Fiquei imóvel, respirando devagar, absorvendo cada detalhe. Meu pau estava duro como pedra. Abri a bermuda ali mesmo no corredor e comecei a me masturbar devagar, olhos fixos na cena. Vi quando ela fez força novamente e outro pedaço saiu, mais macio. O cheiro ficou ainda mais forte, invadindo o corredor.

Gozei em silêncio, jatos grossos caindo no chão de porcelanato.

Bia terminou, limpou-se e levantou. Ao sair, o pé direito pisou direto na poça quente de porra.

Ela parou. Levantou o pé devagar. Fios brancos esticaram do chão até sua sola. Ficou olhando para o corredor escuro por longos segundos. Depois, em vez de fazer cara de nojo, soltou uma risadinha baixa, quase incrédula, e esfregou o pé devagar no chão, como se testasse a sensação.

Eu me escondi rapidamente na sala. Minutos depois, ela apareceu. Sentou-se na poltrona à minha frente e esticou o pé sujo na minha direção.

— Camilo… — murmurou, voz baixa e curiosa. — Eu acabei de pisar em algo bem quente no corredor. Você não saberia nada sobre isso, né?

Eu não neguei. Contei parte da verdade — que a desejava há anos, que o cheiro dela me enlouquecia. Bia ouviu em silêncio, o pé ainda estendido. Depois mordeu o lábio.

— Você é perigoso… — sussurrou.

Gabriel nunca soube.

Continua...

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