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Festa, jogos e desejos

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Um conto erótico de Arima
Categoria: Heterossexual
Contém 2447 palavras
Data: 12/07/2026 17:36:18
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

O denso vapor do chuveiro ainda cobria os azulejos e embaçava o espelho, prendendo no ar o aroma adocicado e inebriante do sabonete que Jhonny e Bella tinham acabado de compartilhar. Bella saiu do box com movimentos felinos. Enrolou os cabelos loiros em uma toalha e deixou que outra, visivelmente menor, cobrisse o corpo de forma frouxa e instável, mal escondendo a nudez úmida.

Escorado no batente da porta, com uma toalha amarrada na cintura, Jhonny assistia à cena em silêncio. Observar os rituais dela era o seu vício. Sem pressa, Bella deixou o tecido cair, revelando a pele dourada salpicada de gotículas de água. Ela pressionou o frasco de hidratante e começou a espalhá-lo pelas pernas, deslizando os dedos pelas coxas em círculos lentos. Sob a luz quente, as curvas dela ganharam um brilho acetinado. O efeito no corpo de Jhonny foi devastador e instantâneo: sob a toalha, seu membro acordou com força total, esticando o tecido num volume rígido e impossível de ignorar.

Percebendo a fixação dele, ela olhou de soslaio para o volume entre as pernas do marido. Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios. A festa na praça podia esperar.

O Despertar do Desejo

Bella caminhou até ele com passos lentos, as mãos brilhando com o creme lubrificante. Com um puxão sutil, desfez o nó da toalha de Jhonny, deixando-a desabar no chão.

— Parece que os planos da noite acabaram de mudar... — sussurrou ela, com a voz carregada de segundas intenções.

Derramando mais loção na palma das mãos para aquecê-la, ela envolveu o membro latejante dele. O toque da textura deslizante e fria contra a pele quente fez Jhonny soltar um gemido rouco, apoiando as mãos na pia para não perder o equilíbrio. Bella iniciou uma massagem lenta, subindo e descendo pelo comprimento rígido, enquanto os dedos da outra mão subiam para apertar o saco escrotal com uma pressão cirúrgica, arrancando arrepios genuínos do marido.

A resposta dele foi puramente instintiva. Dando um passo à frente, Jhonny tomou o frasco de hidratante e despejou uma quantidade generosa diretamente sobre os seios fartos de Bella.

Com movimentos firmes dos polegares, ele passou a espalhar o produto, massageando a carne macia de baixo para cima. Sob o toque úmido e a brisa fresca do banheiro, os mamilos dela se tornaram duas pedras escuras e eretas. Enquanto ela mantinha o ritmo torturante no pau dele, Jhonny usava os dedos para circular as aréolas, puxando e beliscando os bicos com ousadia. Os olhares se cruzaram, pesados e famintos. O quadril dele começou a roçar no dela, a pele colando pelo suor e pelo hidratante.

Com um esforço hercúleo, sabendo que precisavam sair, Jhonny segurou os pulsos dela, interrompendo o movimento.

— Se continuarmos aqui, não saímos mais desse banheiro — murmurou, mordendo o pescoço dela.

Bella riu, uma risada provocante e vitoriosa. Ela sabia que a contenção só tornaria a explosão mais violenta. O plano estava implícito: no meio da multidão, a perversidade dos dois ganharia asas.

A Provocação na Praça

A caracterização para a festa junina foi calculada para instigar. Jhonny vestiu uma camisa xadrez justa, calça jeans que marcava o porte físico e um chapéu de palha. Mas foi Bella quem roubou o fôlego do ambiente. O vestido estilo fazendinha era curtíssimo, com um corpete que esmagava e empinava os seios hidratados, e uma saia rodada cheia de pregas que balançava de forma lasciva. Ela prendeu o cabelo em duas tranças e desenhou marcas charmosas no rosto. Estava perfeita.

E o principal: estava totalmente sem calcinha.

Antes de cruzarem a porta, ela se inclinou para ajustar a sandália. A saia de pregas subiu por completo, e Jhonny, posicionado logo atrás, paralisou. Pela abertura do vestido, ele viu a fenda rosada da esposa, completamente nua e exibindo uma umidade natural que brilhava à luz da sala. Bella levantou-se devagar, lançou-lhe um olhar inocente e mortal, e ajeitou o tecido com um tapinha.

Chegando à praça central da cidade, o cenário era vibrante: som de forró, cheiro de fogueira, quentão e uma multidão circulando entre as bandeirinhas coloridas. Jhonny mantinha a mão espalmada na base da coluna de Bella, sentindo o calor da carne dela através do pano fino.

O jogo se intensificou. Sempre que ela se abaixava para olhar uma barraca ou se inclinava para falar algo no ouvido dele devido ao barulho, a saia ameaçava subir. Jhonny colava o corpo atrás dela, fingindo protegê-la, mas usando o ângulo para devorar a visão proibida daquela bucetinha úmida piscando no meio do evento público. O risco de serem pegos fez o pau de Jhonny pulsar contra o jeans.

O ápice do perigo aconteceu quando uma lufada de vento forte atingiu a praça. A saia rodada de Bella voou até a altura da cintura, empinando a bunda nua e expondo a intimidade brilhante por alguns segundos eternos.

Dois homens corpulentos, que bebiam perto da barraca de quentão, congelaram. Os olhos deles se arregalaram, fixos na nudez exposta de Bella. Jhonny pescou o olhar dos sujeitos na hora. Em vez de ciúme, uma onda de voyeurismo primitivo e tesão avassalador tomou conta dele. Ver a sua mulher cobiçada por outros homens transformou seu pau em uma rocha.

O Pacto de Luxúria

Afastando Bella levemente da luz principal, Jhonny colou o peito nas costas dela e sussurrou com a voz trêmula de excitação:

— Aqueles dois caras ali atrás viram tudo, Bella... Viram a sua buceta molhada. E isso me deu o maior tesão da minha vida. Você está livre hoje. Quero que vá para a pista e faça o que quiser com quem quiser. Eu só vou assistir.

A mente de Bella entrou em curto-circuito. A permissão do marido agiu como um lubrificante mental; uma nova onda de calor desceu por suas coxas, encharcando os lábios carnais sob o vestido curto. Ela mordeu o lábio, olhou para Jhonny com os olhos injetados de luxúria e aceitou o desafio.

Rebolando com malícia, fazendo a saia de pregas chicotear nas coxas, ela caminhou até a pista de terra batida. Jhonny recuou para a penumbra, escorando-se em uma coluna de madeira, com os braços cruzados, focado apenas nela. Não demorou. Os dois homens da barraca de quentão abandonaram os copos e avançaram até a pista, cercando Bella a poucos metros de distância, devorando os movimentos dela com os olhos.

Bella não recuou. Movendo o quadril no ritmo marcado do forró, ela estendeu as mãos, agarrou os dois pelos pulsos e os puxou para si.

— Vão ficar só olhando ou vão dançar comigo? — provocou.

O cerco fechou. O homem de barba rústica dominou a frente, segurando a cintura dela com dedos pesados, enquanto o de camisa xadrez escura colou por trás. Bella ficou prensada no sanduíche de carne. A dança tornou-se puro sexo coreografado: pela frente, ela esfregava o ventre e as coxas contra o homem barbudo, sentindo o volume massivo da ereção dele marcar sua pele; por trás, o outro cara aproveitava a ausência de calcinha para encaixar o pau grosso e duro diretamente no vão das nádegas dela, dividindo a carne macia. A pressão dupla fez a buceta de Bella contrair e inundar, deixando um rastro úmido que escorria pelas pernas.

A Devastação no Bosque

O calor tornou-se violento demais para o público. O homem de trás deslizou as mãos por baixo da saia de Bella, tocando a pele nua e ensopada.

— Cara... ela tá sem nada. Tá um absurdo de molhada — rosnou para o parceiro.

O homem da frente agarrou a mão de Bella e a puxou com firmeza para fora da praça, adentrando um bosque de árvores densas ao lado da igreja antiga. Bella olhou para trás uma última vez, localizando Jhonny na multidão. Ele apenas acenou com a cabeça antes de segui-los pelas sombras, mantendo a distância exata para assistir ao espetáculo.

Na escuridão do bosque, o homem mais alto prensou Bella contra o tronco áspero de uma árvore. Sem delongas, puxou as alças do vestido dela para baixo, libertando os seios fartos. Ele abocanhou um dos mamilos com violência, chupando e mordendo, arrancando um gemido ecoante da mulher. Enquanto era devorada em cima, Bella abriu o zíper da calça dele, libertando um pau grosso e latejante que ela passou a masturbar com força rápida.

Enquanto isso, o segundo homem ajoelhou-se na terra entre as pernas dela. Erguendo a saia até a cintura, ele deparou-se com a buceta totalmente exposta, os lábios inchados e brilhando de tanto suco. Ele envolveu a coxa de Bella e elevou a perna dela, apoiando-a firmemente sobre o próprio ombro para escancarar o acesso.

O homem enterrou o rosto ali. A língua dele, longa e firme, desferiu lambidas famintas de baixo para cima, estalando direto no clitóris ereto. Bella deu um sobressalto, apertando o pau do homem da frente com fúria enquanto a língua do outro trabalhava lá embaixo com chupadas brutais.

A mente de Bella quebrou. Ela largou o membro do homem da frente, saltou e cruzou as duas pernas ao redor da cintura dele. O barbudo a segurou firme pelas nádegas, suspendendo seu corpo contra a árvore. O pau dele ficou perfeitamente alinhado com a fenda ensopada. Com uma estocada violenta de quadril, ele empurrou tudo de uma vez. O membro entrou rasgando a umidade quente, preenchendo-a até o útero.

— Ah, caralho! Isso... me fode! Enterra essa piroca toda na minha buceta! — gritou Bella, jogando a cabeça para trás, totalmente vulgar, rebolando com força contra a calça dele para aumentar o atrito.

O homem que estava ajoelhado levantou-se com o pau ereto e babando de tesão. Posicionou-se nas costas nuas dela. Enquanto o da frente esmagava os seios de Bella com as mãos e mamava com força, o de trás cuspiu na própria palma e atacou o cuzinho dela. Os dedos tatearam a entrada apertada, empurrando e alargando o anel que contraía no ritmo da foda frontal. Ele cravou os dentes no pescoço dela, deixando marcas vermelhas.

— Ela tá apertadinha atrás, mano... Puta que pariu, que rabo delicioso — rosnou o homem de trás, sacando os dedos e posicionando a cabeça do próprio pau na entrada do cuzinho dela.

Bella sentiu a nova pressão e vibrou de puro sadismo.

— Vai, enfia! Rasga o meu cuzinho com essa pica grossa! Me arromba, caralho, eu quero os dois me fodendo ao mesmo tempo! — implorou, com a saliva escorrendo pelo canto da boca.

Com um empurrão bruto, o homem de trás enterrou o pau inteiro, de uma vez só, dentro do cu dela.

O impacto da dupla penetração arrancou de Bella um grito agudo de puro êxtase. Ela estava completamente entupida de carne. Pela frente, o barbudo estocava a buceta até o fundo; por trás, o outro controlava os quadris dela, puxando e empurrando o pau todo dentro do cu em um ritmo intercalado e violento. Os corpos se chocavam com estalos úmidos no meio do bosque, enquanto os gemidos porcos de Bella pediam mais força. Nas sombras, Jhonny assistia a tudo com a mão no próprio membro, atingindo o ápice do voyeurismo.

O Clímax e a Submissão

O bombardeio duplo levou o sistema nervoso de Bella ao colapso. O espaço interno estava saturado.

— Caralho, eu vou gozar! Vai, me fode com força, rasga tudo que eu tô vindo! — berrou ela, a voz completamente destruída.

A buceta e o cu dela entraram em espasmos violentos, esmagando os dois membros. Bella desabou em um orgasmo avassalador, despejando seu líquido pelas coxas dos homens. O aperto das contrações famintas fez os dois atingirem o limite. O homem de trás soltou um urro, desferindo as últimas estocadas no cu antes de sacar o pau para fora com um estalo úmido. O da frente fez o mesmo, descendo o corpo de Bella para que ela ficasse de joelhos na terra, retirando o membro coberto de lubrificação da buceta dela.

Bella, trêmula e de joelhos, olhou para cima com os olhos vidrados, a boca escancarada e a língua para fora.

— Bebe tudo, sua puta — ordenou o barbudo, segurando-a pelo cabelo.

Os dois homens apontaram as genitais e descarregaram ao mesmo tempo. Jatos grossos, escaldantes e abundantes de porra cruzaram a penumbra, caindo direto na boca aberta de Bella, batendo contra sua língua e sujando seu rosto e o corpete do vestido. O homem de trás disparou uma carga massiva diretamente na sua garganta, enquanto o outro bombardeava seus lábios. Bella fechou a boca ao redor das cabeças dos dois paus, sugando e engolindo cada jato quente com avidez. Usou as mãos para ordenhar os membros, garantindo que nenhum resquício fosse desperdiçado, saboreando o gosto forte e espesso daquela rendição.

Quando os homens se esvaziaram por completo, bufando de cansaço, Bella limpou os excessos com a língua, deixando as duas pirocas limpas. Ela olhou para cima com um sorriso vitorioso e depravado. Satisfeitos e exaustos, os dois sujeitos guardaram seus membros, fecharam as calças e sumiram silenciosamente na direção da praça.

Bella continuou de joelhos na terra, recuperando o fôlego, exalando o cheiro de suor e sexo. Foi quando Jhonny emergiu das árvores. Ele estava com a calça aberta, a mão fechada ao redor do pau latejante e vermelho. Olhou para a esposa com um orgulho insano.

Sem dizer uma palavra, ele se agachou, segurou o rosto dela com força pelas bochechas e a tomou em um beijo violento. A língua de Jhonny invadiu a boca de Bella, misturando a saliva e saboreando de forma deliberada o gosto forte e quente do sêmen dos outros homens que ainda cobria o céu da boca dela. Aquela alquimia proibida fez o tesão dele explodir.

Afastando os lábios, deixando um fio de saliva unindo os dois, Jhonny exibiu seu pau latejante com uma gota de lubrificação na ponta. Bella não hesitou. Segurando a base do membro do marido, ela abriu a boca e engoliu a cabeça de uma vez só, soltando um gemido abafado.

Ela iniciou uma mamada profunda e voraz, aplicando cabeçadas que engoliam o pau dele inteiro até o fundo da garganta, fazendo seus olhos lacrimejarem. O contraste da boca quente dela, recheada com o sabor da porra fresca do bosque, desestruturou o autocontrole de Jhonny. As coxas dele travaram em menos de dois minutos.

— Caralho, Bella... Vou gozar, engole tudo! — rosnou.

Jhonny deu três estocadas profundas na boca dela e disparou uma carga massiva. Jatos quentes inundaram a garganta de Bella, que continuou sugando com pressão, engolindo o sêmen do marido e fundindo-o ao resto da noite. Quando ele finalmente relaxou e retirou o membro, ela limpou o canto da boca com o polegar, lançou um último sorriso safado e engoliu a última gota. O jogo tinha terminado, e os dois caminharam de volta para casa no escuro, totalmente preenchidos pelo segredo daquela noite.

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