Meu nome é Ayla e tenho 22 anos, 1,60, 55kg, seios medios e bunda grande como uma ótima latina. No começo da graduação quando eu tinha apenas 19 anos, eu conheci um menino chamado Tom, ele tinha 20 anos, 1,90 de altura musculoso, cabelos pretos tipico contraste alto. Eu conheci ele em uma festa universitária, ele era tão educado, mas ao mesmo tempo parecia um leopardo selvagem.
— Eu te observo a uns dias, como é seu nome?
Ele perguntou chegando mais perto por causa do som alto.
— Ayla
— Prazer Ayla sou o tom, o som está alto aqui, topa ir la pra casa?
Claro que é perigoso ir pra casa de um estranho que acabei de conhecer, mas ele parece um imã e não vou me perdoar se eu nao conseguir da nem um beijo nesse homem.
Fui para a casa dele, era grande e bonita. Ele me ofereceu e aceitei um vinho, rimos muito até um hora que ele ficou olhando para meus lábios e depois para meus olhos. Irresistível. Ele me beijou.
Suas mãos eram firmes no meu corpo, apertava meu peito com uma certa força e me arrancava um gemido, beijava meu pescoço enquanto subia com as mãos por baixo da minha blusa.
— Que tipo de sexo você gosta, Ayla?
Me surpreendi pela a pergunta porque ninguém nunca tinha perguntado isso pra mim. Óbvio que eu não ia mentir.
— Selvagem, do que tipo que me faça implorar.
— Aé? Vou fazer você implorar por mais então.
Estávamos no sofá, mas depois de falar isso, ele me agarrou em seu colo com as mãos esparramadas em minha bunda por baixo da minha saia curta e me levou para seu quarto. Me jogou na cama e tirou sua camisa e meu Deus, que homem gostoso com seus músculos e o V do paraíso.
Ele me puxou para mais perto, me beijava e foi tirando minha blusa, depois o sutiã e chupava o bico do meu peito enquanto soltava um gemido. Ele puxava minha saia desesperadamente e la estava eu apenas de calcinha de renda.
— Gostosa do caralho
Ele tirou toda a roupa mostrando seu pau, enorme, não sei como aquilo coube em mim. Era rosa com veias lindas.
— Fica de quatro vadia
Amo quando me xingam, então obedeço e fico de quatro com minha bunda bem la em cima. Ele me lança um tapa na bunda que solto um gemido alto. Ele coloca minha calcinha de lado e estou toda melada, ele pincela o pau na entrada da minha boceta e é impossível segurar o gemido.
Ele me penetra, cm por cm.
— Aanh, esse é o seu maximo? Provoco
Consigo ver o sorrisinho de lado dele.
Ele empurra de uma vez, sinto seu pau no meu útero enquanto ele aumenta o ritmo enquanto nossos corpos se choca. Plof plof plof
— ANNNHH, ISSO ME MACHUCA VAI
—Vadia gostosa, implora por mais vai
Ele soca rápido, enquanto bate na minha bunda.
— Gosta assim patinha? An? Gemo alto cachorra
Não paro de gemer. Se os vizinhos não estiver escutando é um milagre.
—FODE FODE FODE AANH AANNH
ele atinge uma velocidade incrível. Então ele para.
— vai pro chão, deita no chão.
Eu o obedeço.
Ele coloca o travesseiro no meu quadril deixando minha bundinha bem empinada.
– que boceta linda. Mas esse cuzinho me chama atenção.
— no cuzinho não, vou me fuderam ai.
— aé? Então vai ser bem gostoso.
Ele começa a pincelar meu cu, e depois penetra de uma vez me arrancando um gemido de dor.
— annh, ai ai.
Ele faz movimento de vai e vem aumentando o ritmo.
—assume que gosta de ser fodida por trás, ai que cuzinho apertado isso isso, continua gemendo puta.
Ele fode meu cu com força, enquanto da tapa na minha bunda ou puxa meu cabelo pra ver meu rosto. Isso é tão gostoso.
— ISSO ISSO FODE MEU CUZINHO, ELE É SEU AAAANNNHH
—gostosa do caralho, vou gozar no seu cuzinho, vou arrombar ele é assim que você gosta né?
— simmm, me arromba vai filho da puta
Gozo e sinto ele gorando tambem sem diminuir o ritmo. Meu cuzinho fica todo cheio escorrendo para minha boceta.
— que vista linda.
Ele fala batendo na minha bunda a ultima vez.
Nunca vou me esquecer desse dia. Me masturbo todos os dias relembrando.