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No Pelo e na Ignorância

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Da série Cu do Renan
Um conto erótico de Kaue2.0.1
Categoria: Gay
Contém 3959 palavras
Data: 12/07/2026 21:39:46

Fala, rapaziada. Beleza?

Se as duas primeiras fodas com o Renan já tinham sido uma ignorância só, o que aconteceu ontem superou qualquer loucura que eu pudesse imaginar. O bagulho foi tão bizarro que eu ainda tô aqui processando a cena.

Tudo começou no final da tarde. Eu tinha acabado de chegar da academia, a careca ainda meio suada, e tava tirando os tênis quando meu celular vibrou. Era o Renan.

Renan: Mano, preciso muito falar contigo.

Eu: O que foi, cara? Aconteceu alguma coisa?

O bicho visualizou e não respondeu. Passou um minuto, dois, e nada. Não aguentei e liguei direto. Ele atendeu no segundo toque.

— Fala, Renan. Que mistério é esse, porra? O que aconteceu?

— Kauê... tu tá em casa, mano? — ele só mandou essa, direto, sem responder minha pergunta.

— Tô, acabei de chegar do treino. Por quê?

— Já já eu chego aí.

E desligou na minha cara. Caralho, ali o meu sangue já começou a gelar. Conhecendo o Renan eu sabia que boa coisa não era.

Aproveitei que tava sozinho no apartamento, fui direto pro banheiro e tomei um banho pra tirar a craca do treino. Mas a mente já tava trabalhando no que vinha por aí. Saí do box, passei a mão na careca pra tirar o excesso de água e joguei só aquela minha bermuda fina branca. Sem cueca, óbvio. E como vocês sabem quase 22cm não em tecido fino fica muito aparente.

Não deu dez minutos e a campainha tocou.

Abri a porta e dei de cara com ele. O Renan tava de calça jeans e uma jaqueta leve, mas o rosto dele tava vermelho, a respiração meio acelerada como se tivesse vindo correndo. Ele entrou no meu apartamento sem pedir licença, bateu a porta com força e ficou parado no hall, me encarando de baixo pra cima.

Eu cruzei os braços, jogando meu corpo na frente dele.

— Vai me contar agora que porra de urgência é essa ou vai ficar só me secando com essa cara de safado?

O Renan engoliu em seco, e o olhar dele desceu direto pro volume nítido na minha bermuda. Ele deu um passo pra frente, colando o peito dele no meu.

— A urgência é que eu passei o dia inteiro pensando no teu pau dentro de mim, Kauê. Eu não tava aguentando mais trabalhar, não tava aguentando fazer mais nada. Eu vim aqui pra tu me foder agora, porra.

Caralho. Quando ele mandou a real com aquela boca brilhando, o gatilho disparou na minha cabeça. O ar do apartamento ficou pesado na hora. Eu dei aquele sorriso de canto, segurei ele pelo colarinho da jaqueta com uma mão só e prensei o bicho com tudo contra a porta de entrada.

— Então tu veio até aqui me intimar, Renan? — rosnei com a voz bem grossa perto do ouvido dele, enquanto a minha tora de quase 22cm começava a crescer cravava direto na calça jeans dele. — Pois agora tu vai levar a maior surra de piroca da tua vida.

Eu não dei nem tempo de ele respirar. Prendi ele contra a madeira da porta. Segurei a jaqueta dele com as duas mãos e puxei para os lados com força. O zíper abriu num estalo só, e eu já fui rasgando a camiseta que ele estava por baixo, metendo a mão direto naquele peitoral moreno e definido de jogador. O Renan soltou um gemido alto, jogando a cabeça para trás contra a porta, completamente entregue à minha grosseria.

Enfiei a minha língua com vontade na boca dele, um beijo bruto, babado, sem nenhuma fofura. Eu dominava cada centímetro daquela boca enquanto a minha mão descia rasgando tudo, puxando o cinto da calça dele e abrindo o botão com uma ignorância só. O Renan tentava acompanhar o ritmo, cravando as unhas nas minhas costas nuas, arfando alto toda vez que eu afastava a boca para morder o pescoço dele.

— Kauê... caralho... destrói meu cu logo, por favor... — ele implorava, a voz completamente sumida, o peito subindo e descendo rápido.

— Calma, putinho. Tu não veio com pressa? Agora aguenta o tranco — mandei a real.

Empurrei a calça jeans e a cueca dele de uma vez até os joelhos. A bunda de jogador dele ficou totalmente exposta ali na entrada da sala, redonda, firme e o cu moreno já piscando de puro tesão, totalmente reativo ao clima pesado que estava no ar. Eu dei um passo para trás, abrindo as pernas para dar base, e puxei a minha bermuda até o chão.

Quando os meus quase 22cm pularam para fora, totalmente rígidos, latejando e apontando direto para a cara dele, o Renan olhou para baixo e engoliu em seco. A tora estava brilhando, as veias saltadas, uma verdadeira arma pronta para o crime.

Eu não quis saber de lubrificante, camisinha, nem de ir para o quarto. Ali mesmo, na porta da sala, virei o Renan de costas com um puxão bruto. Ele apoiou as duas mãos na madeira da porta, empinando aquela bunda morena deliciosa bem na minha direção. Peguei uma quantidade grossa de saliva, cuspi na minha mão e esfreguei com força no cu dele, enfiando o dedão de uma vez para dar aquela laceada rápida.

— Ai, caralho! Tá quente, Kauê... vai, enfia essa porra... — ele gritou abafado, o corpo todo tremendo.

Segurei firme no quadril dele com as duas mãos, usando toda a minha força para travar o bicho na posição. Encostei a cabeça do meu pau na entrada do cu dele, que estava apertadinho, mas fervendo de desejo. Sem aviso, dei uma jogada de quadril violenta e enterrei metade dos 22cm de uma vez só.

O Renan soltou um grito bizarro, daqueles de rasgar a garganta, e a testa dele bateu na madeira da porta. O cu dele agarrou o meu pau com uma força absurda, parecendo uma prensa de tão apertado.

— Puta que pariu, Kauê!!! Para... para um pouco... tu é muito grande, porra! — ele gemia alto, desesperado, com as pernas grossas dando uma fraquejada.

— Aguenta, Renan! Tu não queria o pai? Agora chora! — respondi com a voz rouca, sentindo o suor começar a brotar na minha careca.

Esperei o corpo dele entender o tamanho do estrago e enterrei o resto até o talo, fazendo meu saco bater com força na bunda dele. O barulho estalado ecoou pelo apartamento todo. O bicho deu um estalo com a boca, completamente preenchido e dominado.

Ali eu comecei o trabalho bruto. Puxava quase o pau todo para fora e socava com tudo para dentro, sem dó. A cada estocada, a porta da frente dava um estalo alto, balançando no batente com o impacto. O ritmo foi só aumentando, o som úmido e obsceno da carne batendo preenchia a sala, misturado com os gemidos sem controle que o Renan soltava.

Olhando de cima, a cena era pura putaria: meus músculos travados e os meus quase 22cm sumindo inteiros dentro daquele cu moreno, que tentava sugar tudo a cada bombada. O pau do Renan estava tão trincado de duro que batia na madeira da porta a cada metida minha, soltando muito melaço antes da hora.

Eu já estava no meu limite absoluto. A sensação daquele aperto quente e a adrenalina de foder o cara logo na porta de entrada me deixaram completamente maluco. Aproximei o meu peito suado das costas dele, sentindo o suor dos nossos corpos se misturar, e enfiei a mão por baixo, segurando o pau dele com força e batendo uma punheta violenta, combinando com o ritmo das minhas estocadas por trás.

— Eu vou porrar tudo aí dentro, Renan... tá dando mais não, caralho! — avisei, a voz saindo num rosnado.

— Vai, Kauê! Me enche de porra, destrói tudo! — ele gritou em puro desespero de tesão.

Dei as últimas bombadas violentas, enfiando até o osso. Na última metida, cravei o meu quadril colado na bunda dele e descarreguei tudo. Foi uma jorrada bizarra. Eu sentia os jatos quentes saindo com força lá no fundo do cu dele, enquanto o meu pau pulsava e o Renan chorava de tanto prazer. No mesmo segundo, com a punheta rápida que eu estava dando, o bicho teve um orgasmo violento, jorrando leite para todo lado na porta, na minha mão e no chão da entrada.

Eu dei um passo para trás, puxando o meu pau para fora devagar. Deu para ouvir aquele barulho úmido do sexo, e a porra misturada com melaço escorrer pelas pernas dele. O Renan escorregou de costas pela porta, sentando no chão totalmente acabado, arfando igual a um cachorro cansado.

Passei a mão na minha careca para limpar o suor e olhei para baixo, vendo o cara largado, com as roupas rasgadas, o cu todo vermelhinho e piscando, e aquele mesmo sorriso de canto estampado na cara de safado.

— Caralho, Kauê... você não é humano não, mano... — ele soltou, rindo fraco, tentando recuperar o fôlego.

Eu dei um tapa leve na coxa dele, estendi a mão para ajudar o bicho a levantar.

— Tu veio me intimar na minha casa, achou que ia sair ileso? Agora levanta daí, vamos pro chuveiro limpar essa bagunça.

Eu não quis saber de drama. Segurei o Renan pelo e levantei o bicho do chão da entrada, arrastando ele direto pro banheiro. O espaço ali era menor, o que só deixava a nossa diferença de tamanho mais bruta, as paredes parecendo que iam sufocar a gente.

— Entra logo nessa porra — comandei com a voz rouca, abrindo o box de vidro e empurrando ele para debaixo do chuveiro.

Liguei a água no quente. O vapor começou a subir rápido, embaçando o espelho e os azulejos. Meus quase 22cm já tavam ali, acordando de novo, totalmente rígidos, apontando pra cima e latejando de puro ódio e tesão. O Renan encostou de costas na parede do box, a água caindo direto na cabeça dele, escorrendo pelo peitoral moreno. Ele olhou pra minha tora, engoliu em seco e deu aquele sorriso de canto, sabendo que o castigo não tinha acabado.

Eu dei um passo pra frente, colando meu corpo contra o dele. Peguei o sabonete, mas não era pra fazer carinho. Me mudei para trás dele, forcei o bicho a se curvar um pouco para a frente e comecei a lavar aquela bunda. Quando meus dedos passaram pelo meio das bandas dele, deu para sentir nitidamente: o cu dele tava totalmente aberto, relaxado e quentinho por causa da lapada que tinha levado na porta. Tinha até um resto da minha porra escorrendo dali, mas eu não liguei pra porra nenhuma. Aquela visão só me deixou mais maluco.

Enfiei o dedão de uma vez no buraco dele, sentindo a elasticidade da carne laceada entregando o jogo. O Renan deu um puxão de ar, segurando nos registros do chuveiro.

— Caralho, Kauê... tá sensível pra porra... — ele resmungou, arfando alto.

— Deixa de ser frouxo. Fecha o chuveiro aí que a água vai atrapalhar o que eu vou fazer agora — mandei, a voz saindo grossa no ouvido dele.

Ele esticou o braço e girou o registro. O barulho da água parou, restando apenas o som da nossa respiração acelerada e o calor abafado do box trancado.

— Fica de quatro aí no chão do box. Anda.

O Renan não hesitou. Ele se ajoelhou no piso úmido, apoiando os cotovelos no chão e empinando aquela bunda morena e redonda bem na direção da minha cara. O cu dele tava ali, escancarado, vermelhinho e piscando, implorando pela minha boca.

Eu me abaixei por trás, segurei as duas bandas da bunda dele com força, abrindo bem o caminho, e mergulhei a cara sem dó. Comecei dando uma lambida firme, de baixo pra cima, sentindo o corpo dele dar um solavanco. Enfiei a língua dura bem lá no fundo daquele cu que eu tinha arrombado minutos atrás. Girava, babava tudo, limpando o resto da porra com a minha própria boca, fazendo um barulho úmido e obsceno que ecoava no banheiro abafado. O Renan já tava completamente entregue, rebolando a bunda na minha cara, a respiração totalmente descontrolada, gemendo alto contra o chão do box.

Quando o bicho tava quase desmanchando de tesão, decidi começar o jogo de verdade. Na base da ignorância pura. Fiquei de pé, segurei firme no quadril dele e mirei a cabeça do meu pau direto na entrada quente. Sem aviso, dei uma jogada de bacia violenta e enterrei tudo de uma vez só.

— PUTA QUE PARIU, KAUÊ! — o Renan soltou um grito rasgado, a voz ecoando forte nas paredes do banheiro. O corpo dele todo sacudiu quando a minha tora crua entrou rasgando e preenchendo cada milímetro dele por dentro.

— Aguenta o tranco, porra! — rosnei, rebolando com o pau todo no cu dele.

Comecei a meter pesado. Sentindo meu saco bater com força na bunda dele, fazendo um estalo seco. O ritmo era violento, um vaivém frenético que fazia o corpo do Renan ir e voltar no chão escorregadio. O som da minha bacia batendo na bunda dele era alto, misturado com os gemidos abafados dele. Mas a minha mente tava focada na covardia que eu queria fazer.

Depois de umas dez metidas brutas, bem no meio do fogo, eu puxei o pau todo pra fora de uma vez, ouvindo aquele estalo úmido da carne se soltando. O Renan olhou pra trás com o olho virando, completamente perdido:

— Não para, mano... pelo amor de Deus...

Em vez de responder, eu me abaixei de novo com tudo e enterrei a língua no cu dele, que agora tava fervendo, aberto e latejando por causa do formato do meu pau.

— Ahhh, caralhooo! — ele soltou um gemido totalmente desesperado, sentindo o contraste da minha língua molhada massageando as paredes internas do cu que eu tinha acabado de esfolar.

Eu comecei a intercalar sem dó nenhuma, exatamente para deixar o bicho maluco: dava três, quatro chupadas violentas, enfiando a língua até o limite, e logo em seguida vinha por cima de novo, mirando a tora ereta e socando tudo pra dentro em duas bombadas brutais, sem pena. O Renan já não sabia mais o que fazer. As mãos dele arranhavam o ralo do box, o corpo totalmente dominado, a bunda morena subindo e descendo conforme eu mandava no ritmo.

O tesão tava num nível bizarro, os dois corpos cobertos de suor, mas eu sabia segurar o rojão. Enquanto eu maltratava e curtia a textura daquele cu entregue.

— Kauê... para... eu vou porrar, caralho! Tá bom demais, soca! — ele começou a gritar, prestes a explodir.

Eu dei mais duas bombadas violentas, sentindo o cu dele morder meu pau com uma pressão absurda, quase me fazendo vir junto. Segurei o quadril dele com força, travei o movimento com o pau enfiado até o osso e dei um puxão seco para fora, deixando ele na vontade.

Afastei o corpo, arfando alto, a careca brilhando de suor, vendo o cu dele vermelhinho e piscando alto, tentando recuperar o fôlego daquela tortura.

Eu dei um tapa ruidoso na bunda dele e ri de canto, segurando meu pau que ainda pingava melaço:

— Calma, putinho. O brinquedo vai ficar guardado um pouco. Agora levanta daí, vamos terminar de tirar essa craca que eu vou te fuder de verdade no quarto.

Tomamos aquele banho e eu saí do box arrastando o Renan. Joguei ele na minha cama, totalmente pelado e com a água do banho ainda escorrendo pelo corpo moreno. O clima ali dentro já tava em ponto de bala.

Meus quase 22cm já tavam ali, acordando com força total de novo, totalmente eretos, pulsando e apontando pro teto. O Renan olhou de baixo, engoliu em seco e deu aquele risinho de canto, fascinado e assustado com o tamanho da tora crua que vinha na direção dele.

— Kauê... tu é um monstro, porra — ele sussurrou, já se entregando, as pernas grossas de jogador dando uma fraquejada na beirada do colchão.

— Fica de joelhos na beirada da cama, Renan. De costas pra mim — comandei com a voz rouca, sem espaço pra discussão.

Ele obedeceu na hora. Só que eu queria uma parada bizarra hoje, algo que fizesse ele perder o rumo de casa e sentir a pressão de um jeito que ele nunca mais ia esquecer. A parada ia ser no pelo e na grosseria de novo aproveitando que o cu dele já tava bem laceado.

— Agora tu vai ficar de cabeça pra baixo, que hoje eu vou te quebrar no meio — mandei, a voz grossa ecoando no quarto escuro.

Puxei o corpo dele pra frente. O Renan apoiou as omoplatas no chão e os dois antebraços e as mãos firme no chão do quarto, ao lado da cama, apoiando uma parte das costas na beirada do colchão. A bunda morena e gostosa dele ficou empinada lá no alto, completamente escancarada pra mim. Nessa posição invertida, com a cabeça no piso e o quadril apontado pro teto, o cu dele ficou totalmente sob o meu controle, vermelhinho e piscando de puro tesão.

Eu botei um pé na cama e o outro no chão do lado do rosto dele, então dei uma cuspida generosa no cu dele. Encostei a cabeça do meu pau na entrada do cu, que tava fervendo. Segurei firme no quadril dele com as duas mãos e dei a primeira empurrada, afundando metade da tora de uma vez só, sem dó.

— Caraaaaalho, Kauê!!! — o Renan deu um grito bizarro que ecoou no quarto, a voz indo direto pro chão por causa da posição. — Puta que pariu, o sangue tá subindo pra minha cabeça e teu pau tá me rasgando inteiro!

— Aguenta, porra! Tu não veio atrás de pau? Agora aguenta porra — respondi, metendo o resto do pau pra dentro até o talo, sem pedir licença.

Senti meu saco bater com tudo na bunda dele. O bicho deu uma tremida geral no corpo. Com ele de cabeça pra baixo, a gravidade jogava todo o peso contra o meu pau, deixando o cu dele ainda mais apertado e responsivo, espremendo meus quase 22cm cru rebate por rebate.

Comecei o trabalho bruto. Eu puxava quase todo pra fora, deixando só a cabecinha dentro, e socava com força total até o fundo. O impacto da minha bacia batendo na bunda dele fazia um som estalado, seco e violento que preenchia o quarto. O Renan tava completamente entregue: com as mãos presas no chão sustentando o peso, ele não tinha como fugir das estocadas. A cada bombada mais ignorante que eu dava, o corpo dele ia um pouco pra frente e as unhas dele arranhavam o piso de madeira.

— Caralho... Kauê... soca... soca esse monstro... tá entrando na minha alma, porra! — ele gemia alto, a voz abafada e trêmula.

A minha careca já tava brilhando de suor de novo, pingando direto sobre ele. Olhar de cima aquela tora sumindo inteira dentro do cu do cara, naquela posição invertida, e a cara dele de puto me olhando caralho que tesão, “tô até de pau duro só de lembrar”. Eu acelerei o ritmo, metendo sem nenhuma pena, numa ignorância só. O cu dele apertava tanto o meu pau no pelo que eu já tava sentindo as minhas bolas pesarem, avisando que o estoque tava pronto pra explodir.

— Eu vou derramar tudo aí dentro, Renan! Aguenta o rojão! — rosnei, puxando o quadril dele com ainda mais força pra cima, cravando meus dedos na carne da bunda dele.

— Vai, Kauê! Me enche de porra! Soca tudo, caralho! — ele gritou no desespero puro, rebolando o cu contra o meu pau do jeito que dava.

Dei umas reboladas com o pau dentro dele, arrancando gemidos e fazendo ele revirar os olhos. Depois mandei umas estocadas profundas e brutas, enterrando tudo com força. Mas, na hora de gozar, em vez de soltar dentro, eu tirei o pau.

O cu do Renan continuou escancarado, e ele, de cabeça para baixo, levou a mão na própria bunda e abriu ainda mais. Eu mirei naquele cu aberto e gozei, uma descarga violenta, bizarra. Os jatos de porra saíram com uma pressão absurda, acertando em cheio lá no fundo, inundando aquele cu aberto. Meu pau pulsava no ar enquanto a carne dele contraía, como se quisesse sugar tudo. Depois do último jato, segurei a base do pau e voltei a meter com vontade naquela bunda melada. A cada estocada, a porra começou a vazar do cu dele, descendo devagar até escorrer pelo saco, quente e grossa, enquanto eu enterrava cada vez mais fundo.

O Renan soltou um longo gemido de dor misturada com prazer e, só com o estímulo daquela surra por trás e do sangue quente na cabeça, o pau dele jorrou leite. Como estava de cabeça para baixo, os jatos subiram, acertando o próprio peito, o pescoço e o rosto, melando tudo enquanto o pau pulsava e ele nem precisava tocar na parada.

Fiquei ali travado por uns dez segundos, arfando alto, sentindo o suor escorrer pela minha careca e o coração batendo na garganta. Quando o meu pau começou a dar os primeiros sinais de amolecer, fui puxando pra fora devagar. Deu aquele estalo úmido e barulhento, e uma quantidade absurda de porra grossa e branquinha começou a transbordar da entradinha dele.

O Renan desabou de vez. Ele escorregou o resto do corpo pro chão, completamente acabado, com a respiração parecendo uma turbina. O rosto dele tava vermelho pra caralho, o cu todo carimbado e piscando de leve, e ele tinha aquele mesmo sorriso de canto, mas com os olhos totalmente virados de puro cansaço.

— Mano... — ele soltou, rindo fraco, tentando recuperar o fôlego e olhando pro teto. — Você quase me matou de cabeça pra baixo. Minha vista tá até escura, caralho.

Eu dei uma risada alta, passei a mão na careca limpando o suor e sentei na beirada da cama, olhando pro estrago de nós dois.

— Escuro é pouco, porra. — Eu ainda tava rindo, a voz saindo meio rouca. — Tu gozou na própria cara e nem percebeu. Tá todo melado, parece até que eu bati uma punheta na tua testa.

Abaixei o olhar pra ele, que continuava esparramado no chão, ofegante, com o peito subindo e descendo rápido.

— Olha o estrago que tu fez, moleque. — Apontei com o queixo na direção do cu dele, onde minha porra ainda vazava devagar. — Isso aqui tá escorrendo até agora. Se eu meto mais uma vez, vai virar fonte.

— Cê já tá saciado de pau, né?

O Renan soltou uma risada fraca, ainda tentando normalizar a respiração. Ele passou a mão trêmula pelo rosto melado e me olhou com aquela expressão de quem tava completamente entregue.

— Tô, mano... Tô acabado. — Ele engoliu seco e deixou a cabeça cair pro lado, os olhos já meio pesados. — Se tu meter mais uma, eu apago de vez. Juro.

Eu ri, balançando a cabeça, e me levantei da beirada da cama.

— Relaxa, então. Dorme aqui hoje. Amanhã tem churrasco, e se tu aguentar o dia inteiro sem desmaiar, eu te arrombo de novo amanhã à noite.

O Renan fechou os olhos e sorriu, já meio entregue ao cansaço.

— Fechado... Mas se eu não aguentar, a culpa é tua.

No fim das contas, o Renan dormiu aqui de ontem pra hoje. Apagou durinho do meu lado e só acordou perto do meio-dia, todo quebrado. Fizemos um churrasco com os manos, e o desgraçado não aguentava sentar direito, toda hora se ajeitando na cadeira com aquela careta de dor misturada com vergonha. Eu só ria por dentro, sabendo que aquele cu ainda tava carimbado da noite anterior. Queria que ele ficasse hoje também, só pra eu arrombar ele mais uma vez, mas o puto disse que precisava ir embora. Só que antes de sair, me deu uma mamada daquelas, bem babada e com vontade, como se já tivesse deixando o vale pra próxima. Agora é só esperar. Porque esse puto vai voltar querendo mais pau. E eu sei que vai.

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Foto de perfil genéricaKaue2.0.1Contos: 4Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem Fala, galera! Aqui é o Kaue, 28 anos, 1,84m, peso uns 80kg — corpo normal, nada de trincado, mas no estilo “macho de verdade”, sabe? Meio cheio de vida, meio sarado, mas sem frescura. Meu pau? Tá no esquema: 21,75cm de puro pau duro, pesado e que não desaponta. Vou ser real com vocês: não tem post todo dia porque, mano, a vida adulta não deixa fuder todo dia, quem dera! Tem trabalho, estudo, pepino pra resolver… por isso só vou escrever aqui quando rolar alguma putaria de verdade, quando eu fuder com alguém. Aí sim eu venho contar tudo, sem filtro, na maior sinceridade. Se tu quiser virar mais um da minha foda, me fala. Então fica ligado que aqui o papo é reto. Quer ver relatos quentes, reais e intensos? Tá no lugar certo.

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