Sou fisioterapeuta, solteira, morando em Curitiba há alguns anos. Não sou aquela mulher que para o trânsito, mas sei que chamo atenção. Tenho 1,60m, corpo magro e definido pelos treinos na academia e pelas sessões de pilates que eu mesma aplico nos pacientes. Meus seios são pequenos, firmes, com bicos que ficam duros só de roçar na blusa em dias frios. Minhas pernas são grossas, tonificadas, com coxas que apertam forte quando eu monto em alguém. A bunda é pequena mas empinada, redonda o suficiente para chamar olhares no espelho do elevador. Cabelo castanho escuro na altura dos ombros, pele clara que fica marcada fácil com tapas e chupões. Olhos castanhos que ficam vidrados quando o tesão bate.
Hoje vou contar com todos os detalhes a foda deliciosa e proibida que tive com meu cunhado há alguns dias. Essa relação nossa é intensa, suja e viciante. Ele é casado com minha irmã mais velha, mas isso nunca foi barreira. Na verdade, torna tudo mais quente. Toda vez que surge uma brecha, a gente fode como animais. Ele tem uma rola grossa, veiosa, daquelas que esticam tudo e deixam a buceta e o cu latejando por dias. Eu sou o segredo dele, a vadia que aguenta tudo que ele quiser dar.
Há algumas semanas, recebi uma mensagem dele no WhatsApp no meio da tarde. “Tô indo pra Curitiba amanhã. Louco pra te foder até você não aguentar mais.” Meu coração acelerou na hora. Eu estava no consultório, atendendo uma paciente com dor lombar, mas minha xoxota respondeu imediatamente, molhando a calcinha. Respondi sem pensar duas vezes: “Vem quente que eu tô fervendo, cunhadinho. Quero essa pica toda dentro de mim.”
Na verdade, eu estava meio que namorando um cara chamado Rafael, um engenheiro que conheci no Parque Barigui durante um chimarrão com amigos. Ele é legal, me trata bem, transamos de vez em quando de um jeito carinhoso e previsível. Mas com meu cunhado... é diferente. É putaria pura, sem limites, cheia de tapas, xingamentos e posições que me deixam destruída de prazer. Não dava para descartar aquela oportunidade.
Fiquei o resto do dia pensando em como tornar aquilo especial. Queria surpreendê-lo. Pensei em chamar minha amiga de apartamento, a que está fazendo mestrado aqui e divide o apê comigo temporariamente. Nós duas já tivemos umas aventurinhas bem safadas juntas – beijos, dedos, línguas explorando – mas desisti. Ela foi ex-ficante dele e é melhor amiga da minha irmã. Nem sonha que eu traio a família fodendo o marido dela. Melhor manter o segredo só nosso.
Almocei rápido um prato de salada e frango grelhado no Batel, voltei para o apê, tomei um banho demorado, passei óleo corporal com cheiro de baunilha na pele, depilei tudo lisinho e escolhi uma roupa simples mas provocante: legging preta que marcava minha bunda empinada, blusa decotada que deixava os seios pequenos à mostra e uma calcinha fio-dental vermelha por baixo. Encontrei ele no local combinado, um shopping movimentado no centro para não levantar suspeitas. Vi o carro dele encostado, entrei rápido no banco do passageiro. Mal fechei a porta e ele já apertou minha coxa grossa com a mão grande.
— Saudade dessa bucetinha apertada — rosnou baixinho, voz rouca de quem já estava duro.
Apenas sorri, mordi o lábio e respondi:
— Então dirige logo, cunhadinho. Tô molhada desde a sua mensagem.
Fomos direto para o motel novo que inaugurou perto da Rua das Flores. Um lugar discreto, com garagens fechadas e quartos luxuosos. Mal a porta da garagem desceu, ele me agarrou por trás no banco do carro. Suas mãos grandes apertaram meus seios por cima da blusa, beliscando os bicos até eu gemer. Beijava meu pescoço com fome, mordendo de leve, enquanto esfregava o pau duro — já latejando por baixo da calça — bem contra minha bundinha empinada. Senti o volume grosso pulsando e rebolei devagar, provocando.
— Sua vadia safada... sempre pronta pra levar rola — sussurrou no meu ouvido, puxando meu cabelo.
Entramos no quarto. Era amplo, com cama king size, espelhos no teto e na parede, luz vermelha suave e uma banheira de hidromassagem. Ele pediu um minuto para tomar banho. Enquanto isso, tirei a roupa devagar, fiquei só de calcinha e deitei na cama. Liguei a TV e zapeei até parar num canal de pornô 24h. A cena que apareceu me deixou instantaneamente louca: uma garota novinha, de quatro no colo de um homem mais velho, bunda pra cima, levando tapas estalados que deixavam a pele vermelha. O som dos tapas ecoava alto, misturado com gemidos. Minha buceta latejou. Sem perceber, minha mão desceu, afastei a calcinha e comecei a me masturbar devagar, circulando o clitóris inchado, enfiando dois dedos na xoxota encharcada.
Ele saiu do banho só de toalha na cintura. Viu a cena na TV e meu estado. Sorriu malicioso.
— Você gosta de apanhar na bundinha também, né, cachorra?
— Só se for você quem bater, cunhadinho... — respondi, voz rouca, sem parar de mexer os dedos.
— Então vem. Deita aqui no colo do teu macho. Hoje você vai apanhar muito, sua putinha.
Meu coração disparou. Nunca tinha apanhado de verdade, mas aquela cena e o tom dominante dele me deixaram com o cu piscando de excitação. Arrancuei a calcinha, fiquei completamente nua e deitei de bruços no colo dele, bundinha empinada pra cima. A pele ainda estava quente do banho. Ele passou a mão grande pela minha bunda, apertando, abrindo as nádegas.
O primeiro tapa veio forte, estalando alto. A ardência foi imediata, como fogo na pele. Soltei um gemidinho baixo, me segurando. O segundo foi ainda mais forte, no mesmo lugar. Minha bunda ardeu, mas a dor se misturou com um tesão absurdo — minha xoxota escorria mel pelo colo dele.
— Aiii... — murmurei.
— Não tá aguentando, vadia? Você pediu isso — ele riu, puxando meu cabelo com a outra mão.
O terceiro tapa explodiu. Gritei alto:
— Aiiiiii, filho da puta!!!
Ele não parou. Continuou ritmado, alternando lados, cada tapa mais forte. Minha bundinha pequena ficava vermelha, inchada, quente. Cada estalo fazia meu corpo tremer. Eu gemia como puta, rebolando no colo dele, sentindo o pau dele latejando embaixo de mim. Ele cuspiu no meu cuzinho apertado, espalhou a saliva com o dedo, circulando o anelzinho enrugado enquanto metia outro dedo na buceta melada. Alternava: tapa forte, dedo no cu, tapa, dedo fundo na xoxota. Eu estava delirando.
— Olha como essa bundinha fica linda vermelha... Toda minha pra bater — rosnou ele, dando mais uma sequência de tapas que me fizeram gritar e gemer misturado.
Eu nunca imaginei que apanhar me deixaria tão molhada. Minha buceta babava, clitóris pulsando. Ele me virou de lado um pouco, continuou batendo enquanto chupava meus seios pequenos, mordendo os bicos. Eu tremia inteira.
Depois de uns dez minutos de surra deliciosa, ele me colocou de quatro na cama. Ataquei minha buceta com a boca. Língua gulosa no clitóris, sugando forte, dois dedos grossos metendo fundo, fazendo barulho de tão molhada. Eu empinava o rabo, rebolava na cara dele, gemendo alto:
— Isso, cunhadinho... Chupa essa bucetinha que é sua...
Ele parou de repente, pegou um lubrificante da mochila. Meu coração acelerou. Sabia o que vinha. Já tinha feito anal com ele antes, mas a rola dele é grossa demais — minha irmã sempre reclamou que nunca conseguiu aguentar. Ele passou bastante lubrificante no meu cuzinho apertado, massageando, enfiando um dedo, depois dois, abrindo devagar.
— Vai devagar no começo... — pedi, voz rouca de tesão e um pouco de medo.
— Relaxa, vadia. Esse cu vai engolir tudo hoje.
A cabeça grossa pressionou a entrada. Doeu pra caralho. Parecia que me rasgava ao meio. Ele foi paciente, empurrando aos poucos, centímetro por centímetro. A rola não acabava nunca de entrar — longa e principalmente grossa, esticando as paredes do meu cu. Eu mordia o travesseiro, gemendo de dor e prazer misturados. Quando ele chegou até o talo, fiquei cheia, arfando.
Ele começou a se mover devagar. Bombadas curtas que iam aumentando. Apertou minha cintura com mãos fortes, puxou meu cabelo pra trás como rédea, e acelerou. Cada estocada profunda fazia meu corpo balançar. A dor inicial foi dando lugar a um prazer insano, profundo. Meu cu queimava, mas eu rebolava, pedindo mais.
— Mete fundo, porra! Fode esse cu da tua cunhada!
Ele reviveu os tapas na bunda já vermelha. Cada estalo sincronizado com as socadas. O saco peludo dele batia na minha xoxota babada. Eu gozei pela primeira vez assim — tremendo toda, esguichando no lençol, cu apertando a rola dele como um torno. Ele grunhiu, aumentou o ritmo, me xingando:
— Cachorra safada... Toma essa pica grossa no cu! Goza pra mim, vadia!
Gozei de novo, mais forte, visão embaçada. Ele não aguentou: empurrou até o fundo e gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo meu cu dilatado. Quando tirou, senti o gozo escorrendo, misturando com meu mel, pingando na buceta e coxas. Uma bagunça deliciosa.
Descansamos um pouco. Ele me puxou pro peito dele, acariciando minhas costas, beijando minha testa. Minha bunda ardia, o cu latejava, mas eu me sentia viva, satisfeita. Fomos tomar banho juntos. Ele me ensaboou com carinho, dedos deslizando entre minhas pernas, me fazendo gemer de novo. No chuveiro, ajoelhei e paguei um pouco da dívida: chupei aquela rola grossa, lambendo as bolas, engolindo o mais fundo que conseguia, até ele endurecer de novo.
Voltamos pra cama. Ele me fodeu de lado, rola na buceta agora, devagar no começo, depois forte. Minhas pernas grossas envoltas nele. Depois me colocou por cima, cavalgando enquanto ele dava tapas nos seios e na bunda. Gozei mais duas vezes antes dele gozar na minha boca, me fazendo engolir tudo.
O tempo era curto — era horário de almoço estendido. Ele me levou até perto do trabalho. No carro, antes de descer, me beijou com fome.
— Você me deve um boquete caprichado da próxima — disse, sorrindo.
— Pode deixar, cunhadinho. Vou te mamar até você implorar.
Ele foi embora. Mais tarde, mensagem: “Foi uma delícia foder com você hoje. Sua bundinha vermelha ainda tá na minha cabeça. Beijos. Paga o que deve logo.”
Não nos vimos mais desde então, mas toda noite penso nisso. Meu cu ainda lembra da grossura dele. Rafael, o namorado, é doce, mas não chega aos pés dessa putaria proibida. Não vejo a hora de encontrar meu cunhado de novo, talvez até arriscar algo mais ousado — quem sabe no carro, ou até envolver mais gente. Quem sabe minha amiga do apê...
Beijos, até a próxima aventura. Essa foi só uma das nossas. Tem muito mais pra contar.