Aquela primeira noite selvagem com Marcelo ainda queimava na minha memória como fogo líquido. Meu corpo moreno, pele macia e clara, cabelos castanhos escuros ondulados, olhos cheios de desejo, bunda grande e empinada que balançava a cada passo, pernas grossas e firmes, cintura fina de ampulheta e peitos pequenos mas com mamilos sensíveis que endureciam ao menor toque. Eu adoro sexo de todas as formas, especialmente quando me banham com gozo quente na boca e no rosto. Roberto, meu marido, mal me tocava, sempre viajando. Carla, esposa de Marcelo, era enfermeira e vivia nos plantões noturnos. Marcelo, aquele homem forte de 38 anos, corpo atlético, pau grosso e veioso de uns 19cm, tinha me fodido como ninguém na casa dele em Campeche, Florianópolis. A chuva, o vinho, o sofá, o quarto, o banho, a cozinha, o sofá de novo... uma maratona insana. Saí de lá com a buceta dolorida, a bunda marcada de tapas e o rosto ainda sentindo o cheiro do sêmen dele.
Duas semanas se passaram. Roberto viajou novamente para São Paulo e Carla tinha um plantão duplo de 24 horas. Marcelo me mandou mensagem: “Ju, vem pra cá. Carla sai às 19h e só volta amanhã de manhã. Estou louco pra te arrombar de novo, sua vadia safada.” Meu corpo inteiro reagiu. Buceta pulsou, mamilos endureceram. Eu respondi com uma foto minha de calcinha fio-dental sumindo entre as nádegas grandes: “Chego em uma hora, cunhado. Prepara esse pauzão pra mim.”
Cheguei ao apartamento amplo com um vestido curto preto que mal cobria minhas coxas grossas. A chuva fina caía lá fora, criando aquela atmosfera isolada perfeita. Marcelo abriu a porta só de short, o volume já marcando. Ele me puxou para dentro e me prensou contra a parede do corredor antes mesmo de fechar a porta.
— Porra, Juliana... você veio pronta pra ser comida, né? Olha essa bundona... — As mãos dele apertaram minhas nádegas grandes, amassando a carne macia com força, dedos afundando.
Eu gemi no beijo dele, língua se enrolando com fome. — Roberto não me fode há meses. Quero você me rasgando inteira hoje, Marcelo. Sem piedade.
Jantamos rápido, mal tocando na comida. O vinho deixou o ar mais quente. Sentamos no mesmo sofá da outra vez. Eu subi no colo dele, rebolando devagar minha bunda grande contra o pau que endurecia rápido.
— Carla tá no hospital agora, né? E seu pau já tá latejando pra mim... — sussurrei, mordendo o lóbulo da orelha dele.
Marcelo rosnou, puxando o decote do meu vestido pra baixo e atacando meus peitos pequenos. Chupou um mamilo com força, mordendo de leve, enquanto a outra mão subia por baixo do vestido e encontrava minha calcinha já encharcada.
— Essa bucetinha tá pingando, sua puta. Abre as pernas pra mim.
Eu obedeci, abrindo bem as coxas grossas. Ele puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos grossos de uma vez, metendo forte enquanto o polegar girava no clitóris inchado. Eu rebolava no colo dele, gemendo alto.
— Ai, caralho... deda essa vadia, Marcelo! Mais fundo!
Ele me dedou com brutalidade, o som molhado ecoando na sala. Meu primeiro orgasmo veio rápido, buceta apertando os dedos dele, suco escorrendo pela mão. Eu tremi inteira, unhas cravando nos ombros dele.
— Gozei gostoso... agora quero esse pauzão na boca.
Desci do colo, ajoelhei entre as pernas dele e puxei o short. O pau saltou, grosso, veioso, cabeça inchada brilhando. Eu lambi da base até a glande, sentindo o gosto salgado, depois abri a boca e engoli metade com fome. Chupava com força, cabeça subindo e descendo rápido, baba escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos meus peitos pequenos.
— Isso, chupa meu pau, Juliana! Engole fundo, cachorra! — Marcelo segurava meus cabelos, fodendo minha garganta com estocadas profundas.
Eu relaxei a garganta, engolindo quase tudo, nariz encostando na barriga dele. Lágrimas escorriam, baba babava tudo. Eu gemia vibrando no pau, uma mão massageando as bolas pesadas, a outra punhetando a base. O pau pulsava na minha boca, veias roçando minha língua.
De repente, o som da porta da sala se abrindo ecoou como um tiro. Adriane, irmã de Carla, entrou carregando uma bolsa pequena, provavelmente vindo deixar algo para a irmã como de costume. Seus olhos percorreram a cena e se arregalaram em puro choque.
Eu estava de joelhos, com o pau grosso e latejante de Marcelo enfiado até o fundo da minha garganta, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitos pequenos. Marcelo segurava meus cabelos com força, o quadril ainda levemente mexendo.
— Meu Deus do céu! — A voz de Adriane saiu aguda, quase um grito abafado. Ela deu um passo para trás, mão na boca. — Juliana... Marcelo... Vocês enlouqueceram?! Isso é... isso é adultério! Traição! Carla é minha irmã, pelo amor de Deus!
Marcelo tentou puxar o pau da minha boca rapidamente, mas eu segurei firme na base, chupando mais devagar, olhando para Adriane com um misto de tesão e desafio. O pau dele ainda pulsava entre meus lábios.
— Adriane, por favor... volta depois — Marcelo gemia, voz rouca, claramente tentando se recompor.
— Voltar depois?! — Ela elevou o tom, o rosto passando do choque para fúria. — Vocês estão fazendo isso na casa da minha irmã? Enquanto ela está trabalhando? Eu deveria ligar pra Carla agora mesmo! Ou pior... contar pro Roberto! Vocês dois são nojentos!
O ar ficou pesado. Adriane tremia, os olhos alternando entre o pau brilhante de baba, meu rosto sujo e o rosto de Marcelo. Por alguns segundos longos e tensos, o clima ficou realmente perigoso. Ela pegou o celular da bolsa, os dedos tremendo sobre a tela.
— Eu não acredito nisso... Vocês vão destruir duas famílias por causa de... de luxúria barata!
Marcelo ficou tenso, a voz mais baixa e séria:
— Adriane, abaixa esse celular. Pensa bem no que você vai fazer.
Ela congelou. O rosto dela ficou ainda mais vermelho, uma mistura de raiva e vergonha. Os olhos dela desceram novamente para o pau de Marcelo, que eu continuava lambendo devagar, quase provocante. A respiração dela acelerou. O dedo pairava sobre a tela, mas não tocava.
— Não ouse me ameaçar, Marcelo... — murmurou, voz falhando. — Vocês são doentes...
Mas ela não discou. Não saiu. Seus olhos estavam fixos na cena, as pernas levemente apertadas uma contra a outra. O silêncio ficou carregado por mais alguns segundos.
Eu tirei o pau de Marcelo da boca com um som molhado e obsceno, um fio grosso de baba ainda ligando meus lábios à cabeça inchada. Lambi lentamente os cantos da boca, respirando pesado, e olhei para Adriane.
— Adriane... Isso não era pra você ver.
Adriane piscou várias vezes, o peito subindo e descendo rápido sob a blusa. Seu olhar não estava mais só no meu rosto. Ele descia, quase contra a vontade, para o pau de Marcelo — grosso, veioso, brilhando com minha saliva, latejando no ar com a cabeça vermelha e inchada. Ela engoliu em seco, visivelmente afetada. Seus olhos percorriam toda a extensão, hipnotizados.
— Vocês... meu Deus... — sussurrou, a voz falhando. — Eu nunca vi... nada assim. Meu marido... ele nunca faria algo desse tipo comigo. Nunca me olharia assim... nunca me deixaria de joelhos chupando ele desse jeito. Isso é... sujo. Errado.
Ela dizia as palavras, mas seus olhos continuavam presos no pau de Marcelo. A respiração dela ficou mais pesada. O celular tremia em sua mão.
— Isso é errado... muito errado — repetiu baixinho, quase como se tentasse convencer a si mesma. — Se meu marido soubesse que eu vi isso... que eu fiquei olhando...
Ela guardou o celular de volta na bolsa, os movimentos lentos e hesitantes, como se lutasse contra o próprio corpo. Seus olhos voltaram mais uma vez para o pau de Marcelo, demorando-se ali por longos segundos. A cabeça inchada pulsava levemente. Adriane apertou as coxas com força.
Eu limpei o canto da boca com o polegar, lambendo devagar o resto de baba, e falei com a voz rouca, baixa e provocante:
— Para de fingir, Adriane. A gente sabe que você tá molhada só de olhar pra esse pau. Para de se fazer de santinha e experimenta o pau do cunhado. Vem... prova ele. Você merece sentir algo de verdade pra variar.
Marcelo ficou em silêncio, apenas respirando pesado, o pau dando um salto involuntário sob o olhar faminto de Adriane.
Adriane mordeu o lábio inferior com tanta força que a pele ficou branca. Um gemido baixinho, quase inaudível, escapou de sua garganta. As pernas dela tremiam visivelmente agora.
— Eu... eu não sei o que eu tô fazendo — murmurou finalmente, voz trêmula e quase inaudível, dando mais um passo hesitante para mais perto. Seus olhos continuavam grudados na rola grossa e molhada, incapazes de se desviar.
Adriane tirou o vestido simples em segundos. Corpo magro, peitos pequenininhos com mamilos rosados duros, bunda redondinha, bucetinha depilada com lábios externos grandes e carnudos já brilhando de tesão. Ela ajoelhou ao meu lado.
Eu tirei o pau da boca com um pop molhado e ofereci pra ela. — Chupa junto, Adriane. Vamos fazer ele gozar na nossa cara.
Nós duas atacamos o pau. Eu chupava a cabeça grossa, língua girando na glande, enquanto Adriane lambia a base e as bolas, depois subia. Nossas línguas se encontravam no pau dele, trocando saliva. Marcelo gemia alto, segurando nossas cabeças.
— Caralho... duas putas chupando meu pau... que delícia!
Adriane engoliu fundo, engasgando, garganta apertando o pau. Eu lambia as bolas dele. Depois trocamos: eu engoli inteiro de novo enquanto ela chupava as bolas. Nossos rostos se encostavam, bocas se tocando de leve no pau.
— Goza na gente, Marcelo! — pedi, olhos pidões.
Ele segurou nossas cabeças juntas e meteu na boca de Adriane primeiro, depois na minha. O pau pulsava forte. Quando ele avisou, eu abri a boca bem aberta, língua pra fora. Jatos grossos e quentes explodiram primeiro na minha língua, enchendo a boca. Parte escorreu pro meu rosto, nariz, bochechas. Adriane aproximou o rosto e pegou o resto, gozo pingando nos peitos pequenininhos dela. Nós duas gememos, lambendo o pau e uma à outra, trocando gozo na boca num beijo sujo.
— Delícia de porra quente... — Adriane murmurou, esfregando o sêmen no rosto magro.
O tesão estava insano. Marcelo ainda duro nos levou pro quarto. Eu e Adriane nos beijamos primeiro na cama, línguas se enrolando, mãos explorando. Eu apertei os peitos pequenininhos dela, ela apertou minha bunda grande.
— Sua buceta é linda, Adriane... esses lábios grandes... — Eu desci beijando o corpo magro dela, abrindo as pernas finas. A bucetinha era apertada, mas os lábios externos volumosos e carnudos. Eu chupei forte, língua enfiando entre os grandes lábios, sugando o clitóris. Adriane rebolava, gemendo alto.
— Come minha bucetinha, Juliana! Ai, que boca gostosa... nunca fui comida por mulher... continua!
Marcelo assistia, punhetando o pau grosso. Depois se juntou: enfiou o pau na boca de Adriane enquanto eu comia a buceta dela. Adriane engasgava no pau, baba escorrendo, pedindo:
— Me fode com força, Marcelo! Meu marido nunca mete forte... rasga minha bucetinha apertada!
Marcelo a virou de quatro. Bunda pequena redondinha empinada. Ele deu tapas fortes, marcando a pele clara. Depois enfiou o pau grosso na bucetinha apertada dela. Adriane gritou de prazer.
— Aaaahhh! Que pauzão! Me arromba! Mais fundo, caralho!
Ele metia com brutalidade, estocadas violentas, bolas batendo nos grandes lábios dela. Eu me posicionei na frente, abrindo minhas pernas grossas. Adriane, mesmo sendo fodida com força, baixou a cabeça e começou a chupar minha buceta, língua desajeitada mas ansiosa nos meus lábios carnudos.
— Isso, chupa minha buceta enquanto ele te fode, sua safada escondida! — Eu segurava os cabelos dela, rebolando no rosto magro.
Marcelo alternava: fodia Adriane com força, depois puxava pra mim, metendo na minha buceta molhada e apertada. Meu corpo tremia a cada estocada, bunda grande quicando. Nós mudamos de posições várias vezes.
No missionário, Marcelo fodia Adriane com as pernas magras dela nos ombros. Eu sentei no rosto dela, fazendo ela comer minha buceta enquanto ele metia. Depois trocamos: eu cavalgava o pau dele com minha bunda grande quicando alto, peitos pequenos pulando, enquanto Adriane chupava as bolas dele e lambia meu cu.
— Olha como eu quico nesse pauzão, Adriane! Toma, chupa meu cuzinho enquanto eu gozo! — Eu rebolava frenética.
Orgasmo atrás de orgasmo. Adriane gozou gritando quando Marcelo metia com força e eu chupava seus mamilos pequenininhos. Eu gozei no pau dele, buceta apertando, suco escorrendo pelas coxas grossas.
Marcelo nos colocou de joelhos lado a lado novamente. Ele metia na boca de uma, depois da outra, fodendo nossas gargantas. Adriane engasgava de propósito, olhos lacrimejando, pedindo:
— Engole meu pau até o fundo, sua certinha safada! Goza na nossa cara de novo!
Quando ele gozou, jatos potentes acertaram primeiro o rosto de Adriane, pintando os olhos e boca, depois o meu, enchendo minha língua. Nós nos beijamos com gozo na boca, línguas trocando sêmen, esfregando uma na outra, peitos pequenos dela contra meus peitos, minha bunda grande contra o corpo magro dela.
Exaustos, caímos na cama. Eu no meio, uma perna grossa sobre Adriane, mão no pau semi-duro de Marcelo.
— Isso foi a coisa mais louca... — Adriane sussurrou, ainda lambendo gozo dos lábios. — Nunca imaginei que ia comer a mulher do meu cunhado e ser comida junto... mas quero repetir.
— Sempre que der, meninas. Vocês duas são minhas putas agora — Marcelo disse, rindo.
A noite continuou com mais rodadas: no banho, prensadas contra o azulejo, Marcelo alternando bucetas; na cozinha, eu debruçada na bancada sendo fodida por trás enquanto chupava Adriane; no sofá, uma cavalgando o pau, a outra sentando no rosto dele. Tapas, puxões de cabelo, palavreado sujo o tempo todo. “Arromba essa bucetinha apertada!”, “Engole o pau todo, vadia!”, “Goza na minha cara de puta!”. Orgasmos intensos, corpos suados, gozo por toda parte.
Quando a manhã chegou, nos despedimos com beijos molhados. Carla nunca soube. Roberto tampouco. E nós três sabíamos que aquilo era só o começo de muitas noites proibidas.