Sou casado, não me considero gay, mas, faz pouco mais de um ano que satisfiz parte dos meus desejos anais. A muito tempo publiquei minhas masturbações, onde meu cu era laciado por vegetais, calabresas, ovos de galinha, frutas, consolos e etc.
Em dezembro de 2024, dei uma escapadinha do meu serviço de vigia numa obra em Pinheiros e fui até as imediações da Av Marques de São Vicente, entre as ruas Dr. Moisés Kahan, Dr Edgard Theotonio Santana e Moisés Kauffnann na Barra Funda, São Paulo-SP. Lá ficam algumas garotas de programa e vários travestis.
Nesse dia eu já havia ido trabalhar com segundas intenções pois havia feito uma excelente chuca na hora do banho, para brincar com a alavanca de câmbio do meu carro, já que no trabalho eu ficava dentro dele. Acontece que nesse dia eu queria mais!
Deixei o serviço no piloto automático já que ninguém me fiscalizava e fui até o local de antro da perdição.
Dei umas voltas com meu carro e vi um travequinho que era uma linda loirinha com uma bunda deliciosa, e tbm vi um outro, bem baixinho, que não era bonito porém com uma rola colossal, ENORME, que contarei na parte 2.
Tomei coragem, fui até essa “loira” e perguntei seu nome, se era menina ou menino, ela me disse que era trans. Daí, perguntei se “ela” também comia, respondeu que sim e perguntei o tamanho de seu pau, respondendo que era de 16 cm.
Como o tezão já me dominava, chamei para entrar e já fomos ao motel ao lado.
Ao entrarmos eu disse que era minha primeira vez e que eu não tinha vontade alguma em chupar pau ou beijar na boca, apenas se fodido e talvez come-la.
Chegando no quarto, ela logo foi tomar um banho, o que eu achei muito bacana, na seguradora tomei banho tbm e fui para a cama só de toalha. Deitei logo ela veio chupar meu pau, vi que o pau “dela” estava mole, conheceu a tocar nele afim de que ficasse duro, como não ficou, pedi para que enfiasse o dedo no meu cu enquanto chupava meu pau.
Foi uma delícia, meu cu parecia uma buceta com tezão, logo pedi para enfiar dois dedos, três, quatro.
Daí então, me coloquei de quarto e pedi para passar mais lubrificante e que enfiasse a não, como ela estava utilizando a camisinha na mão, ela ajustou e começou e enfiar com muita delicadeza para não me machucar, eu a tranquilizei e disse que não estava doendo e pedi para que enfiasse!
Quando sua mão entrou em meu cu, nessa hora eu me masturbava e quatro, então pedi para que abrisse e fechasse a mão, mas como estava com a camisinha na mão, não era possível abrir como eu queria.
Então pedi para fechar seu punho e tirar do meu cu, de forma que ficasse bem aberto.
Ela não acreditou na minha elasticidade anal e disse que nunca havia feito isso e duvidou que eu fosse Virgem no cu. Tentei comer aquele cu delicioso, mas meu pau estava meia bomba e não entrou de jeito nenhum.
Pedi para que me comesse mas seu pau também não subiu, daí então pedi para que me fodesse com a mão mesmo. Ela colocou uma nova camisinha na mão e enfiou cu adentro, enquanto eu me masturbava de quarto, ela massageava o interior do meu reto até que eu dei uma senhora gozada, saindo muita porra e senti meu cu contraindo involuntariamente apertando sua mão dentro de mim.
Após eu gozar ela ficou preocupada em tirar a mão e eu sentir dor, eu a tranquilizei dizendo que poderia tirar sem problemas.
Depois fomos tomar banho um de cada vez e durante nossa conversa eu disse que ela teria que começar a andar com luvas cirúrgicas além da camisinhas, ela começou a rir, e dizia estar abismada de ter enfiado a mão em alguém.
Logo após, nos vestimos, fiz seu pagamento e a deixei no mesmo lugar onde havia pego e voltei para o meu serviço.
Chegando lá, passando uns 30 min, me bateu um tezão novamente e comecei a bater mais uma punheta lembrando do acontecido, mas antes de gozar, me lembrei do travequinho baixinho de três pés…
Só que essa história ficará para a parte 2.
Deixem nos comentários o que vocês acharam e se querem a parte 2.