O silêncio na construtora era absoluto após as dezoito horas. A equipe de apoio já havia batido o ponto e corrido para pegar o ônibus lotado, deixando para trás as luzes das baias apagadas e o panorama das avenidas brilhando através das imensas divisórias de vidro da sala de Antônio. É o clássico cenário de fim de expediente: os escravos do faturamento vão embora e os deuses do design de interiores ficam para brincar de donos do mundo.
No escritório de design minimalista, equipado com poltronas que custam o meu rim e um imenso sofá de couro italiano onde provavelmente já foram concebidos três novos condomínios e dois divórcios, o som do cristal se chocando quebrou a quietude do ambiente. Antônio havia aberto um champanhe importado — cujo preço pagaria minha faculdade por um ano — para comemorarmos a aprovação do projeto imobiliário que havíamos apresentado naquela tarde a um investidor-anjo. Nosso CEO estava com a gravata afrouxada e as mangas da camisa de linho azul-escura perfeitamente dobradas, exibindo o cavanhaque milimetricamente desenhado em um sorriso sarcástico de pura conquista.
O cliente aceitara cada detalhe sem contestar, o que significava que o ego de Antônio estava orbitando algum planeta distante e sem gravidade. Sobre a mesa de centro de mármore nero marquina, as taças meio cheias refletiam o brilho dourado das luminárias embutidas, dividindo o espaço com o prenúncio de que a noite estava apenas começando — e que eu, como de costume, seria o operador técnico da loucura alheia.
Débora se aproximou de Antônio com aquele caminhar fluido e predatório que ela provavelmente treinou assistindo a tutoriais de linguagem corporal de alta performance no YouTube. Ela vestia um vestido de alfaiataria em crepe preto, extremamente justo e estruturado. Era uma peça de engenharia têxtil absurda: parecia perfeitamente adequada para uma auditoria fiscal externa, mas era ajustada o suficiente na cintura estreita e no quadril largo para transformar o dress code corporativo em uma arma de destruição em massa. O cabelo preto liso, longo e cortado em camadas com uma franja desfiada, moldava seu rosto redondo. Ela exalava aquele perfume denso e doce de cereja negra e caramelo; o aroma químico de quem planejava usar o próprio magnetismo como um atalho direto na hierarquia, pulando dez anos de humilhação em baias cinzentas. Débora mantinha sua postura sedutora e invasiva, aproximando-se fisicamente de Antônio a cada gole da bebida, como se estivesse tentando fundir seu CPF ao CNPJ dele por osmose.
De repente, tomada por uma euforia que parecia milimetricamente calculada em uma planilha de metas e KPIs de curto prazo, Débora deu um passo à frente, envolveu o pescoço de Antônio com as mãos e o beijou na boca ali mesmo. Foi um beijo rápido, mas protocolado com a clara intenção de registrar em cartório a sua presença no topo da cadeia de comando.
— Você foi simplesmente sensacional hoje, Antônio — ela disse, a voz melodiosa, mansa e baixa, os olhos castanhos amendoados e puxados brilhando com aquele olhar predatório sob a franja desfiada. — O investidor ficou completamente em suas mãos.
“Que puxa-saco profissional!”, pensei, sentindo uma pontada de puro asco e um divertimento cínico pela bajulação barata dela. Mas claro, o parabéns vai para o homem que segura a caneta Montblanc. Débora, a nossa alpinista social favorita, não perdia uma única oportunidade de marcar território. Ela operava no modo sobrevivência oportunista em tempo integral, mas era preciso admitir que a sua inteligência corporativa era inegável.
Antônio deu um sorriso de canto de boca, aquele mesmo sorriso irônico, magnético e ligeiramente arrogante que ele usava para convencer bancos a financiarem suas loucuras arquitetônicas. Ele limpou sutilmente o canto da boca com o polegar, sem qualquer pressa, ostentando a calma de quem sabe exatamente o valor das peças que move no tabuleiro de xadrez humano do escritório. Para ele, o envolvimento com Débora não era uma conquista amorosa ou um deslize ético; era um investimento estratégico de baixo custo, um instrumento de controle de egos e a oportunidade perfeita para moldar de uma forma deliciosamente distorcida seu pupilo favorito: eu.
Com a condescendência brilhante de um mentor de elite que gosta de brincar de mestre dos magos com a vida dos subordinados, Antônio colocou a taça de cristal sobre a mesa e olhou diretamente para mim, com um brilho de cúmplice inteligência nos olhos intensos.
— Os méritos reais não são meus, Débora — Antônio respondeu, a voz mansa, firme e carregada de uma autoridade natural. — Eu crio os conceitos abstratos e dou o show para a plateia, mas foi o Miguel quem passou as últimas horas calculando cada linha estrutural para que a fachada não desabasse na cabeça de todo mundo. Se não fosse esse garoto, o investidor teria parado a apresentação antes do terceiro slide e nos mandado de volta para a prancheta de desenho técnico.
“Finalmente alguém dando valor à mão de obra semiescrava desse país”, pensei, saboreando com satisfação cínica ao ver o queixo de Débora cair de leve na minha frente. Era quase poético ver o grande chefe deixar claro quem de nós dois realmente sustentava o peso físico daquele escritório enquanto ela se limitava a enfeitar o slide de introdução.
— Você deveria estar beijando ele, e não a mim — Antônio concluiu, cruzando os braços e mantendo o olhar divertido fixo na reação dela, curtindo a nossa pequena comédia corporativa de bastidores.
Débora virou o rosto redondo na minha direção. O sorriso dissimulado e doce dela vacilou por um milésimo de segundo — o exato tempo que o processador mental dela levou para recalcular a rota do poder e recalibrar seu GPS de sobrevivência naquela sala. Ela se aproximou de mim devagar, inclinando o corpo de forma contida para que eu pudesse sentir seu perfume de caramelo, e depositou um beijo rápido e tímido nos meus lábios. Um toque transacional clássico: se eu fosse o estagiário que apenas limpa a plotadora, ela nem saberia o meu nome; mas agora que sou o ativo estratégico da semana, ganhei o meu bônus em carne.
Antônio soltou uma risada baixa, servindo-se de mais champanhe e deliciando-se com o teatro de submissão. Ele deu dois passos lentos e parou logo atrás de Débora, fechando o cerco físico na penumbra luxuosa do escritório.
— Ah, Débora, por favor. Beija o rapaz com vontade — Antônio provocou, a voz mansa e firme, com aquele tom de mentor brilhante e cínico que corrige a postura de um iniciante na frente do examinador. — Se o Miguel não tivesse contornado aquela falha crítica de cálculo que você deixou passar no projeto da fachada, o contrato de trinta milhões teria naufragado. Então, mostre gratidão de verdade para o seu colega de equipe.
A cobrança de auditoria do nosso chefe de operações eliminou qualquer latência nas decisões de Débora. Sem tempo para processar o baque no ego, ela reorientou seus ativos corporativos diretamente para o meu setor, encurtando a distância física e colando seu corpo atlético contra o meu com a flexibilidade de quem se adapta a uma fusão de emergência. Suas mãos subiram de forma fluida pelos meus ombros. O beijo, antes tímido e protocolar, escalou de imediato para uma colisão úmida, profunda e lasciva. Minha língua invadiu a boca dela sem pedir licença, e ela respondeu na mesma moeda, forçando o quadril largo contra a minha virilha de forma agressiva. No meu departamento biológico, a realidade é muito mais simples e analógica: atrito gera resposta. Meu pau não queria saber se aquilo era puro pragmatismo e barganha de interesse da parte dela; ele simplesmente se posicionou em ponto de bala.
Enquanto nossas línguas se digladiavam em um alinhamento mútuo de interesses, Antônio aproximou-se como o acionista majoritário que decide auditar a execução do projeto de perto. Ele a encoxou por trás de forma pesada, colando sua pelve rígida contra as nádegas generosas dela. Com uma precisão quase cirúrgica, ele separou os lábios dela dos meus por uma fração de segundo, mantendo a nuca dela sob o seu controle firme contra o seu peito.
— Você também está de parabéns, Débora — Antônio sussurrou, a voz mansa e o hálito quente de champanhe batendo direto na pele clara e arrepiada do pescoço dela. — Foi muito bem na apresentação, extremamente persuasiva.
E então, sem nenhum memorando prévio ou aviso de compliance, ele deslizou a mão por baixo do tecido do vestido dela, subindo até apertar a sua nádega direita com uma força possessiva que fez o corpo dela sobressaltar contra o meu.
— ...apesar de achar que o investidor nem olhou para os slides. Ele estava ocupado demais tentando calcular o diâmetro dessa sua raba maravilhosa, Débora. — ele completou, mantendo os olhos intensos fixos na nossa colisão, no ápice de seu voyeurismo didático.
— Com certeza — comentei entre um trago de ar e outro, sustentando a minha mão firme na cintura estreita dela para não deixá-la escapar do aperto. — O desgraçado não tirou os olhos da Débora enquanto ela apontava as cotas no telão. Estava quase babando no carpete.
Débora soltou uma risada melodiosa e contida, jogando a cabeça para trás no ombro de Antônio, curtindo a validação de seu design anatômico como ferramenta de marketing.
— Quase ofereci um babador de brinde no material de divulgação — ela respondeu de forma mansa, a voz já ofegante com o atrito.
Antônio aproveitou a deixa e usou a outra mão para segurá-la de forma firme pelo queixo, virando o rosto redondo dela de lado para que ela o encarasse diretamente sob a luz fraca e dourada das luminárias de trilho.
— Você faz isso de caso pensado, né, sua cachorra? Usa seubcorpo para otimizar a captação de recursos de terceiros — ele provocou, o sorriso de canto de boca revelando o divertimento sádico de quem conhece perfeitamente as táticas de sobrevivência de sua subordinada.
Débora limitou-se a dar de ombros com um leve arquear de ombros que confessava a sua audácia oportunista.
Antônio começou a deslizar o dedão de forma lenta e pesada pelos lábios médios dela, forçando a abertura de sua boca com um toque dominante.
— Imagina se ele soubesse que boquinha maravilhosa a nossa estagiária tem? — ele sussurrou.
Débora, percebendo que a mesa de negociações estava aberta, dobrou a aposta no jogo de influência. Ela entreabriu os lábios úmidos, envolveu o polegar de Antônio e começou a chupá-lo de forma lenta, úmida e extremamente performática.
Mesmo executando um ato de pura e intencional depravação corporativa com o dedão do chefe enterrado na boca, ela mantinha a coluna perfeitamente ereta, o pescoço alongado e a postura rigorosa de quem está prestes a presidir uma assembleia geral de acionistas de uma multinacional. A franja escura permanecia milimetricamente alinhada sobre a testa, sem um único fio fora do lugar. O batom mate de tom nude-rosado, desenhado com precisão milimétrica nas bordas externas dos lábios delineados, emoldurava a cena sem permitir que ela perdesse um único miligrama de sua pose executiva. Ela soltou o dedo dele com um estalo lascivo de saliva e sussurrou, sustentando o olhar predatório:
— Você acha que ele compraria mais algumas cotas?
Antônio soltou uma risada baixa, rouca e totalmente deleitada com a ambição calculista dela. Ele gesticulou com a cabeça em direção ao tapete de couro bovino da sala enquanto respondia:
— Se você o chupasse assim, querida... ele compraria o projeto todo.— Antônio respondeu, sustentando o olhar dela de forma dominante. — Bem que você podia dar uma canjinha para a gente, né? Para consolidar o alinhamento cultural da nossa equipe.
“Alinhamento cultural”. Eu quase revirei os olhos na penumbra. O desgraçado era genial. Ele precisava de toda uma tese de administração de empresas para lubrificar o próprio fetiche de nos ver fodendo na frente dele.
A fala de Antônio foi o encaixe perfeito para a ambição de Débora. Em vez de se sentir humilhada, ela se sentiu parte de um círculo exclusivo de poder, uma engrenagem valorizada daquele trio. Ela ajoelhou-se lentamente no tapete de camurça com a altivez de quem aceita uma promoção exclusiva de bastidores. Débora segurou a base do pau de Antônio com uma das mãos e o levou à boca, sabendo que agradar o líder era a chave do futuro.
Ela o chupava com vigor, os olhos castanhos puxados semicerrados de prazer real. Antônio colocou a mão no topo da cabeça de Débora, os dedos longos espalhando-se pelos cabelos pretos dela de forma a direcionar o movimento de sua nuca com um toque firme, mas valorizador.
— Dá atenção pro Miguel também, Débora — meu chefe instruiu, o tom manso e calmo. — Sinergia de equipe, lembra? Ele merece fazer parte desse bônus com você. O fluxo de valor precisa ser compartilhado.
“Fluxo de valor compartilhado”. Tradução: chupa os dois para o chefe bater uma mais animado. Eu adorava a semântica dele.
Débora mudou de direção imediatamente, deslizando os lábios médios e delineados para o meu pau. Ela começou a me chupar com uma voracidade molhada, usando a saliva para lubrificar toda a haste enquanto massageava o membro de Antônio com a mão direita. Os sons úmidos de sua boca engolindo meu membro preenchiam o silêncio do escritório.
Antônio afastou-se do nosso lado com passos lentos, caminhando na direção do frigobar embutido que ficava no canto oposto da sala.
— Onde você vai, Antônio? Vem... participa também — ela pediu com a voz ofegante e as coxas já trêmulas, querendo encurtar a distância e trazer o chefe supremo para o contato físico. — Quero você dentro de mim.
— Não, querida. Eu estou muito bem aqui de longe, no nível estratégico, gerenciando a entrega de resultados — Antônio respondeu de costas, sem se virar, o tom perfeitamente descontraído e seguro de si, no controle de sua postura. — O Miguel está cuidando muito bem da execução de campo hoje. Miguel, assuma a liderança e dê um jeito no fogo da nossa colega de equipe.
Puxei Débora pelas mãos, levantando-a. Segurei a barra de seu vestido de crepe preto estruturado e o puxei para cima de uma vez. Ela ergueu os braços de forma dócil, permitindo que eu a despisse por completo sob a luz indireta do escritório.
A nudez de Débora era atlética e extremamente curvilínea. A pele clara exibia um leve bronzeado uniforme. Os seios dela eram firmes, empinados, com aréolas rosadas e mamilos rígidos que apontavam para a frente. A cintura estreita abria-se em glúteos volumosos e perfeitamente trabalhados na musculação, com pernas torneadas e esguias. Entre suas coxas, a vulva de pele clara exibia uma depilação cavada precisa. A fenda dela já brilhava com uma umidade espessa e viscosa, vertendo o aroma de cereja negra misturado ao calor natural de seu corpo.
Deitei-a de costas ao longo do sofá de couro, para garantir o ângulo de visão do nosso espectador sênior. Posicionei Débora deitada ao longo do estofado, com a cabeça apoiada em uma das almofadas firmes. Fiquei de pé entre as coxas dela, flexionando uma das pernas para apoiar o joelho firmemente no assento do sofá, enquanto a outra perna permanecia esticada com o pé firme no chão do escritório. Segurei as pernas torneadas de Débora elevando seu quadril atlético e deixando sua fenda inteiramente exposta para o fundo da sala.
Alinhei meu pau rígido contra a entrada de sua vagina.
Eu a penetrei de um só golpe.
O canal vaginal de Débora era incrivelmente apertado, uma parede muscular treinada que engoliu meu pau em um vácuo sufocante. Ela soltou um gemido agudo, o corpo atlético arqueando-se contra o couro enquanto eu iniciava estocadas profundas, rítmicas e rápidas de cima para baixo.
Antônio retornou da área do frigobar trazendo um copo de cristal baixo com duas pedras de gelo e uma dose generosa de uísque single malt. Ele não se aproximou de nós. Em vez disso, sentou-se na poltrona de couro italiano que ficava logo em frente ao sofá, cruzando as pernas de forma aristocrática, com o copo de uísque na mão esquerda.
Débora sacou a dinâmica no mesmo segundo. Seus olhos castanhos amendoados focaram no chefe sentado na poltrona e, percebendo o olhar fixo e o sutil movimento da mão de Antônio se masturbando, ela começou a performar de forma deliberada. Ela inclinou a cabeça para trás, encarando-o fixamente através da penumbra da sala. A cada penetração profunda do meu quadril, Débora rebolava com força extra, gemendo de forma alta e compassada, oferecendo a Antônio o espetáculo visual de suas coxas tremendo e de sua fenda sendo devorada. Ela não piscava; seus movimentos eram todos calculados para prender a atenção do dono da empresa, mostrando que era uma aluna brilhante no jogo de agradar o chefe.
Antônio deu um gole lento na bebida, mantendo os olhos fixos na colisão carnal. Com a mão livre, ele continuou a se masturbar de forma sutil, quase mecânica, observando cada detalhe do movimento de forma fria e extremamente focada no nosso prazer.
— Puxa as pernas dela mais pra cima, Miguel — Antônio instruiu da poltrona, a voz calma e fria cortando os gemidos dela. — Isso... deixa o canal mais espremido pro seu pau entrar com força total. Otimização de espaço e profundidade, Miguel. É assim que a gente atinge a meta.
“Otimização de espaço”. Claro. Foder mais fundo para o chefe ter um melhor ângulo de visão das pregas dela se abrindo. Eu adorava a capacidade dele de gourmetizar o voyeurismo.
Aproveitei a instrução do meu mentor de imediato. Forcei as pernas de Débora ainda mais contra o peito dela, empurrando meu quadril com estocadas violentas e secas que faziam a estrutura do sofá de couro ranger de forma compassada.
Sob o impacto contínuo e bruto da penetração profunda, toda a resistência de Débora desmoronou em puro prazer de alta performance. Ela soltou um gemido longo e agudo, as unhas calejadas cravando-se no couro do sofá enquanto os olhos amendoados e puxados reviravam de puro êxtase. Ela já não conseguia apenas encenar para Antônio; seu corpo colidia contra o meu de forma genuína, entregando-se ao meu quadril de forma absoluta.
— Ah... meu Deus, Miguel... — ela gritava, a voz arrastada e totalmente despida de pose, os olhos ainda fixos na poltrona de Antônio enquanto seu corpo colidia contra o couro. — Tá gostoso demais... sim... fode... me fode com força... você é bom demais, caralho...
Antônio assistia à entrega total dela com o sorriso de quem vê um plano dar perfeitamente certo, acelerando o próprio ritmo enquanto assistia ao sêmen acumulado lubrificar ainda mais a nossa colisão sob o som ritmado do sofá.
— Olha para ela, Miguel — Antônio comandou de longe, a voz pausada e satisfeita. — Veja como vocês dois funcionam quando estão sintonizados. É isso que eu chamo de sinergia de equipe.
“Sinergia de equipe”. Eu ri internamente enquanto descia o golpe com toda a força do meu quadril, o suor colando minha pele à dela. Na cabeça do Antônio, a gente não estava apenas fudendo no sofá dele após o expediente; a gente estava realizando um workshop interativo de consolidação de liderança. O cinismo dele era quase poético.
Acelerei o ritmo até o limite absoluto. O suor escorria pelo meu peito e pingava no colo firme de Débora, misturando o cheiro de caramelo e cereja negra ao cheiro rústico de sexo sob a penumbra luxuosa. A musculatura interna de Débora contraía-se de forma espasmódica, prendendo meu pau ininterruptamente em ondas de pura pressão, entregando-se ao orgasmo de forma violenta.
O prazer me atropelou segundos depois. Gozei profundamente dentro de Débora, descarregando jatos quentes contra as paredes apertadas de sua vagina enquanto ela arqueava o corpo escultural uma última vez, tremendo inteira sob o meu peso sob o olhar atento de meu chefe.
Ficamos estáticos ali sobre o couro, ouvindo apenas o som das nossas respirações desordenadas na sala silenciosa de Antônio.
Débora permaneceu deitada por alguns instantes, o peito arfando de forma caótica, exibindo um sorriso de canto superior que revelava sua satisfação real e seu relaxamento pós-orgástico. Lentamente, ela se sentou no sofá, limpando uma gota de suor da testa com as costas da mão clara, ajeitando o cabelo preto longo de forma descontraída, sem qualquer pressa em se vestir, voltando a vestir a sua pele de mulher intocável.
Antônio estendeu a garrafa de uísque na minha direção, enchendo o meu copo com um sorriso cúmplice de dever cumprido, enquanto olhava de relance para Débora, que se sentava no sofá.
— Excelente trabalho hoje, vocês dois — meu chefe disse, a voz calma e direta voltando ao tom de executivo impecável. — Tanto na apresentação do projeto quanto aqui no sofá. Vocês provaram que sabem exatamente como trabalhar sob pressão e como aproveitar as oportunidades que a vida dá. Vocês são o futuro real desse escritório. Continuem entregando essa mesma inteligência e essa mesma entrega em equipe, e em breve as grandes decisões dessa empresa estarão nas mãos de vocês.
Ajeitei minha calça jeans em silêncio, bebendo o uísque gelado enquanto encarava o corpo curvilíneo de Débora. Ela me olhou com aquele olhar predatório, mas agora temperado por um brilho cúmplice e dócil por cima do ombro enquanto recolhia suas roupas do chão. Ela ouvira exatamente o que queria: ela estava no jogo, valorizada e parte do plano de elite. E ela comprou todo o discurso de "sinergia" de Antônio sem pestanejar.
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O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.
Mas a história completa vai muito mais fundo.
A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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