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8 mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito – Traída, mamãe me pede para lavar sua alma de modo bem viril – 07

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Um conto erótico de Sortudo
Categoria: Heterossexual
Contém 4508 palavras
Data: 13/07/2026 08:39:52

Antes do capítulo, um agradecimento especial a todos os leitores por lerem, comentarem e estrelarem esse conto, com certeza um dos mais prazerosos que já escrevi. Estou ainda o escrevendo no capitulo 13 e aprendi não fazer contos longos, pois o leitor se desinteressa. Esse, diante da diversidade, vai ser uma exceção mas não longo demais.

*****

Eu tinha feito minha mãe descobrir da pior forma possível que meu pai e meu tio tinham uma relação homossexual. Após ela falar um monte de besteiras para mim não se importando de me ver mal e ter dado 2 tapas em meu rosto a fiz ver o vídeo terrível de meu pai e meu tio fazendo sexo na oficina de meu tio em sua casa. Pior do que as imagens forom eles terem dito que seria bom que ela e minha tia tivessem amantes, para os deixarem em paz com sua relação.

Estávamos em seu quarto para onde a levei quando percebi que ela não teria forças de se manter em pé, eu sentado bem longe lá na ponta da cama. Após uns 5 minutos quieta, olhou para mim de uma forma totalmente diferente do que seu olhar choroso anterior.

– Você tem 3 horas até suas irmãs voltarem. Dou tudo o que você quis das outras e mais o que conseguir aguentar nesse tempo. Sem restrições. Vamos ver se você tem mesmo esse pau que sua prima e sua irmã contaram.

Fui realmente pego de surpresa e nem me empolguei de fazer sexo com a mulher mais linda de todas as mulheres maravilhosas que eu conhecia. Não queria aproveitar de seu momento frágil porque talvez me culpasse novamente no futuro, mas ela não deixou dúvidas do que queria, me tirando daquela hesitação enorme.

– É agora ou nunca. Se não quiser, vou dar como compromisso cumprido, já que estou oferecendo.

Era evidente o ódio e o desejo de vingança de minha mãe, com toda a razão. Da forma como propôs, estava claro que um sexo amoroso não a satisfaria. Mamãe queria sangue e com certeza muita virilidade para se livrar da humilhação que deveria estar sentindo. Se com Monica, Livia e Suzi comecei com um pé atrás por estar com peso na consciência, com mamãe agiria diferente, afinal foi o que ela pediu.

Levantei-me da cama e me despi do pijama e da boxer que eu usava sob seu olhar curioso, depois surpreso e por último temeroso.

– Meu deus. Pensei que fosse exagero delas, mas é como falaram. Muito, muito, muito grande, falou sem conseguir desviar os olhos.

Subi na cama e de gatinho fui até seu lado e passando uma perna por cima de seu quadril, me sentei sobre seu ventre sem colocar peso. Mamãe ficou hipnotizada por meu pau a uns 60 centímetros de seu rosto.

Ela vestia uma de suas costumeiras leggings e camisetas largas como gostava de ficar confortavelmente em casa. Decidi ser impactante já que ela deveria estar querendo virilidade. Antes, porém, mamãe mostrou todo seu espanto.

– Como você arrumou esse pau tão grande filho?

Me chamar de filho e não de Victor naquela situação me deixou feliz e excitado, mostrando que não estava mais zangada comigo.

– Você que me deu mãe e agora vou dar de volta a você.

Esticando meus braços, com as mãos na gola careca frágil de sua camiseta, a rasguei do pescoço até a barra a partindo ao meio, liberando a visão de seu sutiã bege sem graça. Seus seios grandes em forma de gotas estavam contidos, mas deixavam ver seu colo generoso.

Saí de cima de seu ventre e empurrei a legging para baixo expondo sua calcinha biquini grandinha bege também. Queria rasgar a legging, mas sendo elástica teria sido difícil. Fissurado por a ver só de lingerie como tanto imaginei, voltei a me sentar sobre ela, mas em suas coxas.

Não importava o que eu fizesse, mamãe não desgrudava os olhos de meu pau. Decidi também não polpar sua calcinha e levando as mãos a cada lateral, as puxei para os lados com toda a força, mas só rasgou em uma lateral. De qualquer forma, foi mais fácil a tirar pela outra coxa liberando a visão de sua buceta. Pequena e a mesma obra prima que produziu a idêntica de Monica, mas a sua tinha cabelinhos pretos bem aparados sem impedir a visão de seus lábios delicados.

De novo saí de cima dela terminando de puxar os restos da calcinha por seu pé, só restando nela o sutiã. Pegando seus pés os abri escancarando suas pernas vendo a fenda úmida de minha mãe se abrir, rosada e melada de excitação. Fiquei mais seguro de minha atitude a vendo excitada e aproveitei colocar suas pernas na posição papai e mamãe. Essa era a posição que eu queria a primeira vez com a mulher mais esplendorosa que eu conhecia.

Monica era idêntica a ela, mas mamãe era mais mulher, mais formada, mais cheia de curvas após 4 filhos. Pensando nisso, procurei as marcas da maternidade e não achei. Mamãe era mesmo uma mulher privilegiada em seu DNA que repassou as 3 filhas, mesmo as diferentes dela.

Ajoelhando-me entre suas pernas abertas sob seu olhar fixo, empunhei meu pau.

– Você quer meu pau, mãe?

Por fim, ela desviou o olhar olhando em meus olhos.

– Eu quero. Não, eu preciso dele, mas estou com receio.

– Pelo que aconteceu com as outras, vai doer muito, mas depois você vai adorar.

– É, a Livia te colocou nas alturas. Muito acima dos namorados dela. Até parece que continuaria se as outras não ficassem bravas com ela. A Monica ficou furiosa, mas não disse que foi ruim. Desconfio que gostou muito e não aceita porque vai casar.

– Ahhhhnnn. Quero fazer tanta coisa com você mãe. De todas as mulheres lindas da família, você é a mais linda de todas. Desde novinho eu te desejo, então não vou me conter, falei me inclinado até que minha glande sentiu sua umidade.

– Não se contenha filho. Eu preciso muito lavar a alma depois do vídeo que assisti. Preciso ser desejada como você diz que me deseja e preciso ser satisfeita como sua prima foi e não sou há muito tempo. Vem, me chamou abrindo os braços.

Ainda não deu para ir para seus braços, porque mesmo colocando muita pressão meu pau entrava muito lentamente tirando gritos de dor.

– Aaaaaaaahhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii deus. Que sensação é essa? Nunca gostei de dor, mas estou gostando dessa, falou gaguejando.

Mamãe era apertadinha, mas tinha um casamento de 22 anos e teve 4 filhos, então não iria me conter como me contive com as outras, fora que ela precisava sentir a masculinidade que não sentia há um bom tempo.

Sem que ela parasse de gemer de dor, encaixei toda a glande e então soltei a mão de meu pau sabendo que não escaparia mais, até porque as paredes de seu canal apertado, pareciam me sugar para dentro.

– Aihhh. Aihhh. Aihhh. Tão bom filho. Não precisa parar. Mete na mamãe, mete. Mostra que não tem nada de seu pai.

Não, eu não tinha nada de meu pai. Mesmo se não tivesse o pau bem maior do que o dele, ainda iria ser bem diferente, pois jamais trairia minha esposa, fosse quem fosse, muito menos se fosse mamãe, maravilhosa em todos os sentidos.

Me deitei sobre seu corpo sem colocar meu peso, apoiando em meus cotovelos, sentindo a firmeza de seus seios ainda com o sutiã e a beijei interrompendo seus gemidos quase estuprando sua boca com lábios carnudos.

Quanto desejei beijar aqueles lábios grossos lindos e sensuais. Na verdade, meu desejo por mamãe era diferente dos desejos pelas outras mulheres lindas da família. Em minha fantasia adolescente eu não só queria fazer sexo com ela, eu queria o lugar de meu pai, queria receber os carinhos que o via recebendo, a atenção, o companheirismo fazendo programas deliciosos com ela, além do evidente sexo com aquela deusa.

Há tempo o casamento já não era assim, mas por muitos anos vi essa relação dos dois, desejando estar no lugar de meu pai. Naquele momento estava decidido dar a ela o que nunca teve a fazendo se esquecer do que ele fazia com meu tio.

Eu fazia o possível e o impossível para não gozar, mesmo meu pau não tendo chego nem a metade. De todos os momentos maravilhosos que tive naqueles dias, aquele era sem dúvidas o ápice de minha vida.

Mamãe parou o beijo para tomar folego e me dar um aviso delicioso.

– Acho que vou gozar antes de você colocar tudo, falou preocupada ao mesmo tempo que cruzou as pernas em meu quadril e começou a cravar as unhas em minhas costas.

– Goza mãe. Por ser você e só você, vou ficar duro as três horas que eu tenho. Goza quantas vezes puder.

Ela me olhou sorrindo feliz por minha demonstração de desejo e seu corpo começou a tremer, o que eu já sabia pelas outras que seu orgasmo estava a caminho.

– Eu te amo tanto filho. Me perdoe por ter te tratado mal esses dias e ter te batido. Aaaahhhhhhhhhhhhhmmmmmmmmmmmm, estou gozaaaaaaaaaaaando.

Enquanto tinha um orgasmo colossal, suas pernas me puxavam com força para a penetrar não se importando com as dores. Suas unhas rasgavam minha pele e se mamãe estava adorando as dores que eu infringia a ela, também adorei sentir as consequências do prazer que lhe dava.

Olhava para seu rosto lindo a deixando gritar e gemer extravasando as dores e o prazer imenso que sentia enquanto arregaçava sua bucetinha tão apertada como qualquer uma daquelas jovens mulheres que tive naqueles dias.

Seus olhos estavam abertos, mas nada focavam mostrando que estava em um mundo só seu de prazer. Quando estava próximo de dois terços de meu pau dentro de sua buceta, seu orgasmo foi perdendo forças e como Livia e Suzi não se satisfez só com o primeiro.

– Eu quero mais filho. Quero gozar de novo. É um gozo inigualável por você ser meu amado filho e ter esse pauzão delicioso. Você está arrombando a bucetinha da mamãe. Uhhhhhhhhhffffffffffffff.

Não tinha noção se aquela seria a única vez que faria amor com mamãe, pois o empecilho Monica também poderia a impedir de continuar mesmo se quisesse, até porque com o que descobriu sobre o marido, eu era a melhor solução para dar o que ela precisava.

– Vou te dar mãe. Vou deixar o pau de meu pai inutilizado para essa bucetinha.

Entre suas feições de prazer e dor, mamãe deu um sorriso.

– O pau sujo de seu pai nunca mais vai entrar em mim. Fora a traição e da forma que me traiu o que mais me chocou naquele vídeo foi não usarem camisinha. Vai logo filho. Quero o sentir inteiro.

O pouco que faltava, menos de um terço, fui colocando com mais pressão. Por ter gozado e estar tão tarada, seus fluidos ajudavam e em uns 30 segundos toquei seu fundo e ainda empurrei o um os dois centímetros que faltavam.

– Pronto mãe. Foi tudo. Sua bucetinha é deliciosaaaaaaa.

– Ouufff. Ouufff. Ouufff.

Mamãe tentava falar, mas não conseguia tentando se adaptar ao volume que a preenchia. Em cada pontinho de meu pau sentia a maravilhosa compressão de suas paredes poderosas, quentes, macias e meladas. Deixei lá meu pau imóvel esperando que se acostumasse, porque minha intenção era fazer o papai e mamãe mais intenso que ela teve na vida, lavando sua alma, como ela pediu.

Depois de mais um minuto ela tentou falar novamente.

– Ahhnnnn. Não consigo nem falar. Parece que vou explodir.

– Não precisa falar. Só sinta meu pau que tanto te desejou enquanto faço o mesmo sentindo sua bucetinha que sempre esteve em minha imaginação. Tenha o tempo que precisar porque vou te foder como você jamais foi.

Não falava palavrão na frente de mamãe, mas quis deixar bem claro o que faria.

– Faça isso filho. Acabe com a mamãe. Quero gozar e sentir seu gozo.

Eu tinha um plano de ir aumentando bem devagar o quanto tirava e o quanto colocava e a velocidade das estocadas, para causar o mínimo de danos que sabia que causaria. Não como em Suzi que mal tinha feito sexo, mas a deixaria esfolada como nunca esteve.

Podia a beijar, mas queria ver em suas feições se não estaria exagerando. Mamãe ainda estava atarracada a mim com suas pernas e braços me envolvendo. Comecei como planejando tirando e colocando um pouquinho mais por vez.

– Nuca me senti tão cheia filho. É tão delicioso que poderia ter gozado sem você se mover. Ahhhuuuuu.

– Uma hora faremos isso mãe, mas agora tenho planos para você, a ameacei.

Ela sorriu.

– Mal vejo a hora.

Era impressionante como podia sentir suas paredes irem se abrindo dando passagem e comprimindo e depois se fechando quando eu tirava, por isso decidi não aumentar a velocidade até que estivesse o tirando todo.

– Como você tem esse controle não gozando?

– Você não imagina o quanto precisei me aguentar. Não podia gozar antes da hora com minha mãe linda e gostosa.

Mamãe novamente sorriu.

– Você me acha mesmo gostosa? Não estava me sentindo mais assim.

– Te juro. Não é porque é minha mãe, você é imensamente gostosa, mais do que qualquer outra. Vou te provar, já já.

– Prova amor. Prova. Mamãe quer se sentir gostosa novamente.

Ainda fui com calma até tirar meu pau até a metade da glande e o enfiar novamente, mas a cautela tinha acabado. Tinha adorado fazer amor com mamãe, mas era a hora de foder aquela mulher necessitada.

Devagar fui aumentando a intensidade e mamãe teve que afrouxar um pouco as pernas em torno de meu corpo para me dar amplitude.

– Aaauuuhhh. Aaaauuuuhhhh. Aaaaauuuuuhhhhh. Aaaaaauuuuuuhhhhhh, os gemidos de mamãe iam aumentando a cada estocada.

Ela olhava para mim, sem conseguir falar, como eu, empenhado em lhe dar o que ela precisava. Depois de uns 2 minutos seu corpo subia e descia se afundando no colchão a cada golpe mais intenso. Os gemidos nem tinham mais sons, só com sua boca aberta.

Mais 3 minutos e a cama rangia e meu suor pingava em seu rosto lindo, mas desfigurado de prazer. As vezes ela tentava falar e não conseguia pois eu era brutal, mesmo se não usasse toda minha potência.

Em uma dessas vezes que tentou falar e não conseguiu, seu corpo e seu rosto denunciaram que estava tendo um orgasmo estratosférico. Seus braços e suas pernas foram perdendo forças e logo não envolvia mais meu corpo.

No momento que eu gozasse seria o ápice de minha vida gozando dentro de minha mãe proporcionando a ela um prazer tão imenso, então fui me segurando, segurando...

Apesar de minha intensidade, seu gozo não diminuía conforme eu ia empurrando o meu para frente, o que me motivou a continuar e dar a ela o gozo mais espetacular de sua vida após a melhor foda que já teve. Tudo para mamãe, que apesar de ter me tratado mal naqueles dias, sabia que me amava mais do que ninguém.

Nem eu sabia que podia desejar tanto uma mulher, mesmo ela sempre tendo sido a mulher de meus sonhos, a quem eu entregaria minha vida e meu coração se eu pudesse. Meu prazer era irrelevante naquele momento, mas sabia que quando o tivesse, aumentaria ainda mais o de mamãe, então para não maltratar ainda mais de sua bucetinha que eu tinha pretensão de comer novamente naquelas 3 horas, deixei vir meu gozo.

– Estou gozaaaaaaaaaaandooooooooooooo mãe.

Foi um diluvio de esperma, por ser mamãe e por estar há dois dias sem gozar desde a última com Suzi. Depois que vi meu pai e meu tio, tive zero vontade de gozar.

Enfim mamãe soltou um som sentindo o esperma fervente de seu filho em seu útero.

– Aaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmm.

Seu corpo que gozava há alguns minutos e tremia sem parar, de repente parou de tremer bem quando terminei de ejacular a maior quantidade de esperma de minha vida no útero em que fui gerado.

Seus olhos se fecharam e suas pernas antes dobradas no papai e mamãe se esticaram na cama sem movimentos, assim como todo o resto. Assustado fui desacelerando, mas a sentir respirando rapidamente me acalmou.

Mamãe teria desmaiado de tanto prazer? Se fosse isso, eu estaria no céu e muito orgulhoso de mim mesmo. Não queria sair do aconchego de sua bucetinha quente e macia, mas precisava a deixar respirar mais fácil, então me ajoelhei e me desencaixei vendo ondas de esperma vazarem entre seus pelinhos pretos.

Algo para ficar nítido em minha memória para sempre. Mamãe presumidamente desmaiada de prazer e vazando meu esperma em sua bucetinha com toda a beleza de seu corpo inerte.

Fiquei esperando que acordasse por uns 3 minutos e quando comecei a ficar preocupado de verdade, ela abriu os olhos me tranquilizando e então me deitei a seu lado esperando que se recuperasse. Demorou, mas aconteceu e a percebi se virando de lado para ficar de frente para mim e fiz o mesmo.

– Você me fez desmaiar com um gozo. Isso nunca me aconteceu, nem um orgasmo tão longo.

– Fiquei muito preocupado que estivesse te machucando.

– Não vou sair ilesa, mas o que aconteça terá valido a pena e se tivesse muito ruim teria te parado.

– Você realizou meu desejo mãe. Nem estou acreditando.

– Só isso você desejou fazer com sua mãe? Um papai e mamãe?

Senti sua provocação, porque não foi um simples papai e mamãe.

– Minhas 3 posições favoritas são essa que fizemos, no colo e de 4. Claro que sonhei com as outras duas também, mas tive outros sonhos que não me atrevo a contar.

De provocadora, mamãe passou a provocada e curiosa.

– Me diz. Eu disse que nessas 3 horas, agora 2 horas e meia você pode fazer o que quiser. Depois do que vi no vídeo não sou mais uma mulher comprometida e não estou traindo ninguém.

– Vou ficar no básico mãe. Quero curtir cada uma delas com mais calma. Agora você pode se separar e arrumar alguém decente.

– Porque? Você não quer ser meu amante? Acho que vou seguir a ideia de seu pai e ter um.

Travei diante do que mamãe falou.

– Eu não posso negar que já pensei nessa opção, mas não sou tão liberal como as mulheres de hoje. Pensando em um estranho ou alguém com quem não tenho intimidade me tocando com as mãos, a boca ou o pênis querendo entrar em mim sinto nojo. Nojo de verdade. Você é o filho que amo e não sinto absolutamente nenhum nojo, então é o único que pode ser meu amante. Único que eu quero também, porque agora preciso de um homem verdadeiramente viril e você acabou de provar que é muito, muito viril e dotado, finalizou sorrindo.

De tão emocionado não consegui dizer nada, mas fui escorregando pelo colchão até que a abracei de frente e a beijei amorosamente. Só tem algo melhor do que beijar a irmã como descobri com Monica que é beijar a mãe. Terminei para responder sua proposta com uma preocupação.

– Ahhh mãe, assim você me mata do coração. Sempre desejei que você tivesse um casamento feliz para sempre, mas sonhava estar no lugar de meu pai e ser seu marido. Para tudo, não só sexo, mas e a Monica? Ela jamais vai te perdoar.

– Ela vai casar e tem que cuidar da vida dela e não da minha. Ela também sabe que seu pai me negligencia há um bom tempo e por mais de uma vez disse que achava que ele tem amante e se eu tivesse, não me condenaria.

– Qualquer um menos eu, porque agora ela me odeia e nunca vai aceitar essa traição a ela.

– Conheço meus filhos como ninguém e esse ódio que ela diz estar sentindo não é pelo fato de você a ter feito trair o noivo que ela ama, mas mostrar que tem algo muito melhor do que ele deve estar dando a ela. Tenho a impressão que ela gostou muito mais do que deveria e por estar se culpando, quer culpar você. Ela não vai te odiar para sempre, mas independente disso quero ter o que eu preciso com você. Como agora. O que você quer, já que seu pau continua duro?

– Te disse que não amoleceria nas 3 horas pelo tesão que sinto por você mãe. Te quero no colo, tirar esse sutiã e mamar nesses seios lindos que vejo quando você usa biquini.

– Os seios que já mamou. Você foi muito mais guloso que suas irmãs, falou excitada se afastando de mim.

Enquanto me sentei apoiando as costas na cabeceira, ela tirou o sutiã mostrando seios primorosos para uma mãe de 4 filhos. Enquanto ela vinha me montar, não consegui tirar os olhos como ela não tirou de meu pau.

– Mãe. Te pergunto o mesmo que perguntou de meu pau. Como é possível? Você não tem nenhuma marca de gravidez. Não tem flacidez e seus seios são firmes como se tivessem silicone. Fora que sua pele é macia.

Assim que se sentou em minhas coxas, levou as duas mãos a meu pau e o segurou com elas lado a lado cobrindo um pouco mais da metade. Enquanto o apertava e o sentia, me respondeu.

– Não tenho a resposta. Talvez porque tenha tido meus filhos bem nova até os 22 anos e minha pele era cheia de colágeno. Também ganhei só 8 ou 9 quilos em cada gravidez comendo saudavelmente. Fora isso sua avó sempre foi vaidosa e me obrigava a passar muito creme e óleo para não dar estrias. E meus seios, talvez porque não tive muito leite e não cresceram muito, ficaram preservados.

– Você e a tia Fabiana são lindas demais e parecem muito mais jovens, falei sem que ela olhasse para mim concentrada nos apertos que dava em meu pau.

– Meu deusssss. O que foi que eu fiz?

Sorri, mas mamãe falava sério.

– Só conheci um antes, mas por tudo que já ouvi e vi em conversas e em fotos, ele é muito, muito especial e fui eu quem o fiz e agora o quero para mim. Sou uma mãe, muito, muito má e muito tarada por esse pau também, falou se levantando, levantando, dobrando os joelhos até que deu altura.

Logo o encaixou na portinha.

– Parece quer vou por um porte dentro de mim. Você não me respondeu se vai ser meu amante, falou soltando um pouquinho do peso.

– Pela vida toda mãe. Vou foder essa bucetinha toda vez que você precisar. Toda vez que você quiser, mas talvez eu tenha outras a quem atender também.

– Seu safado. Tinha certeza que sua prima safada e linda tinha se apaixonado por seu pau pelo modo que falava. Sou sua mãe e nunca vou te impedir de colher o que a vida lhe oferece..... se me der o que eu preciso, sorriu começando a se empalar.

Aproveitei a chance que mamãe me deu falando de Livia.

– A Suzi também, mas elas não vão trair a Monica e por isso não vamos continuar mesmo querendo.

– Ohhhh deus. É a segunda vez que ele entra em mim e parece a primeira.

– Prometo acostuma-la mãe.

– Faça isso filho. Nenhum outro além desse pau imenso vai entrar nela.

Paramos um pouco de falar porque mamãe precisava tomar folego a cada centímetro que se afundava parecendo ser a primeira vez. Não querendo esperar levei as mãos a seus seios os envolvendo e conheci o paraíso na terra, sentindo um choquinho atravessando nossos corpos por aqueles serem os seios lindos e gostosos que me alimentaram quando bebê.

Mesmo concentrada na dor, ela gemeu gostando de meu toque.

– Aaaaahhhhhhhhaaaaammmmmmmmm.

Meu esperma e seus fluidos em seu canal ajudavam a escorregar, mas sua dor devia ser igual por estar esfolada. Ela me olhava mordendo os lábios, mas se empalava mais rápido do que a penetrei na primeira.

Três minutos depois, mamãe sentou em meu colo totalmente empalada e respirando rapidamente.

– Meu deus, assim foi ainda mais fundoooooooo. Delicia de pau maravilhoso.

Enquanto a esperava se acostumar, comecei a dar beijinhos naqueles meus objetos de desejo filhal. Como desejei aquele momento e eu o vivia como se fosse um sonho, pois sempre imaginei ser impossível.

Quando mamãe começasse a se mexer, a deixaria subir e descer satisfazendo nossos desejos, mas não por muito tempo para não a deixar se esfolar em carne viva com Suzi. Com minhas mãos em sua cintura a guiaria para trás e para frente em meu pau inclinado para si enquanto o veríamos entrar e sair de sua bucetinha com pelinhos pretos.

Enquanto não começava, minhas mãos ajudavam meus lábios dando carinho aquelas gotas perfeitas. Assim que se acostumou, mamãe já começou a se mover indo para trás e para a frente mostrando ser sua preferência.

Seus movimentos eram lentos, mas quase deixava minha glande escapar para voltar engolindo meu pau até a base. Pegando em meus cabelos, ela me tirou dos beijinhos em seu seio.

– Depois você continua, me deixe ver entrando e saindo.

Afastei-me e nós dois passamos a assistir aquele espetáculo erótico impressionante com sua bucetinha tão pequena engolindo meu pau como uma cobra maior engole uma menor.

– Você está comendo a mamãe. Ohhhhhhyuuuuu. Não acredito que estou aguentando tudo. É tão grandeeee para ela. Dói, mas é bom e me faz querer mais e mais. Se fossemos ficar sozinhos eu ia o querer inteiro dentro de mim. Ahhhhhhh.

– Depois que a Monica se casar e minhas irmãs souberem que vamos continuar, um dia te como o dia inteiro.

– Ahhhhhhh. Vai ser delicioso, mas vai demorar ainda duas semanas no mínimo. Antes me leva em um Motel logo cedo e me come o dia inteiro. Falta na faculdade. Lá naquele hotel que você viu seu pai me trair. Quero transar com meu amante em um Motel também.

Meu coração já acelerado disparou. Se achei que aquele momento era impossível de ficar melhor, mamãe o tornou com seu pedido. Seria a primeira vez que iria a um Motel e justo com minha própria mãe.

– Ohhhhhuuuuu mãe. Isso é covardia. Estou com tanta dificuldade de me controlar e você ainda fala isso. Claro que vamos. Vou conhecer um Motel com minha mãe gostoosssa.

– Então goza assim mesmo que também vou gozar. Depois você brinca com meus seios. Se não conseguirmos outro gozo depois não tem problema, pois deixamos as sacanagens para o Motel. Lá você vai poder fazer todas as sacanagens com a mamãe. Poder não, eu vou é exigir que você faça. Acabou meu jejum e vou fazer coisas que nunca fiz. Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuu, estou gozando.

Foi como se mamãe ligasse a chave de meu orgasmo, pois olhando meu pau no entra e sai daquela bucetinha apertada e deliciosa e tudo o que falou, meu esperma começou a jorrar dentro daquela delicinha.

– Estou gozaaaaaaaaandooooo.

Meu sêmen jorrou novamente com potência no útero proibido de minha mãe enquanto assistíamos juntos sua bucetinha ir e vir em meu pau. Quando vimos o esperma começando a vazar, tivemos um repique simultâneo mas após aquele gigantesco orgasmo que tive antes, mesmo forte acabou rápido junto comigo e a puxei para meu peito a abraçando.

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Comentários

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Eu não gosto de contos curtos demais. Essa série está sensacional.

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Essa saga MERECE ser muito longa!!! Não nos prive de nada, por favor! É tanta diversidade e possibilidades, que ficará nos anais ( com duplo sentido, por favor! 🤤 ), do CdC!!! Não economize palavras! Não restrinja sua imaginação!! Nós dê tudo! Nós dê mais!!! 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

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