O sol queimava a areia branca quando chegamos à praia um pouco movimentada. Eu havia escolhido o maiô novo especialmente para isso: um modelo micro, fio-dental vermelho que mal cobria o essencial. O tecido era fino, quase transparente quando molhado, e eu mal podia esperar para me exibir. Meu marido, o corno obediente de sempre, carregava as coisas enquanto eu já posava para as fotos. Fiz de tudo: de quatro na areia, pernas abertas na cadeira, arqueando as costas, apertando os seios um contra o outro. Cada clique da câmera era um tesão novo.
Depois das fotos, corri para o mar. A água gelada bateu na pele quente e, quando voltei, o maiô estava exatamente como eu queria: colado ao corpo, os bicos dos meus peitos duros e evidentes, a parte debaixo marcando perfeitamente a minha buceta lisinha. Sentei na cadeira de praia de frente para o mar, abri bem as pernas e, com dois dedos, puxei o tecido molhado para o lado, deixando tudo à mostra. Os mamilos escaparam do decote generoso. Eu me sentia uma puta safada, e adorava.
Foi então que vi o primeiro ambulante se aproximando. Ele diminuiu o passo ao me ver. Olhou descaradamente. Abri mais as pernas e passei a língua nos lábios. Ele parou ao lado da nossa cadeira.
— Tá calor hoje, hein? — disse ele, olhando direto para a minha buceta exposta.
O corno do meu marido confirmou, falando que estava muito calor mesmo. O ambulante cumprimentou meu corno com um aperto de mão demorado só para poder ficar mais perto de mim. Seus olhos devoravam cada centímetro: os mamilos duros, a buceta inchada e molhada brilhando ao sol. Eu sorri, mordendo o lábio, e deixei ele olhar o quanto quisesse antes de seguir caminho.
Alguns minutos depois, outro homem apareceu caminhando pela beira da água. Alto, pele morena, corpo definido. Fiz o mesmo show: pernas abertas, maiô afastado, mamilos de fora. Ele parou por um segundo, olhou bem, mas continuou andando e entrou no mar.
Foi aí que a safadeza tomou conta de mim.
Levantei, falei para o corno que iria no mar e entrei na água também, o coração acelerado. fiquei mergulhando e deixando as ondas me levar devagar até ele. Quando cheguei perto, sorri com cara de quem não quer nada e perguntei
— Gostou do que viu lá na areia?
Ele me olhou surpreso, mas com um sorriso safado.
— Gostei pra caralho.
— Quer sentir?
Não precisei repetir. Ele se aproximou rápido, a água batendo na nossa cintura. Com as duas mãos grandes, afastou o maiô dos meus seios e caiu de boca neles. Chupava com fome, mordendo de leve, sugando os bicos duros enquanto a mão direita descia e enfiava dois dedos grossos na minha buceta molhada. Eu gemi baixinho, segurando na nuca dele.
Desci até sentir o volume dentro da sunga. Meu Deus… era grosso, pesado, latejando. Puxei o elástico e segurei aquele pauzão na mão. latejava, quente, veias saltadas. Não resisti.
Olhei rápido para a areia. Meu corno estava sentado, com celular na mão fingindo que estava filmando o mar, mas eu sabia que ele estava era filmando a puta da esposa dele com um desconhecido no mar.
Pulei no estranho ali mesmo, enlaçando as pernas na cintura dele. Afastei o maiô completamente e desci devagar, sentindo aquela cabeça grossa abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Quando ele estava todo dentro, eu comecei a cavalgá-lo devagar, mas com força. Água batendo entre nossos corpos, meus seios pulando contra o peito dele. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, me comendo fundo, gemendo no meu ouvido:
— Porra, que buceta gostosa… apertada pra caralho…
Dei umas dez cavalgadas intensas, sentindo ele latejar lá dentro, mas parei antes de gozar. Beijei ele na boca de língua, mordi seu lábio inferior e saí de cima, deixando ele com o pau latejando na água.
Voltei caminhando devagar para a areia, o maiô todo desalinhado, buceta inchada e melada. Meu marido estava com a sunga marcando o pau duro como pedra.
— Ele me comeu, amor… — sussurrei no ouvido dele enquanto abaixava para sentar ao lado dele. — Colocou aquele pauzão grosso todo dentro de mim e me fodeu na água. Eu cavalguei ele na frente de todo mundo.
Ele quase gozou só de ouvir.
Decidimos ir embora. No caminho para o carro, eu ia passando a mão na sunga dele, apertando o pau. Assim que entramos no carro, baixei o banco dele um pouco e comecei a punhetar devagar, contando todos os detalhes: como o pau era grosso, como ele chupou meus peitos com fome, como eu pulei e senti ele me abrindo inteira.
Não durou nem dois minutos. Meu corno gemeu alto, o corpo tremeu e gozou bem gostoso, jatos grossos escorrendo enquanto ele ainda dirigia, o carro balançando levemente.
Eu ri, lambi os dedos melados e perguntei:
— Quer que eu te conte de novo em casa enquanto você me limpa com a língua?
E aí, quem leu até aqui… você aproveitaria a oportunidade se estivesse no lugar daquele estranho? Ou preferiria só assistir de longe, como o corno? Deixa seu comentário safado aí embaixo. 🔥
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