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Instinto primitivo - Teste de qualidade

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Um conto erótico de Haedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 5650 palavras
Data: 13/07/2026 09:14:43

A primeira coisa que fiz naquela manhã foi terminar de resolver o estrago que eu e Lana havíamos deixado no quarto. Ou melhor, tentar ajudar. A estrutura principal da cama já estava novamente de pé, mas quem realmente parecia saber o que estava fazendo era Brooklyn. Enquanto eu segurava uma das tábuas, ela conferia o alinhamento da madeira com um olhar atento, dava dois passos para trás, observava por outro ângulo e só então fazia algum ajuste.

— Mais para a esquerda.

— Assim? — empurrei alguns centímetros.

— Um pouquinho mais — ela inclinou a cabeça.

Obedeci. Segurei a peça enquanto ela fixava outro parafuso. Alguns minutos depois, apoiou as duas mãos na estrutura e balançou a cama com força. Não houve um único rangido. Apoiei meu peso sobre o estrado e também balancei a estrutura.

— Ficou firme mesmo.

— Ainda não — ela passou a mão pela lateral da madeira. — Está desalinhado aqui.

Só então percebi que, realmente, havia uma pequena diferença entre duas tábuas. Eu provavelmente nunca teria reparado naquilo.

— Você entende mesmo disso, não é?

— Um pouco — Brooklyn sorriu discretamente enquanto pegava uma plaina.

Ela começou a remover pequenas lascas da madeira com movimentos firmes e precisos.

— Meu pai dizia que, se alguma coisa quebrasse, a gente tinha duas opções, aprender a consertar ou gastar dinheiro chamando alguém — ela soprou a serragem acumulada. — Como ele também me ensinou a ser mão de vaca, eu tive que aprender.

— Então foi ele quem te ensinou? — continuei observando enquanto ela trabalhava.

Ela assentiu.

— Ele fazia de tudo. Construía cerca, telhado, armário, galinheiro... se aparecesse um problema, dava um jeito — sorriu ao lembrar. — Eu vivia atrás dele, no começo só atrapalhava, depois comecei a ajudar de verdade. Quando fiquei mais velha, ele dizia que minhas prateleiras já saíam mais retas que as dele.

— Então estou trabalhando com uma marceneira profissional — disse rindo.

— Quase isso — ela pegou outra ferramenta, rindo.

Enquanto conversávamos, ela me explicava o motivo de cada reforço que havia feito. Eu escutava tentando acompanhar, embora metade daqueles detalhes entrasse por um ouvido e saísse pelo outro. Quando ela terminou, fez um gesto com a cabeça.

— Pode testar.

Sentei na cama, depois me joguei para trás de propósito, a estrutura permaneceu imóvel, nem um rangido. Levantei novamente e balancei a cama com mais força. Nada.

— Acho que agora ela aguenta.

— Acha? — Brooklyn cruzou os braços.

— Espero não precisar testar essa resistência tão cedo.

— Engraçado... — ela arqueou uma sobrancelha, segurando o riso. — Eu reforcei justamente pensando que você fosse precisar.

Olhei para ela por alguns segundos antes de rir.

— Então você já estava prevendo outra tragédia?

— Conhecendo essa casa? Achei mais seguro prevenir.

— Justo — balancei a cabeça, rindo. — Quem sabe eu não teste a cama antes do esperado?

Me aproximei dela e levei uma das mãos direto à sua bunda, apertando com força. Ela voltou a observar a cama, me empurrou de leve e passou novamente os dedos sobre uma das laterais.

— Ainda falta uma coisinha.

— Onde? — olhei, mas não consegui identificar o problema.

— Aqui — ela apontou uma pequena imperfeição perto da cabeceira. — Quero lixar melhor essa quina e passar mais uma camada de óleo na madeira. Vai proteger melhor.

— Precisa de ajuda?

Brooklyn me olhou por alguns segundos antes de sorrir.

— Na verdade... — ela apoiou as mãos na cintura. — Acho que você já ajudou o suficiente.

— Isso foi uma forma educada de me mandar embora?

— Foi, vai tomar um café ou fazer qualquer outra coisa. Eu termino isso sozinha.

Olhei uma última vez para a cama completamente reconstruída. Era difícil acreditar que, poucas horas antes, ela tinha perdido uma das pernas durante uma transa completamente fora de controle.

— Ah — antes de eu sair, Brooklyn me chamou. — Vou precisar da sua ajuda sim, mas à noite, um teste de qualidade com a cama.

Fiquei alguns segundos encarando ela.

— Com teste de qualidade, você quer dizer...

— É, vamos testar a cama do mesmo jeito que ela quebrou, só para garantir que isso não se repita.

— Ok, à noite tentamos então — concordei num sorriso malicioso.

Deixei o quarto e segui para a cozinha, o cheiro de café recém-passado me encontrou antes mesmo de eu atravessar a porta. Kendra estava sentada à mesa com uma caneca em uma das mãos e um caderno aberto à sua frente. De tempos em tempos fazia alguma anotação antes de virar outra página. Reconheci o caderno, ela havia passado a registrar praticamente tudo o que plantávamos, quanto colhíamos, quantas sementes ainda tínhamos guardadas e até pequenas observações sobre o clima.

— O trabalho da cama acabou? — perguntou sem levantar os olhos.

— Quase. A Brooklyn me expulsou.

— Fez certo — Kendra riu.

— Engraçado... vocês duas adoram me colocar para trabalhar, mas, quando eu finalmente ajudo, dizem que estou atrapalhando.

— Aproveita. Ainda está quente — ela empurrou outra caneca em minha direção.

— O que tanto anota aí? — falei, pegando a caneca e me sentando ao lado dela.

Ela virou o caderno para mim. As páginas estavam divididas em pequenas tabelas improvisadas.

— Você organizou tudo isso sozinha?

— Sim — ela folheou mais algumas páginas. — Fica muito mais fácil saber o que está funcionando e o que precisa aumentar.

— Admito que nunca pensei em fazer esse tipo de controle — tomei um gole do café.

— Eu também não — ela sorriu. — Mas agora somos cinco pessoas. Se eu errar uma conta, daqui a alguns meses alguém passa fome.

O sorriso desapareceu logo em seguida, quando ela folheu algumas páginas e chegou no armazenamento do café, a expressão mudou completamente.

— Merda... eu sabia que estava acabando, mas não achei que seria tão rápido.

— Ah, o café? — me inclinei um pouco para ver o caderno.

— Consegue se imaginar, começar o dia sem café? — Kendra me encarou, séria.

— Vai ser difícil.

— Por isso temos que encontrar mais agora mesmo.

Ficamos alguns segundos em silêncio, era curioso pensar nisso. No começo do fim do mundo, nossa preocupação era encontrar comida, água e combustível. Agora estávamos preocupados porque o café da manhã corria o risco de deixar de existir.

— A gente pode procurar mais — sugeri. — Ainda existem mercados, depósitos... talvez até caminhões de distribuição parados por aí.

— Pode — ela concordou com um balançar de cabeça. — Isso resolve por um tempo, mas e quando acabar de vez?

A pergunta ficou no ar, nunca tinha pensado por esse lado. Sempre que alguma coisa começava a faltar, nossa solução era procurar mais em algum lugar abandonado.

Mas o café...

Uma hora os estoques acabariam e, diferente de outros legumes, verduras, nós nunca havíamos plantado um único pé de café. Continuei encarando a própria caneca.

— A gente podia plantar — comecei a falar. — Mas café demora anos.

— Eu sei — ela falou com tanta certeza que me fez perceber que já havia pensado bastante no assunto. — Então é melhor começar agora.

— O problema vai ser conseguir uma muda — terminei o café num último gole.

— Ou sementes.

— Sementes, talvez sejam mais fáceis.

— Acha?

— Não sei... talvez algum viveiro ainda tenha pacotes guardados. Ou alguma loja.

— Viveiros...

— Também podem existir fazendas de café por perto. Se a plantação não tiver sido completamente abandonada, talvez ainda dê para aproveitar alguma coisa.

Kendra permaneceu alguns segundos em silêncio, claramente imaginando as possibilidades. Olhei pela janela da cozinha. Do lado de fora, a horta ocupava um espaço cada vez maior do terreno. As fileiras bem organizadas já não lembravam em nada aquele pequeno canteiro improvisado que eu e Kendra havíamos montado meses atrás. Segundos depois, Brooklyn apareceu na porta da cozinha limpando as mãos em um pano.

— Terminei.

— Já? — perguntei virando a cabeça.

— Quero ver essa obra de arte — Kendra fechou o caderno.

Os três seguiram até o quarto, assim que entrei, meus olhos foram direto para a cama. A diferença era visível. Brooklyn havia lixado toda a madeira, eliminado pequenas imperfeições e passado uma camada de óleo que devolvia um leve brilho à estrutura. Parecia até outra cama.

— Aproveitei para reforçar os quatro pés, troquei duas travessas que já estavam começando a rachar e coloquei um apoio central — Brooklyn se abaixou e bateu com os nós dos dedos na madeira. — Agora o peso fica distribuído por toda a estrutura.

— E acha que vai aguentar o evento de hoje a noite? — Kendra encarou Brooklyn.

— Claro que vai, reforcei pensando nisso — Brooklyn rebateu a pergunta de Kendra num sorriso malicioso.

— Evento? — olhei para as duas.

Elas se entreolharam novamente e riram.

— Você vai saber — Kendra virou as costas e saiu do quarto.

Brooklyn a acompanhou, me deixando sozinho no quarto. Lembrei das duas de sorrisinho e cochichando há alguns dias, cheias de segredos. O que será que estavam tramando?

Enfim, não tinha muito tempo para pensar sobre isso. Passei o restante da tarde entre pequenos afazeres pela casa. Organizei algumas ferramentas, dei mais uma olhada na plantação antes do anoitecer e, quando o sol desapareceu atrás das árvores, tomei um banho demorado.

Depois do jantar, nós três nos acomodamos no sofá da sala. Levantei apenas para buscar um pouco de água na cozinha e, quando voltei, encontrei Kendra e Brooklyn inclinadas uma em direção à outra, cochichando de novo. As duas interromperam a conversa assim que me aproximei.

— Lá vem vocês outra vez — comentei, parando no meio da sala. — Faz dias que não fazem outra coisa além de rir e ficar de segredinho.

— Não é segredo... — Brooklyn tentou esconder um sorriso.

— Ah, não? Então me contem.

As duas se entreolharam, olharam para mim e depois voltaram a se encarar.

— Vocês estão me deixando preocupado.

— Não precisa — Brooklyn respondeu. — A gente só quer testar uma coisa.

— Testar o quê?

As duas trocaram outro olhar cúmplice.

— Se a gente explicar agora, perde a graça — disse Kendra.

— E se eu não topar? — suspirei.

— Você vai — Brooklyn disse com uma confiança que me chamou a atenção.

— Tem tanta certeza assim?

As duas riram. Kendra se levantou do sofá e se virou de frente para Brooklyn. O ar na sala parecia ter mudado, senti isso ao ser fitado pelo olhar daquelas duas lobas. Brooklyn não perdeu tempo, estendeu a mão e apertou a bunda da amiga com firmeza, os dedos afundando na carne macia. Ela olhou diretamente nos meus olhos com um sorriso de canto.

— Você vai dizer não para isso aqui? — Brooklyn perguntou, quase sussurrando.

É, realmente, não iria recusar aquilo. Antes que eu pudesse formular qualquer resposta, Brooklyn levantou a mão e estapeou a bunda de Kendra. O som foi alto, uma batida seca e estalada que fez a carne dela tremer. Kendra soltou um gemido abafado, arqueando as costas, empurrando a bunda para trás, pedindo mais. Brooklyn apertou de novo, com mais força desta vez, e então suas mãos subiram para a cintura do short, lentamente ela puxou o tecido para baixo, o short escorregou pelas coxas e caiu no chão, revelando que Kendra não estava usando calcinha.

Não aguentei mais ficar apenas observando e me levantei, caminhando até elas. Brooklyn, antecipando minha aproximação, se levantou do sofá também, antes que eu pudesse dar qualquer ordem ou comando, as duas se agacharam diante de mim, seus rostos na altura da minha cintura, olhando para o volume na minha bermuda.

Abaixei meu short e meu pau duro pulou para fora, libertado do confinamento torturante, balançando pesado na frente dos rostos delas. Minha pica latejava, Kendra foi a primeira a se mover. Ela se inclinou para frente e levou a boca direto nas minhas bolas. A língua dela era quente e molhada deslizando, chupando a pele com delicadeza, mas com uma insistência. Ela tomou um dos testículos na boca, sugando levemente.

Brooklyn não ficou atrás, ela agarrou a base do meu pau e levou a cabeça à boca. O calor do interior da boca dela me envolveu instantaneamente. Ela desceu a cabeça, engolindo metade do meu pau de uma vez, a língua trabalhando freneticamente ao redor da glande enquanto ela sugava com força. O contraste entre a atenção de Kendra nas minhas bolas e a sucção de Brooklyn no meu pau era alucinante, uma sobrecarga de prazer que me fez soltar um grunhido.

Elas não mantiveram as posições por muito tempo, começaram a alternar, uma sincronização dos infernos que me faria gozar na hora se não estivesse tão concentrado. Kendra soltou minhas bolas e subiu, lambendo o tronco desde a base até encontrar os lábios de Brooklyn no topo. Elas trocaram de lugar, Brooklyn agora se inclinou para lamber e chupar minhas bolas, enquanto Kendra envolvia a glande com os lábios carnudos. Ela desceu devagar, tomando meu pau fundo na garganta, os músculos apertando a cabeça do meu pau quando ela engolia tudo.

Por momentos, elas pararam de sugar e apenas usaram as línguas. Duas línguas, molhadas e ágeis, percorrendo cada canto do meu pau, uma subindo enquanto a outra descia, encontrando-se na cabeça onde se beijavam, trocando meu sabor e a saliva entre elas. O som dos beijos molhados e o visual das duas mulheres dividindo minha pica era quase demais para suportar. Eu juntei uma mão no cabelo de cada uma, guiando as duas.

Kendra se afastou, ofegante, puxei seu cabelo com força e a fiz se deitar no sofá, abrindo as pernas, a buceta dela estava molhada a ponto de escorrer um pouco pelas coxas, os lábios entreabertos extremamente convidativos. Brooklyn não hesitou, subiu no sofá, ficando de quatro, com o rosto na altura da entrecoxa da amiga e a bunda levantada em minha direção. Brooklyn mergulhou na buceta de Kendra, lambendo com voracidade, a língua batendo no clitóris e enfiando na entrada.

Eu me posicionei atrás de Brooklyn, a visão era espetacular, duas mulheres entregues ao prazer, uma servindo a outra. Eu me abaixei e abri a bunda de Brooklyn antes de abaixar o short. O cuzinho dela estava ali, apertado e irresistível. Eu me aproximei e passei a língua no anel de couro, senti seu corpo inteiro estremecer. Tentei quebrar a resistência das pregas, enfiando a língua, sentindo o sabor e a textura. Brooklyn gemeu na buceta de Kendra, a vibração do som percorrendo o corpo dela. Lambi com mais força, empurrando a ponta da língua um pouco mais forte contra o anel muscular. Desci um pouco até sua buceta, igualmente molhada, assim como Kendra.

Chupei os lábios melados, o cheiro e o sabor do mel eram intoxicantes, levei dois dedos até o clitóris e passei a fazer os movimentos circulares enquanto enfiava a língua em sua buceta.

A necessidade de meter dentro delas se tornou insuportável, me levantei, alinhei meu pau com a buceta de Brooklyn que estava gotejando. Com um movimento firme, meti tudo de uma vez, o aperto foi imediato, fervente e extremamente molhado que fez meu pau escorregar e ser sugado para dentro. Sua buceta abraçou meu pau enquanto eu afundava cada vez mais fazendo Brooklyn soltar um gemido alto. Mas aquilo não foi o suficiente, ela não parou de lamber Kendra por um segundo sequer, passei a fodê-la com força, puxando quase até sair e enfiando de novo, o som da pele batendo na pele enchendo a sala.

Minhas mãos deslizavam pelo corpo de Brooklyn, abrindo sua bunda e apreciando a vista do cuzinho piscando, brilhando com a saliva, logo depois estapeava, deixando a pele um pouco vermelha. As mãos subiam, agarrando a cintura e puxando ela para mim, me possibilitando chegar cada vez mais fundo. Kendra não parou de me olhar nem por um segundo e meus olhos também estavam fixos nela, ambos usando Brooklyn como queríamos, ela entrelaçava o cabelo da amiga nos dedos e forçava seu rosto contra a buceta enquanto eu apertava seu quadril e a fodia com violência.

O orgasmo das duas foi inevitável, lindo de se assistir. Kendra começou a se contorcer, o corpo tremendo. Ela levantou o quadril e esfregou um pouco mais sua buceta no rosto de Brooklyn, deixando meladas as bochechas, queixo e lábios. Brooklyn também passou a gozar sentindo a minha grossura a arrombando enquanto era fodida brutalmente. Aproveitei também para parar um pouco e economizar energia, seria horrível para mim queimar a largada com aquelas duas gostosas.

Depois de alguns segundos das duas tentando recuperar o fôlego, Brooklyn se afastou, tirando meu pau de dentro dela, se inclinou e beijou Kendra, compartilhando os fluidos da buceta da amiga com ela mesma. Ela se virou para mim com o rosto melado, me olhando por cima do ombro.

— Agora é a vez dela — disse Brooklyn, respirando fundo.

Eu não discuti, Brooklyn saiu do meio e Kendra abriu as pernas um pouco mais para mim, poucos centímetros separavam meu pau e sua buceta. Não ousei perder tempo e já meti a cabeça do meu pau na entrada da buceta de Kendra. Ela estava escorregadia, pronta devido ao orgasmo de segundos atrás. Empurrei e deslizei para dentro facilmente, Kendra gemeu alto, as pernas tremendo enquanto eu a penetrava. Comecei a foder com vontade, cada metida cada vez mais profunda e violenta, fazendo o corpo dela deslizar para trás no sofá e fazendo o próprio sofá sair um pouco do lugar. Brooklyn se aproximou e começou a beijar Kendra, apertando os peitos da amiga enquanto eu a fodia. Brooklyn se soltou do beijo e olhou para mim, depois para a porta do corredor.

— Que tal ir para o quarto? — sugeriu ela, a voz trêmula. — Podemos testar a cama.

Kendra tentou olhar para a amiga e depois para mim. Os olhos estavam revirados com a sobrecarga de prazer. Parei de meter por um instante, ficando com a postura reta sem tirar meu pau de dentro dela. Observei o quão suja estava toda aquela situação, Brooklyn com o rosto melado com os fluidos da amiga, Kendra mal conseguia respirar direito, parecia estar em transe com tanto prazer. E eu, meu pau atolado em sua buceta, na mistura dos fluidos das duas. E os três suados, o suor escorrendo e acumulado na nossa pele. De repente Kendra abanou a cabeça, os olhos vidrados de desejo.

— Me fode na escada — ela gaguejou, apontando para a escada que levava ao andar de cima.

Brooklyn deu um sorriso antes de beijar novamente a amiga. Nós nos movemos rapidamente, como um único organismo saindo do sofá e indo para a escada. A madeira era fria e dura sob meus pés descalços, me sentei em um degrau, o peso do meu corpo apoiado, minhas pernas abertas. Meu pau estava duro, apontando para o teto, pulsando.

Kendra subiu alguns degraus, se posicionou acima de mim, de costas, segurando nas minhas pernas para apoio e equilíbrio, começou a descer. Ela encaixou a buceta na cabeça do meu pau e, lentamente, deixou o peso do corpo levar para baixo, me engolindo até a base. Ela parou um pouco, ajeitou as pernas num degrau mais acima e então, começou a quicar, movendo os quadris para cima e para baixo, deslizando no meu pau.

Brooklyn não ficou parada, veio até o nosso encontro, se engatinhando nos degraus, se inclinou, trazendo o rosto para o ponto onde eu e Kendra uníamos nossos sexos. Enquanto Kendra subia e descia, Brooklyn esticou a língua e começou a chupar o clitóris de Kendra. A sensação foi avassaladora para ambas. Eu sentia a língua de Brooklyn roçando no meu pau a cada movimento que Kendra fazia, aumentando a fricção e o calor. Kendra gemia alto, incontrolável, o ritmo das quicadas ficando mais errático e frenético. O trio de sensações, o aperto apertado de Kendra, o movimento vigoroso dela e a língua insaciável de Brooklyn criou uma espiral de prazer que ameaçava nos consumir ali mesmo, nos degraus da escada.

— Kendra... se continuar assim... — tentei falar, apertando os olhos.

Senti o orgasmo se aproximando e Brooklyn percebeu, porém Kendra não parou de quicar. Num movimento rápido, na hora que Kendra subiu com os quadris, Brooklyn arrancou meu pau dali de uma vez e abocanhou, começou a chupar ignorando os resmungos da amiga.

Comecei a gozar, aquilo ali foi o meu limite. Brooklyn sugou meu pau, os jatos foram direto no céu da boca dela, enchendo a cada esporrada. No fim, desfaleci na escada, fechando os olhos e tentando recuperar o fôlego, a respiração dos três estavam descompassadas, o suor escorria e o calor era de matar. Abri os olhos quando escutei os beijos das duas. Brooklyn compartilhou minha porra com Kendra num beijo de língua selvagem e insaciável, as duas brigavam para ver quem iria ficar com a maior quantidade e no fim, engoliram satisfeitas, com um sorriso no rosto.

— Segundo round? — Brooklyn me olhou por cima do ombro de Kendra.

Respirei fundo, claro que ela iria querer mais, sou apenas um pau para duas putinhas no cio. Era óbvio que iriam querer mais.

— Podem ir para o quarto, eu já vou — falei baixo.

Elas se entreolharam e sorriram. Se levantaram e sumiram corredor adentro. Fiquei ali por mais alguns segundos até me levantar, indo até a cozinha e secando uma das garrafas de água. Subi os degraus com a respiração presa, me preparando mais uma sessão de sexo intenso com aquelas duas ninfetas. Ao empurrar a porta entreaberta, já me deparei com uma cena quente, Kendra estava de quatro, a cabeça enfiada entre as pernas de Brooklyn.

Brooklyn estava deitada de costas, os peitos erguendo e descendo rapidamente, as pernas abertas numa entrega total. A cabeça dela estava jogada para trás, os olhos fechados, e a boca entreaberta deixava escapar um ou outro gemido abafado a cada movimento da língua de Kendra. Eu parei por um segundo na porta, apenas observando. Kendra sugava o clitóris de Brooklyn com um ritmo voraz, o som molhado e obsceno preenchendo o quarto. A mão de Kendra segurava a coxa de Brooklyn com força, deixando marcas vermelhas na pele dela.

Não esperei mais, já estava pronto. Me aproximei da cama. Brooklyn abriu os olhos e me viu, um sorriso preguiçoso surgindo nos lábios dela enquanto Kendra continuava a trabalhar. Subi na cama e Brooklyn se posicionou de lado, me convidando a fodê-la novamente, mas eu tinha outros planos. Fui mais para baixo, alinhando o meu rosto com a bunda de Brooklyn. Kendra desviou o olhar por apenas um segundo, sorrindo com os olhos antes de voltar a atenção para a buceta molhada e fodida da amiga.

Aproximei meu rosto na bunda de Brooklyn e abri levemente com as mãos, expondo o cuzinho apertado dela. Baixei a cabeça e passei a língua lentamente de baixo para cima, ela estremeceu, um gemido alto escapando da garganta. Comecei a chupar o cu dela com fome, introduzindo a língua e fazendo movimentos circulares firmes. Ergui a perna dela, dobrando o joelho e abrindo ainda mais o acesso para mim. Kendra, percebendo a nova posição, ajustou o ângulo e voltou a chupar a buceta de Brooklyn com a mesma intensidade que eu.

A combinação dos estímulos foi demais para Brooklyn, tendo seu cu e sua buceta estimulados ao mesmo tempo. O corpo dela começou a tremer, os gemidos ficaram mais altos e senti os músculos das coxas tensionando contra as minhas mãos. Kendra percebeu o orgasmo se aproximando e aumentou a velocidade da língua, e eu forcei minha língua mais fundo no cuzinho dela. O orgasmo atingiu Brooklyn como uma onda avassaladora, fazendo ela arquear as costas, gritando, as unhas cravando no lençol enquanto o prazer a consumia mente e corpo.

Quando o corpo de Brooklyn finalmente relaxou, Kendra se afastou, lambendo os lábios vermelhos e brilhantes. As duas se olharam, Brooklyn mal conseguia manter os olhos abertos. Kendra me encarou, logo rastejando na minha direção, me empurrando de costas no colchão com uma força surpreendente. Antes que eu pudesse reagir, ela subiu no meu rosto, posicionando a buceta dela diretamente sobre a minha boca.

Segurei as coxas dela e puxei para baixo, colando minha boca na buceta dela. Ela estava encharcada, lambi e suguei com voracidade, focando no clitóris duro enquanto ela se esfregava no meu rosto. Brooklyn, recuperando o fôlego, veio para o meu lado. Subiu em cima de mim, ficando de frente para Kendra, deixando um rastro de suor e excitação na minha barriga antes de se ajeitar e encaixar meu pau duro em sua buceta. Ela começou a quicar com força, sentando ferozmente. As duas se beijaram, não que eu tenha visto, meus olhos estavam grudados na bunda de Kendra, mas ouvi o barulho das duas compartilhando os próprios fluidos.

Kendra gemeu alto, esfregando o quadril no meu rosto, eu continuei chupando, mesmo com todo o peso do corpo dela sobre meu rosto, mesmo com aquilo sendo um pouco desconfortável principalmente pela falta de ar. Mas foda-se, uma garota estava esfregando a buceta no meu rosto, se eu morresse nesse instante, pelo menos morreria feliz.

Kendra começou a gozar, foi aí mesmo que ela sentou no meu rosto com tudo, se esfregando, fazendo o suor que escorria pela sua bunda grudar no meu rosto. Ela gemeu, esfregou um pouco mais a buceta no meu rosto e só então, me deu chance para respirar, se inclinando para frente.

Depois de alguns minutos se recuperando, Kendra desceu do meu rosto, ainda ofegante. As duas se reorganizaram na cama. Kendra se deitou de costas, e Brooklyn se posicionou por cima dela, formando um meia-nove. A bunda de Brooklyn estava apontando para cima enquanto a buceta de Kendra estava arreganhada e exposta do outro lado.

Me ajoelhei atrás das duas, alinhei meu pau duro com a entrada da buceta de Brooklyn e empurrei devagar. Ela gemeu na buceta de Kendra enquanto eu a penetrava. Era quente e ela ainda continuava apertada, comecei a foder com força. Kendra, por baixo, não ficou parada. Ela levantou a cabeça e começou a lamber minhas bolas a cada estocada que eu dava em Brooklyn. A sensação da língua dela roçando na pele sensível enquanto eu enchia a buceta da amiga era alucinante.

O ritmo aumentou. O quarto estava cheio de sons de pele batendo em pele, gemidos abafados e a respiração ofegante, junto com os gemidos de Kendra enquanto mamava minhas bolas. Eu segurava a cintura de Brooklyn firme, puxando ela contra mim a cada vez que eu metia. Kendra chupava minhas bolas com vontade, às vezes desviando para lamber o meu pau quando ele escapava da buceta de Brooklyn, automaticamente melando um pouco o rosto com os fluidos da amiga.

Kendra desceu um pouco, agora com a língua focada no clitóris, lambendo, beijando, chupando. Brooklyn mal se aguentou, os braços quase vacilaram, os gemidos ficaram mais intensos e eu não dei trégua para ela, continuei metendo na mesma força e violência de sempre. E então, ela gozou, tentou sair daquela posição, mas eu a agarrei pela cintura e puxei contra mim, Kendra também entrelaçou os braços no quadril da amiga e grudou de vez a boca em seu clitóris, intensificando a chupada.

Brooklyn apertou tanto o lençol que chegou a rasgar com as unhas, ela urrava como um animal, o orgasmo com certeza foi um dos melhores da sua vida. No fim, nós dois liberamos ela, que desfaleceu em cima de Kendra, ofegante, o rosto corado e sem falar no suor escorrendo pelo corpo.

— Ela desmaiou? — perguntei, chacoalhando o corpo de Brooklyn e vendo que ela não teve reação.

— Acho que sim — Kendra se sentou na cama. — Problema dela, vamos continuar?

Kendra me olhou com aquele sorriso, imediatamente agarrou meu pau e o enfiou na boca. Fiquei ali parado enquanto ela limpava e lubrificava meu pau, fitando meus olhos na medida em que enfiava minha rola no fundo de sua garganta. Brooklyn continuava sem reação, ficou apenas estirada na cama. Kendra se levantou, começou a punhetar meu pau e seus lábios vieram de encontro com os meus, nos beijamos por alguns segundos até que ela se virou e se posicionou de quatro, arrebitando a bunda para mim de novo.

Me posicionei atrás de Kendra, agarrei a cintura e dei dois tapas em sua bunda antes de enfiar meu pau com tudo em sua buceta, de uma vez só. Ela gritou de prazer, empurrando a bunda contra mim. Brooklyn se levantou, olhou ao redor com os olhos cerrados e ainda ofegante.

— Meu Deus... — Brooklyn fez uma pausa para respirar. — Acho que nunca gozei tão forte na minha vida.

Kendra mal prestou atenção, estava fodendo tão forte que ela se esqueceu que havia outra pessoa ali. Brooklyn, por sua vez, continuou me observando foder Kendra, então ela não ficou ociosa, se deitou de costas na frente de Kendra, oferecendo a buceta para ela lamber. Kendra abaixou a cabeça e começou a chupar Brooklyn enquanto eu a fodia por trás. Brooklyn me encarava com um sorriso malicioso quando Kendra grudou a boca em seu clitóris novamente, dando um grunhido agudo, ela desviou o olhar por um instante, revirando os olhos e jogando a cabeça para trás, gemendo feito uma putinha no cio.

Kendra lambia a buceta de Brooklyn com fome, e Brooklyn se esfregava na cara da amiga. Eu apertei o ritmo, sentindo o orgasmo se aproximando, mas queria prolongar aquilo o máximo possível. Os gemidos estavam altos, uma verdadeira sinfonia da putaria.

Finalmente, o cansaço começou a pesar. Meus músculos queimavam e a respiração estava difícil. Eu saí de Kendra e me deitei de costas no meio da cama, completamente exausto. As duas, igualmente cansadas, mas ainda insaciáveis, se aproximaram. Kendra foi para a esquerda e Brooklyn para a direita.

Cada uma pegou um lado do meu pau. Kendra começou a chupar e lamber minhas bolas, passando a língua pela pele sensível e sugando sem nenhum cuidado, quase arrancando minhas bolas fora de tão forte que sugava. Brooklyn focou na cabeça, passando a língua em volta e depois engoliu tudo, descendo até a garganta. Elas trabalharam em sincronia, babando no meu pau, misturando o cuspe com os sucos delas, rindo, se beijando, se lambuzando com a saliva. Era uma cena digna de um filme pornô.

O que restava para mim era observar, apreciar as duas ninfetas insaciáveis ordenhando meu pau desesperadas por esperma. Brooklyn me encarava, sorrindo enquanto ela me masturbava com a mão lambuzada de cuspe. Kendra ainda sugava minhas bolas, aquilo era demais, não aguentei.

Me contorci um pouco na cama e meu orgasmo veio, o primeiro jato de porra saiu forte, atingindo o rosto de Brooklyn primeiro. Ela não se afastou, fechou os olhos e manteve a boca aberta, Kendra rapidamente se juntou, finalmente largando minhas bolas da boca, grudou o rosto junto à bochecha de Brooklyn e colocou a língua para fora. Eu continuei gozando, cobrindo as duas com a minha porra, cobrindo completamente o rosto de ambas. A porra escorria pelas bochechas, misturando nos lábios e no queixo. Brooklyn lambeu o canto da boca, provando o gosto, e Kendra sorriu, o rosto brilhando e coberto. Elas se olharam, rindo baixinho, completamente satisfeitas.

Kendra abocanhou meu pau, arqueei um pouco as costas, ela ainda chupava com voracidade, mas a cabeça do meu pau estava sensível demais. Ela sugou as últimas gotas de esperma que saíam e então, largou. As duas se olharam, Brooklyn começou lambendo o rosto de Kendra, recolhendo o restante de porra. Kendra fez o mesmo com o rosto da amiga, recolheu todo o esperma e então, as duas se beijaram, compartilhando minha porra num beijo quente de língua. Só não fiquei duro de novo porque estava realmente esgotado, mas as duas agiam como duas atrizes pornôs.

Quando finalmente se cansaram, caíram na cama de uma vez. Eu fiquei no meio enquanto cada uma ocupava um lado da cama. Eu encarava o teto tentando processar tudo aquilo, era meu primeiro ménage e foi justamente com a minha amiga de infância e uma mulher que conhecia fazia poucos meses.

Fiquei me perguntando, como o fim do mundo foi tão generoso para alguém como eu? Como eu poderia ser tão sortudo a ponto de...

— Ei, está me ouvindo? — Brooklyn quebrou meu pensamento com um estalo de dedos.

— Hum? O quê?

— Gozou tanto que fritou os neurônios? — Kendra riu.

— Acho que quebramos o garoto — Brooklyn acompanhou.

As duas se entreolharam e começaram a rir como sempre faziam.

— Só estava pensando — tentei me recompor.

— É, sabemos que estava — Brooklyn ainda ria. — Eu te perguntei se a cama passou no teste.

— É, acho que passou — olhei para ela. — Tudo bem que passamos mais tempo no sofá e na escada.

— Isso é um convite para um terceiro round?

— Não — eu e Kendra falamos em uníssono.

Brooklyn riu olhando para nós dois.

— Eu estou esgotado — falei fechando os olhos.

— Eu não quero sair daqui pelas próximas duas horas — Kendra também fechou os olhos, virando de lado.

— Poxa, vocês são fracos demais — Brooklyn tentou sentar na cama, ficou parada por um segundo e voltou a se deitar. — É, acho que também vou ficar por aqui mesmo.

— Esgotada também? — Kendra olhou para ela.

— Mais do que eu pensava — ela riu e concordou.

Então nós três ficamos em silêncio, Kendra adormeceu rápido demais, eu tentei dormir também, mas senti a mão da Brooklyn no meu ombro.

— Trancou a porta da sala? — ela sussurrou.

— Tranquei, antes da gente comer — respondi abrindo apenas um olho.

Brooklyn continuou me observando, um sorriso de canto se formou na sua boca, o que me forçou a abrir os dois olhos completamente.

— O que foi? — perguntei.

— Só queria te agradecer de novo, por ter ficado do meu lado naquele dia e ter me dado uma chance.

— Naquele dia? — ri baixo. — O dia em que te tirei daquela cabana velha nos ombros?

— É, esse dia — ela riu um pouco mais alto, mas logo parou. — Já fazem quantas semanas?

— Não sei, parei de contar o tempo desde que cheguei aqui.

— Se não fosse vocês, eu não sei onde estaria agora.

— Ainda bem que você veio roubar coisas de mim e não da Lana.

— É, provavelmente meu corpo estaria em decomposição agora mesmo.

— Sim, provavelmente.

Ficamos nos encarando por alguns segundos.

— Acho melhor a gente dormir, não? — sussurrei.

— É, acho melhor.

Ela fechou os olhos primeiro, mas o sorriso não saiu da boca dela. Eu logo adormeci, retomando aquele pensamento que me fez ficar disperso.

O fim do mundo foi muito generoso comigo, não?

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Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 33Seguidores: 32Seguindo: 12Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade. Email: ghaedrig@gmail.com

Comentários

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Neste capítulo vc focou na parte do sexo, e funcionou! Ficou muito bom!

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