Um cliente entrou em contato comigo perguntando se eu teria ao menos duas amigas para me acompanhar em um encontro. Disse que sim. Ele então disse que eu conhecia alguma mulher trans. Respondi que sim: a mesma de quem já falei aqui no passado, a Priscila.
Ele explicou que teria uma reunião de negócios e que, após o término, uma “empresa” financeiraia uma festinha descontraída para eles. No total, eram seis homens, e a festa acontecia na casa de praia de um deles, fora da cidade. Acertamos o cache — uma das coisas que mudei; agora chamo de cache (risos), pois eu realmente dou um show! O valor foi maravilhoso e pago antecipadamente, já que existe uma grande relação de confiança; afinal, ele já é meu cliente há 4 anos.
O dia era uma quarta-feira em pleno mês de junho. Saímos de Salvador às 9h da manhã e seguimos em direção ao nosso destino. Estávamos eu, Carol, Priscila e Gabriela (depois de conto como a conheci). Seguimos para a casa, cujo endereço eu já conhecia bem, pois já havia me encontrado com ele lá por diversas vezes.
Ao chegarmos, nos instalaremos. Por volta do meio-dia, eles chegaram. Eram homens muito bem cuidados — acredito que o mais velho ali tinha no máximo 60 anos. Fomos apresentados e, inicialmente, sentamos em uma roda de conversa que, em pouco tempo, perdeu toda a formalidade...
Estávamos todas as roupas de banho: biquínis pequenos com uma camisa leve por cima. André, meu cliente, estava sentado ao meu lado. Ele começou a alisar o meu braço e logo me beijou — e sim, para quem chegou agora, eu beijo na boca! Foi um beijo quente, que deixou bem claro o que ele queria.
Enquanto ele me beijava, senti uma mão vinda por trás em direção ao meu peito esquerdo, apertando o bico com vontade. O movimento foi interrompido apenas quando senti que o laço do meu biquíni estava quebrado. André parou de me beijar e, quando me virei para ver quem era o safado, ele deu um sorriso e se apresentou: "Sou o Bruno".
Aproveitei o momento e tirei a camisa, deixando o corpo livre e apontadas pra ele. Bruno me beijou e foi direto para os meus peitos, chupando-os com tanta intensidade que parecia querer arrancá-los com a boca, o que me deixou cheio de tesão. Olhei rapidamente ao redor e vi que as outras meninas também estavam se entrosando; notei que Priscila já conversava animadamente com André e com outro homem do grupo.
Cada uma estava com um, menos Priscila, que conversava intensamente com André e Antônio. Bruno não apenas mamava nos meus peitos, como agora também tinha desfeito o laço da calcinha do biquíni, deixando a minha bucetinha toda exposta. Estava depilada como sempre, apenas com o bigodinho marcado e a marca do biquíni. O olhar de desejo dele ao ver aquilo foi imediato. Sem perder tempo, ele me deixou para mais perto e começou a me chupar ali, de um jeito que me fez perder o fôlego. Quanto mais ele chupava a minha buceta, mais molhado eu estava. Ele começou chupando todo e tentando colocar a língua dentro do buraquinho, logo depois ele se concentrou no meu pinguelo grande onde ele mamou e eu gozei sem conter os gemidos. E ele sem dó enfiou o dedo e com força meteu e gozei de novo esguichando. Se quer que uma mulher esguiche faça isso!
Enquanto isso, a sala já estava completamente tomada por aquele clima de pura luxúria. Olhai para o lado e vi que Carol e Gabriela também já estavam totalmente envolvidas com seus parceiros. Mas a cena que realmente chamou a atenção era da Priscila, ela continuou no centro das atenções, dominando a conversa e os olhares de André e Antônio, que aplacaram fascinados por ela e já começaram a avançar o sinal de forma bem ousada. Eles sabiam que ela é uma mulher trans.
Após dois orgasmos seguidos, fui tirar a roupa de Bruno. À medida que eu ia beijando o seu pescoço, descendo para o ombro e chegando ao seu peito, pediu para que eu chupasse os seus mamilos, que já estavam bem durinhos. Enquanto eu chupava um e apertava o outro, ele gemia alto. O som na sala era de pura orgia.
O pau de Bruno, a essa altura, era imenso e duro como pedra, saltando para fora assim que abriu a sua calça: uma rola branca, com a cabeça vermelha e já babada. Ali mesmo, ajoelhada, abocanhei o seu pau e chupei sem pena. Eu engolia fundo enquanto ele segurava os meus cabelos; engasguei algumas vezes e, logo em seguida, ele afrouxava a mão. Quando senti que ele estava a gozar, parei e elegantes:
— Quer me dar leitinho onde?
Ele disse:
- Quero te dar leitinho, mas não agora.
Pediu para que eu sentasse em seu colo de frente e, com a rola pressionada entre as nossas barrigas, me beijou novamente.
Meu cuzinho estava bem aberto e, acho que por isso, Tom me beijou por trás. Senti sua rola deslizando em minhas costas enquanto ele sussurrava no meu ouvido: "Deixa eu comer esse cuzinho que tá piscando, me chamando". Vi de relance que Carol colocou a camisinha nele e passou o gel.
Ele se abaixou e, com cuidado, foi metendo o pau no meu cu, que o sugou imediatamente; lá dentro, eu o apertei. Enquanto continuava apertando os mamilos de Bruno, Tom fodia meu cu de forma lenta e ritmada, e eu ouvia os gemidos de ambos.
Tom não demorou muito depois de ouvir a ordem de Carol, que gemeu:
— Goza no cuzinho da minha amiga, goza, meu gostoso!
E o beijou. Senti o ritmo dele aumentar e o seu peso se apoiando, tentando se controlar em cima de mim, até que ele soltou um grito:
— Estou gozando, Carol!...
Logo ele saiu de trás de mim, com a camisa cheia de porra. Ele mesmo deu um nó e ficou lá sentado, descansando. Voltei a minha atenção para Bruno, que, a essa altura, tinha movimentos involuntários na pica. Ele logo me perguntou:
— Coloca a camisinha e senta gostoso com essa xoxota quente.
E assim fiz. Senti devagar e comecei a cavalgar na rola dele, enquanto ele apertava os meus peitos e gemíamos juntos. Olhava para ele com cara de puta safada, e ele perguntava:
— Vai me dar essa xoxota mais vezes, vai? Quero foder a sua xoxota outras vezes.
Eu respondi:
— Claro que você terá! Minha xoxota tá amando sua rola cabeçuda abrindo ela.
Ao ouvir a minha confirmação, André falou:
— Me fode, vai! Me fode!
Continuei rebolando e apertando o seu pau dentro de mim, até que ele me deixou para si, me abraçou e aumentou o ritmo das estocadas, gemendo alto:
— Tô gozando, minha putinha!
Após ele gozar, levantei e fui beber água. Passei pela sala pelada mesmo e vi Gabriela sendo fodida de quatro por Gil. Ele apertava a cintura dela enquanto ambos gemiam. Era uma transa bem violenta; a bunda dela já estava cheia de marcas de tapas — ela gosta.
Ao passar pela cozinha, vi a cena clássica de Priscila: sendo comida por um e fodendo o cu de outro. André, para minha surpresa, estava dando o cu para ela, enquanto Antônio a estocava com força. Voltei para a sala e vi Bruno praticamente desmaiado.
CONTINUA EM
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