Oii, me chamo Pedro, tenho 23 anos, sou branco, magro, cabelos castanhos e 1,76m de altura. Moro com minha mãe Carla, de 57 anos (magra, seios pequenos, cabelo claro e baixa), e com minha irmã mais nova.
Minha mãe é divorciada há uns nove anos. Moramos em uma casa bem pequena, em uma comunidade: apenas um quarto, um banheiro e uma cozinha minúscula. Dormimos todos no mesmo quarto — eu e ela em uma cama de casal, minha irmã em uma de solteiro bem ao lado.
Ela é diarista, trabalha pra caralho, eu sou estagiário e minha irmã só estuda. Minha mãe é daquelas desenroladas, fala palavrão, fala besteira, não liga pra nada. Gosta de uma cerveja gelada e de um forró bem animado.
Levamos uma vida simples. Privacidade em casa é quase zero. Pra eu bater uma punheta em paz, tinha que esperar todo mundo sair — coisa rara pra caramba.
Com o tempo, comecei a assistir muito vídeo de coroa. Mulher mais velha transando virou meu vício. Gozava pra porra vendo aquelas maduras safadas.
Até que, sem conseguir explicar direito, quando ficava muito tempo sem gozar, o tesão acumulado me fazia reparar cada vez mais na minha mãe. Como a casa é pequena, era comum ver ela e minha irmã no banho. A imagem delas peladas já estava gravada na minha cabeça.
Certo dia, estava no banheiro batendo uma pensando em uma coroa do vídeo. De repente, a imagem da minha mãe nua invadiu minha mente: aqueles seios caídos, rosados, a buceta com pelinhos... O tesão foi tão forte que comecei a gemer baixinho:
— Aiii mãe... que tesão... toma meu leite... aaahhh!
Gozei pra caralho. Foi tão bom que virou rotina. Toda vez que batia punheta, pensava nela.
Mas isso foi só o começo. O tesão virou obsessão. Comecei a me masturbar na cama, do lado dela. Esperava ela dormir, encostava o joelho na bunda dela “sem querer” e batia uma gostosa. Foram dezenas de gozadas assim.
Quando ela voltava do forró, quase sempre chegava alta, falando merda e rindo. Uma noite ela chegou daquele jeito. Tirou a roupa no quarto, foi pro banho nua e voltou com uma camisola fina. Deitou largada na cama, falou umas bobagens e apagou rapidinho.
Foi aí que vi, um dos seios dela tinha escapado completamente da camisola, bem do meu lado. Meu pau ficou duro na hora. Olhei pra cama da minha irmã — ela dormia de costas pra gente. Baixei o short, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma bem devagar.
O tesão estava insano. Tomei coragem, estiquei a mão e segurei aquele peitinho caidinho. Que delícia sentir o mamilo dela na palma da mão... Não aguentei. Me inclinei e enfiei o bico na boca, chupando gostoso enquanto batia punheta. Gozei jorrando porra pra todo lado, gemendo abafado no peito dela. Foi uma das melhores gozadas da minha vida.
Depois disso as coisas só pioraram (ou melhoraram). Passei a me masturbar do lado dela de propósito, quase querendo ser pego
.
Até que uma madrugada aconteceu. Acordei de pau duro, comecei a bater uma ali mesmo. Encostei nela como sempre... Só que....ela estava acordada.
— Pedro, você tá batendo punheta? — perguntou baixinho.
— Tô... acordei com tesão pra caralho.
— Vai pro banheiro, seu safado.
— Aqui é mais gostoso, mãe...
Eu estava louco de tesão. Ri e soltei:
— Me ajuda?
Ela deu uma risadinha:
— Ah, ajudar esse pau murcho...
Esticou o braço no escuro, procurou e segurou meu pau.
— Nossa... tá duro pra porra, hein?
— Tá vendo a situação... ajuda aí.
— Você é um sem-vergonha mesmo...
Começou a bater uma devagar. Eu gemia baixinho:
— Aiii mãe... bate pra mim...
— Cala a boca, sua irmã tá dormindo.
Não demorou muito e gozei forte na mão dela, jatos grossos escorrendo entre os dedos dela. Ela só sussurrou:
— Você é um filho da puta tarado...
Depois disso, virou quase normal. De vez em quando ela me ajudava.
Uma outra noite ela chegou do forró bem alegre, por volta da uma da manhã. Tomou banho, colocou a camisola e deitou.
Eu já estava pronto para bater uma..
Peguei a mão dela e pedi:
— Vai, bate uma pra mim?
Ela sorriu e falou algo que me surpreendeu:
— Sabia que eu também gosto de gozar?
Virou de costas pra mim, empinou o quadril e encaixou a bunda na direção do meu pau:
— Coloca na minha bucetaa..
— Sério?
— Sim... come a minha buceta bem devagarinho..como sua mãe..
Posicionei a cabeça do pau entre os pelos da buceta dela, senti a quentura molhada e fui empurrando devagar. Era apertada e quente pra caralho. Ela soltou um gemidinho abafado quando entrei inteiro.
Comecei a socar. A bunda dela batia contra mim. Ela gemia baixinho:
— Come a bucetinha da mamãe... isso...
Em um momento ela soltou um gemido mais alto. Ficamos imóveis, achando que minha irmã tinha acordado. Minha mãe pegou o celular, acendeu a lanterna e apontou pra cama da minha irmã.
A luz iluminou ela dormindo de conchinha, com a bundinha toda de fora do pijama.
A luz Apagou. Eu, ainda com o pau dentro da minha mãe, comecei a meter de novo e pedi:
— Acende de novo...
Quando a luz bateu outra vez na bundinha da Rafa, eu falei, cheio de tesão:
— Nossa mãe... olha que bundinha linda da minha irmã...
Meti mais forte. Ela gemia:
— Bundinha gostosa da sua irmã...
— Vou comer essa bundinha também... — soltei, louco de tesão.
— Seu safado... quer comer sua irmã também?
Falei, ai mãe quero comer você e a Rafa ...quero sentir meu pau entrando naquela bundinha..
Minha mãe então, se contorcendo.... Aiiii que tesão caralho se safado fdp...tô gozando....
Não aguentei. Me ajoelhei na cama:
— Mãe, vou gozar... vem mamar.
Ela virou rápido, colocou a boca no meu pau e eu explodi. Jatos grossos de porra encheram a boca dela e escorreram no rosto. Que tesão do caralho...
Desde então, sempre que dá, eu como a buceta dela. E a gente se satisfaz.
#esse é um conto fictício#
#tenho relatos reais como os já publicados#
(se gostam de incesto me chamem no telegran @pefaria)