Aviso: Este é o décimo oitavo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 17: Se Infiltrando na Alexa Corp!
Na fazenda de Xotaville, o Sol do meio-dia queimava o curral, e o ar estava pesado com cheiro de terra quente e esterco fresco. Pôia e Püia aproveitavam o horário de almoço. Püia sentava num banquinho de madeira, mordendo devagar um sanduíche de pão com queijo, enquanto observava a irmã com um suspiro resignado.
— Mana, você não cansa disso não? — perguntou com a voz baixa e irritada — Todo dia a mesma coisa... a cara no cu da vaca.
Pôia ergueu o rosto por um segundo, com a boca melada de diarreia pastosa, os olhos brilhando de prazer inocente.
— Mas é gostoso, Püia... quentinho, cremoso... parece sopa grossa. Quer provar um pouquinho?
Püia revirou os olhos:
— Não, obrigada. Prefiro meu sanduíche seco.
Pôia riu baixinho e voltou a enterrar o rosto no cu volumoso da vaca, explorando fundo com a língua, sugando goles grossos que faziam sua barriga inchar levemente. Ela gemia suave, quase cantarolando de satisfação.
De repente, um ronco estranho veio do céu. Püia ergueu a cabeça:
— Lá vem ela de novo...
Putty surgiu voando baixo, seu corpo nu reluzindo ao Sol, os cabelos vermelhos flamejantes esvoaçando loucamente, e um jato potente de diarreia pastosa jorrando do cu como propulsor de foguete. Nos braços, carregava Margot, que se agarrava firme, com os olhos arregalados.
— Segura firme, repórter! Chegamos! — gritou Putty, rindo alto enquanto ajustava a potência da propulsão fecal para pousar suavemente no chão do curral.
O jato de bosta se dissipou em uma nuvem marrom fedorenta. Püia nem piscou com a insanidade que estava presenciando, já estava acostumada com as bizarrices da alienígena.
— Bem-vinda de volta, Putty — disse ela calmamente, limpando a boca com o dorso da mão — Trouxe companhia?
Margot saltou do colo de Putty como se tivesse sido eletrocutada. Seus olhos castanhos grandes fixaram-se em Pôia, ainda com o rosto melado de merda pastosa. Sem pensar duas vezes, correu até ela, puxou-a gentilmente para fora do cu da vaca e começou a bombardear de perguntas:
— Meu Deus do céu, menina! Por que você tá com a cara enterrada no cu dessa vaca? Qual o sabor? É quentinho? Grosso? Posso experimentar? Vai, me deixa provar um pouquinho só!
Pôia piscou, atordoada, com o rosto vermelho de vergonha e gosma:
— É... é o meu almoço... — gaguejou ela — Sim, é gostoso... quentinho... cremoso... mas... quem é você?
Püia já estava de pé, largando o sanduíche no chão:
— Ei, ei! Quem é você, sua doida? Que negócio é esse de sair metendo as mãos na minha irmãzinha?
Putty se aproximou rindo, colocando uma mão no ombro de Püia:
— Calma, Püia. Essa é a Margot. Eu fui capturada pela careca maluca de novo, mas escapei. Roubei as três armas que ela usou contra mim, e no caminho salvei essa aqui, que tava presa num quartinho do Laboratório.
Margot, sem esperar convite, começou a tagarelar, com as mãos na cintura, em postura confiante:
— Isso mesmo! Sou Margot, repórter investigativa do Gozo Diário, o jornal mais importante de Gozópolis! Estava bisbilhotando uns arquivos secretos quando me pegaram. Me mantiveram dias naquele quartinho fedorento, torturando pra eu contar tudo que sabia. Enfiavam consolos gigantes em mim sem parar, me obrigavam a chupar as pelancas gosmentas de uma alemã louca, faziam surubas com cientistas lésbicas que me fodiam até eu desmaiar... e só me alimentavam com diarreia e mijo direto da fonte! Foi um inferno... mas, hmm... foi intenso pra caralho.
Putty escutava, salivando visivelmente:
— Nossa... que maravilh... digo, que terrível! Coitadinha...
Pôia, com os olhos brilhando de inocência, comentou baixinho:
— Deve ter sido... muito bom, né?
Margot abriu a boca para responder irritada, mas olhou para a carinha meiga de Pôia e amoleceu:
— É... hmm... foi sim. Muito bom...
Nesse momento, o ronco da caminhonete vermelha velha chegou. Mary e Joan desceram correndo.
— Putty! — gritou Mary, jogando-se nos braços da alienígena — Você nos deixou preocupadas! Pensamos que tinha acontecido o pior!
Joan abraçou por trás:
— A gente tava louca te procurando por toda parte.
Putty riu:
— Sei, sei... vi vocês duas se esfregando no chão mesmo enquanto eu era arrastada pelas Soldadas da Alexa...
Mary deu uma risadinha sem jeito, e então notaram Margot.
— E quem é essa aí? — perguntou Joan, seca.
Margot estendeu a mão com um sorriso sarcástico:
— Sou Margot, a maior repórter do Gozo Diário! Em breve todo mundo vai conhecer meu nome. Vou ser famosa!
Joan revirou os olhos:
— Nunca ouvi falar.
Margot completou, sem se abalar:
— Bom... é que eu ainda estou começando. Mas em breve...
Putty explicou:
— Não acho seguro deixar ela voltar sozinha pra cidade. Alexa tem câmeras e informantes em toda parte.
Mary interrompeu animada:
— Então temos mais uma amiga morando aqui conosco?
Joan suspirou:
— Tá bom, tá bom! Ela pode ficar. Mas não sei onde vai dormir.
Margot deu de ombros:
— Não me importo com o sofá. Sou adaptável.
Pôia pegou a mão dela com delicadeza:
— Vem, vou te mostrar a casa.
Püia resmungou, voltando ao banquinho:
— Mais uma pra bagunçar tudo e me dar trabalho...
Pôia guiava Margot pelos cômodos simples quando Bulk veio correndo, latindo animado. O cachorro grande pulou na perna dela, esfregando o pau vermelho e melado na meia branca, deixando um rastro viscoso que encharcava o tecido fino.
— Bulk... agora não... — reclamou Pôia com a voz tremida, já soltando gemidinhos baixos enquanto o calor do membro animal pressionava contra sua coxa.
Mas o peso e o entusiasmo de Bulk a derrubaram de quatro no chão de madeira. O cachorro montou imediatamente, com as patas dianteiras firmes nas costas dela, os quadris se movendo rápido.
Com um forte empurrão, o caralho inchado e quente escorregou para dentro do cu apertado de Pôia.
Ela arqueou as costas, gemendo alto:
— Ahhh... Bulk... que grosso... entra todo... hmmm... me fode gostoso...
Bulk fodia freneticamente, o pau pulsando dentro dela, as bolas peludas batendo ritmadas contra o clitóris inchado. Cada estocada fazia um som molhado e ritmado, o gozo cremoso de Pôia vazando e escorrendo pelas coxas, pingando no chão em poças pegajosas.
A empregadinha tremia inteira, com as pernas bambas, sua barriga contraindo a cada investida profunda.
Margot observava hipnotizada, pressionando as coxas uma contra a outra sob a saia curta. O gozo quente escorria pela buceta dela, encharcando a calcinha fina, e o cheiro doce de excitação misturava-se ao ar já carregado.
Bulk continuou, com a língua de fora, babando saliva grossa no chão. Pôia gozou descontrolada, seu corpo convulsionando, a gosma cremosa jorrando da bucetinha.
Margot não resistiu mais: ajoelhou na frente de Bulk, agarrou sua cara peluda com as duas mãos e colou a boca no focinho. A língua enorme e salivante do cachorro invadiu sua boca em um vai e vem tarado, preenchendo as bochechas, fazendo um volume visível a cada lambida babada. Margot gemia contra o beijo do animal, com saliva escorrendo pelos cantos da boca, os olhos semicerrados de tesão.
Pôia começou a se mijar de tanto prazer, escorrendo urina quente e dourada pelas pernas em jatos intermitentes, misturando-se ao gozo que vazava da buceta.
Bulk atingiu o ápice: seu caralho inchou, travando dentro de Pôia, e ele gozou litros de porra grossa e quente, enchendo o cuzinho até transbordar, pingando no chão.
Püia entrou no quarto nesse momento e viu a cena completa:
— Mas que porra tá rolando aqui? Larguem minha irmãzinha!
Pôia retrucou entre gemidos roucos:
— Não... tá bom... deixa... eu quero... gostoso... demais!
Püia suspirou derrotada, mas avançou até Margot. Levantou a saia com um puxão e enfiou o punho inteiro no cu apertado da repórter. Margot soltou a língua do cachorro e berrou alto:
— PUTA QUE ME PARIU! VOCÊ RASGOU MEU CU TODO! AHHHHHH!!!
Püia estocava com força, girando o punho dentro das paredes quentes e elásticas.
— Isso... fode meu cu... me arromba... mais fundo, sua safada!
O cu arrombado não aguentou e explodiu num jato quente de diarreia pastosa, melando o braço inteiro de Püia. Ela retirou o punho devagar, e lambeu a merda cremosa com prazer.
O cu de Margot continuava vazando sem parar, escorrendo pasta marrom pelas coxas.
Püia falou:
— Tá bom, acho que já chega dessa putaria, né?
Ela puxou Bulk, que ainda estava travado no cu de Pôia pelo caralho inchado. Puxava com força, mas Pôia era arrastada junto pelo chão, gemendo mole, com o corpo desfalecido e satisfeito.
De repente: POP!
O pau saiu com um barulho alto de sucção, liberando uma enxurrada de porra grossa misturada à diarreia que vazou do cu arrombado de Pôia.
Püia resistiu por um segundo... mas cedeu. Meteu a boca no cuzinho da irmã e bebeu tudo gulosa, sua língua lambendo e limpando cada preguinha melada, sugando os resquícios quentes.
Margot, ainda ofegante e com o cu escorrendo, olhou para Püia com um sorrisinho sarcástico:
— Reclamou, reclamou... mas também não resistiu, né?
Püia limpou a boca com o dorso da mão e respondeu séria:
— Não é nada disso... É que é meu trabalho deixar tudo limpinho na casa. E isso inclui o cuzinho da minha linda irmãzinha.
Continua...