Conforme o combinado com Brenda na última revisão de escopo, fiquei enrolando na minha baia até que o último funcionário do departamento batesse o ponto e o silêncio fizesse eco no corredor da diretoria de projetos. Esperar que o andar esvazie para receber as "instruções adicionais" da sua supervisora é um exercício fascinante de paciência corporativa; você fica ali, encarando a tela do AutoCad, ciente de que é apenas a engrenagem que aguarda o início do turno de manutenção preventiva.
Caminhei pelo corredor silencioso e entrei na sala de Brenda sem bater. O espaço dela exalava seu aroma característico: uma mistura pesada baunilha bourbon e uma nota densa, quase animal, de couro cru ao fundo.
Brenda estava sentada em sua cadeira ergonômica de grife, concentrada em um tablet de última geração. Ela usava um vestido modelagem lápis cinza-escuro em crepe cavado, que moldava com precisão cirúrgica a sua silhueta impecável. O loiro mel de seu cabelo longo e reto estava perfeitamente alinhado, caindo sobre os ombros com uma franja lateral intocada. O rosto quadrado de mandíbula definida e maçãs salientes mantinha uma rigidez territorial intimidadora.
Sem desviar os olhos azuis e altivos da tela, ela soltou a pergunta de forma curta e cortante:
— Todos já foram embora?
— Sim — respondi, encostando a porta pesada de madeira acústica até ouvir o clique seco da fechadura.
Brenda colocou o tablet de lado na mesa de vidro e finalmente olhou para mim. O arco do cupido de seus lábios cheios desenhou um sorriso irônico de canto de boca.
— Ótimo. Tranca a porta.
Girei a chave de segurança. Quando me virei, o protocolo de auditoria íntima já estava em andamento. Brenda inclinou-se para trás na cadeira de couro. Com um movimento mecânico e impaciente, ela segurou a barra estreita de seu vestido e o puxou para cima, acumulando o tecido na altura dos quadris largos. Ela abriu as pernas bem torneadas de pele muito clara, revelando que estava completamente sem calcinha por baixo do uniforme de trabalho.
A fenda de sua vulva, totalmente depilada e já brilhando de forma sutil, estava exposta sob a luz fria do escritório. Com a mão esquerda, ela começou a deslizar os dedos longos de forma lenta pela própria intimidade, enquanto a mão direita fazia um gesto impositivo de "vem". Os olhos azuis me encararam com um orgulho gélido e autoritário.
— Agora, vem chupar a sua chefinha — ela comandou, a voz baixa, imperativa e cortante.
Fiz o que ela pediu mais do que depressa. No teatro corporativo de Brenda, a hesitação é considerada incompetência técnica. Ajoelhei-me no carpete escuro de tramas industriais diante de suas pernas abertas, segurando a carne firme de suas coxas enquanto mergulhava a minha boca entre as suas dobras úmidas.
O sexo oral ali era um processo inteiramente gerenciado pela matriz. Brenda não se entregava ao momento; ela o administrava. A todo instante, ela ditava instruções precisas de como queria que eu executasse a tarefa, sua voz mantendo um tom baixo, rígido e impessoal de quem corrige as pranchas de um projeto executivo.
— Mais lento, Miguel... — ela instruiu, os dedos cravando-se nos meus cabelos de forma possessiva para controlar o ritmo da minha nuca. — Pressiona a língua bem no topo. Isso... sem pressa. Não acelera até eu mandar. Agora, movimentos circulares. Mais firme.
“Uma verdadeira gerente de processos”, pensei cinicamente, enquanto minha língua trabalhava sob a demanda técnica dela. Eu era o operador de campo seguindo o cronograma à risca; se eu saísse do fluxo desenhado por ela, a entrega final seria rejeitada. A saliva acumulada escorria pelo meu queixo, misturando-se à lubrificação natural que exalava o cheiro de baunilha bourbon de sua pele.
Brenda começou a arquear a coluna, o busto grande e firme empinando-se sob o decote do crepe cavado. Seus sussurros tornaram-se mais curtos e ofegantes, mas o tom imperativo ainda ditava a entrega:
— Isso... continua exatamente assim... não para... agora acelera... mais rápido, Miguel... mais rápido...
Quando senti os primeiros espasmos de sua musculatura interna contraindo-se e percebi que ela estava prestes a gozar, ela abortou o processo de forma abrupta. Sem qualquer aviso ou delicadeza, ela apoiou a sola de seu sapato de salto alto contra o meu ombro e me empurrou com força.
Caí deitado de costas sobre o carpete áspero do escritório, as instruções de segurança do trabalho passando pela minha mente enquanto eu encarava o teto modular de fibra mineral.
Brenda levantou-se da cadeira de uma vez. Com gestos rápidos e impacientes, que pareciam os de um mecânico de pista trocando um pneu desgastado, ela abriu o zíper nas costas de seu vestido e o deixou escorregar pelo corpo, revelando uma nudez escultural, imponente e agressiva. No meio do movimento, com o crepe cinza acumulado nos quadris antes de cair no chão, ela olhou para mim jogado no carpete e disparou a nova ordem, fria e sem margem para negociação:
— Tira a roupa, Miguel.
“Mais uma ordem”, pensei, sentindo o cinismo habitual me anestesiar enquanto me apressava em cumprir o protocolo. Desabotoei a camisa social de forma desajeitada deitado de costas, livrando-me dela e das calças em movimentos rápidos, sob o olhar gélido e avaliativo de Brenda. Ela observava o meu desnudamento com a mesma impaciência de quem monitora o download de um arquivo pesado. Em segundos, eu era apenas carne exposta no carpete industrial, rígido e totalmente vulnerável ao seu comando.
O vestido dela finalmente deslizou até os pés, revelando uma nudez escultural, imponente e agressiva. A pele dela era de uma palidez gélida de mármore polido, contrastando violentamente com o carpete escuro. A silhueta era de um rigor anatômico impecável: a cintura incrivelmente estreita abria-se em quadris de desenho largo e pernas torneadas que terminavam em pés ainda calçados nos escarpins de verniz preto com saltos agulha de dez centímetros. Seus seios eram colossais, redondos e perfeitamente rígidos devido às próteses de silicone que esticavam a pele clara e apontavam desafiadoramente para a frente, exibindo aréolas rosadas e mamilos endurecidos.
Ela caminhou na minha direção com o estalo seco e territorial dos saltos batendo no piso de madeira antes de alcançar o carpete. Sem tirar os sapatos, Brenda se posicionou sobre o meu quadril, agachando-se com as coxas atléticas e tensas sob a sustentação dos saltos, o que empinava ainda mais sua bunda volumosa no ar.
Ela segurou a base do meu pênis rígido com a ponta dos dedos frios e, sem qualquer preliminar sentimental ou anúncio de compliance, desceu o peso do próprio corpo de uma vez só, guiando a haste para dentro de si com um movimento seco e descendente.
A fenda depilada e hiper-lubrificada de Brenda engoliu meu pau rígido em um vácuo apertado e sufocante. A sensação foi a de enfiar o pênis em uma luva de borracha quente e justa que se moldava a cada milímetro da haste sob uma pressão mecânica brutal. O som úmido da carne sendo invadida ecoou na sala silenciosa. Brenda travou o quadril lá embaixo por um segundo, engolindo meu membro inteiro até a base pubiana, enquanto a cabeça ia para trás e suas unhas compridas se enterravam no próprio quadril largo para digerir a penetração violenta.
O que se seguiu foi o espetáculo de uma mulher dominadora usando seu brinquedo sexual de carne para pura descompressão. Brenda ditava as regras com um egoísmo frio e milimetricamente planejado. Ela não me encarava nos olhos; sua cabeça estava voltada para o teto, com os olhos azuis semicerrados focados no vazio enquanto ela começava a cavalgar o meu membro de forma vigorosa, subindo e descendo com uma cadência atlética e brutal.
As mãos de Brenda deslizaram pelo próprio torso liso e pálido, subindo até os seios fartos e empinados. Ela os agarrou com força possessiva, os dedos longos apertando e amassando a rigidez intumescida das próteses de silicone de 400ml. Sob a luz fluorescente do escritório, a pele esticada e brilhante de seus seios se repuxava e se deformava sob o aperto de suas mãos, enquanto ela torcia os mamilos rígidos com uma impaciência lasciva.
Tomado pelo calor mecânico daquela colisão, levantei as mãos do carpete e tentei tocar a lateral daquelas curvas de silicone perfeitas, querendo participar de alguma forma daquele espetáculo carnal.
Slap!
Brenda desceu a mão direita em um tapa seco e ardido contra o meu pulso, empurrando meu braço de volta para o chão com uma impaciência gélida que cortou qualquer ilusão de reciprocidade.
— Não te dei autorização para me tocar, Miguel. Mãos no carpete. Agora — ela ordenou, a voz baixa, curta e imperativa, sem perder o ritmo vigoroso das estocadas com o quadril. — Fique parado. Quem dita as regras aqui sou eu.
Recuei os braços imediatamente, deitando as palmas das mãos no tecido áspero e aceitando o meu papel de mero utilitário biológico. Brenda inclinou o tronco para a frente, apoiando o peso das coxas firmes sobre as minhas pernas enquanto voltava a tocar a si mesma. Suas mãos desceram pela cintura fina, espalhando a umidade viscosa que subia de nossa junção pelo seu ventre plano e firme. Ela pressionou dois dedos contra o próprio clitóris inchado, friccionando-se com força contra o meu osso pubiano a cada descida seca e profunda de seu quadril.
O som úmido das nádegas volumosas de Brenda colidindo contra o meu baixo-ventre preenchia a sala. Eu era apenas o pistão hidráulico de um maquinário de luxo; as paredes vaginais dela me apertavam de forma tão violenta que eu precisava trancar os dentes para não gozar antes da homologação do processo.
— Ah... sim... fica parado... aguenta... — Brenda soltou entre os dentes, os sussurros curtos e imperativos misturando-se a gemidos baixos, calculados e perfeitamente sintonizados com o ritmo de sua masturbação frenética.
Ela cavalgava em um transe egoísta e absoluto, usando o atrito do meu quadril para triturar as tensões e cobranças de nossa gerente, Augusta. Seus quadris largos moviam-se em círculos rápidos e pesados sobre o meu membro, a fenda apertada me esmagando contra o chão até que seu corpo inteiro começou a enrijecer.
Brenda travou o quadril contra a minha pelve em um espasmo violento e contínuo, a musculatura vaginal sugando meu pau em ondas de pressão insana enquanto ela gozava de forma silenciosa e fria, apertando os próprios mamilos com força até que sua respiração começasse a desacelerar.
— Ah... sim... — ela soltou, a voz cortante agora reduzida a gemidos baixos. — ... como eu estava precisando disso — ela soltou em um suspiro longo, a voz finalmente recuperando a sua modulação controlada e altiva.
O transe erótico durou exatamente o tempo necessário para a homologação do processo. Sem deitar sobre mim ou permitir qualquer rastro de intimidade pós-coito, Brenda desmontou do meu quadril com a mesma impaciência de quem desliga um computador no fim do turno.
Ela se levantou do carpete, recolheu o vestido de chão e começou a se vestir com uma rapidez quase militar. Enquanto subia o zíper e ajeitava a franja lateral de seu loiro mel diante do espelho da parede, ela olhou para mim de soslaio, o sorriso irônico de canto de boca de volta ao lugar regulamentar.
— É melhor você ir, Miguel — ela disse, a voz curta, cortante e fria, eliminando qualquer resíduo da vulnerabilidade carnal de minutos atrás. — Eu preciso do seu projeto de detalhamento finalizado e impresso na minha mesa amanhã, impreterivelmente às oito.
Ajeitei a minha calça em silêncio, fechando o zíper enquanto sentia o cheiro persistente de baunilha e sexo na minha pele. Brenda já estava sentada novamente em sua cadeira de grife, puxando o tablet para o colo como se a nossa colisão no carpete tivesse sido apenas um ajuste de parâmetros de sistema que ela já havia arquivado.
— Sem problemas, chefe — respondi, abrindo a porta da sala com o meu cinismo habitual. — O projeto será entregue dentro do prazo.
Saí da sala dela ciente de que, no mercado de alto padrão, cada um vende o ativo que tem para manter o sistema rodando. E eu estaria de volta àquela mesa de reuniões amanhã cedo, com o projeto impecável e o zíper pronto para a próxima inspeção de Brenda. Sem qualquer hesitação.
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O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.
Mas a história completa vai muito mais fundo.
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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